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A jornada do Sonic para as telonas é uma história cheia de altos e baixos, que começou lá em 1993, mas só ganhou vida de verdade em 2020. Enfrentando desafios como críticas ao design inicial do personagem e o impacto da pandemia de COVID-19, o filme conseguiu surpreender e conquistar tanto os fãs quanto o público geral, tornando-se um dos raros casos de adaptações de jogos bem-sucedidas no cinema.

O primeiro filme do Sonic é um marco. Ele combina elementos clássicos do personagem com uma abordagem moderna, apresentando um Sonic que está descobrindo o mundo humano enquanto foge de uma grande guerra no seu planeta natal, Mobius. Desde o início, o filme equilibra humor, ação e emoção, construindo uma narrativa que funciona tanto para fãs antigos quanto para novos espectadores.

A Mudança Visual Que Salvou Tudo

O primeiro trailer do filme gerou uma reação negativa massiva devido ao design “realista” do Sonic. A resposta da Paramount foi decisiva: redesenhar completamente o personagem para algo mais fiel aos jogos. Essa mudança não só agradou os fãs, mas também garantiu o sucesso do filme.

A História: Sonic na Terra

O enredo mostra Sonic escapando de Mobius após um ataque que o separa de sua guardiã, Garra Longa. Ele acaba na pacata cidade de Green Hills, onde vive escondido até que um incidente atrai a atenção do governo e do Dr. Robotnik, o vilão que quer explorar o poder de Sonic para fins militares.

O filme desenvolve a amizade de Sonic com Tom, o policial local, em uma narrativa de autodescoberta e aceitação. Mesmo com algumas cenas clichês, como a famosa “briga de bar”, a química entre os personagens funciona bem e dá ao filme uma identidade própria.

Referências e Curiosidades

O filme traz várias referências ao universo dos jogos, como os anéis de teletransporte e o planeta cogumelo. Apesar de não abordar diretamente elementos como a Esmeralda Mestra no primeiro longa, esses detalhes foram explorados nas sequências, expandindo o universo cinematográfico do Sonic.

Um Sucesso Inesperado

Apesar de ter sido lançado durante o início da pandemia, o filme alcançou um bom desempenho nas bilheterias, garantindo uma sequência e pavimentando o caminho para outros projetos, incluindo séries derivadas e o já confirmado quarto filme.

O Futuro de Sonic no Cinema

Com o terceiro filme prestes a estrear, rumores de novas séries e a confirmação de mais uma sequência, o Sonic consolidou sua posição como uma franquia cinematográfica de sucesso. Ele provou que, com o equilíbrio certo entre fidelidade aos jogos e inovação, adaptações de videogames podem brilhar nas telonas.

O que você acha? O primeiro filme foi um bom começo ou poderia ter sido melhor? Comente abaixo e participe da discussão! E não se esqueça de conferir nossos outros conteúdos sobre Sonic e suas aventuras!

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Games

Pokemon Presets mostra a força da franquia e confirma novo jogo com localização pt BR

O evento de 30 anos de Pokémon foi aquele misto de nostalgia, surpresa e algumas decisões meio esquisitas. Três décadas de franquia é coisa pra caramba. Se você jogou Yellow, Silver, Ruby, Emerald, Platinum ou Black e White como eu, sabe que foi feliz por muito tempo com esses jogos. O vídeo comemorativo deixou isso bem claro: Pokémon marcou gerações.

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O evento de 30 anos de Pokémon foi aquele misto de nostalgia, surpresa e algumas decisões meio esquisitas. Três décadas de franquia é coisa pra caramba. Se você jogou Yellow, Silver, Ruby, Emerald, Platinum ou Black e White como eu, sabe que foi feliz por muito tempo com esses jogos. O vídeo comemorativo deixou isso bem claro: Pokémon marcou gerações.

Entre os anúncios, tivemos novidades interessantes. O Pokémon Champions finalmente traz a ideia que muita gente esperava: usar os Pokémon guardados no Pokémon Home ao longo dos anos para batalhas competitivas, inclusive com suporte a celular. A proposta lembra bastante a vibe de Pokémon Stadium, mas agora integrada ao ecossistema moderno. Se funcionar bem, pode valorizar todo o legado que a gente construiu.

Também tivemos a confirmação de Pokémon XD no Switch Online em março, um RPG diferente da era GameCube, e o relançamento pago de Pokémon FireRed com conexão ao Home. Aqui entra a polêmica: R$ 120 é um preço salgado, especialmente para um remake que já existe há anos. Ainda assim, a conectividade salva o projeto. Sem isso, realmente não faria sentido.

@eurkplay

O Novo Pokémon Ondas e Ventos são o bastante para Salvar a Franquia?

♬ som original – Rk play – Rk play

Sobre Pokémon Unite e TCG, nada muito impactante. Já Pokémon Legends ZA recebeu atualização, mas não me empolgou tanto quanto a revelação principal da noite: Pokémon Winds and Waves, que será traduzido oficialmente para português. Só isso já é histórico. Visualmente é o Pokémon principal mais bonito até agora, mesmo não sendo o mais impressionante do Switch 2. Os iniciais parecem promissores e o mundo aberto parece mais ambicioso do que tudo que vimos antes.

O problema? Lançamento só em 2027. Vai ser uma longa espera.

No geral, saí feliz. Pokémon faz parte da nossa história. Mesmo com críticas e ressalvas, é uma franquia que continua tentando evoluir. E talvez esteja na hora de trazer mais Pokémon de volta pro canal. Afinal, 30 anos não se comemoram todo dia.

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Games

Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 é uma prova que de Tudo que é bom tem um custo

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

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Eu joguei Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 e já vou direto ao ponto: depende muito do seu perfil como jogador.

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

O problema começa quando olhamos para o preço.

Ele custa o mesmo que um novo Zelda. E aí a comparação pesa.

Se eu fosse montar uma escala de prioridade dentro do universo Nintendo, ficaria mais ou menos assim: primeiro um Mario Kart, depois um jogo principal do Mario em plataforma ou até mesmo Donkey Kong Bananza. Só depois eu colocaria um Mario Tennis como terceira opção de compra.

Isso não significa que o jogo é ruim. Muito pelo contrário.

O modo online funciona bem e é um dos grandes pontos positivos. As partidas são estáveis e competitivas, o que aumenta bastante a vida útil do game. Além disso, o sistema de gameplay vai além do simples tênis. Não é só escolher um personagem com atributos diferentes. Você também pode usar raquetes com poderes especiais que lançam fogo, gelo, aplicam efeitos no adversário ou até criam clones seus na quadra. Algumas habilidades são até apelonas, mas deixam tudo mais dinâmico e divertido.

Você pode jogar tanto no controle tradicional quanto usando sensor de movimento, o que ajuda a variar a experiência.

Já o modo história é o ponto mais fraco. Ele tem boas animações, mas é bem cru. Grande parte da experiência é baseada em diálogos com personagens parados e funciona quase como um grande tutorial estendido. Não é algo que vá te prender por muitas horas.

No fim das contas, não acho que seja um arrependimento de compra. É um jogo divertido, competente e funciona muito bem no que se propõe. Mas é aquele tipo de título que faz você parar e pensar: será que eu prefiro investir esse valor nele ou em um Zelda pelo mesmo preço?

Se você ama jogos esportivos arcade e quer algo competitivo para jogar online, pode valer a pena. Se você está buscando uma experiência mais robusta e épica para o seu Nintendo Switch 2, talvez seja melhor repensar a prioridade.

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