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Jogo do HULK da Marvel: TRIUNFAL ou DECEPÇÃO!? – Projeto Vingadores | Rk Play

Espero que gostem!

Arte de: @artedocarneiro
Edição de: @gabrielbarge

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00:00 Hulk
0:24 História do Hulk
1:45 Versões
3:30 Gameplay
5:20 Enclave
6:06 U-Foes
7:19 Talbot
9:10 Cura do Hulk
11:20 Hulk Buster
13:33 Hulk Retorna
13:55 Abominável
15:07 Versão Portátil
15:47 Outro
16:23 Final

A era de ouro dos jogos de super-heróis pode ter passado, mas antes que desaparecesse completamente, o Incrível Hulk ganhou seu próprio jogo baseado no filme esquecido do MCU. Nele, você pode sair quebrando e explodindo tudo no melhor estilo hack and slash, começando no Brasil e enfrentando até o exército americano. É sobre isso que vou falar agora, a história do Incrível Hulk.

Sempre gostei da ideia de que todo grande filme teria um jogo correspondente. Afinal, parte do dinheiro de marketing é destinado a esses jogos, que ganham divulgação gratuita junto com o filme. Os jogos de super-heróis geralmente eram lançados junto com os filmes, já que as empresas preferiam vincular os jogos aos sucessos de bilheteria. O Incrível Hulk teve dois filmes principais lançados nos cinemas, além de uma série um pouco esquecida.

O segundo filme foi lançado em uma época movimentada para os filmes de heróis, mas ao menos tentou se manter fiel aos quadrinhos. O filme do MCU segue as ordens da saga, apresentando Bruce Banner refugiado em uma favela brasileira, perseguido pelo governo americano após um acidente. O jogo teve várias versões, desde versões para celular até versões para consoles de nova geração. A melhor delas oferece uma experiência mais completa, permitindo aos jogadores controlar o Hulk em um mundo aberto, onde ele pode literalmente esmagar tudo ao seu redor.

A história do jogo segue a jornada de Bruce Banner, um cientista que se torna fugitivo após ser exposto à radiação gama, transformando-se no Incrível Hulk. Enquanto foge do exército no Brasil, Hulk viaja para Nova York, onde encontra aliados e enfrenta inimigos poderosos, como a Enclave e o General Ross. Ao longo do jogo, Hulk luta para deter os planos malignos da Enclave, que incluem o controle mental em massa e a criação de armas devastadoras.

Com uma jogabilidade que enfatiza a destruição e a ação frenética, o jogo oferece aos jogadores a oportunidade de se sentirem como o próprio Hulk, enfrentando desafios épicos e causando o caos por onde passa. Apesar de ser baseado em um filme esquecido, o jogo do Incrível Hulk oferece uma experiência única e emocionante para os fãs do personagem.

É uma pena que não tenhamos mais jogos dedicados ao Hulk após esse, assim como não tivemos mais filmes solo para o personagem. Parece que os direitos cinematográficos complicaram as coisas, mas quem sabe o futuro reserve novas aventuras para o Gigante Esmeralda. Enquanto isso, podemos reviver suas histórias épicas através deste emocionante jogo.

E assim termina nossa jornada pela história do Incrível Hulk no universo Marvel. Obrigado por acompanhar e até o próximo vídeo!

Games

Rhythm Heaven Groove é a despedida perfeita do Nintendo Switch? REVIEW

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

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A Nintendo sempre surpreendeu quando resolveu apostar em ideias diferentes. Quando o Nintendo Switch foi anunciado, muita gente duvidou que um videogame híbrido pudesse fazer sucesso. O resultado foi exatamente o contrário. O console se tornou um fenômeno mundial, recebeu apoio massivo de estúdios terceiros e marcou uma das gerações mais bem-sucedidas da empresa. Agora, com o Nintendo Switch 2 já no mercado, chega a hora de dar adeus ao primeiro Switch, e Rhythm Heaven Groove assume esse papel de forma inesperada.

Um jogo de ritmo diferente de tudo

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

A maior parte dos minigames utiliza apenas um ou dois botões, normalmente o botão A e o direcional para baixo. O objetivo é acompanhar perfeitamente o ritmo da música enquanto executa pequenas ações, como pular, acelerar, frear ou interagir com personagens. Parece fácil, mas o jogo constantemente muda o ritmo, cria distrações na tela e surpreende o jogador com animações inesperadas.

Minigames criativos e muito carisma

O grande destaque de Rhythm Heaven Groove está na enorme variedade de desafios.

Cada fase apresenta uma situação completamente diferente. Há sapos gigantes observando seus movimentos, carros que exigem precisão absoluta, gatos atrapalhando a coleta de frutas, alienígenas sendo abduzidos, personagens treinando musculação e diversos outros cenários extremamente criativos.

Essa diversidade faz com que o jogo permaneça divertido do começo ao fim, sempre apresentando uma nova mecânica antes que a anterior fique repetitiva.

Os remixes são o verdadeiro desafio

Depois de completar uma sequência de minigames, o jogador desbloqueia um Remix.

Essas fases misturam diversos desafios anteriores em uma única música inédita. O jogador precisa alternar rapidamente entre mecânicas completamente diferentes enquanto mantém o ritmo perfeito.

É justamente aqui que a memória muscular entra em ação. Saber exatamente quando trocar de comando e lembrar de cada minigame transforma os Remixes nos momentos mais difíceis e também mais recompensadores da aventura.

Muito conteúdo além da campanha

Apesar da campanha principal já oferecer dezenas de desafios, Rhythm Heaven Groove ainda apresenta modos extras bastante interessantes.

O multiplayer adiciona novos minigames cooperativos, enquanto um curioso modo RPG coloca o jogador no controle de uma personagem maga que lança feitiços seguindo o ritmo da música. A ideia é bastante criativa e mostra um potencial enorme que poderia até render um jogo próprio futuramente.

Vale a pena?

Rhythm Heaven Groove talvez não seja a grande superprodução que muitos esperavam para encerrar a vida do Nintendo Switch. Não é um novo Zelda nem um novo Mario.

Mesmo assim, ele representa perfeitamente aquilo que a Nintendo faz de melhor: transformar uma ideia extremamente simples em uma experiência divertida, criativa e viciante.

Para quem gosta de jogos de ritmo, desafios de precisão e minigames cheios de personalidade, esta é uma excelente despedida para o Nintendo Switch e um título que certamente merece entrar na coleção antes da transição definitiva para o Switch 2.

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Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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