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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje entro no maior crossover dos video games que é o jogo de SMASH BROS ultimate

76 Personagens no JOGO do SUPER SMASH BROS ULTIMATE

Espero que gostem!


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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

Mais sobre Super Smash Bros Ultimate

Super Smash Bros. Ultimate, chamado no Japão de Super Smash Bros. Special (大乱闘スマッシュブラザーズ SPECIAL Dairantō Sumasshu Burazāzu Supesharu?) é um jogo eletrônico de luta da série Super Smash Bros. desenvolvido pela Bandai Namco Studios e Sora Ltd. e publicado pela Nintendo. Foi lançado para Nintendo Switch em 7 de dezembro de 2018

Super Smash Bros. Ultimate é um jogo de luta não tradicional em que jogadores usam ataques diferentes para enfraquecer seus oponentes e derrubá-los para fora da arena. Contém a participação do elenco de personagens da Nintendo de algumas franquias diferentes da Nintendo como também propriedades third-party.[2] O jogo terá compatibilidade grande com controles, incluindo compatibilidade com o controle do GameCube através do adaptador do GameCube para Wii U.[3][4] A Nintendo também estará lançando um controle de Gamecube especialmente para o Super Smash Bros. Ultimate, com o logotipo da série no meio do controle. Apesar disso, o adaptador de Wii U ainda será necessário para o controle funcionar.[5][6] O jogo também será compatível com figuras amiibo para providenciar habilidades únicas para lutadores quando usado com o sensor NFC de controles suportados oficialmente.

Personagens
Super Smash Bros. Ultimate, como em outros jogos da série Super Smash Bros., apresenta um elenco de Crossover de lutadores de várias franquias diferentes da Nintendo – como as séries Mario, Zelda e Metroid – além de lutadores icônicos de propriedades de terceiros, como Sonic the Hedgehog, Pac-Man, Cloud Strife, Ryu, Solid Snake, Mega Man e Bayonetta. Super Smash Bros. Ultimate também inclui todos os personagens de todos os jogos Super Smash Bros. incluindo aqueles que anteriormente foram lançados como DLC, como também alguns personagens novos, trazendo, no total, 66 personagens jogáveis, o maior número de personagens em qualquer jogo do Super Smash Bros. Este é o primeiro jogo desde Hotel Mario em que Mario e Luigi possuem vocalmente linhas de diálogo completas e o primeiro jogo tendo Charles Martinet a fazer linhas de diálogo completas para Mario e Luigi. Alguns dos personagens receberam atualizações de suas roupas tais como o Mario tendo o chapéu Cappy de Super Mario Odyssey acompanhando-o e Link em sua túnica de The Legend of Zelda: Breath of the Wild.[9] Outros tiveram atualizações ou novos movimentos e habilidades. Jogadores não terão acesso a todos os personagens no começo do jogo e precisará desbloquear eles por completar vários desafios no jogo; a Nintendo antecipa facilitando para os jogadores para desbloquear todos os personagens do jogo comparado aos jogos anteriores.

Os novos personagens da série incluem os Inklings de Splatoon,[12] Ridley da série Metroid,[13] Simon Belmont da série Castlevania, King K. Rool da série Donkey Kong, Isabelle da série Animal Crossing e Incineroar do jogo Pokémon Sun e Moon, bem como os Echo Lutadores Princesa Daisy da série Mario (baseada em Peach), Richter Belmont da série Castlevania (baseado em Simon), Chrom de Fire Emblem: Awakening (baseado em Roy), Dark Samus da série Metroid Prime (baseada em Samus) e Ken do jogo Street Fighter (baseado em Ryu), bem como um lutador adicional que os jogadores que registram seu jogo antes de 31 de janeiro de 2019 podem obter gratuitamente: Planta Piranha da série Mario

Em 7 de dezembro de 2018, durante a cerimônia dos “Game Awards”, o personagem Joker, do jogo Persona 5, foi apresentado como o primeiro lutador disponível através do Fighters Pass. O primeiro lutador de DLC pago anunciado foi Joker do RPG da Atlus Persona 5, que foi lançado em abril de 2019. O personagem Herói do jogo de RPG Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age da Square Enix, também usando trajes alternativos baseados nos principais protagonistas de Dragon Quest III, IV e VIII, foi o segundo lutador de DLC a ser anunciado, e foi lançado em julho de 2019. Banjo e Kazooie, da série Banjo-Kazooie, da Rare, são os terceiros lutadores de DLC, eles foram lançados no dia 04/09/2019 em uma live que foi feita depois do Nintendo Direct de 9 de abril.

Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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