Connect with us

Published

on

Depois de Sonic 3 , a sega invenstiu em um Monte de jogos diferentes do sonic, desde jogos de corrida, pinbal, até mesmo jogos com Tails e Knuckles , porem isso não é bem visto

QUANDO SONIC quase FALIU 😨| Era SOMBRIA do SONIC

Espero que gostem!


🔥 Seja Membro do canal https://www.youtube.com/channel/UCVmxV-_ds-UJeVC7w7AYQTQ/join

Me siga nas redes sociais: 👇
🐦 Twitter: /robertocarlosfj
📷 Insta: /robertocarlosfj
🔵 Page do Face: /rkplayss
🔥 Grupo do Face: /gamers brasil
🔴 Lives na Twitch e Facebook: /rkplay

✉️ Contato Profissional: contato.roberto94@gmail.com
#rkplay #historiasonic #sonic

HISTORIA DE SONIC

Playlist

Ele foi originalmente lançado para o Mega Drive/Genesis na América do Norte e na Europa em Novembro de 1993, lançado no Japão no mês seguinte. Posteriormente, foi ´portado para Game Gear e Master System em 1994 e 1995 respectivamente. O jogo foi relançado em um total de onze consoles diferentes uma vez que, com muitos deles sendo relacionados com o compilações do Genesis. O enredo do jogo gira em torno de antagonista da série Dr. Robotnik e seu desejo de escravizar a população do planeta Mobius através de uma máquina alimentado por mecanismos semelhantes a um jogo de pinball. Diferentemente da maioria dos outros jogos da série Sonic the Hedgehog, ele é definido no universo série animada Sonic the Hedgehog.

Sonic Labyrnth

Basicamente, ele conta a história do Dr.Eggman criando um par de sapatos que tiram a velocidade do Sonic e ele manda um de seus robôs sorrateiramente invadir a casa do Sonic e trocá-los.

Sonic R (ソニックR , Sonikku R?) é um jogo de corrida produzido pela Traveller’s Tales e distribuído pela Sega que faz parte da série Sonic the Hedgehog. Foi lançado em 1997 para a Sega Saturn, em 1998 para PC e relançado também para PC em 2004 onde foram corrigidos alguns erros e adicionada compatibilidade com sistema operativo atuais. Esta última versão para PC foi usada mais tarde como base para a versão GameCube e PlayStation 2 na compilação de jogos Sonic Gems Collection, em 2005.

Sonic 3D Blast (ソニック3Dブラスト Sonikku 3D Burasuto?), chamado na Europa de Sonic 3D: Flickies’ Island, é um jogo eletrônico de plataforma isométrica da série Sonic the Hedgehog. Foi desenvolvido no Reino Unido pela Traveller’s Tales e públicado pela Sega. No Japão só a versão do Sega Saturn foi lançada.

Sonic Blast, chamado no Japão de G Sonic (Gソニック Jī Sonikku?), é um jogo de plataforma da série Sonic the Hedgehog desenvolvido pela Aspect e publicado pela Sega para o console Game Gear. Ele foi lançado em dezembro de 1996 para o mercado americano e europeu. A versão japonesa foi lançado um ano depois, dia 13 de dezembro, sendo o último jogo lançado para o sistema Game Gear.[1] Uma versão foi lançada para Sega Master System somente no Brasil pela Tectoy em dezembro de 1997.

Sonic Blast foi anos mais tarde compilado juntamente com outros títulos Sonic em Sonic Adventure DX e Sonic Mega Collection Plus, e o demo de suas cenas finais pode ser destravada em Sonic Gems Collection.

Enquanto este jogo estava sendo lançado ao final de 1996 juntamente com o jogo de nome similar Sonic 3D Blast, eles têm pouco em comum. Nenhum inimigo, fase, ou chefes são compartilhados entre eles. Sonic Blast foi o último game de Sonic na plataforma 8-bit, trazendo como personagens principais Sonic e Knuckles.

Tails Adventure [a] é um jogo de plataforma desenvolvido pela Aspect e publicado pela Sega em 1995 para o Game Gear. O jogo é estrelado por Tails da série Sonic the Hedgehog em uma aventura solo, enquanto ele coleta uma variedade de itens para ajudá-lo a explorar a Ilha Tails e derrotar os inimigos que a habitam. A jogabilidade é mais lenta que outros jogos do Sonic, com o Tails apenas capaz de andar e voar a uma velocidade moderada. As etapas são exploradas de maneira não linear, com itens recém-coletados abrindo caminhos em áreas anteriores.

