Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar o Sonic FOrces com varios mods de personagens diferentes para completar o Sonicverso dentro do jogo Sonic Forces nesta Incrivel FAN GAME
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Sonic Forces (Sonikku za Hejihoggu Fa-rzu) é um jogo eletrônico de plataforma desenvolvido pela Sonic Team e publicado pela Sega. Seu lançamento foi em 7 de Novembro de 2017 no mundo inteiro, e 9 de Novembro de 2017 no Japão. Lançado para Nintendo Switch, Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One[1][2]. Foi anunciado inicialmente como Project Sonic 2017[3], em julho de 2016.
O jogo tinha a intenção de ter um tom mais sombrio em comparação com as entradas anteriores da franquia, e o sistema de criação de personagens foi inspirado na arte de fãs da Sonic que os desenvolvedores haviam encontrado ao longo dos anos.
Como em Sonic Generations, o jogo contem duas versões de Sonic the Hedgehog: o Sonic Clássico, em que seu design é mais proeminente nos jogos do Sonic da Sega para o Sega Genesis, e o Sonic Moderno, que foi introduzido pela primeira em Sonic Adventure, com características na jogabilidade idealizadas em jogos como Sonic Colors e Sonic Unleashed. O terceiro tipo de jogabilidade consiste no controle de um “Avatar” (animal customizável, como um gato por exemplo).[4] O trailer apresenta duas equipas para assumir grandes robôs de Doutor Eggman que estão destruindo a cidade, em um cenário pós-apocalíptico com o slogan “Junte-se à resistência”. [5]
O Sonic Forces pode ser uma continuação de Sonic Mania (pelo fato do Sonic Clássico ter sido transportado pelo “Phantom Ruby” ou rubi fantasma), isso explica o porque de este estar em Sonic Forces, para ajudar a derrotar o Eggman. Apresentado nos trailers, percebemos que Infinite (um chacal, personagem antagonista) é uma criação de Eggman e que ele usou o rubi para dar-lhe poderes e derrotar o Sonic, para finalmente ter o mundo em seu controle imperial.
O jogo foi anunciado no aniversário de 25 anos da série pela Sega na San Diego Comic-Con em 22 de julho de 2016, juntamente com o anúncio de Sonic Mania.[4] O jogo fora desenvolvido por Sonic Team, a mesma equipe que desenvolveu anteriormente Sonic Colors e Sonic Generations, sendo liderado pela veterano da série Sonic, Takashi Iizuka.[6]A presença de ambos Sonic Clássico e Sonic Moderno levaram alguns jornalistas a acreditar que era uma sequela a Sonic Generations[7], mas Iizuka esclareceu que não era uma sequela, mas sim um título separado.[8] O jogo foi lançado para Microsoft Windows, Nintendo Switch, PlayStation 4, e Xbox One no final de 2017.[9] A trilha sonora do jogo foi composta pelo diretor de aúdio da série, Tomoya Ohtani.[10]. Durante a E3 2017, várias Gameplays do jogo nas versões de PS4 e Nintendo Switch foram reveladas, mostrando que no Xbox One e PS4 o FPS será 60, e no Switch será somente 30. Um trailer revelou oficialmente os vilões do jogo, Shadow The Hedgehog, Chaos, Zavok, e Metal Sonic, além de um novo antagonista chamado Infinite.
Incomodado com suas derrotas ao passar de duas décadas, o cientista Dr. Eggman, principal inimigo de Sonic, não perde tempo para proceder outra tentativa de dominação global a favor do seu império. Meses após sua derrota nos jogos Sonic Lost World e Sonic Mania, em seu arsenal oculto, andou a procura de um instrumento de destruição cujo invencibilidade fosse o elemento em destaque. No mesmo período, surge um grupo de mercenários conhecido como Jackal Squad (esquadrão dos chacais), tendo como capitão Infinite, ou mercenário supremo.
