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Sonic Gather Battle é um perigoso jogo de fãs do Sonic The Hedgehog no Microsoft Windows feito por Leemena-dan que contém um cavalo de Tróia. Atualmente, nem todos os seus efeitos são conhecidos, mas contém DRM que executa ações maliciosas nos computadores afetados e torna o jogo impossível de jogar. O criador do jogo aparentemente colocou o código malicioso no jogo para impedir que as pessoas extraíssem sprites dele, apesar de suas tentativas, esses sprites foram rasgados e enviados para a Internet.
Uma versão de 2014 do jogo foi declarada como sem conteúdo malicioso; no entanto, o jogo ainda precisava de privilégios administrativos para ser executado. No entanto, ele cria apenas um arquivo de log UCF-10 na pasta drivers.
O jogo em si é um jogo de luta, funcionando com o mecanismo do Little Fighter 2. Ele existia originalmente com o nome SONICvsLF2 e não tinha efeitos maliciosos no momento. O SONICvsLF2 em seu estado original foi cancelado depois que os sprites foram arrancados, mas mais tarde foi revivido sob o nome Sonic Gather Battle. O jogo foi descoberto com efeitos maliciosos em dezembro de 2017, embora possa ter esse comportamento em 2016, sem ser descoberto.
Carga útil
O jogo requer permissões administrativas para ser executado, o que é incomum para um jogo criado por fãs. Aparentemente, essas permissões são necessárias para corrigir uma falha na tela de carregamento do jogo, bem como editar o Registro do Windows, embora muitos ainda achem isso suspeito devido a outros comportamentos do jogo. Se não estiver na internet, ele não funcionará (de acordo com a experiência de um comentarista do YouTube, e parece verdade por causa do procedimento a seguir).
Quando instalado, o jogo abre secretamente o whatsmyip.org para enviar o IP para um servidor ao qual o jogo está conectado, que o criador pode usar para desativar remotamente o jogo. Ele também verifica seu histórico do Google e, também, o jogo cria um arquivo chamado “b.dll”, o lê e o apaga imediatamente, embora o criador do jogo afirme que isso não acontece. Ele também edita o registro do computador e alguns arquivos pequenos, que o criador do jogo alega que “não foram completamente executados pelo jogo” e pelo menos parcialmente o Windows está armazenando informações automaticamente. Aparentemente, o jogo também tem uma chamada de API para acesso bruto ao disco rígido, que atualmente se acredita ser usado para detectar se coisas como editores hexadecimais ou mecanismos de trapaça estão instalados no computador. O desenvolvedor afirma que o jogo não verifica arquivos ou chaves de registro instalados. Esta informação, no entanto, não foi confirmada como verdadeira ou falsa.
Quando jogado sem que o DRM seja ativado, o jogo age razoavelmente normal, exceto, é claro, pelo fato de rastrear os dados do navegador e editar os arquivos do computador. O DRM do jogo pode ser ativado executando um mecanismo de fraude ou instalando um, digitando o nome do jogo seguido de “fraude”, “hack” ou “mod” em um mecanismo de pesquisa, editando seus arquivos ou possivelmente apenas com um bug. Isso é feito verificando os nomes das janelas e fechará automaticamente qualquer janela que contenha palavras-chave como “cheat” ou “hack”. Aparentemente, o criador atualizou o jogo para fechar o jogo em si, e não o navegador, embora a leitura de outros títulos de janelas ainda seja considerada invasiva.
Shinobi Art of Vengeance o crossover mais inesperado (e incrível) da SEGA
Se você achava que já tinha visto de tudo nos games, calma lá. A nova DLC de Shinobi entrega um dos crossovers mais insanos da história da SEGA e funciona muito bem.
Se você achava que já tinha visto de tudo nos games, calma lá. A nova DLC de Shinobi entrega um dos crossovers mais insanos da história da SEGA e funciona muito bem.
Estamos falando de um ninja lendário enfrentando vilões icônicos de universos completamente diferentes, incluindo ninguém menos que o próprio Dr. Eggman.
Os vilões que invadiram Shinobi
Essa DLC não economiza no fan service. Você enfrenta três figuras clássicas:
Death Adder, o tirano brutal de Golden Axe, trazendo toda a vibe medieval inspirada em Conan. E sim, ele continua extremamente difícil.
Um personagem da franquia Yakuza Goro Majima, com aquele estilo caótico que quem conhece a saga reconhece na hora.
E claro, o destaque absoluto: Dr. Eggman, direto do universo de Sonic the Hedgehog.
Eggman na Green Hill em 2D
Aqui é onde a DLC realmente se destaca.
A batalha contra Eggman acontece numa Green Hill em estilo 2D, extremamente bem trabalhada e carregada de nostalgia. Mas o ponto principal é outro: é uma das raras vezes em que vemos o Robotnik enfrentando um humano de igual para igual.
