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Mega drive foi o console que joguei muito na infancia, junto do primeiro playstation e master system, mas posso dizer com toda certeza que esse mega drive mini é muito divertido de jogar e lembrar dos jogos classicos 16 bits

INCRIVEL MEGA DRIVE MINI com 42 JOGOS que NINGUEM LIGA 😯

Espero que gostem!


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Playlist de Consoles e COLEÇÃO de JOGOS

Mega Drive (メガドライブ Mega Doraibu?), conhecido como Sega Genesis na América do Norte, é um console de video game de 16 bits da Sega que concorria diretamente com o Super Nintendo Entertainment System. O console fez grande sucesso na década de 1990, perdendo espaço após o surgimento e popularização da nova geração de consoles de 32 bits, como o PlayStation da Sony.

Dentre os jogos de maior sucesso desse sistema está a série Sonic the Hedgehog, a aventura de um veloz ouriço azul para salvar os animais de seu planeta. O jogo foi criado com o objetivo de mostrar a capacidade do console de processar informações rapidamente, e ainda cativar o público jovem, criando assim a Sega seu próprio mascote e maior símbolo. A velocidade do jogo tinha por objetivo mostrar a superioridade do processador do Mega Drive em relação ao console de 16 bits da Nintendo.

No Brasil, o Mega Drive ainda é produzido pela Tectoy, com novas versões. No exterior, de 2006 até o momento, 3 novos jogos para o console foram produzidos, sendo o mais famoso dentre eles o Pier Solar and the Great Architects.

O Mini tem metade do tamanho do console de videogame Sega Genesis original. Dentro da unidade está um SOC ZUIKI Z7213 [4] baseado em ARM e 512 MB de memória flash. [1] Inclui um ou dois (dependendo das opções de pacote da região) controladores de réplica de tamanho real que se conectam por USB, portanto, os controladores originais são incompatíveis, [5] um cabo de alimentação USB para Micro-B (adaptador CA USB na América do Norte) e um cabo de vídeo HDMI. [1] Existem lançamentos separados para a América do Norte, Europa, Ásia e Japão, já que o Mini reproduz o decalque original do console e as variações de cor nessas regiões. [1] [6] A Coreia é uma pequena exceção, já que o Mega Drive não foi lançado lá pela Sega, mas pela Samsung como o “Super Gam * Boy” e mais tarde “Super Aladdin Boy”; nenhum desses nomes ou marcas aparecem na versão coreana do Mega Drive Mini. [7]

Os Minis norte-americanos e europeus incluem controladores de três botões, enquanto os controladores japoneses têm seis botões. [5] Controladores de seis botões oficialmente licenciados feitos especificamente para o Mini também são vendidos separadamente na América do Norte e na Europa. [8] Acessórios de modelo oficial de um Mega-CD em miniatura, um Super 32X em miniatura, um cartucho Genesis lock-on Sonic & Knuckles em miniatura e um cartucho Mega Drive padrão em miniatura Sonic the Hedgehog também são vendidos separadamente no Japão. [9] Réplicas em miniatura do Sega CD e Sega 32X também foram fabricadas, mas apenas distribuídas para membros selecionados da mídia

Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Análise

Quem deve comprar a nova versão de Sonic Frontiers para Nintendo Switch 2?

A chegada de Sonic Frontiers: Definitive Edition ao Nintendo Switch 2 finalmente entrega uma versão que faz justiça ao jogo da SEGA. Mas a grande pergunta é: vale a pena comprar essa edição?

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A chegada de Sonic Frontiers: Definitive Edition ao Nintendo Switch 2 finalmente entrega uma versão que faz justiça ao jogo da SEGA. Mas a grande pergunta é: vale a pena comprar essa edição?

A resposta depende de quem você é.

O mesmo jogo, mas muito melhor tecnicamente

Se você nunca jogou Sonic Frontiers, essa é facilmente uma das melhores formas de conhecer a aventura. O conteúdo continua exatamente o mesmo.

Você vai explorar enormes ilhas em mundo aberto, descobrir os mistérios de uma antiga civilização, reunir as Esmeraldas do Caos, resolver puzzles, enfrentar Titãs gigantescos e participar de atividades paralelas, incluindo a famosa pescaria que acabou se tornando um dos momentos mais divertidos do jogo.

A estrutura da aventura permanece idêntica. O grande destaque desta edição está na parte técnica.

A diferença gráfica é enorme

A versão de Switch 2 apresenta uma evolução visual muito clara.

Os ambientes contam com texturas de maior qualidade, a distância de visão foi ampliada e os cenários passam uma sensação muito maior de profundidade. O resultado é um mundo muito mais bonito e agradável de explorar.

Quem jogou no Switch original percebe a diferença logo nos primeiros minutos.

O modo desempenho é a melhor escolha

O Switch 2 oferece dois modos gráficos.

O primeiro é o Modo Desempenho, que roda o jogo a 60 FPS e transforma completamente a experiência. Sonic é um personagem que depende muito da sensação de velocidade, e a fluidez faz toda a diferença.

Já o Modo Qualidade prioriza os gráficos, mas mantém o jogo limitado a 30 FPS. Apesar da imagem um pouco mais bonita, a perda de fluidez acaba prejudicando a experiência, principalmente em um jogo tão rápido.

Na prática, o Modo Desempenho é a melhor opção.

Ainda não é perfeito

Mesmo com todas as melhorias, ainda existem algumas limitações.

O pop-in de vegetação continua aparecendo em alguns momentos, especialmente na primeira ilha. Conforme a aventura avança, esse problema diminui bastante, principalmente nas áreas desérticas e em cenários mais abertos.

Mesmo assim, o resultado final fica muito mais próximo das versões de PlayStation 5 e Xbox Series do que da antiga versão de Switch.

Quem já tem a versão de Switch 1 deve comprar de novo?

Aqui está a maior crítica.

Infelizmente, esta edição é exclusiva do Nintendo Switch 2 e não existe um upgrade pago para quem já comprou o jogo no Switch original.

Curiosamente, existe até a opção de importar o save da versão anterior, o que mostra que um sistema de upgrade faria bastante sentido.

É uma decisão difícil de entender e certamente poderia ter sido mais amigável para quem já apoiou o jogo na geração passada.

Vale a pena?

Se você acabou de comprar um Nintendo Switch 2 e está procurando jogos além dos grandes lançamentos da Nintendo, Sonic Frontiers é uma excelente escolha.

Muita gente acabou ignorando o jogo por causa do período em que o console foi lançado, mas ele continua sendo uma das aventuras mais diferentes da franquia.

Para quem nunca jogou, a recomendação é simples: vá direto na versão de Switch 2.

Por via de Interesse na compra, aqui esta diposnivel.

MERCADO LIVRE

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Ela entrega gráficos muito melhores, desempenho excelente em 60 FPS e oferece, sem dúvida, a melhor experiência possível para quem deseja jogar Sonic Frontiers em um console da Nintendo.

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