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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos entrar no jogo ultra realista feita no Unreal engine com varios personagens jogaveis

JOGO do SONIC em 3D com 32 SONICs 😵| SONIC SOULS

Espero que gostem!


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HISTORIA DE SONIC

Mais sobre Sonic Souls

Para aqueles que amam Sonic Incursion, mas desejam jogar um jogo Sonic mais longo e completo, rodando no Unreal Engine, existe um jogo chamado Sonic Souls by Doky.

Ele apresenta o mesmo elemento de jogabilidade de coletar os anéis vermelhos em um ambiente 3D rotativo, mas há algo em torno de 30 estágios para escolher e supostamente cerca de 30 caracteres para jogar. (Embora eu tenha apenas cerca de 10 caracteres disponíveis no momento, devido ao fato de ter começado a jogar isso há 2 noites e ainda não ter desbloqueado ninguém.)

E sim, há também um recurso para 2-4 jogadores supostamente incluído. Confio que esteja de fato incluído, porque posso ver que o designer dedicou todo o seu coração a levar esse jogo a um estado final, mas simplesmente não tenho tempo nem pessoas para testar isso.

A única desvantagem é que não consegui encontrar qual é a história de fundo deste jogo. Não havia cenas nem diálogo para me dizer o que poderia ser. Fiquei achando que a razão pela qual se chama “Almas” é porque é muito fácil ganhar vidas extras enquanto você toca. Consegui literalmente ganhar 13 vidas depois de jogar por apenas meia hora e vencer as três primeiras etapas. (Sim, talvez meu palpite seja louco e errado. Mas tanto faz.)

Sério, eu me apaixonei por este jogo depois de apenas vencer três etapas até agora.
Sonic the Hedgehog (ソニック・ザ・ヘッジホッグ Sonikku za Hejjihoggu?) ou Sonic o ouriço (traduzido em português) é um personagem protagonista da série de jogos eletrônicos Sonic the Hedgehog lançada pela Sega, assim como revistas em quadrinhos, shows animados e OVAs.

Sonic é um ouriço azul antropomórfico (embora era referido pela Tec Toy, representante da Sega no Brasil, como porco espinho),[1] capaz de correr em velocidade supersônica e se enrolar como uma bola, primariamente para atacar inimigos. É um dos personagens fictícios mais rápidos do mundo, e que tem como objetivo principal salvar os outros animais do vilão Dr. Eggman (também chamado de Dr. Robotnik em algumas adaptações ocidentais), que os transforma em robôs para trabalharem para ele como escravos.[2]

Sonic foi criado para substituir Alex Kidd, que ocupava o posto de mascote da Sega, e sua criação é normalmente atribuída ao programador Yuji Naka e o artista Naoto Ohshima.[3] Também é considerado como um dos maiores ícones dos videogames junto ao seu maior rival Super Mario da Nintendo onde foram proeminentes na década de 90.

Criação
Quando a Sega decidiu criar um novo mascote para a empresa, que também serviria como competidor do Mario da Nintendo, vários conceitos foram criados, incluindo um tatu (que inspiraria um personagem da série, Mighty), um sósia de Theodore Roosevelt de pijama (base do Dr. Eggman) e um coelho que esticaria suas orelhas para capturar objetos (conceito reciclado no jogo Ristar).[4][5] Naoto Ōshima, da divisão Sega AM8, que desenvolveria o eventual jogo, levou os desenhos para Nova York e pediu a opinião de transeuntes no Central Park, com o ouriço azul desenhado por ele próprio sendo o que mais chamou atenção.[6] Ohshima sentiu que as pessoas o selecionaram porque “transcende raça e gênero, esse tipo de coisa.”[7] O design geral do personagem buscava algo que pudesse ser desenhado facilmente por crianças e exibir uma atitude “legal”.[7] A cor azul foi escolhida para combinar com a logomarca cobalto da Sega, e seus tênis vermelhos e brancos evocam as botas de Michael Jackson e as cores que Jackson vestia no disco Bad.[4][8][9][10] A supervelocidade veio para aproveitar uma demo feita por Yuji Naka que demonstrava um personagem se movendo velozmente em curva ao se transformar em bola.[11]

Seguindo os conceitos de Ohshima, nos primeiros jogos e animações, Sonic era baixo, com um corpo redondo, espinhos curtos e sem íris visíveis.[12] Para o jogo de 1998 Sonic Adventure, Sonic foi redesenhado por Yuji Uekawa para ter pernas maiores, um corpo mais esbelto, espinhos mais longos, e olhos verdes.

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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