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Scourge é o vilão dos quadrinhos do Sonic,e ele teve um jogo proprio, acredite é muito bom

JOGO do Sonic MALIGNO Scourge – Sonic S Factor | Rk Play

Espero que gostem!
Arte de @artedocarneiro
Edição @gabrielbarge


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rkplay #sonic

HISTORIA DE SONIC

0:00 Sonic S Factor
1:22 Sonia
2:55 Silver the hedgehog
3:42 Scourge
4:19 Spectra valley
5:10 Special Stage
7:19 Eggman nega
8:44 Aird Temple
9:52 Ring land
10:27 Placid Safire
10:51 Chaotic Street
11:49 White Blaster
13:19 Destron City

História
Os cidadãos de Mobius não conseguem fazer uma pausa. Dr. Robotnik (também conhecido como Eggman) está mais uma vez à altura de seus truques sem boas coisas. Fábricas e poluição estão se espalhando como fogo enquanto ele está mais uma vez tentando dominar o mundo. Felizmente, os Heróis Sonic nunca estão em repouso, e mais uma vez travam sua batalha para derrotar as forças malignas de Eggman.

No entanto, os heróis aterrissaram em dupla ameaça. O descendente louco de Eggman, Eggman Nega, escapou da dimensão do Ifrit, e está causando seu estrago habitual em um esforço para destruir o mundo. Ele até capturou os três principais tenentes de Eggman, a implacável Equipe Metallix, e reprogramou-os para fazer suas ofertas ainda mais malignas.

Ao contrário das instâncias anteriores da destruição de Nega, Eggman não se incomoda. Ele acha que uma vez que ele está no controle do mundo, ele pode cuidar de Eggman Nega como quiser. Infelizmente para Eggman, Sonic, o Ouriço, não está tendo isso. Antes que ele possa decidir quem despachar para onde, ele recebe uma ligação através do comunicador que Tails lhe deu. A mensagem: alguém já está no caso. Não só alguém, masalguns!

Aparentemente, a própria irmã de Sonic, Sonia, o Ouriço, já soube do mal de Nega e quer detê-lo. Sonic é um pouco tranquilo, sabendo muito bem da força e agilidade de sua irmã. Ela também o deixa saber que ela encontrou e se juntou a um misterioso jovem ouriço que pode mover as coisas com sua mente. Sonic reconhece instantaneamente que Sonia está com seu mais novo aliado: Silver the Hedgehog. Silver mais uma vez viajou no tempo para garantir que o futuro está livre da adulteração de Nega (embora ele realmente devesse ficar aqui no presente, você sabe). Sabendo que os dois ouriços são mais do que capazes de lidar com a situação, Sonic deixa para eles, e retoma a negociação com Eggman.

Eggman Nega está bem ciente de que Sonic está ocupado com seu ancestral estúpido. No entanto, é melhor ele não ignorar um certo fator. O Fator S, Sonia e Silver! Cabe a você liderar a improvável equipe da fisicamente poderosa Sonia, e a louca Silver em sua busca para corrigir os erros do malvado Eggman Nega!

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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