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Pokemon burried Alive é a saga de pokemon com problemas enormes ligados as lendas dos zumbis de Lavander town nessa crepypasta criada por fan

ASSUSTADOR ZUMBI de LANDER TOWN 😈| Pokémon Burried Alive

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Playlist pokemon

Mais sobre Pokemon buried Alive

O modelo do personagem Buried Alive (muitas vezes referido como seu nome codificado, “Buryman Script”) era para ser enfrentado na história final da Torre Pokémon, até que fora substituído pelo fantasma Marowak. De acordo com os scripts que lhe são atribuídas, o Buried Alive supostamente era o “chefe final” da torre. Assim que você chega ao andar mais alto, a seguinte conversa teria ocorrido com o modelo.

Você está… Aqui…

Eu estou preso…

E eu estou sozinho…

Tão solitário…

Você não quer se juntar a mim?

Depois disto, a batalha se iniciaria. Quando o jogador entrava no “campo de batalha”, o modelo de Buried Alive parecia ser um cadáver humano em decomposição, tentando rastejar pra fora da terra. Ele havia sido programado para ter os seguintes Pokemons: Dois White Hans, um Gengar e um Muk.

Curiosamente, um roteiro para as ações de Buried Alive depois que fosse derrotado nunca foi escrito. Caso o jogador o derrotasse, o jogo congelaria.

No entanto, ao perder a batalha, um final específico fora escrito por um programador desconhecido. Nele, o Buried Alive diria: “Finalmente, carne fresca!”, seguido por várias linhas de rabiscos.

Ele então arrastava o personagem do jogador para o chão ao redor dele. A cena terminaria com uma típica tela “Game Over”, porém, no fundo, uma imagem do Buried Alive devorando o personagem principal seria mostrada.

Especialmente peculiares foram os roteiros escritos para os acontecimentos depois desta cena. O cartucho supostamente baixaria esta imagem na pequena memória interna contida no Game Boy, substituindo a tela do título que, normalmente, aparecia ao ligar o Game Boy. Ao invés disso, sempre que ele era ligado, o jogador se depararia esta imagem, juntamente com o arquivo de som “staticmesh.wav” tocando ao fundo. O objetivo pretendido para este efeito, ao contrário de muitos outros fatores que se conectam a Síndrome de Lavender Town, é desconhecido.

Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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Análise

Escape from rever After: o “Paper Mario moderno” que tá chamando atenção

Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

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Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

Visual que mistura 2D e 3D de forma inteligente

O primeiro destaque do jogo é o visual. Todo o cenário é construído em 3D, enquanto personagens e inimigos parecem recortes em 2D, criando aquele estilo clássico que lembra papel. Isso não só dá personalidade, como também faz tudo funcionar de forma muito fluida e charmosa.

Jogabilidade com estratégia e timing

Assim como os melhores RPGs do estilo, o jogo aposta em um sistema de batalha que vai além do básico. Você utiliza parceiros durante a jornada, interage com o cenário e ainda precisa dominar o timing dos comandos. Dá para se defender de ataques e executar golpes com mais eficiência apertando o botão no momento certo, o que deixa tudo mais dinâmico e envolvente.

Sistema de parceiros que muda a experiência

Um dos pontos mais interessantes é o sistema de parceiros. Eles não estão ali só para ajudar na luta, mas também participam da exploração e da resolução de desafios. Isso impacta diretamente na forma como você avança e deixa a experiência mais variada do começo ao fim.

Curto, mas marcante

Apesar de ser um RPG relativamente curto, Escape from Ever After compensa com uma experiência bem condensada e divertida. Ele pega a base consagrada de Paper Mario e adapta para algo mais moderno, com foco em ritmo e criatividade.

Vale a pena?

Se você curte RPGs com identidade forte, mecânicas criativas e aquele toque nostálgico, esse jogo é uma ótima surpresa. Ele mostra que ainda dá para reinventar fórmulas clássicas sem perder a essência.

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