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Ben 10 Protector of Earth é o famoso ben 10 para o ps2, jogo estilo battle’n’up muito bom por sinal, com varios aliens jogaveis porem perdido no playstation 2

BEN 10 ja foi BOM 😨| HISTORIA Ben 10 Protector of Earth

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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS do Ben 10

Enquanto dormia perto do Grand Canyon, um drone semelhante a um mosquito começa a absorver o DNA do Omnitrix de Ben. Ben acorda e ve um objeto grande que colidiu com o Grand Canyon, e drones estão furiosos no Grand Canyon. Estranhamente, Ben só pode transformar-se em Quatro Braços e Chama. Depois de lutar contra a maioria dos robôs, Ben luta contra um robô gigante, e depois de derrotá-lo, expele um cristal (referido como cristais Omnitrix);, absorvendo-a no Omnitrix a capacidade de ser XLR8.

Os Tennyson vêm drones de Vilgax e os Cavaleiros Eternos lutando entre si. Depois de lutar contra os Cavaleiros Eternos na Mesa Verde, um deles diz ao Tennyson que Enoch está usando a tecnologia de Área 51 para parar uma ameaça perigosa. Na Área 51, Ben briga com Enoch, mas ele escapa com um robô gigante feito à sua imagem usando a tecnologia a partir da base. Os Tennyson encontra Enoch na Represa Hoover e lutam contra ele e seu robô. Depois de derrotar Enoch, seu robô expulsa outro cristal e Ben recupera Bala de Canhão.

Os Tennysons vão para Washington DC para alertar o governo do plano de Vilgax, enquanto isso, os portais do Nulificador estão abrindo em todos os lugares. No entanto, o governo não consegue responder, de modo que os Tennysons vão para Cape Canaveral para chegar a nave de Vilgax no espaço. Depois de derrotar SeisSeis, Ben vai combater Vilgax enquanto Gwen e Max se concentram em tentar parar o plano de Vilgax. Vilgax foi derrotado e enviado para o Nulificador junto com sua nave, mas não antes dos Tennysons poderem escapar e levar de volta o resto do DNA alienígena de Ben.

Como Vilgax é reparado por seus nanobots no Nulificador, ele jura que ele vai voltar um dia. A última área é o Nulificador onde Ben luta com todos os seus inimigos novamente. Na cena final, Gwen diz a Ben como estava impressionada como ele é, enquanto o avô Max procura uma saída do Nulificador.

Personagens e Aliens jogaveis

Ben Tennyson
Quatro Braços
Chama
XLR8
Bala de Canhão
Cipó Selvagem
Glutão (DS com um Código de Trapaça)

Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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