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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar a trilogia do sonic do mega drive, Sonic 1, Sonic 2, Sonic 3 & Knuckles, com a luta de 21 personagens contra 30 chefes do Dr eggman , a qual farei uma Análise desta SFG

21 PERSONAGENS no SONIC VS 30 CHEFES ?| SONIC FAN GAMES

Espero que gostem!


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Fan games do SONIC

19 Personagens em SONIC 1
Fang in SONIC CLASSIC https://youtu.be/bfjh9vv0Hc4
Sonic WInter Adventure https://youtu.be/PIFG-QgLDbE
A volta de Tails Doll https://youtu.be/tXvEdVTGtkY

JOGOs do Filme do Sonic https://youtu.be/wzxtHRwmIpU

SONIC ARCADE https://youtu.be/5_9srbsFLXI
SONIC R https://youtu.be/GRY156WPJ5E
Sonic 3d Blast https://youtu.be/2MjgwZmMENI
SONIC HEROES https://youtu.be/cDrlSPx2kkQ
Sonic Riders https://youtu.be/qhicC3Tj_3s

Creditos ao canal que me ajudou neste video https://www.youtube.com/channel/UCnwQK00zwrSp3kkmOIDsWrA

Mais sobre os personagens usados neste video das 30 Sonic Fan GAMES

Lista de persongens e fases do Sonic 1 , Sonic 2, Sonic 3 e Knuckles que aparece neste video

======= Sonic 1 / Sonic the hedgehog =======
Green Hill Zone (Sonic the hedgehog)
Marble Zone (Tails)
Spring Yard Zone (Knuckles the echidna)
Labyrinth Zone (Charmy)
Star Light Zone (Amy Rose)
Final Zone (Sonia the hedgehog)
======= Sonic 2 / Sonic the hedgehog 2 =======
Emerald Hill Zone (Sonic & Tails)
Chemical Plant Zone (Super Knuckles)
Aquatic Ruin Zone (Sally Acorn)
Casino Night Zone (Metal Sonic)
Hill Top Zone (Green Sonic)
Hidden Palace Zone (Sonic)
Mystic Cave Zone (Silver the hedgehog)
Oil Ocean Zone (Espio)
Metropolis Zone (Rouge the bat)
Wing Fortress Zone (Vector the crocodile)
Egg Zone (Amy Rose)
======= Sonic 3 / Sonic 3 & Knuckles =======
Angel Island Zone (Sonic)
Hydrocity Zone (Scourge the Hedgehog & Manic the hedgehog)
Marble Zone (Shadow the hedgehog)
Casino Night Zone (Sally)
Ice Cap Zone (Jet the Hawk)
Launch Base Zone (Amy)
Mushroom Hill Zone (Tails)
Flying Battery Zone (Knuckles)
Sandropolis Zone (Blue Knuckles)
Sky Sanctuary Zone (Metal Sonic)
Egg Zone (Red Sonic)
The Doomsday Zone (Super Sonic)

É de se esperar que uma franquia com fãs receba material suplementar de sua comunidade, seja fan art, fan fiction ou mesmo fan films, em um esforço para celebrar um conceito que une as pessoas. Mas, com videogames como Sonic the Hedgehog, é tão comum ver jogos de fãs – videogames não oficiais e independentes que os usuários podem baixar gratuitamente, para amarrar os fãs entre os lançamentos oficiais ou explorar ideias totalmente originais com personagens do Sonic. ou configurações.

Os jogos de fãs do Sonic the Hedgehog podem ser datados logo após a formação da série, provavelmente com o lançamento do Sonic Attack no Amiga e o lançamento do Mi no Ikuzo no X68000! Ouriço
Avanços em tecnologia e expertise significam que hoje, muitos fangames são comparáveis ​​aos platformers Sonic 2D originais do Sega Mega Drive. Outros tentam utilizar mais tecnologia de ponta, com mundos e ideias complexos em 3D. Deve-se notar que todo e qualquer jogo de fã é criado como um compromisso sem fins lucrativos, juntos do amor pela franquia Sonic the Hedgehog. Expresso da melhor maneira que eles poderiam pensar, nenhuma intenção de infringir direitos autorais é tentada.

