Lego Indiana Jones, o jogo do maior Caçador de Tesouros que já apareceu em uma franquia Lego, e é sobre ele que eu vou falar agora. Lego Indiana Jones, meu amigo, se tem uma coisa que Lego consegue fazer é melhorar muita experiência de vários filmes. Teve isso com O Senhor dos Anéis, Star Wars, Sonic, com Batman, enfim, deu muito certo, e agora eu quero falar do Indiana Jones, que está sendo resgatado, e ele conseguiu ser uma espécie de confirmação de que Lego consegue fazer várias outras franquias entrarem no Mundo Lego e recontar essas histórias de uma maneira que é espetacular. É sobre ele que eu vou falar agora.
Indiana Jones, na verdade, é o Henry Indiana Walton Jones Júnior. Ele é o protagonista da história onde ele acaba descobrindo várias verdades sobre civilizações antigas, achando artefatos há muito tempo perdidos, e as suas histórias se baseiam em aventura e descoberta. Sua principal pistola está sempre com ele, mas ele também carrega o velho chicote. Eia, eia, eia, chicote feio, parecendo um boy só que nos anos 30. Por isso que ele acaba batendo em nazistas, por mais que ele tenha nascido no último dia do século XIX, nos anos 30 ele se transformou em professor de arqueologia, parecendo ter uma vida meio comum. Seu maior destaque é encontrar artefatos perdidos e alterar o percurso da história através desses eventos inimagináveis, tipo em 36 ele conseguiu pegar um artefato lendário chamado a Arca da Aliança, isso porque os nazistas queriam pegar essa arca para poder dominar o mundo, já que ela tem o poder de nivelar montanhas e destruir regiões inteiras.
Sabe o que eu acho mais irônico? É que ele tinha aparecido em outro jogo antes do jogo próprio, dentro do Lego Star Wars, porque na verdade as duas empresas se conectam, né? É a mesma produtora. A primeira fase e o primeiro capítulo é a caça por Sir Richard. A aventura de Indiana começa quando ele recebe um diário velho de seu pai, que se chama Henry Walton Jones, que contém uma cópia parcial de uma antiga tabuleta que detalha a localização do Santo Graal, que é o principal artefato de Indiana Jones na saga da Última Cruzada. E sim, esse jogo ele se baseia na última jornada de Indiana Jones antes de ganhar filmes que eram ruins.
Esse artefato tem a capacidade, na verdade, de dar vida eterna à pessoa que dela bebe, e o falso Graal acaba matando todo mundo de velhice que acaba bebendo. Por isso que a busca pelo Santo Graal é muito perigosa. E mesmo conseguindo as pistas de seu pai, Indiana Jones começa a entrar nessa busca. Um tal de Senhor Walter Donovan convoca a Indiana e o professor Marcus Brody para poder encontrar a cripta de Sir Richard, cujo tem um esqueleto seguro com um escudo que deveria forçar a restante da cópia para poder localizar o Santo Graal. Chegando em Veneza, Indiana e Marcus encontram o contato de Donovan, a Doutora Elsa Schneider. Ela é uma colega de Henry, e juntos vão começar sua busca. E Indiana e Marcus acabam na biblioteca, onde o diário de Henry acaba indicando a localização da cripta secreta do Senhor Richard. Na esperança de encontrar uma pista do paradeiro de… Eles encontram uma marca na entrada da cripta, levando Indiana e Elsa para se aventurarem por dentro. Eles atravessam os túneis escuros e cheios de óleo da Cripta para poderem encontrar o túmulo de Sir Richard. Indiana completa a cópia, mas membros de uma Irmandade dedicada a proteger o segredo do Graal acabam acendendo o óleo nas criptas, explodindo tudo. ‘Saia de cima que vai explodir, pode anotar o que eu tô dizendo.’
Quando saem da cripta, eles acabam entrando em uma perseguição de lancha pelos canais da cidade. Durante o confronto, Indiana salva Kazim, o líder da Irmandade, que quase morreu por conta de uma hélice desgovernada, e Kazim tem uma mudança de coração e conta a Indiana que ele está sendo mantido em um castelo alemão.
Segunda fase: O resgate no castelo.
Indiana e Elsa se aventuram até o castelo alemão, onde Indiana engana o Mordomo da entrada trocando de roupa com Elsa. Após uma breve luta com os soldados alemães, Indiana e Elsa invadem a cela de Henry, onde um alemão chamado Coronel Vogel rouba o diário de Indiana. O cara quando é um desgraçado ladrão, né? É uma desgraça esse filho da Elsa revela que está conspirando com o Coronel, traindo a confiança de Indiana, colocando tanto ele como Henry presos. ‘Tá tudo preso, seus cabrões, toca aqui para fora.’ Então, Indiana acaba se libertando, tanto ele como o seu pai, com um Candelabro, e a dupla pai e filho lutam pelo Castelo, desmontando vários blocos da maneira mais Lego que você possa imaginar. Após enfrentar um operador de rádio inimigo e enganar alguns guardas com disfarces, Indiana e Henry acabam escapando.
Parte três: A fuga da motocicleta.
Indiana e seu pai acabam entrando em uma garagem com motocicletas. Eles pulam em algumas motos e aceleram para longe da leir. Eles ficam percorrendo o campo alemão tentando alcançar um campo de dirigíveis, onde os soldados alemães ficam perseguindo e lutando constantemente com o Coronel Vogel. Antes de chegar no campo, Indiana se disfarça de oficial inimigo para poder se infiltrar no acampamento com o diário, sobre as ordens de seu pai, ele acaba encontrando Elsa, não a lerigo, que é forçada a entregar o diário.
Fase quatro: Problemas no céu.
Tentando escapar da Alemanha ou pegar uma carona de um Zepelin, Indiana e seu pai são descobertos pelo Coronel Vogel. Vogel eventualmente é expulso do zepplin, mas os pilotos tentam enviar Indiana de volta para Alemanha. Então, Indiana e Henry fogem através de um biplano suspenso pelo zeppelin. Só que Indiana acaba pilotando muito mal, e eles acabam caindo em uma simples fazenda, de uma maneira bem irônica. Além disso, os pilotos inimigos estão voando em cima tentando impedi-los de escapar. Eles têm que contar com sua inteligência e ousadia para poder se defender dos Aviões atacantes. Claro, eventualmente ambos os aviões são dispensados de maneira cômica, e com Indiana e seu pai chegando aqui em segurança.
Capítulo 5: emboscada no deserto.
Enquanto Indiana e seu pai estão fugindo da Alemanha, Marcus se perde no deserto e é capturado por soldados alemães. Aqui, o trio, Indiana, seu pai e Salá, vão procurar Marcus. Indiana vê o Coronel Vogel, Elsa e o Walter Donovan, que é revelado como mentor por trás de todo esse plano sinistro. Em seguida, Kazim e o restante da Irmandade atiram no caminhão com Marcus e os outros dentro, forçando todos os ocupantes a entrar no deserto. Henry é capturado por Vogel, e Indiana e Salá acabam sendo perseguidos pelo veículo de transporte blindado do Coronel Vogel enquanto tentam resgatar Marcus e Henry se vêem presos no topo, se defendendo de vários soldados inimigos enquanto eles se aproximam de um certo penhasco. Salá pula, mas parece que Indiana caiu de um precipício com o veículo. Henry, Marcus e Salá lamentam enquanto Indiana sobe inesperadamente de volta do penhasco. Os quatro lutadores se reúnem e seguem as instruções do diário para poder chegar ao cálice sagrado.
Fase final: O templo do Graal.
Indiana, seu pai, Salá e Marcus seguem para o Canon de Lua Crescente, onde o Santo Graal está escondido. Henry é atingido por conta dos ataques de Donovan, deixando Marcus para cuidar dele enquanto Indiana e Salá enfrentam os desafios de quebra-cabeça do Canyon, sendo forçados a acabar encontrando o Graal para poder consertar o Henry. Ao encontrar o Santo Graal, Indiana acaba encontrando o Cavaleiro do Graal que o guardou e esperou por alguém digno de sucedê-lo e ser dono do Santo Graal. Donovan tenta escolher o verdadeiro Graal entre vários falsos, mas acaba escolhendo um falso e falha no teste do Santo Graal que faz o efeito contrário. Ele acaba envelhecendo rapidamente até chegar no seu momento de morte. O verdadeiro Santo Graal, meu amigo, ele é capaz de não só curar, mas também garantir a vida eterna. Indiana então pega o Graal após uma batalha contra o Cavaleiro do Graal e o usa para reconstruir Henry. Elsa tenta roubar o Graal do templo, mas acaba invocando uma maldição e faz ele cair dentro de um abismo profundo, deixando-o fora de alcance de qualquer pessoa. Indiana, Henry, Salá e Marcus acabam deixando o Santo Graal para trás e agora partem para sua próxima aventura no Por do Sol.
Como Diana John já teve vários outros jogos e também vários jogos Lego, eu digo para você que os próximos já vão sair porque tem um novo jogo da Microsoft que vai ser exclusivo de Xbox em primeira pessoa, que é um pouco confuso. E claro, também tem os antigos Legos que conseguem comprimir toda a história de todos os filmes bons que são os três primeiros. É isso, muito obrigado, valeu, até o próximo vídeo.
Nintendo Switch Sports Resort no Nintendo Switch 2: vale a pena comprar?
O Nintendo Switch Sports Resort chegou ao Nintendo Switch 2 trazendo uma nova experiência de esportes com controles por movimento, minigames variados e atividades para jogar sozinho ou com os amigos. Mas será que o jogo realmente vale a pena? Depois de experimentar suas modalidades, fica claro que a Nintendo conseguiu criar uma experiência divertida, embora algumas limitações impeçam o game de alcançar todo o seu potencial.
Para quem sente saudade dos clássicos jogos esportivos da Nintendo, esta pode ser uma ótima oportunidade de reviver aquela sensação de jogar tênis, boliche e outros esportes usando os movimentos das próprias mãos.
O grande diferencial está no aproveitamento dos Joy-Con 2, que permitem reproduzir movimentos de maneira intuitiva e, em algumas modalidades, oferecem possibilidades que vão além do que vimos nos jogos anteriores da série.
Mas nem tudo são flores. A ausência de multiplayer online em algumas atividades e a falta de adversários controlados pela inteligência artificial em determinados modos prejudicam a experiência, especialmente para quem pretende jogar sozinho.
Skate: uma das maiores surpresas do jogo
O skate é uma das modalidades mais interessantes do Nintendo Switch Sports Resort. A atividade aproveita os recursos de movimento e os controles por mouse dos Joy-Con 2 para oferecer uma maneira diferente de controlar o personagem.
O jogador precisa movimentar o controle para ganhar impulso, inclinar para escolher a direção e executar movimentos para realizar manobras. A proposta é bastante original e acaba transformando uma atividade aparentemente simples em uma das experiências mais divertidas do pacote.
O problema está nas limitações. Embora exista uma área mais aberta para explorar, boa parte da experiência depende de percursos predefinidos. Além disso, a ausência de adversários controlados pela CPU e de multiplayer online reduz bastante o potencial da modalidade.
É uma ideia excelente que poderia se transformar em algo ainda maior com algumas atualizações.
Veredito: Mais ou menos. A jogabilidade é criativa, mas faltam opções para aproveitar melhor o skate.
Moto náutica: uma experiência que lembra Wave Race
A moto náutica é outra modalidade que aproveita muito bem os controles por movimento. O jogador segura os Joy-Con 2 como se estivesse segurando o guidão de uma moto aquática, inclinando os braços para controlar a direção.
Também é possível utilizar movimentos específicos para ganhar velocidade e aproveitar os arcos espalhados pelas pistas para aumentar o impulso.
As pistas apresentam cenários variados, incluindo cavernas e diferentes condições visuais, tornando as corridas mais interessantes. A modalidade lembra os clássicos jogos de corrida aquática da Nintendo, especialmente Wave Race.
Infelizmente, ela sofre com um problema semelhante ao skate: a falta de adversários controlados pela CPU e de multiplayer online nesse modo.
A jogabilidade é divertida, mas a ausência dessas opções faz com que a experiência perca parte da graça depois de algumas partidas.
Veredito: Mais ou menos. A inspiração em Wave Race é interessante, mas a modalidade poderia oferecer muito mais.
Tiro com arco: precisão e diversão no multiplayer
O tiro com arco é uma das atividades que mais se beneficiam dos controles por movimento. A sensação de mirar e disparar utilizando os Joy-Con 2 torna a experiência bastante intuitiva.
A precisão dos movimentos é fundamental para acertar os alvos. Pequenas mudanças na posição das mãos podem alterar a mira, exigindo atenção e coordenação.
No multiplayer online, a modalidade ganha ainda mais destaque, especialmente quando os jogadores precisam acertar alvos específicos e disputar pontos.
É uma experiência que funciona muito bem tanto pela resposta dos controles quanto pela competitividade das partidas.
Veredito: Muito bom. Uma das modalidades mais interessantes para quem gosta de desafios e partidas competitivas.
Vôlei: movimentos simples e partidas divertidas
O vôlei aposta em uma jogabilidade mais coreografada, na qual o jogador precisa executar movimentos específicos para levantar a bola, bloquear ataques e realizar cortadas.
Não existe tanta liberdade de movimentação, já que o principal desafio está em acertar o momento certo de cada ação.
Apesar da simplicidade, a modalidade funciona muito bem com os controles por movimento. É fácil entender o que precisa ser feito, mas dominar o tempo dos movimentos exige prática.
O vôlei é especialmente divertido quando jogado com outras pessoas, embora não seja uma experiência tão estratégica quanto outros esportes disponíveis.
Veredito: Muito bom. Uma modalidade acessível e divertida, ideal para reunir os amigos.
Boliche: o clássico que continua funcionando
O boliche retorna como uma das atividades mais tradicionais da série. A proposta é simples: posicionar o personagem, movimentar o controle como se estivesse segurando uma bola e tentar derrubar o maior número possível de pinos.
Uma das vantagens desta versão é a possibilidade de todos jogarem simultaneamente em determinadas partidas, tornando a experiência mais dinâmica.
Também existe uma modalidade com 100 pinos, que oferece um desafio diferente e momentos bastante satisfatórios quando o jogador consegue derrubar todos eles.
O boliche continua sendo uma das opções mais acessíveis do pacote e funciona muito bem para partidas casuais.
Veredito: Muito bom. Uma atividade clássica que continua divertida e combina perfeitamente com a proposta do jogo.
Basquete: estratégia e precisão nos movimentos
O basquete apresenta uma experiência mais estratégica, dividindo as ações entre ataque e defesa.
No ataque, o jogador precisa realizar passes e arremessos. Na defesa, é necessário tentar roubar a bola e impedir que os adversários avancem.
Os movimentos dos Joy-Con 2 são importantes para executar as jogadas corretamente. A posição das mãos e o momento de cada movimento podem fazer a diferença entre acertar uma cesta e perder a oportunidade.
Apesar de algumas pausas entre as jogadas, o basquete oferece uma experiência interessante e funciona especialmente bem nas partidas em dupla.
Veredito: Muito bom. Uma das modalidades mais completas para quem procura partidas competitivas e jogabilidade com mais estratégia.
Tênis de mesa: movimentos que exigem precisão
O tênis de mesa é uma das modalidades que mais surpreendem pela sensibilidade dos controles.
Os Joy-Con 2 funcionam como raquetes virtuais, permitindo controlar a direção e o ângulo das rebatidas. Pequenos movimentos podem determinar se a bola vai acertar a mesa ou sair pela lateral.
Diferentemente do tênis tradicional, o personagem praticamente permanece na posição, deixando a precisão das raquetadas como o principal elemento da jogabilidade.
O resultado é uma atividade simples de entender, mas que pode exigir bastante habilidade para dominar.
Veredito: Excelente. Uma das melhores modalidades do jogo para quem gosta de partidas rápidas e controles precisos.
Tênis: o clássico que marcou uma geração
O tênis é uma das atividades mais importantes da história dos jogos esportivos da Nintendo. A modalidade ajudou a popularizar os controles por movimento na época do Wii e continua sendo um dos grandes destaques da série.
No Nintendo Switch Sports Resort, os jogadores movimentam os Joy-Con 2 como raquetes para executar diferentes tipos de golpes.
A possibilidade de controlar a direção das rebatidas oferece mais controle sobre as jogadas. Além disso, as partidas em dupla aumentam as possibilidades estratégicas.
É uma experiência acessível para iniciantes, mas que também permite desenvolver habilidade e precisão com o tempo.
Veredito: Excelente. Um dos melhores esportes do pacote e uma ótima opção para jogar com amigos ou familiares.
Luta de polegares: a modalidade mais inusitada
A luta de polegares é uma daquelas ideias que parecem absurdas até você experimentar.
O objetivo é utilizar os controles para simular uma disputa de polegares, tentando prender o adversário e impedir que ele escape. Quando o personagem fica preso, é necessário movimentar o controle para se libertar.
A modalidade também apresenta mecânicas de ataque que exigem atenção ao momento certo de executar cada ação.
É uma proposta bastante diferente dos esportes tradicionais e que pode render partidas engraçadas, especialmente entre amigos.
Veredito: Excelente. Uma das atividades mais criativas e divertidas para o multiplayer local.
Boxe: golpes, esquivas e reflexos rápidos
O boxe retorna com uma jogabilidade que exige atenção constante aos movimentos do adversário.
Os jogadores podem executar golpes, alternar entre ataques e utilizar os controles para defender o personagem. A posição das mãos e a precisão dos movimentos são fundamentais para evitar os ataques e acertar os próprios golpes.
A modalidade exige mais coordenação do que pode parecer inicialmente. Sair movimentando os controles sem prestar atenção à defesa pode resultar em derrotas rápidas.
Para quem gosta de jogos de luta e atividades que exigem reflexos, o boxe oferece uma experiência bastante divertida.
Veredito: Excelente. Uma modalidade empolgante que aproveita muito bem os controles por movimento.
Golfe: uma modalidade que divide opiniões
O golfe é uma das atividades menos interessantes para quem não gosta do esporte.
A mecânica consiste em acertar o buraco utilizando o menor número possível de tacadas. O jogador precisa controlar a força e a direção dos movimentos para tentar alcançar o objetivo.
Os controles reproduzem os movimentos de uma tacada real, oferecendo uma experiência que pode agradar bastante aos fãs do esporte.
Entretanto, o ritmo mais lento e a necessidade de calcular cada jogada podem tornar as partidas cansativas para quem prefere atividades mais dinâmicas.
Veredito: Chato. A modalidade funciona para quem gosta de golfe, mas não consegue conquistar todos os jogadores.
Avião: explorando a ilha pelos ares
O modo de avião é uma das experiências mais interessantes para quem gosta de explorar cenários.
Utilizando os Joy-Con 2, o jogador controla a aeronave por meio de movimentos intuitivos. Inclinar os controles altera a direção, enquanto outros comandos permitem acelerar e realizar ações durante o voo.
A exploração oferece diferentes objetivos, incluindo fotografar locais específicos e encontrar elementos espalhados pela ilha.
Existem 105 fotografias e 58 missões para descobrir, incentivando o jogador a explorar o cenário e procurar atividades escondidas.
O modo também apresenta referências a outros jogos da Nintendo, lembrando experiências clássicas de exploração aérea.
O maior problema é a falta de opções competitivas offline contra adversários controlados pela CPU. Sem isso, a exploração pode acabar se tornando repetitiva depois de algum tempo.
Veredito: Mais ou menos. A exploração é interessante, mas faltam atividades competitivas para prolongar a diversão.
Personalização e recompensas
Além das modalidades esportivas, o jogo permite desbloquear itens cosméticos para personalizar os personagens.
Ao participar das atividades, os jogadores acumulam pontos que podem ser utilizados para obter novos acessórios, roupas e outros elementos visuais.
É possível utilizar os tradicionais Miis ou optar por avatares com mais opções de personalização, incluindo diferentes acessórios e características visuais.
Esse sistema ajuda a manter o jogador interessado em continuar participando das partidas, embora não resolva completamente o problema da falta de conteúdo competitivo em determinadas modalidades.
O maior problema do Nintendo Switch Sports Resort
Apesar da variedade de esportes, o principal problema do jogo está nas limitações de algumas modalidades.
O skate, a moto náutica e o avião apresentam ideias interessantes, mas poderiam oferecer muito mais se tivessem partidas contra a CPU ou opções online.
Para quem joga sozinho, a falta de adversários em determinadas atividades reduz a longevidade do conteúdo. Depois de explorar os cenários e experimentar as mecânicas, pode faltar motivação para continuar jogando.
Já no multiplayer, a experiência melhora consideravelmente. Reunir amigos ou familiares para disputar partidas de tênis, boliche, basquete e outras modalidades é justamente onde o jogo mostra sua melhor versão.
A Nintendo poderia ampliar ainda mais o potencial do pacote com atualizações que adicionassem novas opções competitivas e melhorassem os modos que atualmente oferecem menos conteúdo.
Nintendo Switch Sports Resort vale a pena?
