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Se você é fã de videogames, prepare-se para uma montanha-russa de emoções! Nos últimos dias, tivemos vazamentos impressionantes, novidades quentes de grandes franquias e até polêmicas envolvendo emuladores da Nintendo. Neste post, vamos falar sobre as novas DLCs de Dragon Ball, o esperado Sonic X Shadow Generations, os maiores vazamentos de Pokémon e muito mais! Vamos nessa?


Vazamento absurdo de Pokémon e o Nintendo Switch 2!

Recentemente, tivemos um dos maiores vazamentos da história da Game Freak, desenvolvedora responsável pelos jogos de Pokémon. Entre os dados vazados, estavam designs alternativos de Pokémons antigos e conceitos de mega evoluções pensados 10 anos antes de Pokémon XY! Além disso, a sequência do filme Detetive Pikachu já tem roteiro pronto, e surgiram informações sobre o Nintendo Switch 2.

Isso tudo abalou a comunidade de fãs, que está ansiosa para saber mais sobre o futuro da franquia e da Nintendo. É só uma questão de tempo até termos mais detalhes.


Sonic X Shadow Generations já é polêmico antes do lançamento!

O jogo Sonic X Shadow Generations ainda nem foi lançado, mas já gerou muita discussão entre os jogadores. O título foi demonstrado no Brasil durante o evento de pré-lançamento do trailer do filme do Sonic e na BGS, e as primeiras impressões estão dividindo opiniões. Alguns adoraram a premissa, enquanto outros estão céticos sobre o novo enredo do Shadow.

Quer saber mais? Fique de olho, pois no dia 21 de outubro, todas as dúvidas serão esclarecidas!


Dragon Ball Sparking Zero: DLCs e mais Goku criança?

Dragon Ball Sparking Zero mal chegou ao mercado e já estamos falando de novas DLCs. Um dos pacotes focará em Dragon Ball Daim, e teremos outro baseado no filme Dragon Ball Super Hero, que trará o Gohan Beast, Piccolo Laranja, Gamma 1 e 2, além do poderoso Cell Max! O hype não para por aí, já que rumores indicam que Goten e Trunks adolescentes farão parte da fusão que dá errado no filme. Prepare-se para muito conteúdo épico!


Nintendo envolvida em polêmica com emuladores!

Quem diria que a própria Nintendo estaria usando emuladores? Recentemente, foi revelado que alguns dos jogos exibidos em seu museu oficial estavam rodando em emuladores. Isso gerou revolta entre os fãs, especialmente considerando a rígida política da empresa sobre o uso de emuladores de terceiros. Apesar da polêmica, a Nintendo tem o direito de desenvolver seus próprios emuladores. Fica a dúvida: será que isso mudará a postura da empresa em relação aos criadores de conteúdo?


O jogo mais bizarro do Nintendo Switch: Katsu Player

Se você acha que já viu de tudo, espere até conhecer Katsu Player. Este novo jogo para o Nintendo Switch desafia a lógica ao te fazer jogar… com as nádegas! Sim, você leu certo. Os jogadores devem prender o Joy-Con nas calças e balançar para atacar. Bizarro, não? Esse é um daqueles títulos japoneses que desafiam os limites do que consideramos “jogável”.


Jogos serão removidos do PlayStation Plus: Corra para jogar!

Má notícia para os jogadores de PlayStation: mais de 18 títulos serão removidos da PlayStation Plus em breve. Jogos como GTA San Andreas Definitive Edition, Red Dead Redemption 2 e Kingdom Hearts estão na lista. Se você ainda não os jogou, corra antes que seja tarde!


Tartarugas Ninja: Novo jogo promete!

E, por fim, para os fãs de Tartarugas Ninja, um novo jogo baseado no filme Mutant Mayhem está a caminho! Com uma pegada que mistura ação e comédia, e uma câmera de ombro que lembra God of War, este título promete ser uma experiência interessante. Estamos ansiosos para ver como ele se sairá no lançamento.


