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Lego Indiana Jones, o jogo do maior Caçador de Tesouros que já apareceu em uma franquia Lego, e é sobre ele que eu vou falar agora. Lego Indiana Jones, meu amigo, se tem uma coisa que Lego consegue fazer é melhorar muita experiência de vários filmes. Teve isso com O Senhor dos Anéis, Star Wars, Sonic, com Batman, enfim, deu muito certo, e agora eu quero falar do Indiana Jones, que está sendo resgatado, e ele conseguiu ser uma espécie de confirmação de que Lego consegue fazer várias outras franquias entrarem no Mundo Lego e recontar essas histórias de uma maneira que é espetacular. É sobre ele que eu vou falar agora.

Indiana Jones, na verdade, é o Henry Indiana Walton Jones Júnior. Ele é o protagonista da história onde ele acaba descobrindo várias verdades sobre civilizações antigas, achando artefatos há muito tempo perdidos, e as suas histórias se baseiam em aventura e descoberta. Sua principal pistola está sempre com ele, mas ele também carrega o velho chicote. Eia, eia, eia, chicote feio, parecendo um boy só que nos anos 30. Por isso que ele acaba batendo em nazistas, por mais que ele tenha nascido no último dia do século XIX, nos anos 30 ele se transformou em professor de arqueologia, parecendo ter uma vida meio comum. Seu maior destaque é encontrar artefatos perdidos e alterar o percurso da história através desses eventos inimagináveis, tipo em 36 ele conseguiu pegar um artefato lendário chamado a Arca da Aliança, isso porque os nazistas queriam pegar essa arca para poder dominar o mundo, já que ela tem o poder de nivelar montanhas e destruir regiões inteiras.

Sabe o que eu acho mais irônico? É que ele tinha aparecido em outro jogo antes do jogo próprio, dentro do Lego Star Wars, porque na verdade as duas empresas se conectam, né? É a mesma produtora. A primeira fase e o primeiro capítulo é a caça por Sir Richard. A aventura de Indiana começa quando ele recebe um diário velho de seu pai, que se chama Henry Walton Jones, que contém uma cópia parcial de uma antiga tabuleta que detalha a localização do Santo Graal, que é o principal artefato de Indiana Jones na saga da Última Cruzada. E sim, esse jogo ele se baseia na última jornada de Indiana Jones antes de ganhar filmes que eram ruins.

Esse artefato tem a capacidade, na verdade, de dar vida eterna à pessoa que dela bebe, e o falso Graal acaba matando todo mundo de velhice que acaba bebendo. Por isso que a busca pelo Santo Graal é muito perigosa. E mesmo conseguindo as pistas de seu pai, Indiana Jones começa a entrar nessa busca. Um tal de Senhor Walter Donovan convoca a Indiana e o professor Marcus Brody para poder encontrar a cripta de Sir Richard, cujo tem um esqueleto seguro com um escudo que deveria forçar a restante da cópia para poder localizar o Santo Graal. Chegando em Veneza, Indiana e Marcus encontram o contato de Donovan, a Doutora Elsa Schneider. Ela é uma colega de Henry, e juntos vão começar sua busca. E Indiana e Marcus acabam na biblioteca, onde o diário de Henry acaba indicando a localização da cripta secreta do Senhor Richard. Na esperança de encontrar uma pista do paradeiro de… Eles encontram uma marca na entrada da cripta, levando Indiana e Elsa para se aventurarem por dentro. Eles atravessam os túneis escuros e cheios de óleo da Cripta para poderem encontrar o túmulo de Sir Richard. Indiana completa a cópia, mas membros de uma Irmandade dedicada a proteger o segredo do Graal acabam acendendo o óleo nas criptas, explodindo tudo. ‘Saia de cima que vai explodir, pode anotar o que eu tô dizendo.’

Quando saem da cripta, eles acabam entrando em uma perseguição de lancha pelos canais da cidade. Durante o confronto, Indiana salva Kazim, o líder da Irmandade, que quase morreu por conta de uma hélice desgovernada, e Kazim tem uma mudança de coração e conta a Indiana que ele está sendo mantido em um castelo alemão.

Segunda fase: O resgate no castelo.

