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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de Playstation 4 que é um mega Crossover entre animes, que vai desde, Naruto, Dragon Ball, One Piece, Bleach, Cavaleiros do Zodiaco, entre outros.

NARUTO vs DRAGON BALL ?| HISTORIA Jump Force

Espero que gostem!


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Dragon Ball Adventure com Sonic https://youtu.be/a-TXlyxoHAc

Historia Detalrune https://youtu.be/s2ZCYTHW4oM

Bendy And the ink Machine https://youtu.be/cJASLn6Hckw

Historia de Pokemon https://youtu.be/K7jy-p67h9o

Historia Freedon Planet https://youtu.be/PneMqXZ1YmI

Mais Sobre Jump Force

Goku, Naruto, Kenshin, Ichigo, Jotaro e Deku. O que todos esses personagens têm em comum? Todos são protagonistas de histórias publicadas na Weekly Shonen Jump, da editora Shueisha. A revista nasceu em 1968 e, de 1970 para cá, toda semana são publicados capítulos de diversos desenhos.

Durante a E3 de 2018, foi anunciado o game Jump Force, que mistura o nosso mundo real com os heróis da revista. Como a gente sabe que você tava muito ocupado lendo mangá pra acompanhar todos os anúncios de lutadores, fizemos esse vídeo contando todos os personagens do game e relembrando um pouco da história das franquias. Bora então!

Jump Force é um jogo eletrônico de luta desenvolvido pela Spike Chunsoft e publicado pela Bandai Namco Entertainment apresentando vários personagens de séries de mangá da Weekly Shōnen Jump. O jogo será lançado em fevereiro de 2019 para Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One.

Jump Force é um jogo de luta de equipas 3 a 3, apresentando personagens de várias mangás e séries de anime da linha de revistas Weekly Shōnen Jump.

Personagens no Jogo

Black Clover
Asta[6]
Bleach
Ichigo Kurosaki
Rukia Kuchiki
Renji Abarai
Sōsuke Aizen
Boruto: Naruto Next Generations
Boruto Uzumaki
City Hunter
Ryo Saeba
Dragon Ball
Son Goku
Vegeta
Trunks
Piccolo
Frieza
Cell
Dragon Quest: The Adventure of Dai
Dai
Fist of the North Star
Kenshiro[
Hunter × Hunter
Gon Freecss
Killua Zoldyck
Kurapika
Hisoka Morow
JoJo’s Bizarre Adventure
Jotaro Kujo
Dio Brando
My Hero Academia
Izuku “Deku” Midoriya
Naruto
Naruto Uzumaki
Sasuke Uchiha
Kakashi Hatake
Gaara
Kaguya Ōtsutsuki
One Piece
Monkey D. Luffy
Roronoa Zoro
Sanji
Sabo
Boa Hancock
Blackbeard
Rurouni Kenshin
Himura Kenshin
Shishio Makoto
Saint Seiya
Pegasus Seiya
Dragon Shiryū
Yu-Gi-Oh!
Yugi Muto/Yami Yugi
Yu Yu Hakusho
Yusuke Urameshi
Younger Toguro
Original Jump Force characters
Galena
Kane

O modo Historia

Quando o mundo real colide com muitos dos universos do Salto Shonen, a humanidade é invadida pelos “Venenos”, um exército de vilões controlados pela mente liderados por Kane e Galena. A fim de revidar, muitos heróis são recrutados para se juntar ao “Jump Force” sob a liderança do diretor Glover e seu A.I. Navegador do parceiro. Mas uma figura suspeita está usando tanto a Força de Salto quanto os Venenos como uma tentativa de ganhar um artefato misterioso e unir todos os mundos em um só.

Frieza ataca Nova York com um exército de venenos, sendo confrontado por Goku; no entanto, uma explosão de laser de Frieza ferida fatalmente um civil preso na zona de guerra. Trunks revive o civil com um avançado dispositivo cibernético chamado de cubo umbras, dando-lhes potencial para ser um herói como eles. Frieza se retira, permitindo que Goku e Trunks levem o civil de volta ao QG, onde são recebidos pelo diretor Glover. Glover explica que os mundos de mangá de “Jump” de alguma forma começaram a se fundir com o mundo real e usar seus próprios cubos umbras para transformar seres humanos de coração maligno em Venom, forçando-o a criar Jump Force para acabar com a ameaça; a organização consiste em heróis dos mundos “Jump”, junto com outras pessoas salvas pelos cubos. O grupo é dividido em equipes Alpha, Beta e Gamma; Goku lidera Alpha (junto com Piccolo, Zoro e Gaara) para lutar contra venenos invasores, Luffy leva Beta (junto com Boa Hancock, Sanji e Boruto) para recuperar território de Venom, enquanto Naruto lidera Gamma (junto com Kakashi, Sasuke, Trunks e Sabo) para reconhecimento furtivo. O novo herói é convidado a participar de uma das divisões para ajudar a repelir a invasão. Durante suas missões, os heróis encontram outros sendo controlados pela mente por cubos de umbras escuros, cubos que foram carregados com energia maligna. Para combater isso, o Jump Force começa a recuperar os cubos e libertar outros heróis de seu controle, recrutando-os para suas fileiras.

