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Curioso Caso do Lego batman 2 que poderia ser um jogo da Liga da Justiça, mas quiseram usar o Nome do batman

Batman ODEIA Liga da Justiça | Historia Batman Lego 2 – Rk Play

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro

Edição @gabrielbarge

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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

Jogos de Super Heroi

Lego Batman 2: DC Super Heroes é o segundo jogo da franquia Batman Lego, dando continuidade ao Batman

Esse foi o primeiro jogo Lego que podemos voar.
Nesse jogo estrearam muitospersonagens da DC, como: Super-Homem, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde, todos feitos de Lego.
Coringa invade a premiação do ano e é preso por Batman com ajuda de Super-Homem, mas Lex Luthor o liberta com a nova arma dele, que destrói tudo queé preto, os dois saem do Asilo, libertando os prisioneiros, constroem um robô gigante e tentam destruir Gotham City

Esse jogo foi lançado em 19 de Junho de 2012, para PS3, Wii, Xbox 360, 3DS, DS, PS Vita e Wii U.

Batman e Superman vão atrás de Luthor, que está com Coringa em seu avião. Batman é jogado para fora depois de enfrentar Luthor e Superman o salva. Depois, se infiltram na sede da LexCorp, empresa de Luthor, localizada em Metropolis, e após várias batalhas, eles encontram Luthor, que enfraquece Superman com um pouco de Kryptonita ofensiva e prende Batman em uma parede. Mas tudo não passa de um plano, em que Superman e Batman trocaram de corpos. Então, Luthor revela um robô Coringa gigante e foge de volta para Gotham. Depois de tentar sabotar o robô a caminho de Gotham, Batman e Superman são jogados para fora quando Luthor põe muita Kryptonita na frente de Superman, que o enfraquece. Então, Batman percebe o plano de Luthor. Eles então utilizam gases especiais fabricados pelo Coringa, que incentiva os moradores de Gotham City a votar e amar Luthor. Em seguida, Batman e Superman atacam o robô novamente e forçam-no a falhar. Depois de danificá-lo mais, o Robô começa a soltar Kryptonita que formam um rosto do Coringa gigante, visto na Torre de Vigia pelo Caçador de Marte, que chama a Liga da Justiça. Percebendo que ele foi derrotado, Lex Luthor começa a destruir a Torre Wayne. A Liga da Justiça chega para ajudar Batman e Superman e com sucesso param e destróem o robô. Com Lex Luthor e Coringa capturados e levados à Arkham, Batman diz que é bom ter amigos, que ele pode chamar em momentos de necessidade. Todos eles, então, decidem reconstruir a Batcaverna. Em seguida,Lanterna Verde dispara um feixe de energia verde para o espaço onde ele chama alguns dos outros Lanternas Verdes para ajudar.Em um vislumbre de um novo jogo, Lego Batman 3: Beyond Gotham Brainiac é visto em sua nave assistindo uma tela com a energia do Lanterna Verde vindo da Terra enquanto pronunciava “Finalmente eu encontrei”.

Ao acabar o Modo História, o jogador desbloqueia o Jogo Livre, aonde ele pode combater todos os vilões (inclusive alguns que não estavam presentes no modo história, como o General Zod e o Gavião Negro) que estão causando um cáos pela cidade.

Games

Review | Splatoon Raiders muda a fórmula da franquia e aposta em uma grande campanha single player

A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

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A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

A aventura leva o jogador para ilhas inéditas e diferentes ambientes para explorar. Durante a campanha é possível encontrar novas armas, aprimorar os equipamentos com upgrades e completar diversas missões que variam bastante em estrutura. Algumas colocam o jogador contra grandes hordas de inimigos em áreas abertas, enquanto outras acontecem em regiões subterrâneas repletas de desafios, incluindo inimigos mais poderosos e torres que precisam ser destruídas dentro de um limite de tempo para que a missão seja concluída.

Apesar do foco na experiência solo, o multiplayer continua presente. Você pode chamar amigos para participar das missões ou entrar nas salas de outros jogadores para completar sessões cooperativas e conquistar recompensas adicionais, aumentando ainda mais a longevidade da aventura.

O mais interessante é que toda essa estrutura faz o jogo parecer uma porta de entrada para novos jogadores. Para quem conhece apenas os Splatoon tradicionais, a sensação é de que a campanha original da série acabou se transformando em um enorme tutorial perto do que Splatoon Raiders oferece. A exploração é maior, o sistema de progressão é mais profundo e a experiência consegue agradar tanto quem gosta do competitivo quanto quem sempre quis aproveitar o universo de Splatoon de uma forma mais focada na aventura.

Outro ponto que chama atenção é a evolução da progressão do personagem. Em vez de apenas cumprir objetivos lineares, o jogador é constantemente incentivado a explorar cada canto do mapa em busca de recursos, melhorias e novos equipamentos. Isso faz com que a campanha tenha um ritmo bem diferente dos jogos anteriores da franquia, oferecendo uma sensação de descoberta que lembra outros títulos de aventura e sobrevivência.