Indiana e Elsa se aventuram até o castelo alemão, onde Indiana engana o Mordomo da entrada trocando de roupa com Elsa. Após uma breve luta com os soldados alemães, Indiana e Elsa invadem a cela de Henry, onde um alemão chamado Coronel Vogel rouba o diário de Indiana. O cara quando é um desgraçado ladrão, né? É uma desgraça esse filho da Elsa revela que está conspirando com o Coronel, traindo a confiança de Indiana, colocando tanto ele como Henry presos. ‘Tá tudo preso, seus cabrões, toca aqui para fora.’ Então, Indiana acaba se libertando, tanto ele como o seu pai, com um Candelabro, e a dupla pai e filho lutam pelo Castelo, desmontando vários blocos da maneira mais Lego que você possa imaginar. Após enfrentar um operador de rádio inimigo e enganar alguns guardas com disfarces, Indiana e Henry acabam escapando.

Parte três: A fuga da motocicleta.

Indiana e seu pai acabam entrando em uma garagem com motocicletas. Eles pulam em algumas motos e aceleram para longe da leir. Eles ficam percorrendo o campo alemão tentando alcançar um campo de dirigíveis, onde os soldados alemães ficam perseguindo e lutando constantemente com o Coronel Vogel. Antes de chegar no campo, Indiana se disfarça de oficial inimigo para poder se infiltrar no acampamento com o diário, sobre as ordens de seu pai, ele acaba encontrando Elsa, não a lerigo, que é forçada a entregar o diário.

Fase quatro: Problemas no céu.

Tentando escapar da Alemanha ou pegar uma carona de um Zepelin, Indiana e seu pai são descobertos pelo Coronel Vogel. Vogel eventualmente é expulso do zepplin, mas os pilotos tentam enviar Indiana de volta para Alemanha. Então, Indiana e Henry fogem através de um biplano suspenso pelo zeppelin. Só que Indiana acaba pilotando muito mal, e eles acabam caindo em uma simples fazenda, de uma maneira bem irônica. Além disso, os pilotos inimigos estão voando em cima tentando impedi-los de escapar. Eles têm que contar com sua inteligência e ousadia para poder se defender dos Aviões atacantes. Claro, eventualmente ambos os aviões são dispensados de maneira cômica, e com Indiana e seu pai chegando aqui em segurança.

Capítulo 5: emboscada no deserto.

Enquanto Indiana e seu pai estão fugindo da Alemanha, Marcus se perde no deserto e é capturado por soldados alemães. Aqui, o trio, Indiana, seu pai e Salá, vão procurar Marcus. Indiana vê o Coronel Vogel, Elsa e o Walter Donovan, que é revelado como mentor por trás de todo esse plano sinistro. Em seguida, Kazim e o restante da Irmandade atiram no caminhão com Marcus e os outros dentro, forçando todos os ocupantes a entrar no deserto. Henry é capturado por Vogel, e Indiana e Salá acabam sendo perseguidos pelo veículo de transporte blindado do Coronel Vogel enquanto tentam resgatar Marcus e Henry se vêem presos no topo, se defendendo de vários soldados inimigos enquanto eles se aproximam de um certo penhasco. Salá pula, mas parece que Indiana caiu de um precipício com o veículo. Henry, Marcus e Salá lamentam enquanto Indiana sobe inesperadamente de volta do penhasco. Os quatro lutadores se reúnem e seguem as instruções do diário para poder chegar ao cálice sagrado.

Fase final: O templo do Graal.

Indiana, seu pai, Salá e Marcus seguem para o Canon de Lua Crescente, onde o Santo Graal está escondido. Henry é atingido por conta dos ataques de Donovan, deixando Marcus para cuidar dele enquanto Indiana e Salá enfrentam os desafios de quebra-cabeça do Canyon, sendo forçados a acabar encontrando o Graal para poder consertar o Henry. Ao encontrar o Santo Graal, Indiana acaba encontrando o Cavaleiro do Graal que o guardou e esperou por alguém digno de sucedê-lo e ser dono do Santo Graal. Donovan tenta escolher o verdadeiro Graal entre vários falsos, mas acaba escolhendo um falso e falha no teste do Santo Graal que faz o efeito contrário. Ele acaba envelhecendo rapidamente até chegar no seu momento de morte. O verdadeiro Santo Graal, meu amigo, ele é capaz de não só curar, mas também garantir a vida eterna. Indiana então pega o Graal após uma batalha contra o Cavaleiro do Graal e o usa para reconstruir Henry. Elsa tenta roubar o Graal do templo, mas acaba invocando uma maldição e faz ele cair dentro de um abismo profundo, deixando-o fora de alcance de qualquer pessoa. Indiana, Henry, Salá e Marcus acabam deixando o Santo Graal para trás e agora partem para sua próxima aventura no Por do Sol.

