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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos voltar ao tempo aonde Goku era criança com um jogo baseado na Era do Dragon Ball classico ( que é melhor que Dragon Ball Z e Super ), com o jogo Dragon Ball Revenge of King Piccolo que é na verdade um jogo de luta para Nintendo WII

GOKU JA FOI CRIANÇA ?| Dragon Ball Revenge of King Piccolo

Espero que gostem!


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Historia Detalrune https://youtu.be/s2ZCYTHW4oM
Bendy And the ink Machine https://youtu.be/cJASLn6Hckw

Historia Freedon Planet https://youtu.be/PneMqXZ1YmI

Mais Sobre Dragon Ball: Revenge of King Piccolo

Dragon Ball: A Vingança do Rei Piccolo, lançado no como Dragon Ball: A Maior Aventura do Mundo (険 ラ ゴ 険 険 険 険 険 険 険 険 険 険 険 険 険 険 Ten Ten Ten Ten Ten Ten Ten Ten Ten Ten Ten Ten Ten Ten Ten Ten Ten Ten Ten Ten))))) é um videogame baseado no anime e mangá Dragon Ball. Foi desenvolvido pela Media.Vision e publicado pela Namco Bandai sob o selo Bandai. Foi lançado em 23 de julho de 2009 e em outros territórios em outubro do mesmo ano.

O jogo é um estilo arcade beat’em up e um jogo de plataformas que permite que os jogadores assumam o papel do protagonista da série Son Goku enquanto ele luta para impedir que a organização Red Ribbon Army e depois Piccolo Daimao coletem Dragon Ball para completar seus planos. dominação mundial.

O jogo tem dois estilos de jogabilidade para trabalhar. O Adventure Mode reconta os eventos dentro dos arcos da história do Exército da Fita Vermelha e do início do Piccolo Daimao. Neste modo, o jogo funciona como um estilo arcade beat’em up e um jogo de plataformas, onde os jogadores no papel do protagonista Son Goku, correm do ponto A ao ponto B, combatendo vários inimigos e chefes e pulando lacunas e saliências. Os jogadores podem usar ataques simples e corpo a corpo ou usar a batalha de Kamehameha. Cada inimigo que o jogador fizer ganhará saúde, poderes ou zeni que podem ser usados ​​na loja. O jogo usa um sistema de bloqueio que permite aos jogadores entregar poderosos ataques de conexão ou pegar um dispositivo para atravessar com dificuldade a passagem de lugares. O Torneio Mundial permite que os jogadores lutem como um dos lutadores disponíveis no Modo Aventura em um lutador VS estilo Tenkaichi Budokai. Outros modos incluem a loja, onde os jogadores podem comprar upgrades, em música de jogos, filmes e colecionáveis, e na galeria onde o jogador pode ver seus itens colecionáveis, músicas e filmes.

O jogo foi anunciado pela primeira vez na edição de maio da revista V Jump. O artigo apresentava capturas de tela revelando que o jogo seria um jogo de plataformas, e se concentraria nos arcos da história do Red Ribbon Army e Piccolo Daimao. Outra captura de tela demonstrou alguns dos recursos do Wiimote. Algumas semanas depois, a filial européia da Namco Bandai divulgou uma declaração dizendo que lançariam o jogo em toda a Europa. Ele também afirmou que o jogo contaria com a série original de música e voz overs, um modo VS desbloqueável, e uma data de lançamento em algum momento no outono.

Em 2 de junho, a filial americana da Namco Bandai emitiu um comunicado anunciando que também distribuiria o jogo como Revenge of King Piccolo na América do Norte. Eles também mencionariam os controles do jogo, como a habilidade do Wiimote e do Nunchuk de lançar combos e executar vários ataques de ki como o Kamehameha, que o jogo apresentaria um elemento de RPG que permitiria ao jogador usar o Zeni para comprar itens para ajudar a energizar. Goku, e uma data de lançamento em algum momento da temporada de outono. Em 25 de setembro, a Namco Bandai anunciou que a Revenge of King Piccolo estava completa e estaria disponível em 20 de outubro.

