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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do sonic exe com os extras da saga sonic exe blood tears e blood scream

EXTRAS CANCELADOS do Sonic EXE Blood Tears 😈

Espero que gostem!




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EPISODIOS SONIC EXE

Playlist https://www.youtube.com/playlist?list=PLnGFuOwAA7IgCkSP_lpMFQyy1FZs-dQDI

Parte 1 Sonic exe Blood Scream https://youtu.be/VPuc-fzR3lE
Parte 2 Sonic exe Blood tears https://youtu.be/i2AGOFgXOtI
parte 3 EXTRAS sonic exe https://youtu.be/qcpbZ2yvKns

Sonic.exe

Enredo
Sonic the Hedgehog descobre que seu melhor amigo Miles “Tails” Prower foi morto por um terrível monstro do mal. Logo depois ele recebe um pacote pelo correio, que inclui uma carta e um disco que contém um jogo chamado “SONIC.EXE”. Sonic decide jogar o jogo, ele joga como Tails, Knuckles e Robotnik e um por um, o morto por uma versão mal de si mesmo. Depois de terminar o jogo, ele logo percebe que a versão maligna de si mesmo do jogo entrou em seu mundo e matou Tails e agora está atrás dele.

Ah doce! Um jogo do Sonic!” Eu disse a mim mesmo.

Se alguns de vocês estão confusos, Sonic the Hedgehog é uma série de jogos principalmente sobre um ouriço azul antropomórfico chamado Sonic salvando um planeta chamado Mobius do malvado Dr. Ivo Robotnik que foi mudado para Eggman mais tarde na série. Eu me lembro de jogar os Sonic Games no meu Sega Genesis (Mega Drive na Europa) e na época, o Sonic estava competindo contra o Super Mario. Isso aconteceu durante os anos 90 com outras empresas tentando ganhar dinheiro sem sucesso.

Agora, de volta à história, fiquei tão animado quando vi o disco. Mas quanto custou e quanto tempo durou? Fui até o caixa e perguntei quanto tinha sido o disco e quanto tempo estava lá. O caixa me disse para guardar o disco de graça, e ele está lá desde 1994. Eu estava confuso sobre isso. 1994? Esse foi o ano em que o Sonic 3 e Sonic and Knuckles foram lançados.

Então aceitei a oferta. Eu estava dirigindo de volta para casa, mas não consegui parar de pensar no que o caixa havia dito sobre esse disco. Isso me assustou um pouco, mas eu estava calmo e queria ver o que iria esperar por mim.

Cheguei em casa e fui para o meu quarto. Abri o estojo, liguei meu laptop e esperei que ele fosse carregado. Uma vez que a tela do menu carregou, eu coloquei o disco na bandeja do disco e quando o disco foi carregado, ele mostrou um novo arquivo: O rosto do Sonic com as palavras rotuladas abaixo: “SONIC-ORIGINS.EXE.” Isso foi estranho porque o disco é chamado pelo nome do primeiro jogo. Eu pensei que poderia ser uma versão Alpha ou Beta do jogo ou uma porta de PC invisível do jogo, mas, novamente, poderia ser Sonic 1, mas jogado em um emulador.

Eu cliquei no jogo para iniciá-lo, agora é onde a história REAL acontece.

Quando o jogo inicializou o jingle SEGA jogado, normal como pode ser. Depois veio a tela “Sonic Team Presents”. Finalmente, a tela do título apareceu. Foi o primeiro jogo do Sonic com a música clássica e o Sonic acenando com o dedo. Fiquei satisfeito com isso. Eu apertei start, mas então algo estranho aconteceu …

Quando eu pressionei enter, ele cortou para uma estática vermelha, uma risada distorcida tocou e cortou para preto. Eu pensei que era uma falha, mas eu dei de ombros.

O nível de título apareceu, que foi rotulado como “Green Hill Act 1”, no estilo da tela Sonic Team Presents. A animação foi do título de nível normal em Sonic 1, sem o oval.

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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