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8 Segredos e Referencias do GTA 6 na VIDA REAL

O trailer do GTA já está entre nós, e ele é baseado no mundo real na região da Flórida e Miami. Você sabia que o Coringa do GTA é real? Isso ocorre porque o GTA é baseado na Flórida. Durante esses 10 anos, o trailer do GTA entregou basicamente tudo que rolou de meme e viral, do mais bizarro que a humanidade poderia oferecer. Então, dá um like que eu vou falar sobre as referências do GTA novo.

Agora, deixa eu começar com o Coringa da Flórida. Esse cara viralizou uns anos atrás por ter cometido crimes, e ele já foi preso umas duas vezes. Aqui no jogo, ele está sendo literalmente preso porque tem tatuagens no seu corpo que acabam confessando seus crimes. Ele foi capturado em 2017 por porte ilegal de arma e ficou preso por um tempo; deveria ficar no máximo uns 5 anos ou pagando uma fiança de $1000, só que depois ele acabou sendo preso mais ou menos lá para 2022, algo assim. Ele acabou sendo preso porque ameaçou alguém usando armas. Justamente que ele estava mostrando, sabe? O crime que ele cometeu foi exibicionismo de arma. Ele teria, de certa forma, ameaçado alguém ou coagido alguém a fazer algo, e ele foi preso por isso pela segunda vez. Uma referência sutil é a Miami Boat Race. Isso aqui é um momento muito especial que aparece lá no trailer, onde tem aquelas lanchas fazendo uma corrida. Muita gente começou a apontar que seria uma suposta referência a uma série de TV dos anos 80, chamada Miami Vice, que mostra a história de dois policiais em Miami. Dentro de um dos episódios, eles conseguem resolver um crime dentro de uma corrida de lanchas que acontece lá da série. Sei lá, é uma referência meio forçada, mas tá aqui, até porque os nossos protagonistas são dois, então poderia rolar algo parecido. Mas só teoria.

O homem nu tem mais a ver com uma matéria que acabou viralizando na Flórida. Mas, dentro do trailer que você viu do GTA, existem várias pessoas fazendo algumas tarefas sem roupa, andando por aí sem problema algum, ou até mesmo fazendo o seu jardim, né, lá regando plantas, usando umas roupas bem bizarras. A questão aqui é que tem uma matéria que viralizou na internet de um homem que estava fazendo as suas tarefas no quintal de casa, como regar uma planta, e que questionava o direito legal das pessoas de fazer o que querem vestir o que querem dentro da sua propriedade. E isso acabou viralizando e é bem bizarro porque cara, tipo, isso aqui tá agindo na margem da lei, e o bom senso foi embora, mostrando que o GTA 6 está realmente se preocupando com os detalhes, mesmo que sejam os mais bizarros. A mulher do martelo, essa velha que apareceu aqui de surpresa, deixou algumas pessoas meio que sem saber, mas ela é real também. Existe um vídeo viral na internet que mostra uma velha usando martelos, quebrando uma janela de um carro e mandando os vizinhos irem embora do bairro. Isso aqui tá bem referenciado aqui e sério, é bizarro. Mas eles estão pegando um caso real, e procurando um pouco mais sobre essa mesma mulher, eu acabei descobrindo que ela aparentemente está presa porque ela teria dado uma martelada na cabeça do seu marido por causa de uma briga, uma discussão por causa de um “rum,” que é uma bebida, jacarés na piscina. Cara, eu sei que isso chamou atenção pra caramba para você, mas isso aqui é uma realidade para quem mora na Flórida. A questão aqui é que, vice Siri, GTA 6 vai colocar isso aqui acontecendo com maior frequência. Porque, como ele é inspirado em Miami, Flórida, a questão é que essa região, ela é tipo, muito próxima de uma área pantanosa. Então tem muitas matérias de certos períodos que mostram que vários jacarés começam a fazer um rolê entre a cidade, sabe, entrando na piscina da casa dos outros, se alguém dorme com a, sei lá, com a porta aberta, o jacaré acaba entrando nas lojas, entrando nas casas. Isso realmente acontece e tá representado no GTA.