Sonic hacks são versões alteradas dos jogos Sonic the Hedgehog que foram editados através do processo de ROM Hacking. Desde o surgimento do Sonic 1 Beta Hoax de Cyan Helkaraxe, em 1999, a produção de hacks tem sido uma parte vital da cena e da comunidade de pesquisa do Sonic. Começando com os primeiros documentos escritos por Cyan e saxman, para os guias Nemesis, o Guia de Hacking da Comunidade Sonic, e além, os pesquisadores usaram sua compreensão dos jogos do Sonic para alterá-los de várias maneiras.

Sonic the hedgehog 2 é um jogo eletrônico de plataforma com os níveis tendo dois “atos” (com exceção de Metropolis Zone e Zone) e ao final de cada segundo ato, o jogador enfrenta o Robotnik como chefe. Para acessar as fases especiais, basta passar por um poste-checkpoint com cinquenta anéis e pular em cima dele, ou terminar um ato com cinquenta anéis e pular no anel gigante.

A jogabilidade continua a mesma de Sonic the Hedgehog: níveis que devem ser concluídos em menos de 10 minutos, robôs para destruir e anéis para coletar. A novidade é que Sonic ganha um novo movimento: o Spin Dash

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Análise

Fire Emblem Fortune’s Weave: vale a pena no Nintendo Switch 2?

A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

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A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

Para quem não conhece Fire Emblem, estamos falando de um RPG tático. Você cria o seu próprio personagem, que acaba se tornando um dos escolhidos para tentar salvar um mundo que foi praticamente sucumbido pela influência do submundo.

Só que a história não fica apenas nisso.

Durante a aventura, você vai formar sua própria equipe, fazer alianças, conhecer diversos personagens e tomar decisões que podem levar a diferentes caminhos dentro da narrativa. O jogo possui muitos diálogos e ramificações, então suas escolhas acabam tendo importância durante a jornada.

E, obviamente, o grande destaque continua sendo o combate tático.

Você precisa pensar muito bem antes de cada movimento, posicionar corretamente seus personagens no campo de batalha, escolher quais unidades levar para cada confronto e aproveitar as habilidades da sua equipe da melhor maneira possível.

Visualmente, Fire Emblem Fortune’s Weave também impressiona bastante.

A nova geração do Nintendo Switch 2 fez muito bem para a franquia. O estilo de personagens humanoides com estética de anime ficou ainda mais bonito com a maior resolução e qualidade visual do console.

As cinemáticas estão muito bonitas, as animações são bem produzidas e a apresentação geral do jogo passa uma ótima primeira impressão.

É realmente um RPG muito bem acabado.

Agora, tem uma questão importante: Fire Emblem Fortune’s Weave é um jogo bastante focado no gênero tático. Então é aquela experiência que você pode amar muito ou simplesmente não conseguir entrar na proposta.

Quem gosta de estratégia, gerenciamento de equipe, batalhas por turnos, diálogos e construção de relacionamentos provavelmente vai encontrar bastante coisa para aproveitar aqui.

Por outro lado, se você prefere jogos mais rápidos e focados em ação, o ritmo pode acabar sendo um pouco mais lento.

Outro problema para nós brasileiros é que Fire Emblem Fortune’s Weave não possui tradução para português.

E isso pesa bastante porque a experiência depende de diálogos, decisões, personagens e da própria narrativa. Se você não tem problema com a barreira do idioma, consegue aproveitar tranquilamente a proposta do jogo. Mas para quem depende de português, isso pode ser um obstáculo.

Mesmo assim, para quem gosta de RPG tático e não tem problema com o idioma, Fire Emblem Fortune’s Weave é uma ótima opção para começar a explorar o gênero no Nintendo Switch 2.

O jogo tem uma apresentação impressionante, gráficos muito bonitos, excelentes animações, bastante estratégia e uma história construída em torno de escolhas, alianças e diferentes caminhos.

Se você curte Fire Emblem ou está procurando um RPG tático para jogar no Nintendo Switch 2, esse aqui definitivamente merece sua atenção.

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Games

Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

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Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Cara, vou te falar que vale pra caraca.

Onimusha: Way of the Sword representa o retorno da franquia com uma proposta moderna, mas sem abandonar aquilo que tornou a série tão marcante. O jogo coloca você novamente em uma versão do Japão feudal cheia de demônios, onde a principal ferramenta para sobreviver é uma boa espada.

E visualmente o negócio está impressionante.

Uma nova versão do Onimusha

Quem conhece os jogos antigos vai perceber rapidamente que Way of the Sword mudou bastante a estrutura da franquia.