Tem uma pontuação de 65% em Metacritic. O Nintendo World Report concedeu uma pontuação de 8 de 10, dizendo: “Jogos sólidos como Dragon Ball Revenge do King Piccolo mantêm a franquia viva. Ele consegue integrar vários gêneros de jogos em um grande título que os fãs da série deveriam desfrutar” IGN concedeu-lhe uma pontuação de 7.4 de 10, chamando-o de “Uma simples batida-em-cima que parece perfeita para crianças, mas muito indulgente e direta para obstinados.” GameSpot concedeu uma pontuação de 5.0 de 10

Análise

Fire Emblem: Fortune’s Wave – Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

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Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

O jogo é simplesmente lindo. Os gráficos em estilo anime são impressionantes, as animações são muito bem produzidas e existe uma grande preocupação em desenvolver a relação entre os personagens enquanto a história avança.

E é justamente aí que aparece um problema enorme para o público brasileiro: o jogo não possui localização para português.

Quando penso em recomendar esse jogo para a galera que acompanha o RK Play, essa é uma das primeiras coisas que passam pela minha cabeça. Estamos falando de um jogo focado em história, personagens, diálogos e construção de um universo medieval. Ou seja, entender o que está acontecendo não é apenas um detalhe.

Você pode até saber inglês e conseguir jogar tranquilamente. Mas muita gente no Brasil não domina o idioma. E isso não significa falta de interesse em videogames. Muitas pessoas simplesmente nunca tiveram a oportunidade de aprender inglês de forma suficiente para acompanhar um jogo com centenas de diálogos.

E existe outro ponto importante: você pode saber inglês, mas seus amigos, familiares ou outras pessoas que poderiam conhecer esse jogo talvez não saibam.

Isso acaba criando uma barreira enorme.

Eu já falei aqui no perfil sobre esse jogo e, sinceramente, é um título que eu facilmente consigo recomendar para muita gente. Ele tem uma proposta muito interessante, visual impressionante, combate estratégico, exploração e muitas horas de conteúdo.

Só que, para quem não entende inglês, a experiência pode ficar bastante prejudicada.

E o pior é que você não está apenas deixando de entender algumas frases. Você pode acabar perdendo justamente uma das partes mais importantes da experiência: a história e a relação entre os personagens.

Eu sei que qualquer pessoa pode começar a aprender inglês a qualquer momento. Também sei que existem escolas bilíngues e pessoas que têm contato com o idioma desde cedo.

Mas estamos falando do Brasil.

Uma localização em português não seria apenas uma comodidade. Para muita gente, ela seria a diferença entre conseguir aproveitar completamente o jogo ou simplesmente deixar passar.

Por isso fica a pergunta: uma tradução para português poderia fazer esse jogo alcançar muito mais jogadores no Brasil?

Na minha opinião, quando um jogo depende tanto de narrativa e diálogo, a localização faz uma diferença enorme na possibilidade de ele conquistar um novo público.

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Análise

Core Keeper: o Minecraft subterrâneo que já conquistou milhões que testei no Switch 2

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

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E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Em Core Keeper, você praticamente começa do zero. A aventura começa dentro de cavernas, onde é necessário coletar recursos, criar ferramentas, construir sua base e começar a explorar tudo o que existe ao seu redor.

Conforme você avança, novos equipamentos, armas e ferramentas são desbloqueados, permitindo acessar regiões que antes estavam completamente fora do seu alcance. E é justamente aí que o jogo começa a mostrar toda a sua força.

Uma das coisas mais interessantes é a sensação constante de descoberta. Como o mundo possui elementos gerados proceduralmente, cada exploração pode revelar uma nova região, inimigos diferentes, recursos inesperados e até chefes gigantescos.

E se jogar sozinho já é divertido, a experiência fica ainda mais interessante no multiplayer. Core Keeper permite reunir até oito jogadores, tornando a exploração das cavernas, a construção da base e os combates contra chefes muito mais caóticos e divertidos.

Eu também tive a oportunidade de jogar algumas horas da versão de Nintendo Switch 2, que recebeu um upgrade para aproveitar melhor o novo hardware. A experiência portátil acaba ficando mais confortável, permitindo levar toda essa aventura subterrânea para qualquer lugar.

E vou falar uma coisa: mesmo depois de algumas horas, eu ainda estava meio perdido no começo. E isso é um elogio. Core Keeper tem uma quantidade enorme de coisas para descobrir e vai muito além de simplesmente explorar cavernas e construir uma base.

Se você gosta de Minecraft, Stardew Valley ou até mesmo daqueles clássicos Zeldas 2D, existe uma grande chance de você encontrar algo muito interessante aqui.

Para mim, Core Keeper foi uma bela surpresa. É aquele tipo de jogo que começa parecendo simples, mas quanto mais você joga, mais percebe que existe uma aventura gigantesca escondida debaixo da terra.

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