Essas foram as principais novidades do mundo dos games. Com tantos vazamentos, novos lançamentos e polêmicas, 2024 promete ser um ano incrível para os jogadores. Fique ligado para mais notícias e análises aqui no blog! E você, o que achou dessas novidades? Deixe seu comentário abaixo!

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Análise

Fire Emblem Fortune’s Weave: vale a pena no Nintendo Switch 2?

A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

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A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

Para quem não conhece Fire Emblem, estamos falando de um RPG tático. Você cria o seu próprio personagem, que acaba se tornando um dos escolhidos para tentar salvar um mundo que foi praticamente sucumbido pela influência do submundo.

Só que a história não fica apenas nisso.

Durante a aventura, você vai formar sua própria equipe, fazer alianças, conhecer diversos personagens e tomar decisões que podem levar a diferentes caminhos dentro da narrativa. O jogo possui muitos diálogos e ramificações, então suas escolhas acabam tendo importância durante a jornada.

E, obviamente, o grande destaque continua sendo o combate tático.

Você precisa pensar muito bem antes de cada movimento, posicionar corretamente seus personagens no campo de batalha, escolher quais unidades levar para cada confronto e aproveitar as habilidades da sua equipe da melhor maneira possível.

Visualmente, Fire Emblem Fortune’s Weave também impressiona bastante.

A nova geração do Nintendo Switch 2 fez muito bem para a franquia. O estilo de personagens humanoides com estética de anime ficou ainda mais bonito com a maior resolução e qualidade visual do console.

As cinemáticas estão muito bonitas, as animações são bem produzidas e a apresentação geral do jogo passa uma ótima primeira impressão.

É realmente um RPG muito bem acabado.

Agora, tem uma questão importante: Fire Emblem Fortune’s Weave é um jogo bastante focado no gênero tático. Então é aquela experiência que você pode amar muito ou simplesmente não conseguir entrar na proposta.

Quem gosta de estratégia, gerenciamento de equipe, batalhas por turnos, diálogos e construção de relacionamentos provavelmente vai encontrar bastante coisa para aproveitar aqui.

Por outro lado, se você prefere jogos mais rápidos e focados em ação, o ritmo pode acabar sendo um pouco mais lento.

Outro problema para nós brasileiros é que Fire Emblem Fortune’s Weave não possui tradução para português.

E isso pesa bastante porque a experiência depende de diálogos, decisões, personagens e da própria narrativa. Se você não tem problema com a barreira do idioma, consegue aproveitar tranquilamente a proposta do jogo. Mas para quem depende de português, isso pode ser um obstáculo.

Mesmo assim, para quem gosta de RPG tático e não tem problema com o idioma, Fire Emblem Fortune’s Weave é uma ótima opção para começar a explorar o gênero no Nintendo Switch 2.

O jogo tem uma apresentação impressionante, gráficos muito bonitos, excelentes animações, bastante estratégia e uma história construída em torno de escolhas, alianças e diferentes caminhos.

Se você curte Fire Emblem ou está procurando um RPG tático para jogar no Nintendo Switch 2, esse aqui definitivamente merece sua atenção.

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Games

Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

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Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Cara, vou te falar que vale pra caraca.

Onimusha: Way of the Sword representa o retorno da franquia com uma proposta moderna, mas sem abandonar aquilo que tornou a série tão marcante. O jogo coloca você novamente em uma versão do Japão feudal cheia de demônios, onde a principal ferramenta para sobreviver é uma boa espada.

E visualmente o negócio está impressionante.

Uma nova versão do Onimusha

Quem conhece os jogos antigos vai perceber rapidamente que Way of the Sword mudou bastante a estrutura da franquia.

Os primeiros Onimusha tinham uma estrutura mais próxima de Resident Evil clássico, com cenários mais fechados, câmera mais distante e uma progressão que lembrava bastante os jogos de terror da Capcom daquela época. Ao mesmo tempo, o combate já tinha uma pegada de hack and slash, embora fosse bem mais cadenciado do que algo como Devil May Cry.

