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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de luta do sonic que é um jogo de porrada do sonic com muita briga entre personagens DELETADOS da saga.

Espero que gostem!


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EPISODIOS SONIC EXE

Sonic.exe O inicio https://youtu.be/9zhpLnHeWUY
Sonic.exe 2 , o retorno https://youtu.be/IMQCsSsMt4Y

Sonic Fear https://youtu.be/UzaucXiLJOk
Sonic Fear 2 https://youtu.be/ZbDhbl0BHKg

Sunky the game https://youtu.be/vOd4W5m_4Bc
SUnky 2 a volta do ouriço zueiro https://youtu.be/Vs69PW7gfeo

HISTORIA DE SONIC

Historia de Sonic 1 https://youtu.be/GzL9-XRMHwI
Historia de Sonic CD https://youtu.be/52ff02U8tnw
Sonic 1 e 2 do master system https://youtu.be/LptAcsYlGSo

SONIC ARCADE https://youtu.be/5_9srbsFLXI
SONIC R https://youtu.be/GRY156WPJ5E
Sonic 3d Blast https://youtu.be/2MjgwZmMENI
SONIC HEROES https://youtu.be/cDrlSPx2kkQ
Sonic Riders https://youtu.be/qhicC3Tj_3s

Sonic Pokect Adventure https://youtu.be/qvrNybZhVfw
Sonic Rush https://youtu.be/Gj9kzlYUQGA
Sonic 4 episode 1 e Episode 2 https://youtu.be/KAvTxAo3b98

Sonic COLORS https://youtu.be/BqPqrhNcL3Y
SONIC GENERATIONS 3ds https://youtu.be/25fivCNADXg
Sonic Lost world https://youtu.be/jnjiWVZm-RU

SONIC MANIA https://youtu.be/JmMit0GGAo0

Shadow the hedgehog https://youtu.be/_DdntO7XCag
Tails adventure https://youtu.be/OQ6_Yt30j8A
LEGO SONIC https://youtu.be/tB-KqoCbVtE

Sobre Sonic the Fighters

Sonic the Fighters (ソニックファイターズ, , Sonikku faitāzu?) (ou Sonic Championship na América do Norte), é o primeiro jogo de luta da série Sonic the Hedgehog. O jogo foi lançado em 1996 para Arcade pela Sega com a ajuda da empresa AM2.

Em 2005, Sonic the Fighters foi incluído na coletânea Sonic Gems Collection, lançado para Nintendo Game Cube e Playstation 2 em 2005. Já em Outubro de 2012, a Sega anúncio que o jogo Sonic the Fighters, assim como os jogos Virtua Fighters 2, Fighting Vipers, Virtua On, e Virtua Strikers, terá uma versão em HD para as plataformas PlayStation Network e Xbox Live Arcade. Os cinco jogos serão lançados em conjunto, com o nome de “Model 2 Collection”. O lançamento da coleção está prevista para o final do ano de 2012

Doutor Robotnik construiu a “Deathy Egg II” (após os eventos de Sonic 2, a Deathy Egg original foi destruída) e agora Sonic e Tails precisam pará-lo. Mas entretanto, a nova nave deles, a “Lunar Fox” apenas suporta um passageiro e para derrotar Eggman, eles precisam das oito esmeraldas do caos. Os oito portadores das esmeraldas, incluindo Sonic e Tails, devem participar de um torneio de luta “mano-a-mano”, com o vencedor tendo todas as esmeraldas para si.

Personagens Jogáveis
Sonic the Hedgehog
Tails “Miles” Prower
Knuckles the Echidna
Amy Rose
Fang the Snipa
Bean the Dynamite
Bark the Polar Bear
Espio the Chameleon
Super Sonic

Personagens Não-Jogáveis
Metal Sonic*
Dr. Eggman*
Honey the Cat*

*Na versão final do Sonic the Fighters para Arcade, estes personagens não eram jogáveis, sendo que o único meio de utilizá-los era através de hacks e/ou códigos não oficiais. Entretanto, a Sega confirmou que todos estes personagens serão jogáveis de forma “oficial”, no Sonic the Fighters HD, que será lançado ainda em 2012 para PlayStation 3 e Xbox 360.

No cenário do jogo, Sonic the Hedgehog e seus amigos possuem uma das Esmeraldas do Caos. Eles estão realizando um torneio de luta para determinar quem levará as esmeraldas para acionar uma espaçonave e impedir que os antagonistas da série Doctor Robotnik e Metal Sonic construam uma fortaleza maligna no espaço. O arcade original e o lançamento de 2005 incluíam oito personagens jogáveis: Sonic the Hedgehog, Tails, Knuckles, o Echidna, Amy Rose, Espio, o Camaleão, Fang, o Snipa, Bean, a Dinamite e Bark, o Urso Polar. [3] O relançamento de 2012 adicionou Metal Sonic, Doctor Robotnik e Honey the Cat como personagens jogáveis, todos anteriormente acessíveis apenas por meio da versão arcade original. O mel é baseado em um personagem com o mesmo nome de Fighting Vipers (1996).

O jogo emprega mecânica simples de jogo de luta. Cada personagem pode dar um soco, chutar e usar uma barreira defensiva. Combinar estes botões também permite uma variedade de movimentos especiais exclusivos para cada personagem. A barreira pode bloquear ataques, mas pode ser danificada e eventualmente destruída por um oponente.

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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