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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game da série Super mario com Super Mario Maker 2

HISTORIA de SUPER MARIO MAKER e o CACHORRO TROLL 😱

Espero que gostem!


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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

Historia de Pokemon https://youtu.be/K7jy-p67h9o
Pokémon Lost Silver https://youtu.be/Eeo6JhPexjw
Detetive pikachu filme https://youtu.be/vAwVO9eiOgQ

Jump Force https://youtu.be/_mXIAtWaoAQ
Dragon Ball Adventure com Sonic https://youtu.be/a-TXlyxoHAc
Dragon Ball REVENGE https://youtu.be/i9m_TOYFDCI

Historia Detalrune https://youtu.be/s2ZCYTHW4oM
Bendy And the ink Machine https://youtu.be/cJASLn6Hckw

Super Mario Blue Twilight https://youtu.be/hXmkK-tw_90

Mais Sobre Super Mario Maker 2

Super Mario Maker 2 (スーパーマリオメーカー 2, Sūpā Mario Mēkā 2?) é um jogo eletrônico de plataforma e editor de mapas desenvolvido pela Nintendo Entertainment Analysis & Development e publicado pela Nintendo. É a continuação de Super Mario Maker de 2015 e foi lançado exclusivamente para Nintendo Switch em 28 de junho de 2019. A jogabilidade é bem similar a de seu antecessor, em que os jogadores criam suas próprias fases personalizadas usando elementos e objetos de vários jogos da franquia Super Mario, podendo compartilha-los online. Super Mario Maker 2 introduz um novo estilo baseado em Super Mario 3D World e muitos novos recursos, incluindo pistas e direção de rolagem automática modificável, novos inimigos, temas e itens, bem como multijogador cooperativo e competitivo.

Jogabilidade
Como seu antecessor, Super Mario Maker 2 é um jogo eletrônico de plataforma side-scroller no qual os jogadores criam seus próprios cenários usando elementos da série Super Mario e os publicam online para outros jogarem. Os jogadores podem escolher entre uma seleção de jogos anteriores da série Super Mario para basear o estilo visual e a jogabilidade de seu cenário, incluindo Super Mario Bros. (1985), Super Mario Bros. 3 (1988), Super Mario World (1990), New Super Mario Bros. U (2012) e um recém-introduzido tema do Super Mario 3D World (2013). A mecânica de jogo e os comportamentos do inimigos podem variar entre os estilos, com alguns elementos sendo limitados a estilos específicos.[1][2][3]

A sequência adiciona vários recursos e ferramentas, incluindo elementos e um tema de cenário baseado em Super Mario 3D World. Este tema é especialmente diferente dos outros quatro, com muitos recursos e mecanismos de jogabilidade exclusivos para ele.[4] Ele também introduz modos multijogador locais e on-line, incluindo uma criação cooperativa, em que até dois jogadores podem criar cenários juntos ao mesmo tempo; além de permitir que até 4 jogadores concluam fases on-line, de forma cooperativa ou competitiva.[nota 1][7] Assim como antes, os jogadores são incentivados a compartilhar seus níveis criados com outros usuários, que agora têm a opção “Boo” para os níveis que outros usuários não gostam.

Super Mario Maker 2 também apresenta uma nova campanha para um jogador conhecida como Modo Campanha. A história segue Mario ajudando a reconstruir o Castelo da Princesa Peach. Os jogadores devem percorrer mais de 100 cenários criados pela Nintendo, a fim de coletar moedas suficientes para reconstruir o castelo. Personagens não jogáveis ​​também oferecem aos jogadores tarefas extras e tarefas durante o modo.[8] As fases também podem ser jogadas através do Modo Sem Fim, substituindo o 100 Mario Challenge do jogo anterior

No lançamento, o jogo online será limitado a usuários aleatórios,[5] no entanto, uma atualização estará disponível em uma data posterior, o que adiciona a capacidade de jogar fases em conjunto com amigos online

Super Mario Maker (スーパーマリオメーカ, Sūpā Mario Mēkā?) é uma série de jogos eletrônicos de plataforma e sistemas de criação de jogos desenvolvidos pela Nintendo EAD e publicados pela Nintendo. A série é derivada da série principal Super Mario. Nos jogos da série, o jogador pode criar fases personalizadas utilizando itens e recursos de jogos anteriores, como Super Mario Bros., Super Mario Bros. 3, Super Mario World e New Super Mario Bros. U, bem como jogar fases criadas pela comunidade ou pré-instaladas, criadas pelos desenvolvedores do jogo.

A série inclui três títulos. O primeiro jogo, Super Mario Maker, foi lançado para o Wii U em 2015. Uma versão do jogo foi lançada para o Nintendo 3DS em 2016, intitulada Super Mario Maker for Nintendo 3DS. Uma sequência para o primeiro jogo, intitulada Super Mario Maker 2, tem lançamento planejado para junho de 2019.

Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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