Descobrindo a alta tecnologia do cientista, este grupo atacou sua instalação, donde então poderiam roubar seus recursos. Uma vez que passaram pelo primeira onda duma horda de robôs defensivos.
Fire Emblem Fortune’s Weave: vale a pena no Nintendo Switch 2?
A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.
A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.
Para quem não conhece Fire Emblem, estamos falando de um RPG tático. Você cria o seu próprio personagem, que acaba se tornando um dos escolhidos para tentar salvar um mundo que foi praticamente sucumbido pela influência do submundo.
Só que a história não fica apenas nisso.
Durante a aventura, você vai formar sua própria equipe, fazer alianças, conhecer diversos personagens e tomar decisões que podem levar a diferentes caminhos dentro da narrativa. O jogo possui muitos diálogos e ramificações, então suas escolhas acabam tendo importância durante a jornada.
E, obviamente, o grande destaque continua sendo o combate tático.
Você precisa pensar muito bem antes de cada movimento, posicionar corretamente seus personagens no campo de batalha, escolher quais unidades levar para cada confronto e aproveitar as habilidades da sua equipe da melhor maneira possível.
Visualmente, Fire Emblem Fortune’s Weave também impressiona bastante.
A nova geração do Nintendo Switch 2 fez muito bem para a franquia. O estilo de personagens humanoides com estética de anime ficou ainda mais bonito com a maior resolução e qualidade visual do console.
As cinemáticas estão muito bonitas, as animações são bem produzidas e a apresentação geral do jogo passa uma ótima primeira impressão.
É realmente um RPG muito bem acabado.
Agora, tem uma questão importante: Fire Emblem Fortune’s Weave é um jogo bastante focado no gênero tático. Então é aquela experiência que você pode amar muito ou simplesmente não conseguir entrar na proposta.
Quem gosta de estratégia, gerenciamento de equipe, batalhas por turnos, diálogos e construção de relacionamentos provavelmente vai encontrar bastante coisa para aproveitar aqui.
Por outro lado, se você prefere jogos mais rápidos e focados em ação, o ritmo pode acabar sendo um pouco mais lento.
Outro problema para nós brasileiros é que Fire Emblem Fortune’s Weave não possui tradução para português.
E isso pesa bastante porque a experiência depende de diálogos, decisões, personagens e da própria narrativa. Se você não tem problema com a barreira do idioma, consegue aproveitar tranquilamente a proposta do jogo. Mas para quem depende de português, isso pode ser um obstáculo.
Mesmo assim, para quem gosta de RPG tático e não tem problema com o idioma, Fire Emblem Fortune’s Weave é uma ótima opção para começar a explorar o gênero no Nintendo Switch 2.
O jogo tem uma apresentação impressionante, gráficos muito bonitos, excelentes animações, bastante estratégia e uma história construída em torno de escolhas, alianças e diferentes caminhos.
Se você curte Fire Emblem ou está procurando um RPG tático para jogar no Nintendo Switch 2, esse aqui definitivamente merece sua atenção.
Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?
Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?
Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?
Cara, vou te falar que vale pra caraca.
Onimusha: Way of the Sword representa o retorno da franquia com uma proposta moderna, mas sem abandonar aquilo que tornou a série tão marcante. O jogo coloca você novamente em uma versão do Japão feudal cheia de demônios, onde a principal ferramenta para sobreviver é uma boa espada.
E visualmente o negócio está impressionante.
Uma nova versão do Onimusha
Quem conhece os jogos antigos vai perceber rapidamente que Way of the Sword mudou bastante a estrutura da franquia.
Os primeiros Onimusha tinham uma estrutura mais próxima de Resident Evil clássico, com cenários mais fechados, câmera mais distante e uma progressão que lembrava bastante os jogos de terror da Capcom daquela época. Ao mesmo tempo, o combate já tinha uma pegada de hack and slash, embora fosse bem mais cadenciado do que algo como Devil May Cry.
Agora a situação é completamente diferente.