Mulher rebolando em cima do carro, cara, o que teve de treta em cima disso foi uma parada inacreditável. Eu sei que tem muita gente brigando aí porque tá sexualizando o jogo e tal, mas a questão é que isso é real. O que não falta na internet é encontrar vídeos comparando a mulher que estava rebolando em cima do carro com outros vídeos de outras mulheres rebolando em cima do carro. Também tem homens, mas o pessoal tá dando mais atenção pra mulher. A questão aqui é que isso não é invenção do GTA. Tipo, ele tá parodiando uma realidade, e não tem cidade melhor para eles fazerem isso do que a Flórida, sabe? Porque tem muita bizarria de matéria rolando por lá. Aliás, dizem que lá é uma região que tem muitos brasileiros. Por que será que tem brasileira ali? Talvez descobrimos agora.

Corrida de motos, meu amigo, o que não falta nesse jogo é referência pra gente supor que seria um GTA Online, mas essa corrida de motos não tá ali à toa. Existe sim alguns eventos que ocorrem lá na Flórida, é só pesquisar. Tem o “M Reader Out,” que é um grupo de motoqueiros que se reúnem para poder sair correndo com as suas motos nas ruas, e eles ficam tipo quebrando muito limite da segurança, fazendo muita manobra, se exibindo por aí. É quase que um evento mesmo que as pessoas fazem de forma orgânica. A questão aqui é a seguinte, eles estão metendo muito louco aqui. Então, nesse caso, se você pesquisar, você encontra tipo altos índices de criminalidade, polícia fiscalizando, tentando meio que conter, porque assim, mesmo que proíbam, vão ter pessoas fazendo isso. Então, isso é um negócio que, cara, briga com o limite da segurança, e ao mesmo tempo, o jogo tá aqui representando esse evento.

Cara, eu sei que tem muitas outras referências aqui que eu acabei deixando de lado, mas essas são as que mais me chamaram a atenção logo de cara, e descobri que quase tudo que tá no trailer é baseado no mundo real. É para mim um negócio bastante inacreditável, e tem muito mais coisas que vão ser reveladas nesse próximo ano com muitas teorias, aliás. Até quero compartilhar aqui com vocês um tweet que viralizou desse cara aqui chamado Sir Dunka. Ele tá cobrindo tudo que tem do GTA novo, e ele falou aqui, ó, coisas e informações importantes. O jogo não vai ser lançado antes de 2025, pelo menos até março, né, que tá sendo previsto. Eu acho que vai adiar. Ele vai ser exclusivo da nova geração, Play 5 e Xbox Series. Ele não vai ser lançado para PC e provavelmente não vai ser lançado para Play 4 e Xbox One. O PC ele vai sair depois, mas Play 4, duvido. O estado onde o GTA vai passar a sua história é chamado de Leonida, e a nova vice-sir será duas vezes maior que Los Santos do GTA V. No jogo, a nossa protagonista Lucia vai usar uma tornozeleira eletrônica, o que já dá a entender, né, praticamente que ela vai ter limitações, sabe, do quanto ela pode fazer nas suas primeiras missões até dar uma hackeada, que a gente sabe muito bem que depois disso vai explorar tipo essa cidade aberta. E aqui tem outras informações que já estão bem na cara. Eu vou deixar o link para vocês verem isso aqui depois, como tipo clubes, como o Clube da Lama, focado em rally e offroad, mais animais aparecendo, que são animais do mar, já que tem uma vasta praia aqui, e claro, viaturas policiais e viaturas disfarçadas. Essa região tem muito crime, cara, então é claro que vai ter que ter uma exploração bem maior dos detalhes da polícia local. Cara, o novo GTA tá focando muito no detalhe, e dá para perceber isso em vários momentos no trailer. E como a Rockstar já tem um histórico de lançar um trailer e, até o lançamento do jogo final, o jogo melhorar infinitamente. Cara, isso aqui é um hype inacreditável. Então, quem ama GTA vai ficar feliz com isso, assim, e é fato. Qualquer outro jogo que for tentar lançar junto com o novo GTA vai fugir de medo, sabe, e esquece geração passada. Play 4, Xbox One, já era. Chateado pela demora da versão de PC, porque a versão de PC, ela é mais legal para botar mod. Mas é uma questão de tempo, cara. Assim, você tá bonito pra caramba de ver a versão de console. Agora, que vai ser do Play 5, Xbox Series, imagina só no PC, já que vai ter tipo muito mais upgrade. É só lembrar que o GTA V ficou muito bonito comparando com a versão de Play 3 e a versão do Playstation 4, mas quando chegou no PC, o negócio ficou insano. Então, vamos esperar, cara, porque a Rockstar sabe o que tá fazendo e tá repetindo bastante a fórmula. Ainda mais que tem um certo rumor bizarro falando que vai ter um Playstation 5 Pro. Inacreditável. Eu tô vivendo o meu primeiro momento de hype de GTA na vida. Eu não acompanhei o hype do lançamento do GTA V, sabe, mas esse aqui eu tô vendo nascer, e eu tô realmente feliz, sabe. Então, tô hypado aqui com o novo jogo, e agora, meu amigo, é só esperar o grande lançamento que vai ser aí em 2025. Mas eu acredito que ele vai adiar. Não vai sair no início do ano de 2025, não. Eu acho que vai sair lá pra metade ou pro final do ano, só para poder fazer todos os outros jogos desistirem de lançar. É isso. Bom, se você achou alguma outra referência, comenta aí que eu quero conversar com vocês nos comentários. Valeu, fui e até o próximo vídeo.

