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Excelente notícia para os jogadores de videogame!

Nesta semana, tivemos muitos anúncios emocionantes, desde novidades no PlayStation até atualizações sobre o Sonic 3 o filme e o jogo Lego Horizon. Vamos falar sobre tudo isso e muito mais. Começando, claro, pelo evento do momento: o State of Play.

O que é o State of Play?

Se você é fã ou jogador de PlayStation, já deve conhecer o State of Play, um evento de transmissão online da Sony onde são anunciados novos jogos, produtos e trailers relacionados ao mundo PlayStation. Para quem estava aguardando algumas novidades, este evento trouxe diversas surpresas, como a confirmação de rumores e anúncios inesperados.

Destaques do State of Play

Ghost of Tsushima 2 (Ghost of Ut)

Para quem amou o primeiro jogo, Ghost of Tsushima 2 (ou Ghost of Ut) foi finalmente anunciado. Um dos jogos mais premiados da era PlayStation 4, agora retorna com uma nova protagonista, o que dividiu opiniões. Se você curtiu o primeiro, essa sequência promete ainda mais!

Astrobot com Novas Atualizações

Outra novidade é para os fãs de Astrobot. O jogo, que surpreendeu muitos com sua qualidade, vai ganhar novas atualizações, incluindo o modo Speed Run e novas skins. Um game super divertido e inovador, que mostra que o PlayStation não é só sobre gráficos realistas..

Palworld no PlayStation

Se você curte jogos de sobrevivência e criaturas, agora você pode aproveitar Palworld, que viralizou no Game Pass para PC e agora chega ao PlayStation. Mas cuidado: o jogo está envolvido em uma treta com a Nintendo, e pode ser que não esteja disponível no Japão.


Outras Novidades do Mundo dos Games

Além das revelações do State of Play, tivemos mais anúncios empolgantes:

Fantasian Chega ao PlayStation

Esse RPG foi criado pelo mesmo desenvolvedor de Final Fantasy, e antes era exclusivo para Apple Arcade. Agora, finalmente chega ao PlayStation, trazendo um mundo cubículo cheio de batalhas e aventuras.

Dragon Age

Dragon Age está de volta! E desta vez, o novo jogo da franquia, V Guard, promete ser um dos mais ambiciosos da EA Games. Com inspirações de Dark Souls, esse título está dando o que falar.

Legacy of Kain Soul reaver 1+2 Remaster

Um dos maiores clássicos do PlayStation 1 e Dreamcast, Legacy of Kain está de volta em um remaster. Se você é fã de jogos de vampiros, essa é a sua chance de revisitar ou conhecer esse universo incrível.


Parcerias, DLCs e Muito Mais!

Além dos novos jogos, tivemos outras novidades no universo dos games:

  • Fortnite e PlayStation se uniram novamente, trazendo um controle DualSense personalizado com estilo grafite.
  • O maior jogo Lego está de volta com Lego Horizon Adventures, trazendo a série Horizon para o Nintendo Switch.
  • .
  • Horizon Zero Dawn Remaster foi confirmado para o PlayStation 5, trazendo gráficos atualizados e novas expressões faciais.
  • Sonic Shadow Generations vai ganhar uma DLC exclusiva para PlayStation 5, com uma skin do Shadow e uma fase inspirada no filme que será lançado no final do ano.

Foi uma semana cheia de novidades incríveis para quem ama videogames, com anúncios que prometem agitar o final do ano. Fique ligado aqui no blog para mais notícias e atualizações sobre esses e outros jogos. E não se esqueça de deixar nos comentários: qual desses anúncios você mais curtiu?

Análise

Vale a pena jogar My Hero Academia all justice agora no Switch 2?

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Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.

O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.

Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.

Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.

O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.

Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.

Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.

E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.

Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.

O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.

O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.

Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.

No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.

Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.

O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.

E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.

Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.

My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.

Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.

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Análise

Vale a pena comprar Elden Ring no Switch 2?

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

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Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.

Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.

Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.

Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.

O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.

É claro que não é perfeito.

Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.

Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.

E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.

Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.

A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.

Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.

E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.

Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.

Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.

Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.

Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.

Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.

Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.

E o principal problema é o cross-save.

Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.

Mas isso não acontece.

Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.

Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.

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