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Bem, sim, isso é um fangame de Pokemon de RPG Maker e se você espera um RPG de turno não é isso que vai achar e sim um jogo de ação muito interessante.
O que eu digo de ação é algo parecido com The Legend of Zelda de famicom no começo, porém só em questão de enfrentar inimigos… ou pokemons. Sim, são pokemons que você enfrenta. Você inicialmente luta usando o seu guarda-chuva como arma que lembra a espada do Link. Mas depois você ganha uma arma que faz todo o trabalho.
Bem se ainda não consegue imaginar direito como funciona a jogabilidade veja o vídeo que vou colocar em algum lugar da postagem. Achei ótimo foi de como o criador conseguiu colocar tudo isso no RPG Maker 2000 onde os recursos são mais limitado
Os gráficos são extremamente inspirados no Pokemon Red, Blue e Green, claro que não posso dizer exatamente os mesmos, mas o que tem de diferente você mal percebe. Portanto não tenho muito do que dizer sobre eles.
Só que tem uma coisa que não ficou nada bom… A fonte usada no jogo. Se você for ler tudo o que tiver de ler sua visão vai cansar de verdade. A fonte não combinou com o jogo e mesmo assim é muito difícil de ser ler. Ou seja, isso poderia ser mudado.
No mundo dos jogos de terror indie, encontramos muitos tipos de propostas, devido, em grande parte, ao fato de que eles podem fazer uma história sobre o que querem, sem ter que se preocupar principalmente se alguém reclamar de seu conteúdo, em Desta vez é um jogo que percorre bastante a essência de certas creppypastas e teorias estranhas sobre pokemon, então para continuar deixo parte do ost.
Este jogo indie para PC no ano passado, é um jogo de exploração, ação e terror com elementos da franquia Gamefreak, possui uma paleta de cores semelhante às versões de pokemon para gameboy, com um controle simples, movemos as setas , interagimos e lutamos com Z e usamos poções com a tecla X, do manuseio nas batalhas, devo dizer duas coisas imediatamente, porque o controle é um pouco difícil de manusear e é o que distancia ainda mais os jogadores, primeiro a IA de inimigos ou seus padrões, apesar de simples, são caóticos, muitas vezes as coisas dependem da sorte, e não da habilidade; o segundo é um pequeno conselho, o disparo é lento, mas as balas atravessam a maioria das paredes e objetos, Blindagem atrás de algo atirando neste jogo pode salvar suas vidas em combates complexos. Poções são limitadas no jogo, mas podemos recuperar a saúde em várias camas espalhadas no palco. O jogo contém vários mapas, áreas secretas, chefes e até muitos finais (cada um parece tirado de uma fita do tipo B, embora eu goste do final de missigno) para quem se atreve a explorar, que dura entre cerca de 2 e 4 horas
O jogo começa (em um mundo como o nosso, a existência anterior de pokemones não é mencionada) nos dizendo como um dia toda a população da cidade Azure desapareceu sem deixar rasto, de todos os policiais que foram investigar, apenas alguns retornaram , sem ter explicações para o que aconteceu, um mês se passou e ninguém ousa se aproximar, apenas rumores sobre alienígenas, maldições antigas, experimentos genéticos ilegais ou seres diabólicos são ouvidos. Um mês após os eventos, assumimos o papel de um investigador particular contratado para investigar qual é a verdade do que aconteceu na cidade.
Dependendo do quanto exploramos e dos finais que tiramos, podemos ver vários resultados para a história, toda a história se parece com o roteiro de um filme do tipo B, mantém o interesse durante o avanço, a única coisa que incomoda é que alguns diálogos não podem ser pular e onde os chefes são irritantes, não vou dizer mais sobre o enredo, porque seriam spoilers sérios, mas, em resumo, existem 2 rotas principais, poderes antigos e pesquisa genética
Street Racer: a coletânea que revive o kart clássico em todos os consoles
Street Racer ganhou uma coletânea esta semana: versões de Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy e até a curiosa versão de MS-DOS reunidas para você revisitar esse kart retrô cheio de personagens malucos.