E a luta evolui:
Começa no clássico: robôs, armadilhas e ataques mecânicos
Quando começa a perder, Eggman muda a estratégia
A Egg Mobile se transforma em um robô gigante com temática samurai
A batalha escala e leva o jogador para uma versão estilizada da Chemical Plant, aumentando ainda mais o impacto visual e mecânico do confronto.
Por que essa DLC funciona tão bem
Mistura universos diferentes da SEGA com coerência
Mantém a identidade de cada franquia
Apresenta chefes variados e memoráveis
Equilibra nostalgia com novidade
É o tipo de conteúdo que parece improvável, mas foi executado com muito cuidado.
Vale a pena?
Sim, vale muito.
Se você gosta de jogos clássicos da SEGA, crossovers criativos ou quer ver o Eggman em um contexto completamente diferente, essa DLC é uma recomendação fácil.
Aproveitando o hype de Super Mario Galaxy, a Nintendo fez uma atualização de nova geração a para o jogo Super mario wonder, dando alguns chefes novos e uma grande expanção do no modo multiplayer, que pode ser divertido no começo mas pouco se sustenta a longo prazo.
Com uma DLC que está dividindo opiniões, e hoje eu vou te explicar exatamente se ela vale a pena.
Baseado no conteúdo do vídeo , aqui vai um guia completo com tudo que essa expansão oferece.
O que muda nessa versão
A nova versão de Mario Wonder no Switch 2 chega com melhorias importantes. O jogo está mais otimizado, conta com dublagem e recebeu mais funcionalidades online voltadas para o multiplayer. Além disso, há uma expansão inédita que adiciona novos conteúdos, embora não seja tão extensa quanto muitos jogadores esperavam. Isso acaba sendo um dos pontos que mais dividem opiniões.
Nova história: Rosalina, Luma e o caos no Reino das Flores
A DLC apresenta uma nova abordagem na história, trazendo Rosalina e os Lumas para dentro da aventura. Durante a jornada, os Koopalings, agora chamados de cupinchas, roubam flores especiais que possuem habilidades mágicas, criando um grande caos no Reino das Flores.
O destaque desse conteúdo é o Parque Belabel, uma nova área diretamente afetada por esse conflito. A missão gira em torno de recuperar essas flores e restaurar o equilíbrio do local, enquanto você enfrenta versões modificadas dos inimigos clássicos.
Nova transformação e gameplay
Uma das maiores novidades da DLC é a transformação de planta, que traz uma vantagem enorme durante a gameplay. Com ela, é possível atacar inimigos de baixo para cima, alcançar áreas mais altas com facilidade e ainda controlar melhor os movimentos no ar.
Essa habilidade acaba deixando o jogo mais acessível em alguns momentos, principalmente durante batalhas contra chefes, o que pode ser positivo para jogadores casuais, mas também reduz um pouco o desafio em certas situações.
Rosalina e Luma: jogabilidade diferente
A presença de Rosalina funciona mais como uma variação estética, mas a Luma traz uma proposta bem diferente. Jogar com ela praticamente transforma a experiência em um modo mais fácil, já que ela ajuda automaticamente no combate e interage com o ambiente.
Esse estilo de gameplay é ideal para quem quer jogar de forma mais tranquila ou até mesmo para quem está começando, funcionando muito bem no multiplayer cooperativo.
Chefes e desafios da expansão
A expansão aposta bastante em batalhas contra chefes, cada um com mecânicas próprias inspiradas nos Koopalings. As lutas envolvem cenários diferentes, como fases com neve, cristais, fantasmas e até tempestades.
Apesar da criatividade, a dificuldade varia bastante. Algumas batalhas são bem simples por conta dos novos poderes, enquanto outras exigem mais atenção, principalmente nas fases finais.
Parque Belabel: o grande destaque
O Parque Belabel é, sem dúvida, o elemento mais interessante da DLC. Ele funciona como um hub com várias atividades, incluindo minigames e modos multiplayer que lembram uma mistura de party game com plataforma 2D.
As partidas podem ser competitivas ou cooperativas, com regras variadas e situações caóticas que mudam a cada rodada. Isso aumenta bastante a rejogabilidade, especialmente quando você está jogando com amigos.
Multiplayer e conteúdo extra
O foco dessa expansão está claramente no multiplayer. Existem diversos modos que incentivam tanto a cooperação quanto a competição, além de desafios extras que recompensam o jogador com novos emblemas e melhorias.
Esses elementos ajudam a prolongar a vida útil do jogo, mesmo que a campanha adicional seja relativamente curta.
Vale a pena
No fim das contas, essa DLC é uma experiência que depende muito do tipo de jogador. Para quem já possui o jogo original, pode parecer um conteúdo interessante, mas não essencial. Já para quem nunca jogou Mario Wonder, essa versão mais completa no Switch 2 pode ser uma ótima porta de entrada.
Mesmo com limitações, a expansão mostra que a Nintendo ainda sabe inovar quando o assunto é Mario 2D. Pode não ser revolucionária, mas continua sendo divertida e cheia de ideias criativas.
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