Ainda existem desafios opcionais espalhados pelas ilhas, incentivando a revisitar áreas já exploradas depois de desbloquear novas habilidades ou armas mais poderosas. Essa liberdade torna a experiência muito mais variada e aumenta bastante o tempo de jogo para quem gosta de completar tudo. Mesmo mantendo a identidade visual colorida e o sistema de combate baseado em tinta, Splatoon Raiders mostra que a Nintendo está disposta a experimentar novas ideias sem abandonar a essência da série. Se essa direção continuar nos próximos jogos, a franquia pode conquistar um público muito maior do que apenas os fãs das partidas online.

Além disso, a estrutura das missões evita que a campanha fique repetitiva. Existem objetivos de combate, exploração, coleta de recursos, defesa de áreas e confrontos contra chefes que exigem estratégias diferentes. Como cada arma possui características próprias, o jogador acaba sendo incentivado a testar novos estilos de jogo em vez de utilizar sempre o mesmo equipamento do início ao fim.

Outro destaque é que a campanha consegue explicar naturalmente diversas mecânicas tradicionais de Splatoon. Quem nunca jogou um título da série aprende como utilizar a tinta para se locomover, alcançar áreas escondidas, escapar de ataques e obter vantagem durante os combates. Tudo isso acontece de forma integrada à aventura, sem depender de longos tutoriais ou explicações excessivas.

Essa mudança também pode representar um passo importante para o futuro da franquia. Durante muitos anos, Splatoon foi visto principalmente como um jogo competitivo, mas Splatoon Raiders mostra que existe espaço para expandir esse universo com uma campanha mais ambiciosa e cheia de conteúdo. Caso a recepção dos jogadores seja positiva, é bem possível que a Nintendo continue investindo nesse formato e transforme o modo história em um dos pilares da série daqui para frente.

No fim das contas, fica a sensação de que Splatoon Raiders funciona como um grande laboratório para o futuro da franquia. A Nintendo parece estar testando novas mecânicas, um mundo mais aberto, sistemas de progressão e uma campanha muito mais ambiciosa para entender como os jogadores vão reagir. Se a recepção for positiva, é bem possível que muitas dessas ideias sejam levadas para um futuro Splatoon 4.

Afinal, a série já mostrou que consegue sustentar um multiplayer extremamente forte. Agora, a grande oportunidade é transformar o modo história em algo tão importante quanto as partidas online. Caso isso aconteça, Splatoon 4 pode se tornar o jogo mais completo da franquia, unindo uma campanha profunda, exploração, evolução de equipamentos e o competitivo que já conquistou milhões de jogadores ao redor do mundo. Splatoon Raiders pode até parecer um spin-off, mas também pode representar o primeiro passo para a maior evolução que a série já teve.

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Análise

REVIEW | R-Type Dimensions 3 chega para resgatar um dos maiores clássicos dos jogos de navinha

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

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Os jogos de nave podem não dominar mais o mercado como antigamente, mas houve uma época em que esse gênero era um dos mais populares dos videogames. Pensando justamente em resgatar essa nostalgia, R-Type Dimensions chega como uma versão remasterizada de um dos maiores clássicos da franquia.

O grande destaque do jogo é a possibilidade de alternar, a qualquer momento, entre os gráficos originais e uma versão totalmente refeita em 3D. Basta apertar um botão para comparar como era o visual clássico e como ele ficou com a nova apresentação, trazendo um efeito bem interessante para quem gosta de revisitar títulos antigos.

Mesmo sendo um remaster, R-Type Dimensions mantém toda a essência da série. O jogador controla uma nave que avança automaticamente pelos cenários enquanto enfrenta ondas de inimigos, coleta novos poderes e precisa desviar de uma enorme quantidade de projéteis e obstáculos.

A franquia R-Type é considerada uma das mais importantes da história dos shoot ’em ups, ajudando a popularizar o gênero durante décadas. Para quem já conhece esse estilo de jogo, a experiência continua extremamente competente e divertida.

Outro ponto positivo é a presença do modo multiplayer, um recurso cada vez mais raro em lançamentos atuais e que torna a experiência ainda mais interessante para quem deseja jogar com um amigo.

As fases continuam sendo um dos grandes atrativos. Em determinados momentos, o cenário inteiro trabalha contra o jogador. Há trechos em que gotas de ácido caem do teto, abrindo lentamente passagens que antes estavam bloqueadas, enquanto outras fases exigem atenção constante ao ambiente, já que o perigo não vem apenas dos inimigos, mas também dos próprios elementos do cenário.

Apesar de manter um nível de desafio elevado, R-Type Dimensions não chega a ser frustrante. Como um lançamento moderno, o jogo conta com continues e sistemas de salvamento, tornando a experiência muito mais acessível do que nos arcades da época.

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

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