Street Racer ganhou uma coletânea esta semana: versões de Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy e até a curiosa versão de MS-DOS reunidas para você revisitar esse kart retrô cheio de personagens malucos.
Vamos falar de jogo velho, cara, mas que voltou com tudo.
Nesta semana foi lançada uma coletânea do Street Racer, aquele jogo de corrida com vibração de Mario Kart que rodou em praticamente tudo na era dos consoles clássicos. Se você não conhece, prepare-se: é um kart com jogabilidade simples, personagens bem aleatórios e aquele charme retrô que só os jogos dos anos 90 tinham.
O lançamento reúne versões clássicas Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy (sim, existiu uma!) e até uma versão de MS-DOS, tudo em um único pacote. Então, se você gosta de nostalgia ou quer só fugir dos karts modernos por algumas horas, essa coletânea é um prato cheio.
O que achei (minha opinião rápida)
O elenco é uma das partes mais divertidas: tem personagem pra todo gosto, inclusive um sogro do Aladdin que eu adoro jogar. Ele é meio agressivo nas colisões e dá umas batidas laterais que atrapalham geral. Essas diferenças entre personagens deixam cada corrida imprevisível e é isso que dá graça ao jogo.
Por que vale a pena testar
Variedade de versões: jogar a mesma corrida em SNES vs Mega Drive vs Game Boy tem aquele apelo histórico e vale ver como cada console tentou adaptar o título.
Pick-up and play: controles simples e partidas rápidas, perfeito para jogar com amigos ou num stream descontraído.
Colecionismo e nostalgia: se você curte retro gaming, ter todas essas versões em um só lugar é ótimo para comparar e guardar.
Minhas dicas rápidas
Experimente personagens diferentes, cada um tem um estilo que pode mudar seu jeito de correr.
Use as colisões a seu favor, alguns personagens tiram vantagem nas batidas laterais.
Se for jogar com amigos, escolha pistas curtas para manter a bagunça divertida.
Street Racer na coletânea é aquele tipo de lançamento que respeita o público retrô e ainda diverte quem só quer jogar algo simples e competitivo. Não é a experiência polida dos karts modernos e nem precisa ser. É diversão pura com cheiro de cartucho.
Curtiu? Conta aí: qual versão você acha que vai ser a melhor, SNES, Mega Drive ou a surpreendente versão de Game Boy?
Kirby Air Riders – O jogo de corrida do Kirby que surpreende mais que Mario Kart e Sonic
Kirby Air Riders é aquele tipo de jogo que você não espera muita coisa… até jogar. A Nintendo simplesmente acertou em cheio ao trazer de volta o conceito do clássico do GameCube, agora totalmente reimaginado para o Nintendo Switch 2. E, sinceramente, ele acerta exatamente onde Mario Kart e Sonic erraram nos últimos anos: controles simples, profundidade absurda, modos variados e um cuidado técnico impressionante.
Kirby Air Riders é aquele tipo de jogo que você não espera muita coisa… até jogar. A Nintendo simplesmente acertou em cheio ao trazer de volta o conceito do clássico do GameCube, agora totalmente reimaginado para o Nintendo Switch 2. E, sinceramente, ele acerta exatamente onde Mario Kart e Sonic erraram nos últimos anos: controles simples, profundidade absurda, modos variados e um cuidado técnico impressionante.
Mesmo sendo um jogo de corrida do Kirby, ele entrega muito mais do que aparenta. Com três grandes modos principais, toneladas de conteúdo e um carinho gigantesco na construção de cada detalhe, Kirby Air Riders consegue ser um dos títulos mais bonitos do Switch 2 e um dos jogos mais criativos que a Nintendo lançou recentemente.
Um lançamento estranho que agora faz todo sentido
Quando o jogo saiu logo depois de um novo Mario Kart, muita gente ficou confusa. Dois jogos de corrida tão próximos parecia uma estratégia maluca… até percebermos que Kirby Air Riders não é “mais um jogo de corrida”. Ele é uma mistura de corrida, ação, minigames, exploração e caos organizado ao estilo Sakurai.
