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Para começar, há uma novidade importante para os jogadores de videogame no Brasil: os preços dos jogos devem subir em breve. Recentemente, o dólar alcançou a marca de seis reais, e como muitas empresas de jogos não trabalham com localização de preço no Brasil, mas sim com valores baseados na conversão do dólar, é esperado que os preços dos jogos aumentem significativamente. Títulos que atualmente custam entre R$300 e R$350 podem passar para R$400 a R$450. Embora essa mudança não deva ser imediata, é importante se preparar para o próximo ano.

Outra curiosidade é que Elon Musk, dono do X (antigo Twitter), recentemente entrou para o top 20 em um ranking de pontuação no jogo Diablo IV, um feito inusitado que chamou atenção. Ele já havia aparecido em transmissões ao vivo jogando em sua própria plataforma, mostrando que é um verdadeiro entusiasta de games.

Quanto aos filmes, há expectativa para o projeto de uma adaptação de The Legend of Zelda. No entanto, essa produção em live-action, que poderia seguir uma linha mais dramática semelhante a O Senhor dos Anéis (porém mais leve), ainda não tem uma data concreta de lançamento e deve sair apenas em 2030. Por isso, ainda é cedo para grandes expectativas.

Passando para a Nintendo, o Nintendo Switch alcançou a impressionante marca de 146 milhões de unidades vendidas, encerrando seu ciclo com um recorde histórico. E boas notícias: um executivo da Nintendo confirmou que o próximo console, apelidado de “Nintendo Switch 2”, terá retrocompatibilidade com os jogos do Switch atual, uma excelente novidade que animou os fãs e fez as ações da empresa subirem.

Em um caso curioso, o alarme da Nintendo, um dispositivo de US$ 100 que funciona como despertador, foi hackeado para rodar o clássico jogo Doom. Essa adaptação não é a primeira, pois Doom já foi portado para dispositivos como impressoras, testes de gravidez e totens de restaurantes.

Para os fãs da Sega, uma grande surpresa: a empresa anunciou que está trabalhando em um novo jogo da série Virtua Fighter. Ainda não há imagens ou muitos detalhes, mas especula-se que possa ser tanto um remaster quanto uma sequência.

Por fim, os fãs de Hogwarts Legacy podem comemorar, pois o jogo vai ganhar uma sequência. Apesar de rumores de que ele possa incluir elementos de “jogo como serviço”, será um título pago com conteúdos adicionais compráveis.

E falando em novidades de desenvolvimento, o diretor do jogo do Wolverine, exclusivo do PS5, foi anunciado como parte do time que trabalhará no novo jogo da franquia Perfect Dark, da Microsoft. Esse jogo, que teve origem no Nintendo 64, tem enfrentado atrasos e problemas, mas a nova adição à equipe dá esperanças aos jogadores.

Essas são algumas das últimas novidades do universo dos games. O que você espera dessas atualizações? Comente e compartilhe sua opinião!

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Games

Pokemon Presets mostra a força da franquia e confirma novo jogo com localização pt BR

O evento de 30 anos de Pokémon foi aquele misto de nostalgia, surpresa e algumas decisões meio esquisitas. Três décadas de franquia é coisa pra caramba. Se você jogou Yellow, Silver, Ruby, Emerald, Platinum ou Black e White como eu, sabe que foi feliz por muito tempo com esses jogos. O vídeo comemorativo deixou isso bem claro: Pokémon marcou gerações.

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O evento de 30 anos de Pokémon foi aquele misto de nostalgia, surpresa e algumas decisões meio esquisitas. Três décadas de franquia é coisa pra caramba. Se você jogou Yellow, Silver, Ruby, Emerald, Platinum ou Black e White como eu, sabe que foi feliz por muito tempo com esses jogos. O vídeo comemorativo deixou isso bem claro: Pokémon marcou gerações.

Entre os anúncios, tivemos novidades interessantes. O Pokémon Champions finalmente traz a ideia que muita gente esperava: usar os Pokémon guardados no Pokémon Home ao longo dos anos para batalhas competitivas, inclusive com suporte a celular. A proposta lembra bastante a vibe de Pokémon Stadium, mas agora integrada ao ecossistema moderno. Se funcionar bem, pode valorizar todo o legado que a gente construiu.

Também tivemos a confirmação de Pokémon XD no Switch Online em março, um RPG diferente da era GameCube, e o relançamento pago de Pokémon FireRed com conexão ao Home. Aqui entra a polêmica: R$ 120 é um preço salgado, especialmente para um remake que já existe há anos. Ainda assim, a conectividade salva o projeto. Sem isso, realmente não faria sentido.

@eurkplay

O Novo Pokémon Ondas e Ventos são o bastante para Salvar a Franquia?

♬ som original – Rk play – Rk play

Sobre Pokémon Unite e TCG, nada muito impactante. Já Pokémon Legends ZA recebeu atualização, mas não me empolgou tanto quanto a revelação principal da noite: Pokémon Winds and Waves, que será traduzido oficialmente para português. Só isso já é histórico. Visualmente é o Pokémon principal mais bonito até agora, mesmo não sendo o mais impressionante do Switch 2. Os iniciais parecem promissores e o mundo aberto parece mais ambicioso do que tudo que vimos antes.

O problema? Lançamento só em 2027. Vai ser uma longa espera.

No geral, saí feliz. Pokémon faz parte da nossa história. Mesmo com críticas e ressalvas, é uma franquia que continua tentando evoluir. E talvez esteja na hora de trazer mais Pokémon de volta pro canal. Afinal, 30 anos não se comemoram todo dia.

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Games

Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 é uma prova que de Tudo que é bom tem um custo

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

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Eu joguei Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 e já vou direto ao ponto: depende muito do seu perfil como jogador.

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

O problema começa quando olhamos para o preço.

Ele custa o mesmo que um novo Zelda. E aí a comparação pesa.

Se eu fosse montar uma escala de prioridade dentro do universo Nintendo, ficaria mais ou menos assim: primeiro um Mario Kart, depois um jogo principal do Mario em plataforma ou até mesmo Donkey Kong Bananza. Só depois eu colocaria um Mario Tennis como terceira opção de compra.

Isso não significa que o jogo é ruim. Muito pelo contrário.

O modo online funciona bem e é um dos grandes pontos positivos. As partidas são estáveis e competitivas, o que aumenta bastante a vida útil do game. Além disso, o sistema de gameplay vai além do simples tênis. Não é só escolher um personagem com atributos diferentes. Você também pode usar raquetes com poderes especiais que lançam fogo, gelo, aplicam efeitos no adversário ou até criam clones seus na quadra. Algumas habilidades são até apelonas, mas deixam tudo mais dinâmico e divertido.

Você pode jogar tanto no controle tradicional quanto usando sensor de movimento, o que ajuda a variar a experiência.

Já o modo história é o ponto mais fraco. Ele tem boas animações, mas é bem cru. Grande parte da experiência é baseada em diálogos com personagens parados e funciona quase como um grande tutorial estendido. Não é algo que vá te prender por muitas horas.

No fim das contas, não acho que seja um arrependimento de compra. É um jogo divertido, competente e funciona muito bem no que se propõe. Mas é aquele tipo de título que faz você parar e pensar: será que eu prefiro investir esse valor nele ou em um Zelda pelo mesmo preço?

Se você ama jogos esportivos arcade e quer algo competitivo para jogar online, pode valer a pena. Se você está buscando uma experiência mais robusta e épica para o seu Nintendo Switch 2, talvez seja melhor repensar a prioridade.

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