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DuckTales é o grande jogo que ganhou um remaster lindo, refazendo tudo do zero

DuckTales Remastered é o Maior Remake dos Video Games ja feito ?! | Rk Play

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro
Edição @gabrielbarge

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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

0:00 Inicio
1:21 Jogabilidade
1:58 Fase 1 Cofre
4:07 Amazonia
5:26 Transiovania
6:08 African mines
6:37 Himalaya
7:42 Lua
8:19 Vulcão

DuckTales[a] é um jogo de plataforma desenvolvido e publicado pela Capcom e baseado na série animada de TV da Disney de mesmo nome. Foi lançado pela primeira vez na América do Norte para o Nintendo Entertainment System em 1989 e mais tarde foi portado para o Game Boy em 1990. A história envolve Scrooge McDuck viajando pelo mundo coletando tesouros e superando seu rival Flintheart Glomgold para se tornar o pato mais rico do mundo.

Produzido por pessoas-chave da série Mega Man, DuckTales vendeu mais de um milhão de cópias em todo o mundo em cada sistema, tornando-se o título mais vendido da Capcom para ambas as plataformas. O jogo foi elogiado por seu controle apertado, jogabilidade única e não linear e apresentação brilhante, e é muitas vezes considerado como um dos melhores títulos para o NES, aparecendo em numerosas listas “Melhores de” .

DuckTales foi seguido por uma sequência, DuckTales 2, em 1993. Uma versão remasterizada de DuckTales desenvolvida pela WayForward Technologies, com gráficos de alta resolução e performances dos membros sobreviventes do elenco de voz da série, chamado DuckTales: Remastered, foi lançada em 2013 para PC, Xbox 360, PlayStation 3 e Wii U. A versão original de 8 bits do jogo também foi incluída na compilação Disney Afternoon Collection para PC, PlayStation 4 e Xbox One

Embora a Capcom já tenha trabalhado com a Disney publicando o Mickey Mousecapade produzido pela Hudson na América do Norte em 1988, DuckTales tornou-se o primeiro jogo licenciado que a empresa desenvolveu,[3] e compartilhou muitos funcionários-chave com a série original Mega Man, incluindo o produtor Tokuro Fujiwara, o designer de personagens Keiji Inafune, e o programador de som Yoshihiro Sakaguchi.

As revisões do jogo incluíram a remoção de cruzes dos caixões no estágio da Transilvânia, substituindo-os pelas letras “RIP”, substituindo hambúrgueres como power-ups por sorvete, e a omissão de uma opção para Scrooge abrir mão de seu dinheiro, uma ação considerada muito “anti-scrooge”. A camisa de Scrooge McDuck foi alterada de azul para vermelho para fazê-lo se destacar e pop mais contra os fundos azul e escuro. Um protótipo vazado de um colecionador privado revela várias diferenças entre a versão original, inacabada e o lançamento final, como nomes de diferentes níveis, música não utilizado para o palco da Transilvânia, ritmo mais lento na música para o palco da Lua, texto não utilizado ou alterado, e o personagem Gizmoduck passando pelo seu nome japonês “RoboDuck”. Apesar das mudanças, imagens da versão beta inacabada puderam ser vistas nos livros de 1990 Consumer Guide: Hot Tips for the Coolest Nintendo Games e no NES Game Atlas by Nintendo.

DuckTales foi mais tarde portado para o Game Boy no final de 1990. Esta versão apresenta a mesma jogabilidade, música e níveis da versão original do console, embora o layout de cada nível tenha sido alterado para acomodar a tela de resolução inferior do portátil.

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Shinobi Art of Vengeance o crossover mais inesperado (e incrível) da SEGA

Se você achava que já tinha visto de tudo nos games, calma lá. A nova DLC de Shinobi entrega um dos crossovers mais insanos da história da SEGA e funciona muito bem.

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Se você achava que já tinha visto de tudo nos games, calma lá. A nova DLC de Shinobi entrega um dos crossovers mais insanos da história da SEGA e funciona muito bem.

Estamos falando de um ninja lendário enfrentando vilões icônicos de universos completamente diferentes, incluindo ninguém menos que o próprio Dr. Eggman.

Os vilões que invadiram Shinobi

Essa DLC não economiza no fan service. Você enfrenta três figuras clássicas:

  • Death Adder, o tirano brutal de Golden Axe, trazendo toda a vibe medieval inspirada em Conan. E sim, ele continua extremamente difícil.
  • Um personagem da franquia Yakuza Goro Majima, com aquele estilo caótico que quem conhece a saga reconhece na hora.
  • E claro, o destaque absoluto: Dr. Eggman, direto do universo de Sonic the Hedgehog.

Eggman na Green Hill em 2D

Aqui é onde a DLC realmente se destaca.

A batalha contra Eggman acontece numa Green Hill em estilo 2D, extremamente bem trabalhada e carregada de nostalgia. Mas o ponto principal é outro: é uma das raras vezes em que vemos o Robotnik enfrentando um humano de igual para igual.