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GOLDEN AXE: A HISTÓRIA DO CLÁSSICO DA SEGA QUE ESTÁ VOLTANDO

Se você tem mais de 40 anos, provavelmente já conhece Golden Axe. Agora, para quem está chegando hoje, talvez seja difícil entender por que esse jogo é tão importante para a história da SEGA.

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Se você tem mais de 40 anos, provavelmente já conhece Golden Axe. Agora, para quem está chegando hoje, talvez seja difícil entender por que esse jogo é tão importante para a história da SEGA.

Com uma nova animação trazendo a franquia de volta aos holofotes e um novo jogo anunciado, Golden Axe está novamente sendo comentado. E antes de falar sobre o futuro, vale voltar para aquele jogo simples, brutal e extremamente divertido que conquistou os fliperamas.

O mundo de Golden Axe

A história acontece no reino de Yuria, que foi atacado pelo vilão Death Adder. Ele sequestra os governantes do reino e rouba o poderoso Golden Axe, o machado dourado que dá poderes fenomenais para quem o utiliza.

Para enfrentar essa ameaça, três guerreiros partem em uma jornada: Axel Battler, Tyris Flare e Gilius Thunderhead.

Cada um deles possui uma história pessoal ligada ao vilão. Axel perdeu sua mãe, Tyris perdeu seus pais e Gilius perdeu seu irmão. Basicamente, Death Adder conseguiu transformar os três protagonistas em uma verdadeira máquina de vingança.

E a própria seleção de personagens já mostrava que Golden Axe não estava para brincadeira. A cena da caveira segurando os personagens antes da escolha é uma das imagens mais marcantes do jogo.

Um dos primeiros grandes hack and slash

Golden Axe é extremamente simples de entender.

Você anda pelo cenário, enfrenta grupos de inimigos e avança até chegar ao final da fase. É possível jogar sozinho ou em cooperativo, e cada personagem possui uma arma, características próprias e diferentes tipos de magia.

Axel é o guerreiro mais equilibrado. Ele utiliza uma espada e possui magias ligadas à terra.

Tyris Flare é mais rápida e utiliza magia de fogo. Sua magia mais poderosa permite invocar um enorme dragão que percorre o cenário destruindo os inimigos.

Já Gilius Thunderhead utiliza um machado. Ele é mais lento, mas possui bastante força e utiliza poderes relacionados ao trovão.

E é justamente essa diferença entre os personagens que fazia o jogo funcionar tão bem no multiplayer.

A magia era uma das grandes armas

Durante as fases, pequenos gnomos aparecem carregando jarros azuis. Ao derrotá-los, você pode conseguir esses itens e aumentar sua quantidade de magia.

Quanto mais jarros você acumula, mais poderosa será a magia utilizada.

Isso criava uma estratégia interessante. Em vez de gastar tudo contra os inimigos comuns, muitos jogadores preferiam guardar a magia para os chefes.

Tyris, por exemplo, podia acumular energia suficiente para utilizar seu dragão contra os inimigos mais perigosos.

Era aquele tipo de estratégia que fazia você pensar: “Eu gasto agora ou guardo para o chefe?”

Golden Axe também tinha fogo amigo

Uma das coisas mais interessantes de jogar Golden Axe em cooperativo era que seu amigo também podia atrapalhar.

O famoso ataque de corrida podia ser utilizado para avançar contra os inimigos, mas também podia acertar o próprio parceiro.

Ou seja, além de derrotar os inimigos, você ainda precisava tomar cuidado para não apanhar do seu próprio amigo.

Isso deixava as partidas muito mais caóticas.

