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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos entro no jogo de streets of rage 4 com sua versao nova que continua exatamente o original com novos personagens em uma historia que se passa 10 anos depois do original

HISTORIA Streets of RAGE 4 e seus SEGREDOS ESCONDIDOS

Espero que gostem!


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Mais sobre Streets of rage 4

Streets of Rage 4 é um jogo eletrônico no estilo briga de rua (beat ’em up) desenvolvido por Lizardcube e Guard Crush Games, como a quarta edição da série Streets of Rage, publicado pela DotEmu em associação com a empresa Sega Games, e a sequência de Streets of Rage 3 (1994), do videogame MegaDrive. Foi anunciado em agosto de 2018 e lançado em 30 de abril de 2020 para Microsoft Windows, Nintendo Switch, PlayStation 4 e Xbox One. O título está traduzido para o português

Jogo
Continuando com o estilo da jogabilidade de lançamentos anteriores, Streets of Rage 4 é um beat ’em-up de rolagem lateral no qual os jogadores lutam contra ondas de inimigos usando uma série de ataques e movimentos especiais. A novidade da fórmula de jogo é a capacidade de recuperar a saúde gasta usando um ataque especial, executando sucessivos ataques de acompanhamento. Os jogadores também são capazes de manipular os adversários uns contra os outros e paredes para combos estendidos.[3][4] É possível coletar estrelas, permitindo que os jogadores realizem super movimentos poderosos.[5] Os recursos desbloqueáveis ​​incluem personagens de jogos anteriores, apresentados em estilo de 16 bits, e faixas de música retrô de Streets of Rage e Streets of Rage 2.

Online e multijogador
O jogo também conta com multiplayer online para dois jogadores e multiplayer local para até quatro jogadores, pela primeira vez na série, além de um Modo de Batalha competitivo

Enredo
O jogo se passa 10 anos após os eventos de Streets of Rage 3, com os personagens recorrentes Axel Stone, Blaze Fielding e Adam Hunter,[8][9] ao lado de dois novos personagens, a filha de Adam, Cherry, e um aprendiz musculoso, melhorado ciberneticamente, do Dr. Gilbert Zan, chamado Floyd Iraia

Personagens
Dos personagens recorrentes da série, apenas Axel Stone, Blaze Fielding e Adam Hunter foram confirmados como personagens que retornam no novo título da série.

Foram apresentado novos personagens.

Cherry Hunter: Cherry é filha de Adam Hunter, um dos protagonistas de Streets of Rage, ela foi treinada pelo pai, é especialista em autodefesa e usa uma guitarra para ajudar nos seus ataques e combos.[7][11]

Floyd Iraia: Floyd é um personagem grande e musculoso, que possui braços mecânicos (inspirado no Jax Briggs de Mortal Kombat) e é um aprendiz do Dr. Gilbert Zan

Desenvolvimento
Rumores de um quarto título da série Streets of Rage estar em desenvolvimento desde a década de 1990.[12] Após o sucesso de Wonder Boy: The Dragon’s Trap, um remake lançado em 2017 de Wonder Boy III: The Dragon’s Trap de 1989, o publicadora DotEmu e a desenvolvedora Lizardcube se aproximaram da Sega para criar uma sequência da série Streets of Rage. A Sega concordou e a produção do jogo começou no início de 2018, com o jogo anunciado em 27 de agosto de 2018. O jogo está sendo co-desenvolvido pela Guard Crush Games, usando um motor modificado do seu jogo Streets of Fury.[13] A trilha sonora será composta pelos compositores originais da série Yuzo Koshiro e Motohiro Kawashima, junto com Yoko Shimomura, Hideki Naganuma e Keiji Yamagish

Streets of Rage 4 traz todos os personagens principais dos jogos anteriores em pixel art, para que o jogador possa experimentar um equilíbrio entre novidade e nostalgia.

Abaixo, você confere um vídeo do IGN em que versões retrô de Axel, Blaze e Max saem pelas ruas destruindo todos os inimigos que vêem pela frente, no maior estilo anos 1990.

Games

GTA 6 pode piorar os videogames para sempre e nem todo mundo percebeu isso

O primeiro grande impacto está no preço. No Brasil, o jogo chega custando R$ 449 na edição padrão e R$ 550 na versão Ultimate. Apesar de já existirem outros jogos nessa faixa de preço, GTA 6 tem um peso completamente diferente. O sucesso gigantesco do jogo pode fazer com que esse valor passe a ser visto como normal por toda a indústria, incentivando outras empresas a seguirem exatamente o mesmo caminho.

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O GTA 6 é, sem dúvida, o jogo mais aguardado da geração. Milhões de jogadores contam os dias para finalmente colocar as mãos no novo título da Rockstar. O problema é que, por trás de toda essa expectativa, existe uma mudança de mercado que pode deixar os videogames muito piores nos próximos anos.

https://youtu.be/MHJ3FcN9v3M

O primeiro grande impacto está no preço. No Brasil, o jogo chega custando R$ 449 na edição padrão e R$ 550 na versão Ultimate. Apesar de já existirem outros jogos nessa faixa de preço, GTA 6 tem um peso completamente diferente. O sucesso gigantesco do jogo pode fazer com que esse valor passe a ser visto como normal por toda a indústria, incentivando outras empresas a seguirem exatamente o mesmo caminho.

Outro ponto preocupante é a quantidade de conteúdo preso às edições mais caras. Personalizações, roupas, veículos e outros extras ficam restritos à versão Ultimate, criando uma divisão entre quem compra a edição básica e quem paga ainda mais caro. Essa estratégia pode acabar se tornando um novo padrão para grandes lançamentos.