Esse é um game que entrega:
Um modo história completo, com cutscenes e narrativa surpreendentemente densa
Um modo de corrida principal com jogabilidade única
Um modo aéreo isométrico, simples e viciante
O City Trio, praticamente um battle royale caótico que nunca fica repetitivo
O curioso é que todos os modos compartilham as mesmas bases de jogabilidade, mas cada um deles transforma a experiência de um jeito completamente diferente.
Jogabilidade simples, mas extremamente profunda
O segredo do jogo é o controle:
Aceleração automática
Analógico para guiar
Um botão de ação
Um botão de especial
Só isso. Mas o que parece simples ganha profundidade com os poderes que você inala, os ataques giratórios, os inimigos na pista, os cenários vivos e os veículos únicos. E cada veículo funciona de verdade de maneira completamente diferente.
Tem a Warp Star, equilibrada e tradicional. Tem veículos que quase não fazem curva. Tem as motos rodolho, focadas em velocidade e manobrabilidade. E tem especiais completamente diferentes entre os personagens.
Kirby, Rick, Knuckle e o resto do elenco não existem só para ter skins diferentes. Cada um tem ataques, comportamentos e sinergias com os veículos que transformam a corrida inteira. É o tipo de jogo que você precisa jogar para realmente entender.
Rally Rasante – o coração do jogo
Este é o modo principal. Aqui você personaliza o personagem, escolhe veículos, destrava acessórios e enfrenta pistas com design que só a Nintendo consegue fazer. O mais impressionante é como as fases funcionam quase como arenas vivas, cheias de inimigos, rotas alternativas, perigos e transições dinâmicas. São corridas que parecem lutas caóticas.
E o visual no Switch 2 é inacreditável. O jogo usa água, luz e partículas como poucos títulos da Nintendo já fizeram.
O modo aéreo isométrico
Muita gente torceu o nariz quando esse modo foi mostrado, mas na prática ele é extremamente divertido. Funciona como um minigame maior, com apenas quatro jogadores, mas com ação constante, muitos itens e caos puro. É simples, mas viciante e ótimo para alternar com os outros modos.
City Trial – o caos total e absoluto
Esse é o modo que mais chama atenção. Uma arena gigantesca, dezenas de jogadores, veículos espalhados, power-ups, mudanças de status, minieventos, cenários que se transformam, inimigos gigantes e um minigame final aleatório para decidir o campeão.
É praticamente uma mistura de Smash Bros, Fortnite e Kirby. E funciona. O ritmo é insano, nunca fica repetitivo e cada partida é completamente diferente da outra.
Um modo história surpreendentemente sombrio
Kirby tem essa fama de “fofinho”, mas suas histórias sempre carregam um peso inesperado. Aqui não é diferente. O modo história apresenta Zorá, uma entidade espacial presa no planeta Popstar, e Galatic Nova, que desencadeia uma ameaça gigantesca. O resultado? Lutas contra chefes, corridas épicas, um tanque colossal e até finais alternativos. É surpreendente como um jogo de corrida consegue entregar algo tão cinematográfico.
E sim, o jogo é totalmente dublado em português. O narrador lembra até o Seu Madruga, mas nada confirmado oficialmente.
Conteúdo, desbloqueáveis e personalização sem fim
O jogo te recompensa o tempo inteiro. Cada corrida libera algo novo:
Personagens
Veículos
Cores
Adesivos
Desafios
Conquistas
A “vibe Smash Bros” que o Sakurai colocou está presente em cada tela de vitória e em cada conquista liberada.
Online sólido e muita vida útil
As partidas online funcionam muito bem e oferecem modos variados. O único medo é o público esfriar rápido, como acontece com muitos jogos da Nintendo. Mas a base do jogo é tão boa que ele tem enorme potencial para crescer com DLCs e atualizações futuras.
Kirby Air Riders é um dos melhores jogos do Switch 2
É bonito, é criativo, é caótico, é divertido, é único. Não é Mario Kart, não é Sonic, não é Smash Bros, mas parece que pega o melhor de tudo isso e cria algo completamente novo.
É Kirby no seu auge.
Se você ainda não deu uma chance para Kirby Air Riders, recomendo fortemente. É o tipo de jogo que você começa desconfiado e termina completamente viciado.
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