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Todo lugar que eu ia , via pessoas falando mal de metal slug 3d, e claro hoje chegou o momento de falar sobre a bomba que foi mudar a jogabilidade 2d para 3d

JOGO QUE FALIU o Metal SLUG 😨| HISTORIA METAL SLUG 3D

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro
Edição @gabrielbarge
Gameplay gravada no canal @rkplayjoga

Gameplay mencionado/ credito


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Metal Slug 3D é um jogo de ação em terceira pessoa que faz parte da popular série Metal Slug. Enquanto a maioria dos jogos anteriores da série Metal Slug apresentavam gráficos 2D de alta qualidade, Metal Slug 3D tentou trazer a jogabilidade frenética da série para o mundo tridimensional.

Lançado originalmente em 2006 para PlayStation 2, Metal Slug 3D foi desenvolvido pela Mega Enterprise em colaboração com a SNK Playmore, a empresa responsável pela série. O jogo foi uma tentativa de modernizar a franquia, aproveitando os recursos gráficos da época e trazendo uma nova perspectiva à jogabilidade.

Metal Slug 3D mantém a essência da série, que é uma mistura de ação intensa, tiroteios frenéticos e humor peculiar. Os jogadores assumem o controle de um soldado da Peregrine Falcon Squad, uma equipe de elite encarregada de combater uma organização maligna conhecida como Rebel Army. O objetivo é percorrer níveis cheios de inimigos, atirando neles, evitando obstáculos e chefes gigantescos.

Diferentemente dos jogos anteriores em 2D, que usavam a mecânica de deslocamento lateral, Metal Slug 3D apresenta ambientes em 3D nos quais os jogadores podem se movimentar livremente em todas as direções. No entanto, o jogo ainda mantém muitos elementos icônicos da série, como o uso de várias armas, veículos para pilotar e a possibilidade de resgatar prisioneiros para obter bônus.

Embora Metal Slug 3D tenha sido um esforço admirável para levar a série para o mundo tridimensional, o jogo recebeu críticas mistas. Alguns fãs sentiram que a mudança para o 3D prejudicou a jogabilidade e a precisão dos controles, enquanto outros elogiaram os gráficos atualizados e o esforço para expandir a fórmula familiar da série.

Apesar de suas críticas, Metal Slug 3D permaneceu como uma adição interessante à série Metal Slug, mostrando uma tentativa de adaptação aos avanços tecnológicos da época. No entanto, a série continuou a se concentrar principalmente em jogos 2D nos anos seguintes, com títulos como Metal Slug 7 e Metal Slug XX, que mantiveram a jogabilidade clássica que os fãs adoram.

Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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