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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do sonic exe no multiverso de j

HISTORIA SONIC EXE no multiverso do MEGAMAN X e CRASH 😈

Espero que gostem!!

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EPISODIOS SONIC EXE

Playlist

Sonic.exe Dark souls 1 https://youtu.be/G6Z64QYwMY0

Sonic.exe O inicio https://youtu.be/7c2RHmUeprs
Sonic.exe 2 , o retorno https://youtu.be/xwdIZsHlZnc

Sonic Fear https://youtu.be/UzaucXiLJOk
Sonic Fear 2 https://youtu.be/ZbDhbl0BHKg

Sunky the game https://youtu.be/vOd4W5m_4Bc
SUnky 2 a volta do ouriço zueiro https://youtu.be/Vs69PW7gfeo

Sally.exe https://youtu.be/Mqt3zgb7LMo

HISTORIA DE SONIC

Playlist

Historia de Sonic 1 https://youtu.be/GzL9-XRMHwI
Historia de Sonic CD https://youtu.be/52ff02U8tnw

Sonic COLORS https://youtu.be/BqPqrhNcL3Y
SONIC GENERATIONS 3ds https://youtu.be/25fivCNADXg
Sonic Lost world https://youtu.be/jnjiWVZm-RU

Sonic.exe é descrita como sendo uma entidade originada na não-existência. Seu nome verdadeiro é desconhecido, porém foi nomeado como conhecemos hoje. Apesar do que muitos pensam, essa entidade não é uma criação de deus ou de satan, ele é uma criação dele mesmo, essa entidade inicialmente não tinha uma forma física, só começou a tomar uma forma física quando entrou na realidade, essa entidade se interessou por sonic o ouriço e tomou uma forma semelhante a do ouriço azul, no entanto essa criatura via todo o universo e todos os seus habitantes como meros brinquedos para sua diversão, foi então que ele criou seu próprio Universo, uma versão negra do mundo de sonic o ouriço.

Você provavelmente já jogou algum game do Sonic pelo menos uma vez na vida, não é verdade? Mas tem um jogo do ouriço que você nunca jogou, e provavelmente jamais vai querer jogar: conheça a história de SONIC.EXE, o game demoníaco do mascote da Sega! Tom estava em sua casa jogando tranquilamente o (famigerado) game Sonic Unleashed quando,ao olhar pela janela, reparou que o carteiro havia acabado de deixar as correspondências em sua caixa de correio. Ele então pausou o game e foi apanhar as correspondências.

Ao abrir sua caixa de correio, viu que o carteiro havia deixado apenas uma caixinha de CD e uma carta. Pela letra, Tom reconheceu que a carta era de seu amigo Kyle, de quem Tom não tinha notícias há duas semanas. Em letras estranhas, como se estivesse com dificuldades para escrever, Kyle dizia: “Tom, Eu não posso mais ficar com isso, eu tinha que me livrar disso de alguma forma antes que fosse tarde demais, e eu esperava que você pudesse fazer isso por mim. Eu não consigo fazer isso, ele está atrás de mim, e se você não destruir este CD, ele irá atrás de você também, ele é rápido demais para mim… Por favor Tom, destrua este disco antes que ele venha atrás de você também… é tarde demais para mim. Destrua o disco, e você o destruirá, mas faça isso rápido ou ele irá pegar você. E nem mesmo jogue este game, é isso o que ele quer. Apenas destrua-o. Por favor… Kyle.” Tom estranhou a carta de seu melhor amigo, sumido há duas semanas, mas levianamente ignorou os avisos do game.

Devia ser algum tipo de pegadinha, afinal. O que um simples game poderia fazer de mal a ele? Era apenas um game e nada mais! O menino “presenteado” teria rodado o game e se deparado com três arquivos de Save no menu principal (aquele macabro já descrito). Abri-los levava o jogador a uma fase de “esconde-esconde”, na qual o garoto tinha que ajudar os personagens a fugir do Sonic demoníaco. A experiência acaba sempre em frustração, o que fez com que Tom deixasse o jogo de lado – mesmo com o jogo ainda tentando puxá-lo para dentro do mundo “virtual”. Não se sabe que fim o rapaz leva na história, e mesmo o jogo é dado como desaparecido.

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Games

Review | Splatoon Raiders muda a fórmula da franquia e aposta em uma grande campanha single player

A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

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A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

A aventura leva o jogador para ilhas inéditas e diferentes ambientes para explorar. Durante a campanha é possível encontrar novas armas, aprimorar os equipamentos com upgrades e completar diversas missões que variam bastante em estrutura. Algumas colocam o jogador contra grandes hordas de inimigos em áreas abertas, enquanto outras acontecem em regiões subterrâneas repletas de desafios, incluindo inimigos mais poderosos e torres que precisam ser destruídas dentro de um limite de tempo para que a missão seja concluída.

Apesar do foco na experiência solo, o multiplayer continua presente. Você pode chamar amigos para participar das missões ou entrar nas salas de outros jogadores para completar sessões cooperativas e conquistar recompensas adicionais, aumentando ainda mais a longevidade da aventura.

O mais interessante é que toda essa estrutura faz o jogo parecer uma porta de entrada para novos jogadores. Para quem conhece apenas os Splatoon tradicionais, a sensação é de que a campanha original da série acabou se transformando em um enorme tutorial perto do que Splatoon Raiders oferece. A exploração é maior, o sistema de progressão é mais profundo e a experiência consegue agradar tanto quem gosta do competitivo quanto quem sempre quis aproveitar o universo de Splatoon de uma forma mais focada na aventura.

