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Steam deck pela amazon https://amzn.to/3FZvqRm
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Esse aqui é o Steam deck, o videogame da Valve que é o competidor do Nintendo Switch, só que ele roda os jogos da PC via Steam. A compatibilidade de jogos é limitada, mas ele tem um desempenho até que interessante no modo portátil, podendo jogar na televisão também. Custando mais ou menos R$ 2000, ele é um videogame que realmente vale a pena se você souber onde comprar e quais jogos irá jogar. Vou deixar um link de referência aqui na descrição, e é sobre ele que vou falar nesse vídeo.

Agora, meu amigo, se você conhece muitos portáteis por aí, você vai entender que o Steam deck surgiu numa época em que basicamente tinha um controle dominado pela Nintendo com o Nintendo Switch, e a Valve vendo uma possibilidade de tentar expandir e sair um pouco do PC básico fez esse portátil aqui. Claro, tem que agradecer à Nintendo, porque, por causa do Switch, veio a moda de todo mundo tentar fazer um console portátil, e a Valve foi a única que conseguiu fazer alguma coisa relevante, pelo menos por enquanto.

Olha, quando você for pesquisar sobre o Steam deck, você vai acabar descobrindo que existem vários modelos diferentes: modelo de 64 GB, 256, até um pouco personalizado, porque tem gente que abre e coloca tipo um tera. Essa memória interna é, na verdade, um mSATA, é um SSDzinho que tem aqui dentro e funciona com uma memória interna que realmente é bem rápida. Se você for tentar ir pelo lado mais barato, você vai ter que se contentar comprando um SSD para botar aqui dentro, abrindo o aparelho, e você pode fazer isso, ou você pode ir pelo caminho mais básico, que é trocar no cartão SD.

Tem gente aí que está comprando tipo no Aliexpress, em várias lojas online na Amazon também. Aqui eu vou deixar o link na descrição. Se você quiser comprar, você pode comprar esses cartões de memória que são realmente muito bons, mas não são compatíveis com qualquer tipo de cartão de memória. É bom deixar claro para você que você tem que pegar aqueles cartões de memória que têm tipo uma velocidade muito mais alta, uma capacidade melhor, não só porque dura mais, mas que eles aguentam o estresse.

Porque não adianta você pegar tipo um cartão de memória genérico que você colocaria no celular para armazenar música MP3. Eu tô falando de um cartão de memória que realmente é feito para usar em câmera, para usar em vários outros aparelhos que necessitam de alta velocidade, porque, meu amigo, não adianta você ter um Steam deck e usar um cartão de memória barato. Os jogos vão travar, e o cartão de memória vai acabar super aquecendo ou parando de funcionar. Tem que tomar cuidado com isso.

A minha experiência jogando com ele assim no modo portátil é que ele de fato tem uma pegada muito mais confortável. Só para fazer uma comparação aqui, tipo, ele parece ser meio grandão, mas ele é um pouquinho maior que o Switch, que já é meio grande também. Só que tem uma parada: o Switch, quando eu comparo jogando nele, tipo, ele tem um controle menos responsivo. Ele é feito para uma mão menor. No momento que eu comecei a jogar no Steam deck, eu comecei a reparar nesse pequeno detalhe, tanto que ele tem, sabe, essa pegada aqui atrás, tem até uns botões aqui atrás para poder personalizar. Mas o lance é que ele é muito mais confortável para se jogar no portátil assim.

É lógico que a bateria não acaba durando tanto, mas ele tem uma vantagem muito maior. Você pode ligar sim, usando ele com um dock na televisão como um console, e isso é muito bom. Olha, vou mandar real em 2024 a gente não sabe, porque a grande verdade nesse console em comparação com outros é que assim, ele tem o lance de ser jogos baseados em PC. Tem jogo que já veio otimizado com personalização gráfica para você jogar direto nesse portátil, só que assim, tem vários jogos que também não vão rodar. Tem jogo indie que é lançado e nem pensa em adaptar funções pro Steam deck, mas jogos de grandes empresas, principalmente Playstation, eles começaram a dar uma atençãozinha especial.

Tanto que quando você vai configurar gráfico e tal, você encontra tipo opções otimizadas pro Steam deck, e isso é bem legal, porque a Valve tá incentivando várias empresas a fazerem isso. Olha, eu vou deixar bem claro que no momento que eu tô gravando esse vídeo, e declarações que a Valve já estaria trabalhando num sucessor pro Steam deck. Enquanto editava esse vídeo, esse sucessor foi lançado, é o Steam deck OLED, e para quem tava na dúvida, ele é basicamente o mesmo videogame de antes, só que ele não vai ter a memória de 64 GB de base. Então, quem quiser comprar o de 64 GB tem que ir no modelo antigo. De resto, ele roda exatamente igual os outros, tem uma bateria melhor por causa da tela, porque a tecnologia OLED acaba gastando menos bateria no modo portátil na tela, mas o desempenho nos jogos ainda é o mesmo.