Também existe uma preocupação em relação ao futuro do próprio jogo. Assim como aconteceu com GTA V, a versão lançada agora dificilmente será a definitiva. Com uma nova geração de consoles cada vez mais próxima, existe a possibilidade de o título ganhar versões aprimoradas para futuros videogames, levando muitos jogadores a comprar o mesmo jogo novamente.

A mídia física também entra nessa discussão. O lançamento de GTA 6 reforça uma tendência cada vez maior de priorizar a distribuição digital. O grande problema é que, quando os jogos ficam exclusivamente nas lojas digitais, desaparecem vantagens importantes para o consumidor, como promoções em varejistas, compra de jogos usados e possibilidade de revenda. Em muitos casos, a versão física acaba sendo mais barata que a digital justamente por causa da concorrência entre as lojas.

Essa mudança afeta diretamente o mercado brasileiro. Muitas lojas especializadas sobrevivem graças à compra e venda de jogos usados, permitindo que jogadores adquiram títulos por preços muito menores. Com o avanço do formato digital, esse mercado tende a diminuir cada vez mais, reduzindo as opções para quem busca economizar.

O impacto não para por aí. Se GTA 6 vender milhões de cópias custando esse valor, outras empresas podem enxergar isso como uma confirmação de que o público aceita pagar cada vez mais caro pelos lançamentos. O resultado pode ser uma nova geração de jogos custando valores ainda maiores, com menos opções para o consumidor e uma dependência cada vez maior das lojas digitais oficiais.

No fim das contas, GTA 6 provavelmente será um excelente jogo. A preocupação não é com sua qualidade, mas com o efeito que seu enorme sucesso pode provocar em toda a indústria. Preços mais altos, menos mídia física, mais conteúdo bloqueado por edições especiais e um mercado cada vez mais controlado pelas grandes empresas podem ser apenas o começo de uma transformação que afetará todos os jogadores.

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Análise

Echoes of Aincrad nao é um jogo ruim, mas or que eu não gostei do novo jogo de Sword Art Online

Echoes of Aincrad é divertido, mas limitado. Ele tinha potencial para ser o melhor jogo da franquia e acabou se tornando apenas mais uma boa ideia que não foi totalmente aproveitada.

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A franquia Sword Art Online sempre despertou a imaginação dos fãs com a ideia de explorar Aincrad andar por andar, enfrentando monstros, derrotando chefes e evoluindo ao lado de outros jogadores. Por isso, quando Echoes of Aincrad foi anunciado, a expectativa era enorme. A proposta parecia ser justamente entregar essa experiência.

Infelizmente, depois de jogar, saí com uma sensação de decepção.

Uma premissa que tinha tudo para dar certo

Logo no início você cria o seu próprio personagem e começa a explorar Aincrad. A história se passa durante os acontecimentos da primeira temporada do anime, mas segue um caminho próprio.

Enquanto explora o mapa, é possível conversar com diversos NPCs, recrutá-los para o grupo e descobrir novas informações sobre o mundo. Alguns personagens chegam a mencionar Kirito e outros rostos conhecidos da série, ajudando a situar em qual momento da história o jogo acontece.

Essa liberdade de criar seu próprio aventureiro e viver uma narrativa paralela é uma ideia muito interessante.

O maior problema: só existem dois andares

Foi justamente aqui que minha empolgação acabou.

Quando pensamos em Aincrad, imaginamos um castelo com cem andares, cada um trazendo novos desafios, inimigos e chefes. Só que Echoes of Aincrad limita toda essa experiência a apenas dois andares.

Dois.

É difícil não sentir que o jogo ficou incompleto. A sensação é de que existe muito potencial desperdiçado, principalmente porque a proposta inicial parecia ser justamente explorar esse universo de forma mais ampla.

A jogabilidade é o grande destaque

Apesar das críticas, preciso admitir que a jogabilidade me surpreendeu bastante.

A Bandai Namco utilizou uma estrutura que lembra vários elementos dos jogos do gênero Souls.

Você pode esquivar com rolamentos, alternar entre ataques leves e pesados para criar combos, enfrentar chefes gigantes e aprender os padrões dos inimigos para sobreviver.

Tudo isso acontece com o estilo característico dos jogos de anime, incluindo habilidades especiais, ataques chamativos e um combate muito mais acelerado.

Na prática, jogar é divertido.

Um jogo que poderia ter sido muito maior

O problema é que, enquanto a jogabilidade acerta, o conteúdo deixa a desejar.

É impossível não pensar no quanto esse projeto poderia ter evoluído se explorasse mais andares, mais regiões e uma campanha mais longa.

A impressão é que estamos diante de uma excelente base que simplesmente termina cedo demais.

Vale a pena?

Eu não diria que Echoes of Aincrad é um jogo ruim.

Muito pelo contrário. O combate é divertido, a ambientação é fiel ao universo de Sword Art Online e existem boas ideias espalhadas pela aventura.

O grande problema é que ele entrega muito menos do que promete.

Se você é fã do anime, provavelmente vai gostar de revisitar Aincrad e descobrir essa nova história. Mas, para quem esperava finalmente viver a experiência definitiva de Sword Art Online em um videogame, a sensação será de que ainda estamos esperando esse jogo existir.

Minha conclusão: Echoes of Aincrad é divertido, mas limitado. Ele tinha potencial para ser o melhor jogo da franquia e acabou se tornando apenas mais uma boa ideia que não foi totalmente aproveitada.

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