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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamosjogar a continuação da saga do Sonic exe Nighemare Bening Com Sally exe eye of three part 1 nesta análise de Sonic exe de um sonic fan game de uma saga sfg de planeta sonic exe

HISTORIA SALLY EXE EYE of THREE com TODOS OS FINAIS 😈

Espero que gostem!

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Um pouco Sobre Sonic exe e a saga Sally exe focado nas meninas

Sonic.exe é descrita como sendo uma entidade originada na não-existência. Seu nome verdadeiro é desconhecido, porém foi nomeado como conhecemos hoje. Apesar do que muitos pensam, essa entidade não é uma criação de deus ou de satan, ele é uma criação dele mesmo, essa entidade inicialmente não tinha uma forma física, só começou a tomar uma forma física quando entrou na realidade, essa entidade se interessou por sonic o ouriço e tomou uma forma semelhante a do ouriço azul, no entanto essa criatura via todo o universo e todos os seus habitantes como meros brinquedos para sua diversão, foi então que ele criou seu próprio Universo, uma versão negra do mundo de sonic o ouriço.

” EU SOU DEUS! „
A citação mais famosa do ~ Sonic.exe.
” Olá. Você quer jogar comigo? „
~ Sonic.exe para o Tails.
” Você é muito lento. Quer tentar de novo? „
~ Sonic.EXE
X, mais conhecido como Sonic.exe, é o principal antagonista titular do Creepypasta de mesmo nome e sua sequela “Sonic.exe / Round 2”, e é o principal antagonista principal da série. Sonic.exe é uma entidade baseada em energia interdimensional que possui um CD-ROM do Sonic the Hedgehog original, assumindo a forma do personagem principal titular. Em seguida, ele prossegue para “matar” os personagens do jogo antes de atacar e remover a alma / matar a pessoa que está jogando.

Sonic.exe foi criado por J.C. o Hyena, que foi inspirado pelos trabalhos de H.P. Lovecraft e Stephen King.

PERSONALIDADE
“Esse Sonic era um monstro, um monstro do mal puro, sádico, todo-poderoso, de pesadelo, demente … E todas as suas vítimas, incluindo Tails, Knuckles, Robotnik e possivelmente Kyle, são apenas seus brinquedinhos, e o jogo é o próprio portal para o seu mundo caótico e apavorante e para o inferno em que suas vítimas estão presas.
~ Tom descrevendo Sonic.exe

Ao contrário do Sonic real, que é um salvador heróico e inimigo do mal, o Sonic.exe é exatamente o oposto. Sendo uma entidade do mal que apenas assumiu a forma de Sonic no jogo, o Sonic.exe é um sociopata cruel, sádico, vicioso e manipulador, que prefere torturar mentalmente os seus oponentes antes de os matar. Ele também é mostrado para ser um indivíduo altamente arrogante e narcisista, alegando em várias ocasiões que ele é um deus, o que não é uma afirmação muito forçada como dentro de seu próprio reino, ele é onipotente.

Sonic.exe é mostrado para ficar irritado e hostil com muita facilidade, e despreza aqueles que guardam rancor contra Sonic the Hedgehog. Apesar de Exe não querer matar suas vítimas, isso torna seus motivos ainda mais caóticos e insanos, enquanto Exe tira a alma de sua vítima e molda-os na forma de seu personagem Sonic favorito para que eles possam servi-lo em sua dimensão como seus escravos. para toda a eternidade.

Exe até mesmo afirma que ele tem uma personalidade muito monstruosa e psicótica, mostrando como ele é o mal encarnado, sem dúvida.

ORIGEM FICCIONAL
Antes de suas origens serem semi-reveladas em Sonic.exe / Round 2, havia muita especulação sobre quem era o Sonic.exe, com sugestões comuns sendo um demônio possuindo o corpo de Sonic, o próprio Sonic corrompido por uma influência sombria, um computador vírus que podem se tornar tangíveis no mundo real por um curto período de tempo, Zalgo disfarçado de Sonic, uma versão alternativa de Sonic de outra dimensão, Mephiles the Dark, um robô novo e realista construído pelo Dr. Eggman, ou um imitador demoníaco de Sonic (este último foi seu backstory na seqüência oficial, onde também foi revelado que seu verdadeiro nome era X). X é um mestre manipulador, já que ele foi capaz de manipular tanto Kyle quanto Tom para jogar o jogo, além de ser o líder do Cult of X, apontando para ele ser bastante carismático também. No entanto, ele pode usar a forma real do Sonic sempre que ele se sentir assim como a sequência não oficial “Sally.exe”, onde o Sonic.exe é capaz de se passar por Sonic e levar Amy até a morte dela.

Games

Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 é uma prova que de Tudo que é bom tem um custo

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

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Eu joguei Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 e já vou direto ao ponto: depende muito do seu perfil como jogador.

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

O problema começa quando olhamos para o preço.

Ele custa o mesmo que um novo Zelda. E aí a comparação pesa.