Análise

Core Keeper: o Minecraft subterrâneo que já conquistou milhões que testei no Switch 2

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

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E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Em Core Keeper, você praticamente começa do zero. A aventura começa dentro de cavernas, onde é necessário coletar recursos, criar ferramentas, construir sua base e começar a explorar tudo o que existe ao seu redor.

Conforme você avança, novos equipamentos, armas e ferramentas são desbloqueados, permitindo acessar regiões que antes estavam completamente fora do seu alcance. E é justamente aí que o jogo começa a mostrar toda a sua força.

Uma das coisas mais interessantes é a sensação constante de descoberta. Como o mundo possui elementos gerados proceduralmente, cada exploração pode revelar uma nova região, inimigos diferentes, recursos inesperados e até chefes gigantescos.

E se jogar sozinho já é divertido, a experiência fica ainda mais interessante no multiplayer. Core Keeper permite reunir até oito jogadores, tornando a exploração das cavernas, a construção da base e os combates contra chefes muito mais caóticos e divertidos.

Eu também tive a oportunidade de jogar algumas horas da versão de Nintendo Switch 2, que recebeu um upgrade para aproveitar melhor o novo hardware. A experiência portátil acaba ficando mais confortável, permitindo levar toda essa aventura subterrânea para qualquer lugar.

E vou falar uma coisa: mesmo depois de algumas horas, eu ainda estava meio perdido no começo. E isso é um elogio. Core Keeper tem uma quantidade enorme de coisas para descobrir e vai muito além de simplesmente explorar cavernas e construir uma base.

Se você gosta de Minecraft, Stardew Valley ou até mesmo daqueles clássicos Zeldas 2D, existe uma grande chance de você encontrar algo muito interessante aqui.

Para mim, Core Keeper foi uma bela surpresa. É aquele tipo de jogo que começa parecendo simples, mas quanto mais você joga, mais percebe que existe uma aventura gigantesca escondida debaixo da terra.

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Análise

Blood of Dawnwalker vale a pena por R$ 300?

Agora, pagar R$ 300 ou esperar uma promoção vai depender do quanto essa proposta chama sua atenção. Para quem ficou interessado depois de conhecer essas mecânicas, certamente é um jogo que vale a pena acompanhar.

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Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Blood of Dawnwalker? Depois de jogar no PlayStation 5, posso dizer que esse é um daqueles jogos que acabaram me surpreendendo.

O jogo tem uma proposta bem interessante e, guardadas as devidas proporções, sua gameplay me lembrou um pouco The Witcher. Aqui, porém, você controla Coen, um vampiro que precisa salvar sua família e enfrentar o líder dos vampiros.

Mas o grande diferencial de Blood of Dawnwalker está na forma como o jogo trabalha o tempo.

Você tem apenas 30 dias

Durante a aventura, Coen tem 30 dias para cumprir seus objetivos. Parece bastante tempo, mas cada missão, investigação, combate ou tarefa pode consumir parte desse período.

E isso não funciona apenas como um contador decorativo.

As suas decisões realmente podem alterar o mundo. Se você demora para ajudar determinado personagem, ele pode acabar morrendo. Se demora para encontrar alguém, pode perder completamente aquela oportunidade.

Até mesmo alguns confrontos podem mudar dependendo de quando você decide enfrentá-los.

Um chefe que você poderia enfrentar em determinado momento pode reaparecer posteriormente em uma situação diferente e até mais poderoso.

Uma vibe de Zelda Majora’s Mask

Essa mecânica de tempo me lembrou bastante The Legend of Zelda: Majora’s Mask, principalmente pela sensação de que o mundo continua acontecendo enquanto você está fazendo outras coisas.

A diferença é que Blood of Dawnwalker mistura essa ideia com elementos de RPG, exploração, habilidades e escolhas que podem alterar o andamento da história.

E é justamente isso que torna a experiência interessante.

Você precisa pensar não apenas no que vai fazer, mas também quando vai fazer.

Os finais dependem das suas decisões

Como o tempo e as escolhas influenciam diretamente os acontecimentos, diferentes jogadores podem acabar tendo experiências bem diferentes.

Dependendo do que você consegue realizar durante os 30 dias, determinados personagens podem sobreviver ou morrer, algumas situações podem acontecer de maneiras diferentes e o próprio desfecho da história pode mudar.

Isso dá ao jogo um incentivo interessante para uma segunda jogatina.

Faltou uma dublagem

Um dos pontos que senti falta foi uma dublagem.

Blood of Dawnwalker é um jogo bastante focado em narrativa e personagens, então uma dublagem poderia deixar a experiência ainda mais envolvente.

É uma pena que isso tenha ficado de fora, principalmente considerando a quantidade de diálogos e acontecimentos durante a aventura.

Então, vale R$ 300?

Blood of Dawnwalker foi um jogo que estava completamente fora do meu radar e acabou me surpreendendo.

Ele não é perfeito, mas tem uma proposta diferente, principalmente por causa da mecânica dos 30 dias e da maneira como suas decisões afetam o mundo.

Se você gosta de RPGs com exploração, escolhas e consequências, e curte uma experiência em que o tempo realmente importa, Blood of Dawnwalker é um jogo que merece sua atenção.

Agora, pagar R$ 300 ou esperar uma promoção vai depender do quanto essa proposta chama sua atenção. Para quem ficou interessado depois de conhecer essas mecânicas, certamente é um jogo que vale a pena acompanhar.

Eu joguei no PlayStation 5 e, no geral, gostei bastante da experiência.

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