Então, isso aqui não é tipo um Steam deck novo, isso aqui é uma boa notícia para quem quer comprar o Steam deck antigo, porque parece que a tela normal vai ficar um pouco mais barata, em compensação do OLED que tá chegando, e parece que é um sinal de que em breve terá novos modelos com novos processadores. Mas isso aí apenas o tempo dirá. A Asus, por exemplo, lançou aqueles Asus ROG ali, que é basicamente um mini PC diferente desse aqui, que é baseado em Linux. Ele já roda o Windows e tem um processador bem mais otimizado, uma bateria que parece durar mais, os jogos rodam melhor nele, só que ele não tem aquela otimização do Steam deck.

Só que você tem uma vantagem, você pode pegar tipo as configurações que é baseada no Steam deck e botar nele, e ele vai rodar bem. Então, tipo, a Valve tá ficando realmente para trás. Como é uma briga de PCs e os jogos que você

Games

Pokemon Presets mostra a força da franquia e confirma novo jogo com localização pt BR

O evento de 30 anos de Pokémon foi aquele misto de nostalgia, surpresa e algumas decisões meio esquisitas. Três décadas de franquia é coisa pra caramba. Se você jogou Yellow, Silver, Ruby, Emerald, Platinum ou Black e White como eu, sabe que foi feliz por muito tempo com esses jogos. O vídeo comemorativo deixou isso bem claro: Pokémon marcou gerações.

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O evento de 30 anos de Pokémon foi aquele misto de nostalgia, surpresa e algumas decisões meio esquisitas. Três décadas de franquia é coisa pra caramba. Se você jogou Yellow, Silver, Ruby, Emerald, Platinum ou Black e White como eu, sabe que foi feliz por muito tempo com esses jogos. O vídeo comemorativo deixou isso bem claro: Pokémon marcou gerações.

Entre os anúncios, tivemos novidades interessantes. O Pokémon Champions finalmente traz a ideia que muita gente esperava: usar os Pokémon guardados no Pokémon Home ao longo dos anos para batalhas competitivas, inclusive com suporte a celular. A proposta lembra bastante a vibe de Pokémon Stadium, mas agora integrada ao ecossistema moderno. Se funcionar bem, pode valorizar todo o legado que a gente construiu.

Também tivemos a confirmação de Pokémon XD no Switch Online em março, um RPG diferente da era GameCube, e o relançamento pago de Pokémon FireRed com conexão ao Home. Aqui entra a polêmica: R$ 120 é um preço salgado, especialmente para um remake que já existe há anos. Ainda assim, a conectividade salva o projeto. Sem isso, realmente não faria sentido.

@eurkplay

O Novo Pokémon Ondas e Ventos são o bastante para Salvar a Franquia?

♬ som original – Rk play – Rk play

Sobre Pokémon Unite e TCG, nada muito impactante. Já Pokémon Legends ZA recebeu atualização, mas não me empolgou tanto quanto a revelação principal da noite: Pokémon Winds and Waves, que será traduzido oficialmente para português. Só isso já é histórico. Visualmente é o Pokémon principal mais bonito até agora, mesmo não sendo o mais impressionante do Switch 2. Os iniciais parecem promissores e o mundo aberto parece mais ambicioso do que tudo que vimos antes.

O problema? Lançamento só em 2027. Vai ser uma longa espera.

No geral, saí feliz. Pokémon faz parte da nossa história. Mesmo com críticas e ressalvas, é uma franquia que continua tentando evoluir. E talvez esteja na hora de trazer mais Pokémon de volta pro canal. Afinal, 30 anos não se comemoram todo dia.

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Games

Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 é uma prova que de Tudo que é bom tem um custo

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

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Eu joguei Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 e já vou direto ao ponto: depende muito do seu perfil como jogador.

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

O problema começa quando olhamos para o preço.

Ele custa o mesmo que um novo Zelda. E aí a comparação pesa.

Se eu fosse montar uma escala de prioridade dentro do universo Nintendo, ficaria mais ou menos assim: primeiro um Mario Kart, depois um jogo principal do Mario em plataforma ou até mesmo Donkey Kong Bananza. Só depois eu colocaria um Mario Tennis como terceira opção de compra.

Isso não significa que o jogo é ruim. Muito pelo contrário.

O modo online funciona bem e é um dos grandes pontos positivos. As partidas são estáveis e competitivas, o que aumenta bastante a vida útil do game. Além disso, o sistema de gameplay vai além do simples tênis. Não é só escolher um personagem com atributos diferentes. Você também pode usar raquetes com poderes especiais que lançam fogo, gelo, aplicam efeitos no adversário ou até criam clones seus na quadra. Algumas habilidades são até apelonas, mas deixam tudo mais dinâmico e divertido.

Você pode jogar tanto no controle tradicional quanto usando sensor de movimento, o que ajuda a variar a experiência.

Já o modo história é o ponto mais fraco. Ele tem boas animações, mas é bem cru. Grande parte da experiência é baseada em diálogos com personagens parados e funciona quase como um grande tutorial estendido. Não é algo que vá te prender por muitas horas.

No fim das contas, não acho que seja um arrependimento de compra. É um jogo divertido, competente e funciona muito bem no que se propõe. Mas é aquele tipo de título que faz você parar e pensar: será que eu prefiro investir esse valor nele ou em um Zelda pelo mesmo preço?

Se você ama jogos esportivos arcade e quer algo competitivo para jogar online, pode valer a pena. Se você está buscando uma experiência mais robusta e épica para o seu Nintendo Switch 2, talvez seja melhor repensar a prioridade.

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