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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar o Sonic FOrces com varios mods de personagens diferentes para completar o Sonicverso dentro do jogo Sonic Forces nesta Incrivel FAN GAME

25 SONICS JUNTOS EM SONIC FORCES 😱 | SONICVERSO

Espero que gostem!

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19 Personagens em SONIC 1
21 Personagens em SONIC MANIA https://youtu.be/kJkeQ6nFXAo
41 FASES NOVAS no SOnic MANIA https://youtu.be/YiX-P6Sk73U

Metal Sonic Overdrive https://youtu.be/RSpJXI84RHk
Metal Sonic Hyperdrive https://youtu.be/o5lnzckfGyw

Fang in SONIC CLASSIC https://youtu.be/bfjh9vv0Hc4
Sonic WInter Adventure https://youtu.be/PIFG-QgLDbE
A volta de Tails Doll https://youtu.be/tXvEdVTGtkY

Mais sobre Sonic Forces e Sonicverso

Sonic Forces (Sonikku za Hejihoggu Fa-rzu) é um jogo eletrônico de plataforma desenvolvido pela Sonic Team e publicado pela Sega. Seu lançamento foi em 7 de Novembro de 2017 no mundo inteiro, e 9 de Novembro de 2017 no Japão. Lançado para Nintendo Switch, Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One[1][2]. Foi anunciado inicialmente como Project Sonic 2017[3], em julho de 2016.

O jogo tinha a intenção de ter um tom mais sombrio em comparação com as entradas anteriores da franquia, e o sistema de criação de personagens foi inspirado na arte de fãs da Sonic que os desenvolvedores haviam encontrado ao longo dos anos.

Como em Sonic Generations, o jogo contem duas versões de Sonic the Hedgehog: o Sonic Clássico, em que seu design é mais proeminente nos jogos do Sonic da Sega para o Sega Genesis, e o Sonic Moderno, que foi introduzido pela primeira em Sonic Adventure, com características na jogabilidade idealizadas em jogos como Sonic Colors e Sonic Unleashed. O terceiro tipo de jogabilidade consiste no controle de um “Avatar” (animal customizável, como um gato por exemplo).[4] O trailer apresenta duas equipas para assumir grandes robôs de Doutor Eggman que estão destruindo a cidade, em um cenário pós-apocalíptico com o slogan “Junte-se à resistência”. [5]

O Sonic Forces pode ser uma continuação de Sonic Mania (pelo fato do Sonic Clássico ter sido transportado pelo “Phantom Ruby” ou rubi fantasma), isso explica o porque de este estar em Sonic Forces, para ajudar a derrotar o Eggman. Apresentado nos trailers, percebemos que Infinite (um chacal, personagem antagonista) é uma criação de Eggman e que ele usou o rubi para dar-lhe poderes e derrotar o Sonic, para finalmente ter o mundo em seu controle imperial.

O jogo foi anunciado no aniversário de 25 anos da série pela Sega na San Diego Comic-Con em 22 de julho de 2016, juntamente com o anúncio de Sonic Mania.[4] O jogo fora desenvolvido por Sonic Team, a mesma equipe que desenvolveu anteriormente Sonic Colors e Sonic Generations, sendo liderado pela veterano da série Sonic, Takashi Iizuka.[6]A presença de ambos Sonic Clássico e Sonic Moderno levaram alguns jornalistas a acreditar que era uma sequela a Sonic Generations[7], mas Iizuka esclareceu que não era uma sequela, mas sim um título separado.[8] O jogo foi lançado para Microsoft Windows, Nintendo Switch, PlayStation 4, e Xbox One no final de 2017.[9] A trilha sonora do jogo foi composta pelo diretor de aúdio da série, Tomoya Ohtani.[10]. Durante a E3 2017, várias Gameplays do jogo nas versões de PS4 e Nintendo Switch foram reveladas, mostrando que no Xbox One e PS4 o FPS será 60, e no Switch será somente 30. Um trailer revelou oficialmente os vilões do jogo, Shadow The Hedgehog, Chaos, Zavok, e Metal Sonic, além de um novo antagonista chamado Infinite.

Incomodado com suas derrotas ao passar de duas décadas, o cientista Dr. Eggman, principal inimigo de Sonic, não perde tempo para proceder outra tentativa de dominação global a favor do seu império. Meses após sua derrota nos jogos Sonic Lost World e Sonic Mania, em seu arsenal oculto, andou a procura de um instrumento de destruição cujo invencibilidade fosse o elemento em destaque. No mesmo período, surge um grupo de mercenários conhecido como Jackal Squad (esquadrão dos chacais), tendo como capitão Infinite, ou mercenário supremo.

Descobrindo a alta tecnologia do cientista, este grupo atacou sua instalação, donde então poderiam roubar seus recursos. Uma vez que passaram pelo primeira onda duma horda de robôs defensivos.

Games

Review | Splatoon Raiders muda a fórmula da franquia e aposta em uma grande campanha single player

A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

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A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

A aventura leva o jogador para ilhas inéditas e diferentes ambientes para explorar. Durante a campanha é possível encontrar novas armas, aprimorar os equipamentos com upgrades e completar diversas missões que variam bastante em estrutura. Algumas colocam o jogador contra grandes hordas de inimigos em áreas abertas, enquanto outras acontecem em regiões subterrâneas repletas de desafios, incluindo inimigos mais poderosos e torres que precisam ser destruídas dentro de um limite de tempo para que a missão seja concluída.

Apesar do foco na experiência solo, o multiplayer continua presente. Você pode chamar amigos para participar das missões ou entrar nas salas de outros jogadores para completar sessões cooperativas e conquistar recompensas adicionais, aumentando ainda mais a longevidade da aventura.