As montarias eram outro destaque

Golden Axe também trouxe uma ideia que impressionava bastante para a época: as montarias.

Durante as fases era possível encontrar criaturas que podiam ser utilizadas pelos personagens.

Entre elas estavam criaturas capazes de atacar com golpes físicos e outras que podiam lançar fogo.

Para um jogo de arcade tão simples, ter montarias no meio das fases era um detalhe bastante impressionante.

Um mundo de fantasia inspirado em Conan

Golden Axe nasceu em uma época em que o gênero de espada e feitiçaria estava muito presente na cultura pop.

Filmes inspirados em Conan e outras obras de fantasia sombria ajudaram a construir aquele imaginário de guerreiros musculosos, magia, monstros, esqueletos e grandes vilões.

Golden Axe pegou tudo isso e transformou em um jogo de ação extremamente direto.

Você pega sua espada, machado ou magia e simplesmente parte para cima.

E funcionava muito bem.

O jogo era muito mais simples do que parece

Apesar de toda essa história, Golden Axe era essencialmente um jogo de arcade.

A ideia era colocar uma ficha, jogar durante alguns minutos e tentar chegar o mais longe possível.

Por isso, o design das fases é bastante direto. Você avança, enfrenta grupos de inimigos, chega em uma área específica, derrota o grupo e continua.

Mesmo assim, a SEGA conseguiu colocar bastante personalidade no mundo.

As transições entre as fases, por exemplo, mostram um pergaminho indicando o caminho da jornada. É um pequeno detalhe, mas ajuda a criar a sensação de que existe uma aventura acontecendo.

O primeiro encontro com Death Adder

Depois de atravessar várias regiões, enfrentar inimigos cada vez mais fortes e lidar com esqueletos extremamente irritantes, finalmente chega o momento de enfrentar Death Adder.

Ele aparece carregando o Golden Axe e utiliza tanto ataques físicos quanto magia.

E aí o jogo mostra uma de suas maiores dificuldades.

Death Adder possui ataques poderosos, grande alcance e ainda pode contar com outros inimigos durante a batalha.

Para quem jogou Golden Axe no arcade, chegar até esse momento já era uma vitória.

Mas a versão doméstica tinha uma surpresa

Aqui está uma das partes mais interessantes da história.

A versão original de arcade termina depois da derrota de Death Adder e do resgate dos governantes.

Porém, algumas versões domésticas, incluindo a do Mega Drive, possuem conteúdo adicional.

A SEGA expandiu a aventura para transformar Golden Axe em uma experiência mais completa para quem comprasse o jogo para casa.

E é aí que aparece um novo inimigo.

Death Bringer

Depois de derrotar Death Adder, a aventura continua.

Os protagonistas entram em uma região ainda mais perigosa e encontram o verdadeiro grande inimigo da versão expandida: Death Bringer.

Ele é ainda mais poderoso e utiliza magias devastadoras.

Uma das características mais marcantes da batalha é justamente o uso constante de magia, tornando o confronto muito mais difícil do que a luta anterior.

É também por isso que guardar os jarros de magia durante a aventura inteira pode ser uma estratégia tão importante.

Chegar no confronto final com energia suficiente para utilizar várias magias poderosas pode fazer uma diferença enorme.

Um dos finais mais curiosos

Golden Axe ainda possui uma curiosidade que combina perfeitamente com o espírito irreverente da SEGA.

Em uma das versões, depois de toda a aventura, os protagonistas retornam para o mundo real.

O jogo mostra crianças jogando Golden Axe em um arcade, até que os acontecimentos do próprio jogo começam a invadir o mundo real.

Os vilões aparecem, as crianças fogem e os heróis precisam agir novamente.

É uma quebra completa da quarta parede.

E isso ajuda a entender por que a franquia pode funcionar tão bem em uma adaptação mais humorística.

Golden Axe nunca foi uma série que se levava completamente a sério.

Por trás de toda aquela fantasia sombria, existia espaço para exageros, situações absurdas e até brincadeiras com o próprio universo do jogo.

Por que Golden Axe continua importante?

Golden Axe pode parecer extremamente simples quando comparado aos jogos atuais.

Mas é justamente essa simplicidade que ajudou a torná-lo tão marcante.

Você escolhe um personagem, pega sua arma, enfrenta monstros, utiliza magia, monta criaturas e tenta chegar até o final.

Tudo isso com uma identidade visual muito forte e uma trilha sonora que ficou marcada na história dos arcades.

