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Sonic 2 de master system e game gear é sinistro por ter finais diferentes pro Sonic 2, com um destino triste do Sonic e Tails, com direito a novas ações do Sonic

FINAL SECRETO e PERTURBADOR do SONIC 2 do Master System😵

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro

Edição @gabrielbarge

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HISTORIA DE FAN GAMES SONIC

Sonic the Hedgehog 2 (ソニック・ザ・ヘッジホッグ2 Sonikku za Hejjihoggu Tsū?) é um videojogo de plataforma lançado pela Sega para a Master System e a Game Gear. A versão Master System foi lançada no Brasil a 25 de Outubro de 1992, e na Europa por volta da mesma altura. A versão Game Gear foi lançada na Europa a 29 de Outubro de 1992, na América do Norte a 17 de Novembro de 1992 e no Japão a 21 de Novembro de 1992. Por ter sido lançado antes da versão 16-bit da Mega Drive, as edições 8-bit de Sonic the Hedgehog 2 representam a estreia do personagem Tails, raposa de cauda dupla e melhor amigo de longa data de Sonic que se tornou uma presença habitual na série e um dos personagens mais amados pelos fãs, além de ser um dos personagens mais importantes da história dos videogames.

Sonic decide viajar em busca de aventuras. Quando volta para casa, descobre o lugar quase deserto, e apenas uma pista sobre o desaparecimento: uma nota escrita pelo seu amigo raposa, Miles “Tails” Prower, em que este dizia ter sido sequestrado pelo Dr. Robotnik. O resgate de Tails eram as 6 Esmeraldas do Caos, a serem entregues a 6 chefes-robôs.

Essa é a história no manual. A abertura do jogo contradiz, por mostrar Sonic perseguindo Robotnik, carregando Tails em sua nave.

Com as esmeraldas, ocorrerá o final bom, onde Sonic libertará Tails! Depois mostrará Tails correndo muito contente e feliz junto com Sonic. Já no final ruim, Tails morre. Depois de aparecer Sonic correndo solitário, aparecerá estrelas no céu formando a figura de Tails triste.

Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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Análise

Escape from rever After: o “Paper Mario moderno” que tá chamando atenção

Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

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Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

Visual que mistura 2D e 3D de forma inteligente

O primeiro destaque do jogo é o visual. Todo o cenário é construído em 3D, enquanto personagens e inimigos parecem recortes em 2D, criando aquele estilo clássico que lembra papel. Isso não só dá personalidade, como também faz tudo funcionar de forma muito fluida e charmosa.

Jogabilidade com estratégia e timing

Assim como os melhores RPGs do estilo, o jogo aposta em um sistema de batalha que vai além do básico. Você utiliza parceiros durante a jornada, interage com o cenário e ainda precisa dominar o timing dos comandos. Dá para se defender de ataques e executar golpes com mais eficiência apertando o botão no momento certo, o que deixa tudo mais dinâmico e envolvente.

Sistema de parceiros que muda a experiência

Um dos pontos mais interessantes é o sistema de parceiros. Eles não estão ali só para ajudar na luta, mas também participam da exploração e da resolução de desafios. Isso impacta diretamente na forma como você avança e deixa a experiência mais variada do começo ao fim.

Curto, mas marcante

Apesar de ser um RPG relativamente curto, Escape from Ever After compensa com uma experiência bem condensada e divertida. Ele pega a base consagrada de Paper Mario e adapta para algo mais moderno, com foco em ritmo e criatividade.

Vale a pena?

Se você curte RPGs com identidade forte, mecânicas criativas e aquele toque nostálgico, esse jogo é uma ótima surpresa. Ele mostra que ainda dá para reinventar fórmulas clássicas sem perder a essência.

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