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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar duas fan games que foram construidas em cimas das lendas criadas na mitica Lavander Town, a cidade da torre cemitério de pokémons da primeira geração. de pokemon red, pokémon blue, pokémon green e pokémon yellow pikachu

FANTASMA de LAVENDER TOWN 😈| HISTORIA POKÉMON BLACK

Espero que gostem!


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Mais sobre a Lenda de Pokemon Black Hack

A tela inicial do jogo era a mesma do Red e do Blue, com os já familiares Nidorino e Gengar. No entanto a tela de “aperte start” era diferente. Red estava lá, no entanto não havia um pókemon ao seu lado como nas outras versões.

Também haviam os escritos “Black Version” embaixo do logotipo Pokémon. Assim que selecionei New Game, o jogo começou e o Professor Oak começou a falar, assim rapidamente ficou claro para mim que o jogo era basicamente a versão red.

Depois de selecionar seu Pokémon inicial, se você olhasse sua lista de Pokémons, você deveria ter em adição ao Bulbasaur, Charmander ou Squirtle, um outro pokémon.

“GHOST”

O Pokémon era level 1. Seu sprite era como um dos fantasmas da Pokémon Tower em Lavender Town. Ele possuía um ataque apenas – “Curse (amaldiçoar)”. Eu sei que existe um ataque real chamado Curse, mas esse ataque não existia nessa geração, então provavelmente ele foi colocado no jogo.

O Pokémon adversário não podia atacar Ghost – aparecia na tela a mensagem que ele estava com muito medo para agir. Quando o ataque “Curse” era usado na batalha, a tela ficava instantaneamente toda preta. O choro do pokémon adversário era escutado, porém bem distorcido

Depois de sair e entrar de novo na área, havia no lugar aonde o treinador ficava uma tumba, como as que você vê na pokémon tower na cidade de Lavender. O ataque “Curse” não era usável em todas as instâncias. Ele falha contra treinadores que você enfrenta mais de uma vez no jogo, como seu Rival ou Giovanni. No entanto ele era usável em sua batalha final contra eles.

Eu cheguei a conclusão que esse era o objetivo do jogo, deixar você usar os, antes incapturáveis, Ghosts. E o Curse deixou o jogo tão fácil, que eu o usei essencialmente durante toda a aventura.

O jogo mudou um pouco depois de derrotar a Elite Four, no entanto…

Depois de ver o Hall da Fama, que consistia do Ghost e vários outros Pokémons de Level baixo, a tela cortou para uma tela preta.

Uma janela apareceu com a frase:

“Alguns anos depois…”

O jogo então corta para a Pokémon Tower em Lavender. Um velho está parado, olhando as tumbas. Então você percebe que este velho é o seu personagem.

O mapa todo está vazio – não existem mais nenhum NPC Ainda havia no entanto as tumbas dos treinadores que você usou Curse ao longo do jogo. Apenas andando um pouco pelo mapa, eu percebi o quão grande era o numero de tumbas – qual grande era o numero de treinadores que eu usei Curse.

Você poderia ir a qualquer lugar do mapa nesse momento, no entanto seu movimento era limitado visto que você não possuía pokemons para usar HMs e, independente de onde você estivesse, a música da cidade de Lavender continuava em um loop infinito.

Depois de pensar por um momento, eu descobri que na Diglett’s Cave, um dos arbustos cortáveis que normalmente bloqueia o caminho não estava mais lá. Isso permitiu que eu avançasse e voltasse para a cidade de Pallet.

Ao entrar na sua casa e ir para o exato lugar aonde você começa o jogo, a tela corta para uma tela preta.

Então a figura de uma Caterpie apareceu…

Ela foi substituída por uma Ponyta…

… e então um Pidgey.

Rapidamente eu percebi, enquanto os pokémons progrediam de Rattata para Blastoise, que aqueles eram os pokémons que eu havia usado Curse.

Após a figura do pokémon do meu rival, apareceu na tela um Youngster…

…então um Gambler…

…e então meu Rival.

Esses, e muitos outros, eram os treinadores que eu havia amaldiçoado.

A tela fica preta novamente.

Algum momento depois, a tela de batalha aparece, seu trainador era agora um velho, o mesmo que te ensina como capturar pokémons em Viridian.

Ghost apareceu do outro lado, junto com as palavras

“GHOST wants to fight!”

Você não podia usar itens e não possuía pokémons.

Se você tentasse correr, você não conseguia.

A unica opção era “FIGHT”

Games

Splatoon Raiders pode ser a maior evolução da franquia e finalmente conquistar quem não gosta do competitivo

A Nintendo revelou muitos detalhes de Splatoon Raiders durante o seu Direct, e a impressão que ficou é que estamos diante de um dos projetos mais ambiciosos da história da franquia.

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A Nintendo revelou muitos detalhes de Splatoon Raiders durante o seu Direct, e a impressão que ficou é que estamos diante de um dos projetos mais ambiciosos da história da franquia.