Games

Pokemon Presets mostra a força da franquia e confirma novo jogo com localização pt BR

O evento de 30 anos de Pokémon foi aquele misto de nostalgia, surpresa e algumas decisões meio esquisitas. Três décadas de franquia é coisa pra caramba. Se você jogou Yellow, Silver, Ruby, Emerald, Platinum ou Black e White como eu, sabe que foi feliz por muito tempo com esses jogos. O vídeo comemorativo deixou isso bem claro: Pokémon marcou gerações.

Published

on

By

O evento de 30 anos de Pokémon foi aquele misto de nostalgia, surpresa e algumas decisões meio esquisitas. Três décadas de franquia é coisa pra caramba. Se você jogou Yellow, Silver, Ruby, Emerald, Platinum ou Black e White como eu, sabe que foi feliz por muito tempo com esses jogos. O vídeo comemorativo deixou isso bem claro: Pokémon marcou gerações.

Entre os anúncios, tivemos novidades interessantes. O Pokémon Champions finalmente traz a ideia que muita gente esperava: usar os Pokémon guardados no Pokémon Home ao longo dos anos para batalhas competitivas, inclusive com suporte a celular. A proposta lembra bastante a vibe de Pokémon Stadium, mas agora integrada ao ecossistema moderno. Se funcionar bem, pode valorizar todo o legado que a gente construiu.

Também tivemos a confirmação de Pokémon XD no Switch Online em março, um RPG diferente da era GameCube, e o relançamento pago de Pokémon FireRed com conexão ao Home. Aqui entra a polêmica: R$ 120 é um preço salgado, especialmente para um remake que já existe há anos. Ainda assim, a conectividade salva o projeto. Sem isso, realmente não faria sentido.

@eurkplay

O Novo Pokémon Ondas e Ventos são o bastante para Salvar a Franquia?

♬ som original – Rk play – Rk play

Sobre Pokémon Unite e TCG, nada muito impactante. Já Pokémon Legends ZA recebeu atualização, mas não me empolgou tanto quanto a revelação principal da noite: Pokémon Winds and Waves, que será traduzido oficialmente para português. Só isso já é histórico. Visualmente é o Pokémon principal mais bonito até agora, mesmo não sendo o mais impressionante do Switch 2. Os iniciais parecem promissores e o mundo aberto parece mais ambicioso do que tudo que vimos antes.

O problema? Lançamento só em 2027. Vai ser uma longa espera.

No geral, saí feliz. Pokémon faz parte da nossa história. Mesmo com críticas e ressalvas, é uma franquia que continua tentando evoluir. E talvez esteja na hora de trazer mais Pokémon de volta pro canal. Afinal, 30 anos não se comemoram todo dia.

Continue Reading

Games

Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 é uma prova que de Tudo que é bom tem um custo

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

Published

on

By

Eu joguei Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 e já vou direto ao ponto: depende muito do seu perfil como jogador.

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

O problema começa quando olhamos para o preço.

Ele custa o mesmo que um novo Zelda. E aí a comparação pesa.

Se eu fosse montar uma escala de prioridade dentro do universo Nintendo, ficaria mais ou menos assim: primeiro um Mario Kart, depois um jogo principal do Mario em plataforma ou até mesmo Donkey Kong Bananza. Só depois eu colocaria um Mario Tennis como terceira opção de compra.

Isso não significa que o jogo é ruim. Muito pelo contrário.

O modo online funciona bem e é um dos grandes pontos positivos. As partidas são estáveis e competitivas, o que aumenta bastante a vida útil do game. Além disso, o sistema de gameplay vai além do simples tênis. Não é só escolher um personagem com atributos diferentes. Você também pode usar raquetes com poderes especiais que lançam fogo, gelo, aplicam efeitos no adversário ou até criam clones seus na quadra. Algumas habilidades são até apelonas, mas deixam tudo mais dinâmico e divertido.

Você pode jogar tanto no controle tradicional quanto usando sensor de movimento, o que ajuda a variar a experiência.

Já o modo história é o ponto mais fraco. Ele tem boas animações, mas é bem cru. Grande parte da experiência é baseada em diálogos com personagens parados e funciona quase como um grande tutorial estendido. Não é algo que vá te prender por muitas horas.

No fim das contas, não acho que seja um arrependimento de compra. É um jogo divertido, competente e funciona muito bem no que se propõe. Mas é aquele tipo de título que faz você parar e pensar: será que eu prefiro investir esse valor nele ou em um Zelda pelo mesmo preço?

Se você ama jogos esportivos arcade e quer algo competitivo para jogar online, pode valer a pena. Se você está buscando uma experiência mais robusta e épica para o seu Nintendo Switch 2, talvez seja melhor repensar a prioridade.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending