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Acabei de receber o EasySMX S10 e, sério: se você tem um Nintendo Switch 2, esse pode ser o melhor Pro Controller para comprar agora. Ele faz praticamente tudo que o Pro Controller 2 faz — às vezes até mais — e custa menos da metade do preço do modelo oficial aqui no Brasil. Vou te contar o que eu testei, o que curti e por que eu recomendo.

Spoiler rápido: funciona com Switch 2, PC, Android e iPhone; tem wake-up (liga o console ao apertar o Home); suporta HD Rumble e giroscópio; vem com muitas opções de personalização; e tem botões traseiros e macros. Link de compra na descrição (uso de afiliado).

Unboxing e primeiras impressões

O pacote vem bem protegido, com manual multilíngue, cabo USB-C e peças extras. A construção tem bom acabamento: botões com clique perceptível, analógicos suaves com boa sensação e textura antiderrapante atrás — muito confortável para longas sessões.

Na caixa vem:

  • Cabo USB-C
  • Manual
  • Base magnética/frontal removível com várias cartelas adesivas para customização
  • Peça alternativa para o direcional (cross/x-pad)

Design e personalização

Um dos pontos fortes é a customização: a parte frontal é magnética/encaixável — você pode trocar capas, colar adesivos (vêm cartelas) ou até usar capas internas com desenhos diferentes (vi versão galáxia, branco/azul, etc.). O modelo que peguei é preto — escolha inteligente se você não curte sujeira em controles brancos.

O direcional vem com opção cross (em “+”) ou circular — eu prefiro o cross para plataformas e jogos 2D, e dá para trocar facilmente.


Funcionalidades que se destacam

  • Wake-up (Power on) pelo botão Home — um diferencial enorme: pressione Home e o Switch 2 liga. Nem todos os controles de terceira-parte têm isso.
  • HD Rumble & giroscópio — responde bem em jogos que usam essas funções (testei Sonic Racing, Hollow Knight: Silksong e Mario Kart World; vibração e giroscópio funcionaram muito bem).
  • Botões traseiros programáveis — bem posicionados e firmes; úteis em shooters e jogos competitivos.
  • Chave de modo (S/X/M) — alterna entre layouts/consoles (Switch/Xbox/PC) e o botão M habilita macros/turbo.
  • RGB personalizável — dá para desligar, fixar cor ou deixar em gradiente (eu deixei em gradiente).
  • Compatibilidade ampla — Switch 2, Switch (algumas funções), PC, Android, iPhone.

Experiência de jogabilidade

No uso diário: os gatilhos são digitais (sem profundidade analógica), o que é ótimo para jogos de tiro. Os botões têm um clique satisfatório e os analógicos não deram sinal de drift até agora. A sensação geral é bem próxima ao Pro Controller da Nintendo — pelas peças parece até fabricação similar.

Testes rápidos:

  • Sonic Racing — ótima resposta, vibração e botões muito confortáveis.
  • Silksong — HD Rumble impressionante nos passos; o controle captou bem as nuances.
  • Mario Kart World — giroscópio e aceleração calibráveis; boa responsividade.

Prós e contras

Prós

  • Excelente custo-benefício (custa menos da metade do Pro Controller 2 no Brasil)
  • Wake-up pelo Home
  • HD Rumble + giroscópio funcionais
  • Botões traseiros programáveis e macros
  • Alta personalização estética
  • Compatível com Switch 2, PC e celulares

Contras

  • Gatillhos digitais (sem pressão analógica) — pode ser ponto negativo para quem depende do analógico em certos jogos de corrida (mas tem calibragem para giroscópio)
  • Botão “C” emulador via macro/esperteza (funciona, mas é hacky — talvez dependa do jogo)
  • Dependência de firmware/atualizações da fabricante para melhorias futuras

Vale a pena para quem é do Brasil?

Sim. Levando em conta a diferença de preço e que ele entrega praticamente tudo que o Pro Controller 2 oferece (wake-up, HD Rumble, giroscópio, botões extras, boa construção), para mim é a melhor opção custo-benefício — especialmente para quem quer economizar sem abrir mão de qualidade.


Onde comprar (links com garantia/lojas no Brasil)

https://s.click.aliexpress.com/e/_c3L7gTc3

https://temu.to/k/g2oyut619aj

mercadolivre.com/sec/1pTL4C8

https://mercadolivre.com/sec/1f9tVz5

Obs: procure pelo modelo EasySMX S10 e cheque fotos, avaliações e a política de garantia antes de comprar.


veredito rápido

O EasySMX S10 é, para mim, o melhor Pro Controller para Switch 2 em custo-benefício. Ele tem recursos premium (wake-up, HD Rumble, giroscópio), é confortável e altamente customizável — e custa bem menos que o Pro Controller 2 oficial. Recomendo fortemente pra quem tem Switch 2 e quer uma alternativa completa sem gastar uma fortuna.


