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Super Sonic ja apareceu em varios jogos do Sonic e com tudo isso, vemos o que a sega fez com o personagem sumindo com tudo.

EVOLUÇÃO e Historia de SUPER SONIC nos JOGOS do SONIC

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro

Edição @gabrielbarge

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rkplay #historiasonic #sonic

HISTORIA DE SONIC

Playlist

Introduzido pela primeira vez em Sonic the Hedgehog 2, um dos elementos clássicos da série que retorna em Sonic Mania é o Super Sonic, forma alternativa do protagonista que o torna invulnerável e muito mais rápido do que sua forma normal.

Super Sonic (スーパーソニック Sūpā Sonikku? ) é uma transformação que aparece na série Sonic the Hedgehog . É o Super Estado de Sonic, o Ouriço,alcançado aproveitando o poder das sete Esmeraldas do Caos. Desde sua estreia,esta forma tem sido a transformação mais usada por Sonic.

Originalmente, Super Sonic era apenas um power-up que Sonic ocasionalmente usaria. No entanto, depois de usá-lo para frustrar o Dr. Eggman durante o clímax do incidenteda Ilha dos Anjos, Super Sonic se tornaria o maior trunfo de Sonic contra seus adversários, fornecendo-lhe o poder e habilidades para salvar o mundo em inúmeras ocasiões

Quando transformada em Super Sonic, a pele azul de Sonic torna-se dourada em cores, sua pele de pêssego ganha uma tonalidade ligeiramente dourada, e as penas em sua cabeça ficam viradas. Além disso, seus olhos verdes tornam-se vermelhos rubi e sua expressão facial torna-se mais agressiva, com seus olhos ganhando cantos afiados. Ele também possui uma aura dourada que varia de tamanho e pode ser qualquer coisa, desde suave até chama em forma. Sua aura também às vezes exibe brilhos fracos ou faíscas elétricas.

Ao longo da série Sonic, a aparência de Super Sonic mudou gradualmente. Antes de Sonic Adventure, os olhos de Sonic permaneceram pretos quando transformados (exceto em Sonic the Hedgehog 3, Sonic & Knuckles, e Sonic the Hedgehog 3 & Knuckles onde eles se tornariam turquesas), sua aura dourada estava ausente, e suas penas às vezes eram mais viradas e bagunçadas. Até Sonic Adventure,suas penas de cabeça média também ficariam mais longas quando transformadas. Em jogos como Sonic Adventure, Sonic Adventure 2 e a série Sonic Rush, no entanto, as penas médias de Sonic manteriam sua forma normal, fazendo com que seu estilo de pena geral parecesse idêntico ao de Shadow. Nas cutscenes de Sonic the Hedgehog (2006),Sonic parece ser totalmente amarelo dourado, com quase nenhuma distinção entre as cores em sua pele e pele, e seu nariz não é mais preto.

Em jogos anteriores como Sonic & Knuckles,as penas traseiras de Sonic se virariam como as de sua cabeça, mas isso foi mais tarde alterado para simplesmente manter sua posição normal.

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Rhythm Heaven Groove é a despedida perfeita do Nintendo Switch? REVIEW

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

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A Nintendo sempre surpreendeu quando resolveu apostar em ideias diferentes. Quando o Nintendo Switch foi anunciado, muita gente duvidou que um videogame híbrido pudesse fazer sucesso. O resultado foi exatamente o contrário. O console se tornou um fenômeno mundial, recebeu apoio massivo de estúdios terceiros e marcou uma das gerações mais bem-sucedidas da empresa. Agora, com o Nintendo Switch 2 já no mercado, chega a hora de dar adeus ao primeiro Switch, e Rhythm Heaven Groove assume esse papel de forma inesperada.

Um jogo de ritmo diferente de tudo

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

A maior parte dos minigames utiliza apenas um ou dois botões, normalmente o botão A e o direcional para baixo. O objetivo é acompanhar perfeitamente o ritmo da música enquanto executa pequenas ações, como pular, acelerar, frear ou interagir com personagens. Parece fácil, mas o jogo constantemente muda o ritmo, cria distrações na tela e surpreende o jogador com animações inesperadas.

Minigames criativos e muito carisma

O grande destaque de Rhythm Heaven Groove está na enorme variedade de desafios.

Cada fase apresenta uma situação completamente diferente. Há sapos gigantes observando seus movimentos, carros que exigem precisão absoluta, gatos atrapalhando a coleta de frutas, alienígenas sendo abduzidos, personagens treinando musculação e diversos outros cenários extremamente criativos.

Essa diversidade faz com que o jogo permaneça divertido do começo ao fim, sempre apresentando uma nova mecânica antes que a anterior fique repetitiva.

Os remixes são o verdadeiro desafio

Depois de completar uma sequência de minigames, o jogador desbloqueia um Remix.

Essas fases misturam diversos desafios anteriores em uma única música inédita. O jogador precisa alternar rapidamente entre mecânicas completamente diferentes enquanto mantém o ritmo perfeito.

É justamente aqui que a memória muscular entra em ação. Saber exatamente quando trocar de comando e lembrar de cada minigame transforma os Remixes nos momentos mais difíceis e também mais recompensadores da aventura.

Muito conteúdo além da campanha

Apesar da campanha principal já oferecer dezenas de desafios, Rhythm Heaven Groove ainda apresenta modos extras bastante interessantes.

O multiplayer adiciona novos minigames cooperativos, enquanto um curioso modo RPG coloca o jogador no controle de uma personagem maga que lança feitiços seguindo o ritmo da música. A ideia é bastante criativa e mostra um potencial enorme que poderia até render um jogo próprio futuramente.

Vale a pena?

Rhythm Heaven Groove talvez não seja a grande superprodução que muitos esperavam para encerrar a vida do Nintendo Switch. Não é um novo Zelda nem um novo Mario.

Mesmo assim, ele representa perfeitamente aquilo que a Nintendo faz de melhor: transformar uma ideia extremamente simples em uma experiência divertida, criativa e viciante.

Para quem gosta de jogos de ritmo, desafios de precisão e minigames cheios de personalidade, esta é uma excelente despedida para o Nintendo Switch e um título que certamente merece entrar na coleção antes da transição definitiva para o Switch 2.

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Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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