Como Diana John já teve vários outros jogos e também vários jogos Lego, eu digo para você que os próximos já vão sair porque tem um novo jogo da Microsoft que vai ser exclusivo de Xbox em primeira pessoa, que é um pouco confuso. E claro, também tem os antigos Legos que conseguem comprimir toda a história de todos os filmes bons que são os três primeiros. É isso, muito obrigado, valeu, até o próximo vídeo.

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Análise

Fire Emblem Fortune’s Weave: vale a pena no Nintendo Switch 2?

A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

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A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

Para quem não conhece Fire Emblem, estamos falando de um RPG tático. Você cria o seu próprio personagem, que acaba se tornando um dos escolhidos para tentar salvar um mundo que foi praticamente sucumbido pela influência do submundo.

Só que a história não fica apenas nisso.

Durante a aventura, você vai formar sua própria equipe, fazer alianças, conhecer diversos personagens e tomar decisões que podem levar a diferentes caminhos dentro da narrativa. O jogo possui muitos diálogos e ramificações, então suas escolhas acabam tendo importância durante a jornada.

E, obviamente, o grande destaque continua sendo o combate tático.

Você precisa pensar muito bem antes de cada movimento, posicionar corretamente seus personagens no campo de batalha, escolher quais unidades levar para cada confronto e aproveitar as habilidades da sua equipe da melhor maneira possível.

Visualmente, Fire Emblem Fortune’s Weave também impressiona bastante.

A nova geração do Nintendo Switch 2 fez muito bem para a franquia. O estilo de personagens humanoides com estética de anime ficou ainda mais bonito com a maior resolução e qualidade visual do console.

As cinemáticas estão muito bonitas, as animações são bem produzidas e a apresentação geral do jogo passa uma ótima primeira impressão.

É realmente um RPG muito bem acabado.

Agora, tem uma questão importante: Fire Emblem Fortune’s Weave é um jogo bastante focado no gênero tático. Então é aquela experiência que você pode amar muito ou simplesmente não conseguir entrar na proposta.

Quem gosta de estratégia, gerenciamento de equipe, batalhas por turnos, diálogos e construção de relacionamentos provavelmente vai encontrar bastante coisa para aproveitar aqui.

Por outro lado, se você prefere jogos mais rápidos e focados em ação, o ritmo pode acabar sendo um pouco mais lento.

Outro problema para nós brasileiros é que Fire Emblem Fortune’s Weave não possui tradução para português.

E isso pesa bastante porque a experiência depende de diálogos, decisões, personagens e da própria narrativa. Se você não tem problema com a barreira do idioma, consegue aproveitar tranquilamente a proposta do jogo. Mas para quem depende de português, isso pode ser um obstáculo.

Mesmo assim, para quem gosta de RPG tático e não tem problema com o idioma, Fire Emblem Fortune’s Weave é uma ótima opção para começar a explorar o gênero no Nintendo Switch 2.

O jogo tem uma apresentação impressionante, gráficos muito bonitos, excelentes animações, bastante estratégia e uma história construída em torno de escolhas, alianças e diferentes caminhos.

Se você curte Fire Emblem ou está procurando um RPG tático para jogar no Nintendo Switch 2, esse aqui definitivamente merece sua atenção.

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Games

Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

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Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Cara, vou te falar que vale pra caraca.

Onimusha: Way of the Sword representa o retorno da franquia com uma proposta moderna, mas sem abandonar aquilo que tornou a série tão marcante. O jogo coloca você novamente em uma versão do Japão feudal cheia de demônios, onde a principal ferramenta para sobreviver é uma boa espada.

E visualmente o negócio está impressionante.

Uma nova versão do Onimusha

Quem conhece os jogos antigos vai perceber rapidamente que Way of the Sword mudou bastante a estrutura da franquia.

