Dragon Ball Sparking Zero é confirmado para Nintendo Switch e vai rodar no Switch 1 e Switch 2
Olha só! Dragon Ball Sparking Zero foi oficialmente confirmado para Nintendo Switch e já está dando o que falar. A grande novidade é que o jogo terá suporte tanto para o Switch 1 quanto para o Switch 2 — e o mais interessante: a Bandai Namco confirmou que você poderá jogar no novo console mesmo que compre a versão antiga. Sem taxa de upgrade!
Olha só! Dragon Ball Sparking Zero foi oficialmente confirmado para Nintendo Switch e já está dando o que falar. A grande novidade é que o jogo terá suporte tanto para o Switch 1 quanto para o Switch 2 — e o mais interessante: a Bandai Namco confirmou que você poderá jogar no novo console mesmo que compre a versão antiga. Sem taxa de upgrade!
Abaixo um comparativo de Switch 1 e Switch 2 divulgados pela Bandai Namco
Essa versão do jogo parece rodar com uma mistura de gameplay nos dois consoles. O trailer divulgado no Nintendo Direct mostra cenas bem parecidas entre o Switch 1 e o Switch 2, com gráficos em estilo anime cel-shading — o que facilita bastante a performance, mesmo no hardware mais antigo. A diferença fica nos detalhes: o Switch 2 entrega melhores efeitos de luz, partículas e resolução, enquanto o Switch 1 terá cortes visuais, principalmente nas arenas e destruição de cenário.
Um detalhe curioso é que o Switch 1 vai continuar recebendo suporte da Nintendo até, pasme, 2030! Isso explica por que muitos jogos, como este Dragon Ball, continuam saindo por lá, mesmo que o PS4 tenha sido “abandonado” oficialmente pela Sony. Inclusive, enquanto o Switch 1 ainda recebe jogos novos, o PS4 já ficou de fora — e isso gerou polêmica nas redes sociais. Mas a resposta é simples: o Switch ainda vende muito, e o público da Nintendo compra muitos jogos, mesmo lançamentos atrasados.
Outro ponto confirmado é que haverá sensor de movimento para quem joga no modo TV. E sobre o online? Infelizmente, quem jogar no Switch 2 não poderá enfrentar quem está no Switch 1. Isso se deve ao hardware mais avançado do novo console, com loadings rápidos e desempenho superior. Porém, você poderá transferir seu progresso via nuvem e continuar jogando de onde parou.
Nos gráficos, a diferença é visível em iluminação e detalhes. Repare, por exemplo, na aura do Goku nos trailers — no Switch 2, ela é mais vibrante, com efeitos que se perdem no Switch 1. Já as arenas, especialmente as cenas destrutíveis e a multidão nos torneios, provavelmente não estarão presentes no console antigo.
Minha aposta? Esse Dragon Ball no Switch vai vender MUITO. O mesmo aconteceu com Dragon Ball Xenoverse 2, que ganhou fôlego nas vendas após chegar ao console da Nintendo. E olha, a coisa ficou tão séria que até controle personalizado do Dragon Ball foi lançado exclusivamente pro Switch. Isso diz muito sobre o interesse da Bandai Namco na plataforma.
No fim, ainda tem um bônus: todas as DLCs que vieram antes, como as do Dragon Ball Daima, estarão incluídas gratuitamente no Switch, já que a versão chega depois. Excelente!
Agora é esperar e testar. Mas uma coisa é certa: o Switch 2 está pronto para entregar a melhor experiência Dragon Ball portátil que já vimos.
Escape from rever After: o “Paper Mario moderno” que tá chamando atenção
Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.
Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.
Visual que mistura 2D e 3D de forma inteligente
O primeiro destaque do jogo é o visual. Todo o cenário é construído em 3D, enquanto personagens e inimigos parecem recortes em 2D, criando aquele estilo clássico que lembra papel. Isso não só dá personalidade, como também faz tudo funcionar de forma muito fluida e charmosa.
Jogabilidade com estratégia e timing
Assim como os melhores RPGs do estilo, o jogo aposta em um sistema de batalha que vai além do básico. Você utiliza parceiros durante a jornada, interage com o cenário e ainda precisa dominar o timing dos comandos. Dá para se defender de ataques e executar golpes com mais eficiência apertando o botão no momento certo, o que deixa tudo mais dinâmico e envolvente.
Sistema de parceiros que muda a experiência
Um dos pontos mais interessantes é o sistema de parceiros. Eles não estão ali só para ajudar na luta, mas também participam da exploração e da resolução de desafios. Isso impacta diretamente na forma como você avança e deixa a experiência mais variada do começo ao fim.
Curto, mas marcante
Apesar de ser um RPG relativamente curto, Escape from Ever After compensa com uma experiência bem condensada e divertida. Ele pega a base consagrada de Paper Mario e adapta para algo mais moderno, com foco em ritmo e criatividade.
Vale a pena?
Se você curte RPGs com identidade forte, mecânicas criativas e aquele toque nostálgico, esse jogo é uma ótima surpresa. Ele mostra que ainda dá para reinventar fórmulas clássicas sem perder a essência.
Shinobi Art of Vengeance o crossover mais inesperado (e incrível) da SEGA
Se você achava que já tinha visto de tudo nos games, calma lá. A nova DLC de Shinobi entrega um dos crossovers mais insanos da história da SEGA e funciona muito bem.
Se você achava que já tinha visto de tudo nos games, calma lá. A nova DLC de Shinobi entrega um dos crossovers mais insanos da história da SEGA e funciona muito bem.
Estamos falando de um ninja lendário enfrentando vilões icônicos de universos completamente diferentes, incluindo ninguém menos que o próprio Dr. Eggman.
Os vilões que invadiram Shinobi
Essa DLC não economiza no fan service. Você enfrenta três figuras clássicas:
Death Adder, o tirano brutal de Golden Axe, trazendo toda a vibe medieval inspirada em Conan. E sim, ele continua extremamente difícil.
Um personagem da franquia Yakuza Goro Majima, com aquele estilo caótico que quem conhece a saga reconhece na hora.
E claro, o destaque absoluto: Dr. Eggman, direto do universo de Sonic the Hedgehog.
Eggman na Green Hill em 2D
Aqui é onde a DLC realmente se destaca.
A batalha contra Eggman acontece numa Green Hill em estilo 2D, extremamente bem trabalhada e carregada de nostalgia. Mas o ponto principal é outro: é uma das raras vezes em que vemos o Robotnik enfrentando um humano de igual para igual.
E a luta evolui:
Começa no clássico: robôs, armadilhas e ataques mecânicos
Quando começa a perder, Eggman muda a estratégia
A Egg Mobile se transforma em um robô gigante com temática samurai
A batalha escala e leva o jogador para uma versão estilizada da Chemical Plant, aumentando ainda mais o impacto visual e mecânico do confronto.
Por que essa DLC funciona tão bem
Mistura universos diferentes da SEGA com coerência
Mantém a identidade de cada franquia
Apresenta chefes variados e memoráveis
Equilibra nostalgia com novidade
É o tipo de conteúdo que parece improvável, mas foi executado com muito cuidado.
Vale a pena?
Sim, vale muito.
Se você gosta de jogos clássicos da SEGA, crossovers criativos ou quer ver o Eggman em um contexto completamente diferente, essa DLC é uma recomendação fácil.
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