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Sonic Frontiers é um jogo mundo aberto do Sonic com varias referencias escondidas

34 Segredos e Referencias no Sonic Frontiers Gameplay | Rk Play

Espero que gostem!

Credito
arte de Arte do carneiro
edicao @gabrilbarge


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rkplay #sonic #sonicfrontiers

HISTORIA DE SONIC

Sonic Frontiers é um futuro jogo eletrônico de plataforma desenvolvido pela Sonic Team e publicado pela Sega, o primeiro jogo da franquia Sonic the Hedgehog a incluir uma jogabilidade de mundo aberto.
Sonic explora os biomas das ilhas Starfall, onde há desertos e ruínas com cachoeiras Frontiers está programado para ser lançado no final de 2022 para as plataformas Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Windows, Xbox One e Xbox Series X/S

A Sonic Team começou a explorar diferentes abordagens para seu próximo jogo após o lançamento de Sonic Forces em 2017. Além de buscar comemorar o 30º aniversário da série Sonic the Hedgehog, a Sonic Team também buscou definir o que um jogo Sonic moderno deveria ser e solidificar a direção da série para a próxima década. O chefe da Sonic Team e produtor da série Sonic, Takashi Iizuka, queria que o próximo jogo de Sonic servisse de base para jogos futuros, semelhante a como Sonic Adventure estabeleceu o padrão que os jogos subsequentes continuariam a seguir pelos próximos 20 anos. A equipe começou a desenvolver Frontiers do zero e se concentrou na transição da velocidade e das habilidades de Sonic para o mundo aberto, mantendo-se fiel aos jogos anteriores.A proposta de mundo aberto foi comparada àquela do jogo The Legend of Zelda: Breath of the Wild (2017).

O desenvolvimento foi iniciado em março de 2019. E mais tarde naquele mês, a Sega abriu uma enquete de fãs para ajudar a determinar os “próximos passos” da série. Morio Kishimoto, diretor de Sonic Colors (2010), Sonic Lost World (2013) e Forces, retorna para dirigir Frontiers, enquanto a diretora de arte de Sonic Unleashed (2008),[18] Sonic Generations (2011) e Forces, Sachiko Kawamura, está produzindo.[20] Ian Flynn escreve o roteiro, quem também escreveu os quadrinhos de Sonic the Hedgehog publicados pela Archie Comics e IDW Publishing e episódios da série de TV Sonic Boom.] Tee Lopes contribuiu para a música orquestral do trailer, enquanto a música do jogo é composta por Tomoya Ohtani e Jun Senoue. Ohtani e Senoue já compuseram várias trilhas anteriores desta franquia. A Sonic Team começou a realizar regularmente testes externos durante o desenvolvimento de Frontiers. Frontiers seria lançado em 2021, mas foi direcionado para 2022 para que atingisse um padrão de qualidade mais elevado.

Sonic Frontiers é legendado nos seguintes idiomas: inglês, francês, japonês, italiano, alemão, espanhol, coreano, chinês tradicional, chinês simplificado, português, russo e polonês. É o primeiro jogo da franquia a ter legenda em Português do Brasil.

Games

O precedente que a Nintendo criou com o update do Donkey kong country returns hd

Excelente notícia para os jogadores de Nintendo Switch 2: Donkey Kong Country Returns HD recebeu uma atualização importante e, sim, agora está traduzido para português brasileiro. Calma que eu te explico tudo, porque essa história é curiosa.

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Excelente notícia para os jogadores de Nintendo Switch 2: Donkey Kong Country Returns HD recebeu uma atualização importante e, sim, agora está traduzido para português brasileiro. Calma que eu te explico tudo, porque essa história é curiosa.

Do nada, a Nintendo resolveu dar um trato especial nesse jogo, que já é uma mistura interessante por si só. Ele é um remaster de um remake que originalmente saiu no 3DS, e agora chega ainda mais polido. No Switch 2, o jogo ganhou gráficos melhores, taxa de quadros mais estável e tempos de carregamento mais rápidos. Ou seja, está claramente otimizado para o novo console. Mas o detalhe legal é que essas melhorias não ficaram só nele: tanto no Switch 1 quanto no Switch 2, o conteúdo é o mesmo.

A grande novidade de gameplay é a adição da Dixie Kong como personagem jogável. E não é só cosmético. Ela tem uma habilidade que muda bastante a experiência, já que o pulo dela lembra o do Yoshi. Enquanto o Donkey Kong pula e ainda ganha um pequeno impulso extra, a Dixie consegue planar, facilitando saltos mais longos e reduzindo bastante a dificuldade em várias fases. Na prática, jogar com ela deixa o game mais acessível, principalmente para quem não tem tanta paciência com desafios mais rígidos.

Mas, sem dúvida, o que mais surpreendeu tanto a mim quanto muita gente aqui no Brasil foi a localização completa para português do Brasil. Ver um Donkey Kong clássico finalmente traduzido oficialmente é algo que muita gente pedia há anos, e essa atualização chega quase como um presente inesperado.

No fim das contas, Donkey Kong Country Returns HD ficou mais bonito, mais fluido, mais acessível e, agora, finalmente fala a nossa língua. Para quem tem o Switch 2 ou até o Switch 1, é uma ótima desculpa para revisitar (ou conhecer pela primeira vez) esse clássico modernizado.

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Games

Vale a pena jogar Animal Crossing no Nintendo Switch 2?

Resumindo: se você já jogava, o upgrade melhora bastante a experiência. Se nunca jogou, essa é uma das melhores portas de entrada para o mundo de Animal Crossing. É aquele tipo de jogo que não te apressa, não te pressiona, só te conquista aos poucos.

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Vale a pena jogar Animal Crossing no Nintendo Switch 2? Meu amigo… vou ser bem sincero: depende, mas a experiência tá muito melhor.

Se você já jogou Animal Crossing: New Horizons no Switch original, dá pra sentir a diferença logo de cara. O jogo agora roda mais fluido, com taxa de quadros aprimorada, praticamente sem engasgos ou travadinhas. É aquele tipo de melhoria que não muda o jogo em si, mas melhora muito a qualidade de vida de quem passa horas cuidando da ilha.

E pra quem nunca jogou, a proposta continua sendo aquela que fez o jogo explodir em popularidade. Você começa com uma ilha praticamente vazia e, aos poucos, vai desenvolvendo tudo: construindo casas, atraindo moradores, fazendo tarefas diárias e transformando aquele pedaço de terra em um vilarejo do seu jeito. É um jogo extremamente relaxante, quase terapêutico, e cheio de interações bem legais.

Outro ponto que continua sendo muito forte é o multiplayer. Dá pra visitar a ilha de amigos, receber visitas e compartilhar itens, o que deixa tudo mais vivo. A integração com o serviço online da Nintendo também é bem interessante. Dentro do ecossistema do console, você acaba tendo acesso aos jogos clássicos da assinatura, como Nintendinho, Super Nintendo e Game Boy, o que deixa a experiência ainda mais completa.

Eu confesso que não esperava tanto dessa versão rodando no Switch 2, mas o upgrade realmente faz diferença. Não é só sobre gráficos ou desempenho, é sobre como tudo flui melhor e fica mais gostoso de jogar.

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