Way of the Sword parece ter buscado inspiração na câmera sobre o ombro dos Resident Evil modernos. Você fica muito mais próximo do personagem durante a exploração e, principalmente, durante os combates.
E aí entra a espada.
O combate é muito mais direto, com você enfrentando diversos inimigos e utilizando sua lâmina para literalmente ceifar uma quantidade absurda de demônios.
Combate, orbes e ataques especiais
Durante as batalhas, você também encontra diferentes orbes e esferas que podem ser absorvidos pelo personagem.
Esses elementos servem para carregar determinados tipos de ataques especiais e acrescentam uma camada interessante ao combate. É aquele tipo de mecânica que deixa as lutas mais dinâmicas e faz você prestar atenção no que está acontecendo ao seu redor.
Também dá para perceber algumas influências dos jogos Soulslike em determinadas situações de combate.
Não estou dizendo que Onimusha virou um Soulslike, porque não é isso. É mais uma impressão causada pela maneira como algumas lutas são construídas, pela importância de observar os inimigos e pelo ritmo de determinados confrontos.
E o sensor de movimento do Switch 2?
No Nintendo Switch 2, o jogo também possui suporte ao sensor de movimento dos Joy-Con.
E vou ser bem sincero: para mim, é uma das partes menos interessantes da experiência.
Eu entendo completamente a ideia de utilizar os movimentos para controlar a espada. É um diferencial que pode ser divertido durante alguns minutos, principalmente para quem gosta de experimentar recursos diferentes do console.
Mas depois disso, eu prefiro voltar para o controle tradicional e simplesmente apertar os botões.
A jogabilidade tradicional é muito mais confortável e, na minha opinião, combina melhor com a proposta do jogo.
Onimusha continua sabendo fazer comédia
Uma das coisas que mais gostei é que Onimusha: Way of the Sword consegue equilibrar muito bem sua atmosfera.
O jogo tem um visual extremamente sério, uma ambientação pesada e uma história envolvendo samurais, demônios e violência. Só que, em determinados momentos, aparecem aquelas situações completamente inesperadas que quebram um pouco a tensão.
E isso é muito Capcom.
A empresa tem uma tradição muito forte de colocar momentos de humor em jogos que, aparentemente, deveriam ser extremamente sérios.
Onimusha consegue fazer isso sem destruir completamente a atmosfera.
Uma história cheia de reviravoltas
Sem entrar em spoilers, a história também consegue surpreender.
Way of the Sword possui algumas reviravoltas que realmente não parecem óbvias, principalmente quando começamos a descobrir mais sobre determinados personagens.
E tem um vilão que, sinceramente, mostra mais uma vez o nível de maldade que alguns personagens da Capcom conseguem alcançar.
É aquele tipo de situação em que você olha para a tela e pensa: “Caraca, não é possível que esse cara fez isso.”
Mas essa parte fica para um outro vídeo, porque aí já entramos no território dos spoilers.
Vale os R$ 200?
Para quem estava esperando o retorno de Onimusha com um jogo novo, eu diria que sim.
Onimusha: Way of the Sword não tenta simplesmente copiar os jogos antigos. Ele pega a essência da franquia e adapta sua estrutura para uma geração mais moderna.
A câmera mudou, o combate evoluiu, a apresentação gráfica está impressionante e algumas mecânicas parecem claramente influenciadas pelas tendências modernas dos jogos de ação.
No Nintendo Switch 2, ainda existe o diferencial do sensor de movimento, embora eu particularmente prefira jogar utilizando os controles tradicionais.
Por cerca de R$ 200, para quem gosta de jogos de ação, samurais e da própria franquia Onimusha, é uma experiência que vale bastante a pena conhecer.
Agora, se você esperava uma experiência praticamente idêntica aos Onimusha clássicos, é importante saber que Way of the Sword mudou bastante a fórmula.
E talvez justamente essa mudança seja uma das coisas mais interessantes desse retorno.
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