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Lego batman 4 é real, mas o jogo é uma historia dos herois desaparecendo e os vilões tomando conta de todo o mundo DC

Fim do Batman e Liga da Justiça no Lego Dc Super Villains | Rk Play

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro

Edição @gabrielbarge

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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

Jogos de Super Heroi

Lego DC Super-Villains é um videogame de ação e aventura com tema de Lego, desenvolvido pela Traveller’s Tales, que serve como um spin-off da trilogia Lego Batman e a quarta parcela da franquia Lego DC.
Sinopse
Na história, os anti-heróis se reúnem para derrotar a força de heróis “Sindicato da Justiça”, que deve proteger a Terra enquanto a Liga da Justiça está ausente.

O Sindicato alega que a Liga da Justiça está em uma missão fora do mundo e que eles são seus substitutos, com o líder do grupo Ultraman se passando por repórter Kent Clarkson para alimentar mais informações falsas ao público. Desconfiado do Sindicato, Luthor começa a unir uma força maciça de vilões para expor a verdade e derrotar o Sindicato para que eles possam assumir o poder.

Enquanto o Sindicato tenta manter a ordem na Terra, o Coringa, Harley e o Novato encontram-se em Apokolips e encontram Darkseid, o mestre secreto do Sindicato que ordenou que eles procurassem a Terra pela última parte da Equação Anti-Vida. Como Darkseid os descobre, os vilões são resgatados pela Liga da Justiça, que acabou de escapar de sua prisão em Apokolips. Fugindo das forças de Darkseid, o grupo descobre que o Sindicato enganou o povo da Terra para que acreditassem que a Liga da Justiça se tornou má, levando a Liga a formar uma aliança inquieta com a Legião da Perdição para derrotá-los.

Em uma cena pós-créditos,o anti-monitor furioso chega em Apokolips para encontrar todos os seus ocupantes ainda sob o efeito dos poderes do Novato, e passa a atacar Darkseid, tendo sido enojado por sua bondade.

Fonte wikipedia

Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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Análise

Escape from rever After: o “Paper Mario moderno” que tá chamando atenção

Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

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Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

Visual que mistura 2D e 3D de forma inteligente

O primeiro destaque do jogo é o visual. Todo o cenário é construído em 3D, enquanto personagens e inimigos parecem recortes em 2D, criando aquele estilo clássico que lembra papel. Isso não só dá personalidade, como também faz tudo funcionar de forma muito fluida e charmosa.

Jogabilidade com estratégia e timing

Assim como os melhores RPGs do estilo, o jogo aposta em um sistema de batalha que vai além do básico. Você utiliza parceiros durante a jornada, interage com o cenário e ainda precisa dominar o timing dos comandos. Dá para se defender de ataques e executar golpes com mais eficiência apertando o botão no momento certo, o que deixa tudo mais dinâmico e envolvente.

Sistema de parceiros que muda a experiência

Um dos pontos mais interessantes é o sistema de parceiros. Eles não estão ali só para ajudar na luta, mas também participam da exploração e da resolução de desafios. Isso impacta diretamente na forma como você avança e deixa a experiência mais variada do começo ao fim.

Curto, mas marcante

Apesar de ser um RPG relativamente curto, Escape from Ever After compensa com uma experiência bem condensada e divertida. Ele pega a base consagrada de Paper Mario e adapta para algo mais moderno, com foco em ritmo e criatividade.

Vale a pena?

Se você curte RPGs com identidade forte, mecânicas criativas e aquele toque nostálgico, esse jogo é uma ótima surpresa. Ele mostra que ainda dá para reinventar fórmulas clássicas sem perder a essência.

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