O Nintendo Switch Sports Resort é uma experiência divertida que aproveita muito bem os controles por movimento do Nintendo Switch 2. A variedade de modalidades garante opções para diferentes tipos de jogadores, enquanto esportes como tênis, boliche, basquete e tênis de mesa oferecem partidas que podem render horas de diversão.
O jogo também apresenta ideias criativas, especialmente no skate e no avião, que demonstram como os recursos dos controles podem ser utilizados de maneiras diferentes.
Por outro lado, a ausência de multiplayer online em algumas modalidades e a falta de adversários controlados pela CPU em determinados modos são limitações importantes.
Se você pretende jogar com amigos ou familiares, o Nintendo Switch Sports Resort é uma opção que merece consideração. Entretanto, se a sua intenção é jogar principalmente sozinho, é importante levar essas limitações em conta antes de comprar.
No fim das contas, o jogo consegue entregar uma experiência bastante divertida, mas deixa a sensação de que algumas de suas melhores ideias poderiam ter sido desenvolvidas muito além do que foram.
E aí, você compraria o Nintendo Switch Sports Resort para jogar no Nintendo Switch 2? Qual dessas modalidades é a sua favorita? Deixe sua opinião nos comentários e acompanhe o RK Play para mais análises de jogos, novidades e conteúdos sobre o universo dos videogames.
LANÇAMENTO SURPRESA! Shadow of the Tomb Raider chega ao Nintendo Switch 2 com desempenho baixo do esperado
Pessoal, é isso mesmo! Depois de mil anos de espera, Shadow of the Tomb Raider finalmente chegou ao Nintendo Switch! O lançamento pegou muita gente de surpresa e marca a chegada do último capítulo da trilogia reboot de Lara Croft aos consoles da Nintendo.
Para começar, o jogo consegue entregar uma experiência jogável no Switch, permitindo que os fãs acompanhem a conclusão dessa fase da franquia tanto no modo portátil quanto na TV. Entretanto, existe uma questão importante: será que essa remasterização poderia ter sido melhor otimizada?
Uma versão que poderia ir além
Embora o jogo funcione bem, fica aquela sensação de que faltou um pouco mais de ambição na parte técnica. A experiência parece favorecer o modo portátil, mas, quando pensamos em jogar na televisão, surge a dúvida sobre o que poderia ter sido feito para aproveitar melhor o hardware do console.
Uma otimização mais agressiva poderia tornar a experiência ainda mais interessante, especialmente se fosse possível alcançar 60 FPS. Claro que isso depende das limitações técnicas da versão e das escolhas feitas durante o desenvolvimento, mas é justamente aí que fica aquela sensação de oportunidade perdida.
Estamos falando do encerramento de uma trilogia que marcou uma geração de jogos de ação e aventura. Por isso, seria interessante ver um trabalho técnico capaz de valorizar ainda mais essa despedida.
O fim de uma era para Lara Croft
Mais do que um simples lançamento, Shadow of the Tomb Raider representa o encerramento de um ciclo para Lara Croft.
A trilogia reboot apostou em uma abordagem mais cinematográfica, com exploração, sobrevivência, combates e uma narrativa que mostrava as origens da personagem. A influência de jogos como Uncharted também ajudou a definir a identidade dessa fase, que levou Tomb Raider para uma direção diferente daquela popularizada nos jogos clássicos.
Agora, com essa trilogia chegando ao Nintendo Switch, temos mais uma oportunidade de revisitar uma das fases mais importantes da franquia.
E o futuro promete uma mudança de direção!
A próxima grande aposta da série é retornar às raízes de Lara Croft com um remake do primeiro Tomb Raider, originalmente lançado para o PlayStation em 1996. A expectativa é descobrir como essa aventura clássica será reinterpretada para uma nova geração.
Vale a pena jogar no Switch?
Para quem nunca experimentou essa trilogia, a chegada de Shadow of the Tomb Raider ao Nintendo Switch é uma ótima oportunidade de conhecer o capítulo final dessa jornada.
Por outro lado, quem esperava uma versão tecnicamente mais ambiciosa pode sentir que o jogo tinha potencial para entregar mais, principalmente na otimização para a televisão.
No fim das contas, Lara Croft encerra sua jornada nessa trilogia reboot e se prepara para um novo capítulo de sua história.
acredito que o jogo no minimo deveria rodar melhor no modo dock, parece que ele roda igual o modo portatil só que na tela, o que deixa essa lançamento com cara de que foi mal otimizado.
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