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Mutante Rex é o desenho da cartoon que faz crossover com Ben 10 , mas ao contrario do ben 10 ele teve apenas um jogo, que parece um bom jogo estilo Werehog Sonic Unleashed e god of war

JOGO do CRIADOR do BEN 10 🔥| Mutante REX Agent of Providence

Espero que gostem!


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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

Baseado no desenho Mutante Rex (exibido no Brasil pelo canal Cartoon Network), Generator Rex: Agent of Providence é mais um game que tenta, em vão, criar um jogo em cima de uma franquia de sucesso, seja ela da TV ou do cinema. Confira:

Mais um desenho vira game

Não é incomum nos depararmos com games baseados em desenhos populares. E não se pode crucificar as produtoras. Nas antigas gerações era quase uma regra: todo desenho merecia um jogo.

O que podemos criticar – e muito – é a falta de qualidade que esses jogos têm apresentado ultimamente. Generator Rex: Agent of Providence é mais um exemplo dessa lista que, de tão longa, não vale a pena lembrarmos metade desses títulos.

O jogo, assim como no desenho, conta a história de Rex Salazar, um adolescente que foi atingido por nanites, em uma contaminação que atingiu a Terra. Diante de sua capacidade de controlar seus poderes adquiridos pela mutação, ele precisa salvar o mundo do ataque de outros EVOs (nome dado as criaturas mutantes contaminadas).

Clonando Kratos

Generator Rex é um jogo de aventura que lembra muito um clássico do mundo dos games: God of War. A movimentação e a troca de câmeras, por exemplo, permanecem fixas em ambos os jogos. O salto e os golpes do personagem também lembram muito os de Kratos, entretanto, o herói espartano é bem mais rápido.

As armas utilizadas também lembram bastante o jogo da Sony. Entre elas, Rex possui uma espada e um martelo gigante, ambos muito parecidos com algumas armas de Kratos. Também é semelhante a finalização, que apresenta uma espécie de slow motion do golpe final. Porém, como o foco do jogo é o publico infantil, nada de sangue e violência explícita.

Mesmo com tantas semelhanças, Generator Rex está longe de ter a qualidade de God of War. Por isso, mesmo que você seja muito fã da franquia da Sony, não vale a pena comprar o jogo apenas para matar a saudade de Kratos, enquanto o novo título não é lançado.

Personagem lento e muitas quedas de frames

O que mais incomoda no jogo, não é o fato do personagem ser lento demais, mas sim as constantes quedas de frames. Não estamos falando de simples “quicadas”, estamos falando de quedas bruscas que lembram PCs mais modestos, tentando rodar jogos de grande poder gráfico.

A jogabilidade também fica muito comprometida, devido ao delay apresentado no controle. O tempo de resposta é quase imperceptível para gamers casuais, entretanto, para os acostumados com jogos como Call of Duty e o próprio God of War, não há como não se incomodar com esse grande problema.

O que agrada é o sistema de combos. Ele permite acumular pontos, utilizados para evoluir as habilidades de seu personagem ou sua energia. Apesar de muito limitado, o sistema de evolução convence e empolga.

Análise

Fire Emblem: Fortune’s Wave – Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

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Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

O jogo é simplesmente lindo. Os gráficos em estilo anime são impressionantes, as animações são muito bem produzidas e existe uma grande preocupação em desenvolver a relação entre os personagens enquanto a história avança.

E é justamente aí que aparece um problema enorme para o público brasileiro: o jogo não possui localização para português.

Quando penso em recomendar esse jogo para a galera que acompanha o RK Play, essa é uma das primeiras coisas que passam pela minha cabeça. Estamos falando de um jogo focado em história, personagens, diálogos e construção de um universo medieval. Ou seja, entender o que está acontecendo não é apenas um detalhe.

Você pode até saber inglês e conseguir jogar tranquilamente. Mas muita gente no Brasil não domina o idioma. E isso não significa falta de interesse em videogames. Muitas pessoas simplesmente nunca tiveram a oportunidade de aprender inglês de forma suficiente para acompanhar um jogo com centenas de diálogos.

E existe outro ponto importante: você pode saber inglês, mas seus amigos, familiares ou outras pessoas que poderiam conhecer esse jogo talvez não saibam.

Isso acaba criando uma barreira enorme.

Eu já falei aqui no perfil sobre esse jogo e, sinceramente, é um título que eu facilmente consigo recomendar para muita gente. Ele tem uma proposta muito interessante, visual impressionante, combate estratégico, exploração e muitas horas de conteúdo.

Só que, para quem não entende inglês, a experiência pode ficar bastante prejudicada.

E o pior é que você não está apenas deixando de entender algumas frases. Você pode acabar perdendo justamente uma das partes mais importantes da experiência: a história e a relação entre os personagens.

Eu sei que qualquer pessoa pode começar a aprender inglês a qualquer momento. Também sei que existem escolas bilíngues e pessoas que têm contato com o idioma desde cedo.

Mas estamos falando do Brasil.

Uma localização em português não seria apenas uma comodidade. Para muita gente, ela seria a diferença entre conseguir aproveitar completamente o jogo ou simplesmente deixar passar.

Por isso fica a pergunta: uma tradução para português poderia fazer esse jogo alcançar muito mais jogadores no Brasil?

Na minha opinião, quando um jogo depende tanto de narrativa e diálogo, a localização faz uma diferença enorme na possibilidade de ele conquistar um novo público.

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Análise

Core Keeper: o Minecraft subterrâneo que já conquistou milhões que testei no Switch 2

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

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E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Em Core Keeper, você praticamente começa do zero. A aventura começa dentro de cavernas, onde é necessário coletar recursos, criar ferramentas, construir sua base e começar a explorar tudo o que existe ao seu redor.

Conforme você avança, novos equipamentos, armas e ferramentas são desbloqueados, permitindo acessar regiões que antes estavam completamente fora do seu alcance. E é justamente aí que o jogo começa a mostrar toda a sua força.

Uma das coisas mais interessantes é a sensação constante de descoberta. Como o mundo possui elementos gerados proceduralmente, cada exploração pode revelar uma nova região, inimigos diferentes, recursos inesperados e até chefes gigantescos.

E se jogar sozinho já é divertido, a experiência fica ainda mais interessante no multiplayer. Core Keeper permite reunir até oito jogadores, tornando a exploração das cavernas, a construção da base e os combates contra chefes muito mais caóticos e divertidos.

Eu também tive a oportunidade de jogar algumas horas da versão de Nintendo Switch 2, que recebeu um upgrade para aproveitar melhor o novo hardware. A experiência portátil acaba ficando mais confortável, permitindo levar toda essa aventura subterrânea para qualquer lugar.

E vou falar uma coisa: mesmo depois de algumas horas, eu ainda estava meio perdido no começo. E isso é um elogio. Core Keeper tem uma quantidade enorme de coisas para descobrir e vai muito além de simplesmente explorar cavernas e construir uma base.

Se você gosta de Minecraft, Stardew Valley ou até mesmo daqueles clássicos Zeldas 2D, existe uma grande chance de você encontrar algo muito interessante aqui.

Para mim, Core Keeper foi uma bela surpresa. É aquele tipo de jogo que começa parecendo simples, mas quanto mais você joga, mais percebe que existe uma aventura gigantesca escondida debaixo da terra.

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