Os primeiros Onimusha tinham uma estrutura mais próxima de Resident Evil clássico, com cenários mais fechados, câmera mais distante e uma progressão que lembrava bastante os jogos de terror da Capcom daquela época. Ao mesmo tempo, o combate já tinha uma pegada de hack and slash, embora fosse bem mais cadenciado do que algo como Devil May Cry.

Agora a situação é completamente diferente.

Way of the Sword parece ter buscado inspiração na câmera sobre o ombro dos Resident Evil modernos. Você fica muito mais próximo do personagem durante a exploração e, principalmente, durante os combates.

E aí entra a espada.

O combate é muito mais direto, com você enfrentando diversos inimigos e utilizando sua lâmina para literalmente ceifar uma quantidade absurda de demônios.

Combate, orbes e ataques especiais

Durante as batalhas, você também encontra diferentes orbes e esferas que podem ser absorvidos pelo personagem.

Esses elementos servem para carregar determinados tipos de ataques especiais e acrescentam uma camada interessante ao combate. É aquele tipo de mecânica que deixa as lutas mais dinâmicas e faz você prestar atenção no que está acontecendo ao seu redor.

Também dá para perceber algumas influências dos jogos Soulslike em determinadas situações de combate.

Não estou dizendo que Onimusha virou um Soulslike, porque não é isso. É mais uma impressão causada pela maneira como algumas lutas são construídas, pela importância de observar os inimigos e pelo ritmo de determinados confrontos.

E o sensor de movimento do Switch 2?

No Nintendo Switch 2, o jogo também possui suporte ao sensor de movimento dos Joy-Con.

E vou ser bem sincero: para mim, é uma das partes menos interessantes da experiência.

Eu entendo completamente a ideia de utilizar os movimentos para controlar a espada. É um diferencial que pode ser divertido durante alguns minutos, principalmente para quem gosta de experimentar recursos diferentes do console.

Mas depois disso, eu prefiro voltar para o controle tradicional e simplesmente apertar os botões.

A jogabilidade tradicional é muito mais confortável e, na minha opinião, combina melhor com a proposta do jogo.

Onimusha continua sabendo fazer comédia

Uma das coisas que mais gostei é que Onimusha: Way of the Sword consegue equilibrar muito bem sua atmosfera.

O jogo tem um visual extremamente sério, uma ambientação pesada e uma história envolvendo samurais, demônios e violência. Só que, em determinados momentos, aparecem aquelas situações completamente inesperadas que quebram um pouco a tensão.

E isso é muito Capcom.

A empresa tem uma tradição muito forte de colocar momentos de humor em jogos que, aparentemente, deveriam ser extremamente sérios.

Onimusha consegue fazer isso sem destruir completamente a atmosfera.

Uma história cheia de reviravoltas

Sem entrar em spoilers, a história também consegue surpreender.

Way of the Sword possui algumas reviravoltas que realmente não parecem óbvias, principalmente quando começamos a descobrir mais sobre determinados personagens.

E tem um vilão que, sinceramente, mostra mais uma vez o nível de maldade que alguns personagens da Capcom conseguem alcançar.

É aquele tipo de situação em que você olha para a tela e pensa: “Caraca, não é possível que esse cara fez isso.”

Mas essa parte fica para um outro vídeo, porque aí já entramos no território dos spoilers.

Vale os R$ 200?

Para quem estava esperando o retorno de Onimusha com um jogo novo, eu diria que sim.

Onimusha: Way of the Sword não tenta simplesmente copiar os jogos antigos. Ele pega a essência da franquia e adapta sua estrutura para uma geração mais moderna.

A câmera mudou, o combate evoluiu, a apresentação gráfica está impressionante e algumas mecânicas parecem claramente influenciadas pelas tendências modernas dos jogos de ação.

No Nintendo Switch 2, ainda existe o diferencial do sensor de movimento, embora eu particularmente prefira jogar utilizando os controles tradicionais.

Por cerca de R$ 200, para quem gosta de jogos de ação, samurais e da própria franquia Onimusha, é uma experiência que vale bastante a pena conhecer.

Agora, se você esperava uma experiência praticamente idêntica aos Onimusha clássicos, é importante saber que Way of the Sword mudou bastante a fórmula.

E talvez justamente essa mudança seja uma das coisas mais interessantes desse retorno.

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