O mais interessante é que toda essa estrutura faz o jogo parecer uma porta de entrada para novos jogadores. Para quem conhece apenas os Splatoon tradicionais, a sensação é de que a campanha original da série acabou se transformando em um enorme tutorial perto do que Splatoon Raiders oferece. A exploração é maior, o sistema de progressão é mais profundo e a experiência consegue agradar tanto quem gosta do competitivo quanto quem sempre quis aproveitar o universo de Splatoon de uma forma mais focada na aventura.

Outro ponto que chama atenção é a evolução da progressão do personagem. Em vez de apenas cumprir objetivos lineares, o jogador é constantemente incentivado a explorar cada canto do mapa em busca de recursos, melhorias e novos equipamentos. Isso faz com que a campanha tenha um ritmo bem diferente dos jogos anteriores da franquia, oferecendo uma sensação de descoberta que lembra outros títulos de aventura e sobrevivência.

Ainda existem desafios opcionais espalhados pelas ilhas, incentivando a revisitar áreas já exploradas depois de desbloquear novas habilidades ou armas mais poderosas. Essa liberdade torna a experiência muito mais variada e aumenta bastante o tempo de jogo para quem gosta de completar tudo. Mesmo mantendo a identidade visual colorida e o sistema de combate baseado em tinta, Splatoon Raiders mostra que a Nintendo está disposta a experimentar novas ideias sem abandonar a essência da série. Se essa direção continuar nos próximos jogos, a franquia pode conquistar um público muito maior do que apenas os fãs das partidas online.

Além disso, a estrutura das missões evita que a campanha fique repetitiva. Existem objetivos de combate, exploração, coleta de recursos, defesa de áreas e confrontos contra chefes que exigem estratégias diferentes. Como cada arma possui características próprias, o jogador acaba sendo incentivado a testar novos estilos de jogo em vez de utilizar sempre o mesmo equipamento do início ao fim.

Outro destaque é que a campanha consegue explicar naturalmente diversas mecânicas tradicionais de Splatoon. Quem nunca jogou um título da série aprende como utilizar a tinta para se locomover, alcançar áreas escondidas, escapar de ataques e obter vantagem durante os combates. Tudo isso acontece de forma integrada à aventura, sem depender de longos tutoriais ou explicações excessivas.

Essa mudança também pode representar um passo importante para o futuro da franquia. Durante muitos anos, Splatoon foi visto principalmente como um jogo competitivo, mas Splatoon Raiders mostra que existe espaço para expandir esse universo com uma campanha mais ambiciosa e cheia de conteúdo. Caso a recepção dos jogadores seja positiva, é bem possível que a Nintendo continue investindo nesse formato e transforme o modo história em um dos pilares da série daqui para frente.

No fim das contas, fica a sensação de que Splatoon Raiders funciona como um grande laboratório para o futuro da franquia. A Nintendo parece estar testando novas mecânicas, um mundo mais aberto, sistemas de progressão e uma campanha muito mais ambiciosa para entender como os jogadores vão reagir. Se a recepção for positiva, é bem possível que muitas dessas ideias sejam levadas para um futuro Splatoon 4.

Afinal, a série já mostrou que consegue sustentar um multiplayer extremamente forte. Agora, a grande oportunidade é transformar o modo história em algo tão importante quanto as partidas online. Caso isso aconteça, Splatoon 4 pode se tornar o jogo mais completo da franquia, unindo uma campanha profunda, exploração, evolução de equipamentos e o competitivo que já conquistou milhões de jogadores ao redor do mundo. Splatoon Raiders pode até parecer um spin-off, mas também pode representar o primeiro passo para a maior evolução que a série já teve.

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Análise

REVIEW | R-Type Dimensions 3 chega para resgatar um dos maiores clássicos dos jogos de navinha

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

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Os jogos de nave podem não dominar mais o mercado como antigamente, mas houve uma época em que esse gênero era um dos mais populares dos videogames. Pensando justamente em resgatar essa nostalgia, R-Type Dimensions chega como uma versão remasterizada de um dos maiores clássicos da franquia.

O grande destaque do jogo é a possibilidade de alternar, a qualquer momento, entre os gráficos originais e uma versão totalmente refeita em 3D. Basta apertar um botão para comparar como era o visual clássico e como ele ficou com a nova apresentação, trazendo um efeito bem interessante para quem gosta de revisitar títulos antigos.

Mesmo sendo um remaster, R-Type Dimensions mantém toda a essência da série. O jogador controla uma nave que avança automaticamente pelos cenários enquanto enfrenta ondas de inimigos, coleta novos poderes e precisa desviar de uma enorme quantidade de projéteis e obstáculos.

A franquia R-Type é considerada uma das mais importantes da história dos shoot ’em ups, ajudando a popularizar o gênero durante décadas. Para quem já conhece esse estilo de jogo, a experiência continua extremamente competente e divertida.

Outro ponto positivo é a presença do modo multiplayer, um recurso cada vez mais raro em lançamentos atuais e que torna a experiência ainda mais interessante para quem deseja jogar com um amigo.

As fases continuam sendo um dos grandes atrativos. Em determinados momentos, o cenário inteiro trabalha contra o jogador. Há trechos em que gotas de ácido caem do teto, abrindo lentamente passagens que antes estavam bloqueadas, enquanto outras fases exigem atenção constante ao ambiente, já que o perigo não vem apenas dos inimigos, mas também dos próprios elementos do cenário.

Apesar de manter um nível de desafio elevado, R-Type Dimensions não chega a ser frustrante. Como um lançamento moderno, o jogo conta com continues e sistemas de salvamento, tornando a experiência muito mais acessível do que nos arcades da época.

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

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