E a luta evolui:

  • Começa no clássico: robôs, armadilhas e ataques mecânicos
  • Quando começa a perder, Eggman muda a estratégia
  • A Egg Mobile se transforma em um robô gigante com temática samurai

A batalha escala e leva o jogador para uma versão estilizada da Chemical Plant, aumentando ainda mais o impacto visual e mecânico do confronto.

Por que essa DLC funciona tão bem

  • Mistura universos diferentes da SEGA com coerência
  • Mantém a identidade de cada franquia
  • Apresenta chefes variados e memoráveis
  • Equilibra nostalgia com novidade

É o tipo de conteúdo que parece improvável, mas foi executado com muito cuidado.

Vale a pena?

Sim, vale muito.

Se você gosta de jogos clássicos da SEGA, crossovers criativos ou quer ver o Eggman em um contexto completamente diferente, essa DLC é uma recomendação fácil.

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Games

Super Mario Wonder no Switch 2 + DLC: Vale a pena? Tudo sobre a expansão

Com uma DLC que está dividindo opiniões, e hoje eu vou te explicar exatamente se ela vale a pena.

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Aproveitando o hype de Super Mario Galaxy, a Nintendo fez uma atualização de nova geração a para o jogo Super mario wonder, dando alguns chefes novos e uma grande expanção do no modo multiplayer, que pode ser divertido no começo mas pouco se sustenta a longo prazo.

Com uma DLC que está dividindo opiniões, e hoje eu vou te explicar exatamente se ela vale a pena.

Baseado no conteúdo do vídeo , aqui vai um guia completo com tudo que essa expansão oferece.

O que muda nessa versão

A nova versão de Mario Wonder no Switch 2 chega com melhorias importantes. O jogo está mais otimizado, conta com dublagem e recebeu mais funcionalidades online voltadas para o multiplayer. Além disso, há uma expansão inédita que adiciona novos conteúdos, embora não seja tão extensa quanto muitos jogadores esperavam. Isso acaba sendo um dos pontos que mais dividem opiniões.


Nova história: Rosalina, Luma e o caos no Reino das Flores

A DLC apresenta uma nova abordagem na história, trazendo Rosalina e os Lumas para dentro da aventura. Durante a jornada, os Koopalings, agora chamados de cupinchas, roubam flores especiais que possuem habilidades mágicas, criando um grande caos no Reino das Flores.

O destaque desse conteúdo é o Parque Belabel, uma nova área diretamente afetada por esse conflito. A missão gira em torno de recuperar essas flores e restaurar o equilíbrio do local, enquanto você enfrenta versões modificadas dos inimigos clássicos.


Nova transformação e gameplay

Uma das maiores novidades da DLC é a transformação de planta, que traz uma vantagem enorme durante a gameplay. Com ela, é possível atacar inimigos de baixo para cima, alcançar áreas mais altas com facilidade e ainda controlar melhor os movimentos no ar.

Essa habilidade acaba deixando o jogo mais acessível em alguns momentos, principalmente durante batalhas contra chefes, o que pode ser positivo para jogadores casuais, mas também reduz um pouco o desafio em certas situações.


Rosalina e Luma: jogabilidade diferente

A presença de Rosalina funciona mais como uma variação estética, mas a Luma traz uma proposta bem diferente. Jogar com ela praticamente transforma a experiência em um modo mais fácil, já que ela ajuda automaticamente no combate e interage com o ambiente.

Esse estilo de gameplay é ideal para quem quer jogar de forma mais tranquila ou até mesmo para quem está começando, funcionando muito bem no multiplayer cooperativo.


Chefes e desafios da expansão

A expansão aposta bastante em batalhas contra chefes, cada um com mecânicas próprias inspiradas nos Koopalings. As lutas envolvem cenários diferentes, como fases com neve, cristais, fantasmas e até tempestades.

Apesar da criatividade, a dificuldade varia bastante. Algumas batalhas são bem simples por conta dos novos poderes, enquanto outras exigem mais atenção, principalmente nas fases finais.


Parque Belabel: o grande destaque

O Parque Belabel é, sem dúvida, o elemento mais interessante da DLC. Ele funciona como um hub com várias atividades, incluindo minigames e modos multiplayer que lembram uma mistura de party game com plataforma 2D.

As partidas podem ser competitivas ou cooperativas, com regras variadas e situações caóticas que mudam a cada rodada. Isso aumenta bastante a rejogabilidade, especialmente quando você está jogando com amigos.


Multiplayer e conteúdo extra

O foco dessa expansão está claramente no multiplayer. Existem diversos modos que incentivam tanto a cooperação quanto a competição, além de desafios extras que recompensam o jogador com novos emblemas e melhorias.

Esses elementos ajudam a prolongar a vida útil do jogo, mesmo que a campanha adicional seja relativamente curta.


Vale a pena

No fim das contas, essa DLC é uma experiência que depende muito do tipo de jogador. Para quem já possui o jogo original, pode parecer um conteúdo interessante, mas não essencial. Já para quem nunca jogou Mario Wonder, essa versão mais completa no Switch 2 pode ser uma ótima porta de entrada.

Mesmo com limitações, a expansão mostra que a Nintendo ainda sabe inovar quando o assunto é Mario 2D. Pode não ser revolucionária, mas continua sendo divertida e cheia de ideias criativas.

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