Os primeiros Onimusha tinham uma estrutura mais próxima de Resident Evil clássico, com cenários mais fechados, câmera mais distante e uma progressão que lembrava bastante os jogos de terror da Capcom daquela época. Ao mesmo tempo, o combate já tinha uma pegada de hack and slash, embora fosse bem mais cadenciado do que algo como Devil May Cry.

Agora a situação é completamente diferente.

Way of the Sword parece ter buscado inspiração na câmera sobre o ombro dos Resident Evil modernos. Você fica muito mais próximo do personagem durante a exploração e, principalmente, durante os combates.

E aí entra a espada.

O combate é muito mais direto, com você enfrentando diversos inimigos e utilizando sua lâmina para literalmente ceifar uma quantidade absurda de demônios.

Combate, orbes e ataques especiais

Durante as batalhas, você também encontra diferentes orbes e esferas que podem ser absorvidos pelo personagem.

Esses elementos servem para carregar determinados tipos de ataques especiais e acrescentam uma camada interessante ao combate. É aquele tipo de mecânica que deixa as lutas mais dinâmicas e faz você prestar atenção no que está acontecendo ao seu redor.

Também dá para perceber algumas influências dos jogos Soulslike em determinadas situações de combate.

Não estou dizendo que Onimusha virou um Soulslike, porque não é isso. É mais uma impressão causada pela maneira como algumas lutas são construídas, pela importância de observar os inimigos e pelo ritmo de determinados confrontos.

E o sensor de movimento do Switch 2?

No Nintendo Switch 2, o jogo também possui suporte ao sensor de movimento dos Joy-Con.

E vou ser bem sincero: para mim, é uma das partes menos interessantes da experiência.

Eu entendo completamente a ideia de utilizar os movimentos para controlar a espada. É um diferencial que pode ser divertido durante alguns minutos, principalmente para quem gosta de experimentar recursos diferentes do console.

Mas depois disso, eu prefiro voltar para o controle tradicional e simplesmente apertar os botões.

A jogabilidade tradicional é muito mais confortável e, na minha opinião, combina melhor com a proposta do jogo.

Onimusha continua sabendo fazer comédia

Uma das coisas que mais gostei é que Onimusha: Way of the Sword consegue equilibrar muito bem sua atmosfera.

O jogo tem um visual extremamente sério, uma ambientação pesada e uma história envolvendo samurais, demônios e violência. Só que, em determinados momentos, aparecem aquelas situações completamente inesperadas que quebram um pouco a tensão.

E isso é muito Capcom.

A empresa tem uma tradição muito forte de colocar momentos de humor em jogos que, aparentemente, deveriam ser extremamente sérios.

Onimusha consegue fazer isso sem destruir completamente a atmosfera.

Uma história cheia de reviravoltas

Sem entrar em spoilers, a história também consegue surpreender.

Way of the Sword possui algumas reviravoltas que realmente não parecem óbvias, principalmente quando começamos a descobrir mais sobre determinados personagens.

E tem um vilão que, sinceramente, mostra mais uma vez o nível de maldade que alguns personagens da Capcom conseguem alcançar.

É aquele tipo de situação em que você olha para a tela e pensa: “Caraca, não é possível que esse cara fez isso.”

Mas essa parte fica para um outro vídeo, porque aí já entramos no território dos spoilers.

Vale os R$ 200?

Para quem estava esperando o retorno de Onimusha com um jogo novo, eu diria que sim.

Onimusha: Way of the Sword não tenta simplesmente copiar os jogos antigos. Ele pega a essência da franquia e adapta sua estrutura para uma geração mais moderna.

A câmera mudou, o combate evoluiu, a apresentação gráfica está impressionante e algumas mecânicas parecem claramente influenciadas pelas tendências modernas dos jogos de ação.

No Nintendo Switch 2, ainda existe o diferencial do sensor de movimento, embora eu particularmente prefira jogar utilizando os controles tradicionais.

Por cerca de R$ 200, para quem gosta de jogos de ação, samurais e da própria franquia Onimusha, é uma experiência que vale bastante a pena conhecer.

Agora, se você esperava uma experiência praticamente idêntica aos Onimusha clássicos, é importante saber que Way of the Sword mudou bastante a fórmula.

E talvez justamente essa mudança seja uma das coisas mais interessantes desse retorno.

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