Se eu fosse montar uma escala de prioridade dentro do universo Nintendo, ficaria mais ou menos assim: primeiro um Mario Kart, depois um jogo principal do Mario em plataforma ou até mesmo Donkey Kong Bananza. Só depois eu colocaria um Mario Tennis como terceira opção de compra.

Isso não significa que o jogo é ruim. Muito pelo contrário.

O modo online funciona bem e é um dos grandes pontos positivos. As partidas são estáveis e competitivas, o que aumenta bastante a vida útil do game. Além disso, o sistema de gameplay vai além do simples tênis. Não é só escolher um personagem com atributos diferentes. Você também pode usar raquetes com poderes especiais que lançam fogo, gelo, aplicam efeitos no adversário ou até criam clones seus na quadra. Algumas habilidades são até apelonas, mas deixam tudo mais dinâmico e divertido.

Você pode jogar tanto no controle tradicional quanto usando sensor de movimento, o que ajuda a variar a experiência.

Já o modo história é o ponto mais fraco. Ele tem boas animações, mas é bem cru. Grande parte da experiência é baseada em diálogos com personagens parados e funciona quase como um grande tutorial estendido. Não é algo que vá te prender por muitas horas.

No fim das contas, não acho que seja um arrependimento de compra. É um jogo divertido, competente e funciona muito bem no que se propõe. Mas é aquele tipo de título que faz você parar e pensar: será que eu prefiro investir esse valor nele ou em um Zelda pelo mesmo preço?

Se você ama jogos esportivos arcade e quer algo competitivo para jogar online, pode valer a pena. Se você está buscando uma experiência mais robusta e épica para o seu Nintendo Switch 2, talvez seja melhor repensar a prioridade.

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Análise

My Hero Academia ao Justice depois do hype ainda é um bom jogo? Vale o seu dinheiro?

Se você está pensando em pegar My Hero Academia: One’s Justice depois que o hype já passou, a pergunta é simples: ele ainda vale a pena hoje?

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Se você está pensando em pegar My Hero Academia: One’s Justice depois que o hype já passou, a pergunta é simples: ele ainda vale a pena hoje?

Vou te falar exatamente o que eu achei.

Multiplayer é o grande destaque

Esse jogo funciona muito bem como multiplayer versus.
Ele segue aquele estilo clássico de lutinha 3D arena que lembra bastante os jogos de:

  • Naruto: Ultimate Ninja Storm

Ou seja, arenas abertas, movimentação livre, combos simples de aprender e especiais cinematográficos.

Se a sua ideia é chamar um amigo para jogar versus no sofá ou online, ele cumpre bem o papel. É divertido, rápido e direto ao ponto.

E o modo história?

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Aqui ele surpreende um pouco.

O modo história até tenta ser mais interessante, trazendo:

  • Uma exploração em pseudo mundo aberto
  • Pequenas missões paralelas
  • Lutas específicas dos arcos finais

Mas vamos ser sinceros.
A exploração não aprofunda muito a experiência. Normalmente você vai:

  • Encontrar um objeto
  • Entregar algo para outro personagem
  • Fazer uma luta

Nada que realmente transforme o jogo.

Ele funciona melhor quando é direto e foca nas batalhas principais dos arcos mais recentes de My Hero Academia.

Elenco gigante, mas limitado

O jogo tem um grupo enorme de personagens, o que é excelente para fãs.

Porém, a maioria deles brilha mesmo no:

  • Modo Arcade
  • Modo Versus

No modo história, o uso é mais limitado.

E aí entra um ponto importante.

Parece mais uma atualização do que um novo jogo

Se você já jogou My Hero One’s Justice 2, vai perceber algo.

Você está basicamente jogando a mesma base.

As mudanças são:

  • Melhorias pontuais
  • Ajustes de gameplay
  • Elenco expandido

Mas quase nada aqui parece uma grande revolução.

Ele dá aquela sensação de que poderia ser um upgrade ou expansão.

É um jogo de nicho, feito com orçamento de nicho.

Falta de localização pesa

Minha maior crítica é simples.

Ele não tem tradução para português.

Sendo um jogo publicado pela Bandai Namco Entertainment, que já trouxe jogos de Naruto até com dublagem, era totalmente possível ao menos colocar legendas em português.

Isso pesa, principalmente para quem não domina inglês.

Então vale o dinheiro?

Depende do seu perfil.

Vale a pena se:

  • Você é muito fã de My Hero
  • Quer um jogo divertido para jogar versus
  • Não liga para inovação

Talvez não valha se:

  • Você já jogou bastante o anterior
  • Espera algo revolucionário
  • Quer uma experiência single player profunda

@eurkplay

My hero academia all justice não tem legenda mas é bom jogo #rkplay #myheroacademia #alljustice

♬ som original – Rk play

Depois do hype, My Hero Academia: One’s Justice continua sendo um bom jogo de luta de anime, mas nada além disso.

Ele não é ruim.
Ele não é incrível.
Ele é exatamente o que promete ser.

Um jogo divertido para fãs e só.

Se estiver em promoção, vale muito mais a pena.

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