Diferente da série principal, que sempre teve o multiplayer competitivo como foco, Splatoon Raiders aposta em uma grande campanha single player, mas com um importante diferencial: ela poderá ser jogada também no modo cooperativo.

O jogo coloca os jogadores para explorar uma ilha inédita, utilizando todas as mecânicas clássicas de tinta da série. Além de enfrentar criaturas selvagens, será possível explorar o cenário, coletar recursos, fabricar equipamentos através de sistemas de crafting e evoluir o personagem com elementos de RPG muito mais profundos do que muitos imaginavam.

Uma das maiores surpresas da apresentação foi justamente a confirmação de que a campanha contará com um modo multiplayer cooperativo. Inicialmente, muita gente acreditava que a aventura seria totalmente focada na experiência solo, mas a Nintendo decidiu expandir a proposta permitindo que amigos explorem a ilha juntos.

O modo cooperativo também promete trazer missões específicas, como caçadas a tesouros e desafios contra inimigos especiais espalhados por diferentes áreas do mapa. Isso aumenta bastante a variedade de atividades e dá ainda mais motivos para continuar explorando o mundo do jogo.

Essa abordagem lembra o melhor dos jogos cooperativos não competitivos, permitindo que os jogadores utilizem seus personagens evoluídos para enfrentar os desafios da campanha ao lado de amigos, sem depender exclusivamente das disputas online tradicionais.

Para quem sempre teve curiosidade sobre a franquia, mas nunca se interessou pelo lado competitivo de Splatoon, Raiders pode ser a porta de entrada perfeita. A combinação entre exploração, sobrevivência, progressão de personagem, crafting e cooperação tem potencial para atrair um público completamente novo.

Se a Nintendo entregar tudo o que mostrou durante o Direct, Splatoon Raiders tem tudo para representar uma verdadeira revolução para a série e se tornar um dos lançamentos mais interessantes do Nintendo Switch 2.

E você?

Você pretende jogar Splatoon Raiders pela campanha solo, pelo cooperativo ou ainda prefere o multiplayer competitivo tradicional da franquia? Deixe sua opinião nos comentários!

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Games

Isso que o achei de Fading Echo

Quando fui à Gamescom este ano, tive a oportunidade de conhecer um jogo chamado Fading Echo. Até aquele momento eu nunca tinha ouvido falar dele, mas bastaram alguns minutos jogando para ele chamar minha atenção.

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Quando fui à Gamescom este ano, tive a oportunidade de conhecer um jogo chamado Fading Echo. Até aquele momento eu nunca tinha ouvido falar dele, mas bastaram alguns minutos jogando para ele chamar minha atenção.

Fading Echo é um jogo de ação, exploração e plataforma que coloca você no controle de uma personagem capaz de alternar entre sua forma humana e uma esfera de água. Essa mecânica é a grande estrela da experiência, já que muda completamente a maneira como você explora os cenários, resolve puzzles e enfrenta inimigos.

A proposta mistura elementos de plataforma com combate hack and slash, criando uma jogabilidade dinâmica e cheia de possibilidades. Durante a demonstração que testei, pude utilizar diferentes fluidos, como água, lava, ácido e outros elementos especiais. Cada um deles influencia a exploração e abre novas formas de interagir com o ambiente.

Grande parte da aventura gira em torno dessas transformações e da manipulação dos fluidos. Você precisa entender como cada elemento funciona para alcançar áreas secretas, superar obstáculos e descobrir novos caminhos pelo mapa.

Outro aspecto que me chamou bastante atenção foi o visual. O jogo utiliza uma direção artística que lembra o estilo cel shading, aquele visual mais cartunesco que deixa tudo muito bonito e cheio de personalidade. Foi justamente esse estilo gráfico que despertou minha curiosidade logo de cara.

A versão que joguei durante a Gamescom ainda estava em desenvolvimento. A demo disponível na época era apenas em inglês e apresentava algumas pequenas falhas gráficas, algo totalmente compreensível considerando que certas cenas ainda nem estavam finalizadas. Mesmo assim, já era possível enxergar todo o potencial do projeto.

Agora o jogo continua evoluindo e tudo indica que contará com dublagem. Além disso, uma demonstração já pode ser testada em algumas plataformas, incluindo a Steam.

Fading Echo ainda não é um dos jogos mais conhecidos do mercado, mas acredito que vale a pena ficar de olho nele. Como alguém que adora jogos de plataforma, exploração e mecânicas criativas, encontrei aqui várias ideias interessantes. Somado a isso, o combate hack and slash ajuda a manter o ritmo da aventura sempre ativo, tornando a experiência muito mais envolvente.

Se você gosta de jogos que misturam movimentação fluida, exploração, puzzles inteligentes e combate dinâmico, Fading Echo certamente merece entrar no seu radar.

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