Agora a situação é completamente diferente.

Way of the Sword parece ter buscado inspiração na câmera sobre o ombro dos Resident Evil modernos. Você fica muito mais próximo do personagem durante a exploração e, principalmente, durante os combates.

E aí entra a espada.

O combate é muito mais direto, com você enfrentando diversos inimigos e utilizando sua lâmina para literalmente ceifar uma quantidade absurda de demônios.

Combate, orbes e ataques especiais

Durante as batalhas, você também encontra diferentes orbes e esferas que podem ser absorvidos pelo personagem.

Esses elementos servem para carregar determinados tipos de ataques especiais e acrescentam uma camada interessante ao combate. É aquele tipo de mecânica que deixa as lutas mais dinâmicas e faz você prestar atenção no que está acontecendo ao seu redor.

Também dá para perceber algumas influências dos jogos Soulslike em determinadas situações de combate.

Não estou dizendo que Onimusha virou um Soulslike, porque não é isso. É mais uma impressão causada pela maneira como algumas lutas são construídas, pela importância de observar os inimigos e pelo ritmo de determinados confrontos.

E o sensor de movimento do Switch 2?

No Nintendo Switch 2, o jogo também possui suporte ao sensor de movimento dos Joy-Con.

E vou ser bem sincero: para mim, é uma das partes menos interessantes da experiência.

Eu entendo completamente a ideia de utilizar os movimentos para controlar a espada. É um diferencial que pode ser divertido durante alguns minutos, principalmente para quem gosta de experimentar recursos diferentes do console.

Mas depois disso, eu prefiro voltar para o controle tradicional e simplesmente apertar os botões.

A jogabilidade tradicional é muito mais confortável e, na minha opinião, combina melhor com a proposta do jogo.

Onimusha continua sabendo fazer comédia

Uma das coisas que mais gostei é que Onimusha: Way of the Sword consegue equilibrar muito bem sua atmosfera.

O jogo tem um visual extremamente sério, uma ambientação pesada e uma história envolvendo samurais, demônios e violência. Só que, em determinados momentos, aparecem aquelas situações completamente inesperadas que quebram um pouco a tensão.

E isso é muito Capcom.

A empresa tem uma tradição muito forte de colocar momentos de humor em jogos que, aparentemente, deveriam ser extremamente sérios.

Onimusha consegue fazer isso sem destruir completamente a atmosfera.

Uma história cheia de reviravoltas

Sem entrar em spoilers, a história também consegue surpreender.

Way of the Sword possui algumas reviravoltas que realmente não parecem óbvias, principalmente quando começamos a descobrir mais sobre determinados personagens.

E tem um vilão que, sinceramente, mostra mais uma vez o nível de maldade que alguns personagens da Capcom conseguem alcançar.

É aquele tipo de situação em que você olha para a tela e pensa: “Caraca, não é possível que esse cara fez isso.”

Mas essa parte fica para um outro vídeo, porque aí já entramos no território dos spoilers.

Vale os R$ 200?

Para quem estava esperando o retorno de Onimusha com um jogo novo, eu diria que sim.

Onimusha: Way of the Sword não tenta simplesmente copiar os jogos antigos. Ele pega a essência da franquia e adapta sua estrutura para uma geração mais moderna.

A câmera mudou, o combate evoluiu, a apresentação gráfica está impressionante e algumas mecânicas parecem claramente influenciadas pelas tendências modernas dos jogos de ação.

No Nintendo Switch 2, ainda existe o diferencial do sensor de movimento, embora eu particularmente prefira jogar utilizando os controles tradicionais.

Por cerca de R$ 200, para quem gosta de jogos de ação, samurais e da própria franquia Onimusha, é uma experiência que vale bastante a pena conhecer.

Agora, se você esperava uma experiência praticamente idêntica aos Onimusha clássicos, é importante saber que Way of the Sword mudou bastante a fórmula.

E talvez justamente essa mudança seja uma das coisas mais interessantes desse retorno.

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