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Ratchet & Clank Future: Tools of Destruction é o primeiro da serie futuro que criou uma saga baseada em criar outras dimensões no universo de Ratchet Clank

RATCHET & Clank TOOLS of Destruction e o REBOOT do Ratchet

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro

Edição @gabrielbarge

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Ratchet & Clank Future: Tools of Destruction (conhecido como Ratchet & Clank: Tools of Destruction na maioria dos países PAL, ou Ratchet & Clank Future) é um jogo de 2007, desenvolvido pela Insomniac Games e publicado pela Sony Computer Entertainment para playStation 3. O jogo foi lançado em 23 de outubro de 2007 na América do Norte e em 9 de novembro de 2007 na Europa. É a primeira edição do PlayStation 3 da franquia Ratchet & Clank, bem como a primeira parte da saga Para o Futuro. Foi também um dos primeiros jogos do PlayStation 3 a suportar o dualshock 3 rumble sem qualquer acessórios.

Tools of Destruction recebeu aclamação da crítica após o lançamento. Os comentários mais positivos diziam respeito à jogabilidade envolvente e divertida, enquanto a maioria das críticas era voltada para questões técnicas do jogo. O jogo foi indicado para vários prêmios de publicações de jogos e foi considerado um sucesso comercial.

No planeta Kerwan, em Metrópolis, Ratchet e Clank estão trabalhando em um hovercraft. Clank recebe um pedido de socorro do Capitão Qwark. Depois de lutar através de um exército de comandos fortemente armados, eles são confrontados pelo imperador Percival Tachyon, auto-proclamado “príncipe herdeiro dos cragmites”, que exige que Ratchet ofereça sua vida para salvar a cidade. No último segundo, a dupla passou por ele e fugiu em seu cruzador particular. Depois de experimentar um sono profundo, eles acordam para se encontrar no planeta Cobalia na galáxia Polaris. Ao saber que Tachyon já conquistou muitos planetas vizinhos, eles decidem aprender mais sobre ele. No curso de sua investigação, Clank é visitado por pequenas criaturas chamadas Zoni que só ele pode ver. O Zoni explica que Clank foi construído com um propósito especial, e fornece-lhe novas habilidades para ajudar Ratchet. A dupla eventualmente descobre uma estação espacial remota em um campo de asteroides, onde eles encontram Talwyn Apogee e seus aliados Cronk e Zephyr. Talwyn explica que seu pai, o explorador Max Apogee, era o principal especialista da galáxia em tecnologia Lombax e, portanto, pode guardar o segredo de seu desaparecimento.

Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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Análise

Escape from rever After: o “Paper Mario moderno” que tá chamando atenção

Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

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Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

Visual que mistura 2D e 3D de forma inteligente

O primeiro destaque do jogo é o visual. Todo o cenário é construído em 3D, enquanto personagens e inimigos parecem recortes em 2D, criando aquele estilo clássico que lembra papel. Isso não só dá personalidade, como também faz tudo funcionar de forma muito fluida e charmosa.

Jogabilidade com estratégia e timing

Assim como os melhores RPGs do estilo, o jogo aposta em um sistema de batalha que vai além do básico. Você utiliza parceiros durante a jornada, interage com o cenário e ainda precisa dominar o timing dos comandos. Dá para se defender de ataques e executar golpes com mais eficiência apertando o botão no momento certo, o que deixa tudo mais dinâmico e envolvente.

Sistema de parceiros que muda a experiência

Um dos pontos mais interessantes é o sistema de parceiros. Eles não estão ali só para ajudar na luta, mas também participam da exploração e da resolução de desafios. Isso impacta diretamente na forma como você avança e deixa a experiência mais variada do começo ao fim.

Curto, mas marcante

Apesar de ser um RPG relativamente curto, Escape from Ever After compensa com uma experiência bem condensada e divertida. Ele pega a base consagrada de Paper Mario e adapta para algo mais moderno, com foco em ritmo e criatividade.

Vale a pena?

Se você curte RPGs com identidade forte, mecânicas criativas e aquele toque nostálgico, esse jogo é uma ótima surpresa. Ele mostra que ainda dá para reinventar fórmulas clássicas sem perder a essência.

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