Deixa um like, manda um salve e diz aí nos comentários: você já tem um Switch 2? Vai trocar pro EasySMX S10?
Se quiser, depois faço um comparativo direto entre o EasySMX S10 e o Pro Controller 2 com vídeo de testes de duração de bateria, drift e resposta — comenta abaixo que eu trago.

Análise

Escape from rever After: o “Paper Mario moderno” que tá chamando atenção

Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

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Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

Visual que mistura 2D e 3D de forma inteligente

O primeiro destaque do jogo é o visual. Todo o cenário é construído em 3D, enquanto personagens e inimigos parecem recortes em 2D, criando aquele estilo clássico que lembra papel. Isso não só dá personalidade, como também faz tudo funcionar de forma muito fluida e charmosa.

Jogabilidade com estratégia e timing

Assim como os melhores RPGs do estilo, o jogo aposta em um sistema de batalha que vai além do básico. Você utiliza parceiros durante a jornada, interage com o cenário e ainda precisa dominar o timing dos comandos. Dá para se defender de ataques e executar golpes com mais eficiência apertando o botão no momento certo, o que deixa tudo mais dinâmico e envolvente.

Sistema de parceiros que muda a experiência

Um dos pontos mais interessantes é o sistema de parceiros. Eles não estão ali só para ajudar na luta, mas também participam da exploração e da resolução de desafios. Isso impacta diretamente na forma como você avança e deixa a experiência mais variada do começo ao fim.

Curto, mas marcante

Apesar de ser um RPG relativamente curto, Escape from Ever After compensa com uma experiência bem condensada e divertida. Ele pega a base consagrada de Paper Mario e adapta para algo mais moderno, com foco em ritmo e criatividade.

Vale a pena?

Se você curte RPGs com identidade forte, mecânicas criativas e aquele toque nostálgico, esse jogo é uma ótima surpresa. Ele mostra que ainda dá para reinventar fórmulas clássicas sem perder a essência.

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Análise

Resident Evil Requiem é uma mistura do NOVO e Velho de um bom jeito – REVIEW

Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

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Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

Uma experiência dividida em dois estilos

Logo no início, você assume o controle de Grace, uma protagonista que representa tudo aquilo que marcou os Resident Evil mais recentes pós Resident Evil 7: Biohazard. Terror em primeira pessoa, vulnerabilidade e uma sensação constante de perigo.

Essa primeira parte do jogo é focada no medo puro. Recursos escassos, inimigos imprevisíveis e um ritmo mais lento fazem você sentir cada passo como uma decisão importante. É aquela experiência clássica de sobrevivência que muitos fãs pediam de volta.

Mas tudo muda quando Leon S. Kennedy entra em cena.

A virada para ação

Quando Leon assume o protagonismo, o jogo muda completamente de tom. A gameplay passa a lembrar bastante Resident Evil 6, só que dessa vez funcionando melhor.

Aqui entram combates mais intensos, sistema de parry, uso criativo de itens e muito mais foco em ação e movimentação. É praticamente uma evolução do estilo mais action da franquia, só que melhor equilibrado.

Um conceito criativo e estranho

Um dos pontos mais interessantes do jogo é a forma como os inimigos são construídos.

Os zumbis não são apenas criaturas genéricas. Eles são reflexos de memórias e traumas. Antes de serem infectados, eles tinham vidas, hábitos e obsessões.

Isso gera inimigos bem únicos, como um açougueiro transformado em um monstro brutal, um zelador que continua limpando compulsivamente e criaturas que evitam luz por traumas anteriores.

É estranho, mas funciona e adiciona uma camada psicológica bem interessante ao terror.

Um dos Resident Evil mais longos

Outro destaque é a duração. Resident Evil Requiem é um dos títulos mais longos da franquia, o que pode ser um ponto positivo para quem quer conteúdo.

Mas essa duração vem com uma mudança clara de ritmo. O jogo começa com terror intenso, evolui para sobrevivência no meio e termina com ação total.

Essa progressão pode surpreender ou até incomodar dependendo do tipo de jogador que você é.

Vale a pena?

Sim, e muito.

Mesmo com essa mudança de identidade ao longo da campanha, o jogo consegue se manter divertido do início ao fim. Ele mistura o melhor de diferentes fases da franquia e entrega uma experiência única.

Se você curte terror psicológico, ação estilo Resident Evil moderno e narrativas criativas, então esse jogo é para você.

No fim das contas, pode até dividir opiniões, mas é um dos Resident Evil mais interessantes já feitos.

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