Agora, décadas depois, a franquia está novamente recebendo atenção.

A nova animação da SEGA coloca Golden Axe em uma situação completamente diferente, apostando mais na comédia e na sátira.

Ao mesmo tempo, existe um novo jogo da franquia anunciado, mostrando que a SEGA ainda enxerga potencial nesse universo.

Talvez seja justamente essa mistura de fantasia, violência, humor e absurdo que faça Golden Axe continuar funcionando.

Depois de mais de quatro décadas, o velho machado ainda tem muita lenha para queimar.

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Análise

TEETO – Esse jogo foi destruído pelos jogadores de PlayStation

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Tem jogo que acaba sendo ignorado porque ninguém fala sobre ele. Mas o caso de Teeto é ainda mais complicado: o jogo acabou sendo praticamente destruído na divulgação por uma polêmica que nem tinha relação direta com aquilo que ele realmente oferece.

Teeto é um simpático jogo de plataforma 3D que pode ser jogado em coop, permitindo que você se divirta com um amigo enquanto explora mundos coloridos e cheios de desafios. A primeira impressão lembra bastante uma mistura de Mario 64 com Kirby, principalmente porque controlamos um personagem meio gelatinoso que consegue adquirir diferentes poderes durante a aventura.

E essa é justamente uma das partes mais interessantes do jogo.

Um jogo que poderia passar despercebido

Teeto é aquele tipo de lançamento que facilmente poderia passar despercebido em meio à quantidade absurda de jogos de plataforma que chegam ao mercado.

Existem cada vez mais jogos desse gênero aparecendo no Nintendo Switch, PlayStation e Xbox, e nem sempre um título menor consegue chamar a atenção do público.

Só que Teeto acabou chamando atenção por um motivo completamente diferente.

A polêmica que acabou destruindo a divulgação

Durante o lançamento, a comunidade de PlayStation começou a atacar os trailers do jogo por causa de uma questão envolvendo o cancelamento da mídia física para PlayStation.

O problema tomou uma proporção tão grande que os comentários nos trailers ficaram completamente tomados por críticas e xingamentos relacionados à situação.

E o mais triste é que os desenvolvedores chegaram a aparecer desesperados diante da repercussão.

Em vez de as pessoas conhecerem o jogo, suas mecânicas e sua proposta, grande parte da discussão acabou sendo direcionada para a polêmica envolvendo a versão física.

Isso prejudicou muito a divulgação de Teeto.

E aqui está a parte mais curiosa de toda essa história: o jogo é bom.

Teeto é realmente divertido

Eu joguei um pouco de Teeto justamente para entender melhor como funcionam suas mecânicas e, sinceramente, encontrei um jogo bastante divertido.

A aventura acontece em mapas completamente 3D, nos quais você possui diversos objetivos para cumprir e uma grande quantidade de colecionáveis para encontrar.

Cada mapa possui um tema diferente e apresenta novos desafios para o jogador.

Além disso, os poderes adquiridos durante a aventura não estão ali apenas como um elemento visual. Eles também interferem diretamente na jogabilidade e nas partes de plataforma, criando novas possibilidades para explorar os cenários.

Isso deixa a exploração muito mais interessante.

E ainda tem multiplayer

Outro ponto que deixa Teeto ainda mais interessante é justamente o multiplayer cooperativo.

Você pode chamar um amigo para jogar junto e explorar os mapas, procurar colecionáveis e enfrentar os desafios em conjunto.

Para um jogo de plataforma 3D com essa proposta, o coop acaba sendo um diferencial enorme.

É justamente o tipo de jogo que pode render uma experiência muito mais divertida quando você está jogando com outra pessoa.

O caso de Teeto é uma pena

No final das contas, o que aconteceu com Teeto é uma situação bastante curiosa.

Um jogo de plataforma simpático, colorido, com exploração 3D, poderes diferentes, colecionáveis e multiplayer acabou tendo sua divulgação fortemente prejudicada por uma polêmica relacionada à mídia física.

Muita gente conheceu o jogo apenas por causa da revolta nos comentários, sem sequer descobrir o que ele realmente oferece.

E depois de jogar, fica aquela sensação de que Teeto merecia ser conhecido pelo jogo que é, e não pela polêmica que aconteceu ao redor dele.

Se você curte jogos de plataforma 3D com exploração, poderes e multiplayer cooperativo, talvez valha a pena dar uma chance para Teeto.

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