Outro ponto que chama atenção é a evolução da progressão do personagem. Em vez de apenas cumprir objetivos lineares, o jogador é constantemente incentivado a explorar cada canto do mapa em busca de recursos, melhorias e novos equipamentos. Isso faz com que a campanha tenha um ritmo bem diferente dos jogos anteriores da franquia, oferecendo uma sensação de descoberta que lembra outros títulos de aventura e sobrevivência.

Ainda existem desafios opcionais espalhados pelas ilhas, incentivando a revisitar áreas já exploradas depois de desbloquear novas habilidades ou armas mais poderosas. Essa liberdade torna a experiência muito mais variada e aumenta bastante o tempo de jogo para quem gosta de completar tudo. Mesmo mantendo a identidade visual colorida e o sistema de combate baseado em tinta, Splatoon Raiders mostra que a Nintendo está disposta a experimentar novas ideias sem abandonar a essência da série. Se essa direção continuar nos próximos jogos, a franquia pode conquistar um público muito maior do que apenas os fãs das partidas online.

Além disso, a estrutura das missões evita que a campanha fique repetitiva. Existem objetivos de combate, exploração, coleta de recursos, defesa de áreas e confrontos contra chefes que exigem estratégias diferentes. Como cada arma possui características próprias, o jogador acaba sendo incentivado a testar novos estilos de jogo em vez de utilizar sempre o mesmo equipamento do início ao fim.

Outro destaque é que a campanha consegue explicar naturalmente diversas mecânicas tradicionais de Splatoon. Quem nunca jogou um título da série aprende como utilizar a tinta para se locomover, alcançar áreas escondidas, escapar de ataques e obter vantagem durante os combates. Tudo isso acontece de forma integrada à aventura, sem depender de longos tutoriais ou explicações excessivas.

Essa mudança também pode representar um passo importante para o futuro da franquia. Durante muitos anos, Splatoon foi visto principalmente como um jogo competitivo, mas Splatoon Raiders mostra que existe espaço para expandir esse universo com uma campanha mais ambiciosa e cheia de conteúdo. Caso a recepção dos jogadores seja positiva, é bem possível que a Nintendo continue investindo nesse formato e transforme o modo história em um dos pilares da série daqui para frente.

No fim das contas, fica a sensação de que Splatoon Raiders funciona como um grande laboratório para o futuro da franquia. A Nintendo parece estar testando novas mecânicas, um mundo mais aberto, sistemas de progressão e uma campanha muito mais ambiciosa para entender como os jogadores vão reagir. Se a recepção for positiva, é bem possível que muitas dessas ideias sejam levadas para um futuro Splatoon 4.

Afinal, a série já mostrou que consegue sustentar um multiplayer extremamente forte. Agora, a grande oportunidade é transformar o modo história em algo tão importante quanto as partidas online. Caso isso aconteça, Splatoon 4 pode se tornar o jogo mais completo da franquia, unindo uma campanha profunda, exploração, evolução de equipamentos e o competitivo que já conquistou milhões de jogadores ao redor do mundo. Splatoon Raiders pode até parecer um spin-off, mas também pode representar o primeiro passo para a maior evolução que a série já teve.

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Análise

REVIEW | R-Type Dimensions 3 chega para resgatar um dos maiores clássicos dos jogos de navinha

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

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Os jogos de nave podem não dominar mais o mercado como antigamente, mas houve uma época em que esse gênero era um dos mais populares dos videogames. Pensando justamente em resgatar essa nostalgia, R-Type Dimensions chega como uma versão remasterizada de um dos maiores clássicos da franquia.

O grande destaque do jogo é a possibilidade de alternar, a qualquer momento, entre os gráficos originais e uma versão totalmente refeita em 3D. Basta apertar um botão para comparar como era o visual clássico e como ele ficou com a nova apresentação, trazendo um efeito bem interessante para quem gosta de revisitar títulos antigos.

Mesmo sendo um remaster, R-Type Dimensions mantém toda a essência da série. O jogador controla uma nave que avança automaticamente pelos cenários enquanto enfrenta ondas de inimigos, coleta novos poderes e precisa desviar de uma enorme quantidade de projéteis e obstáculos.

A franquia R-Type é considerada uma das mais importantes da história dos shoot ’em ups, ajudando a popularizar o gênero durante décadas. Para quem já conhece esse estilo de jogo, a experiência continua extremamente competente e divertida.

Outro ponto positivo é a presença do modo multiplayer, um recurso cada vez mais raro em lançamentos atuais e que torna a experiência ainda mais interessante para quem deseja jogar com um amigo.

As fases continuam sendo um dos grandes atrativos. Em determinados momentos, o cenário inteiro trabalha contra o jogador. Há trechos em que gotas de ácido caem do teto, abrindo lentamente passagens que antes estavam bloqueadas, enquanto outras fases exigem atenção constante ao ambiente, já que o perigo não vem apenas dos inimigos, mas também dos próprios elementos do cenário.

Apesar de manter um nível de desafio elevado, R-Type Dimensions não chega a ser frustrante. Como um lançamento moderno, o jogo conta com continues e sistemas de salvamento, tornando a experiência muito mais acessível do que nos arcades da época.

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

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