Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos para Super Mario Blue Twilight DX que conta a saga do Super Mario no mundo de Castlevania aonde ele lida e enfrenta seres do Mundo do Super Mario , Castelvania, e tambem Sonic
JOGO SOMBRIO DO MARIO ?| HISTORIA Super Mario Blue Twilight
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Mais sobre Super Mario Blue Twilight DX
Super Mario: Blue Twilight DX é um Mario fangame criado por BlazeHedgehog. É um jogo de Mario com tema de Halloween devido a sua data de lançamento planejada original, que foi em torno do período de Halloween. No entanto, o jogo originalmente perdeu este prazo, ficando escondido por quase um ano e finalmente reaparecendo na internet em outubro de 2005.
Blue Twilight é frequentemente considerado o melhor título de Mario no MFGG, rivalizando com os jogos Super Mario Epic de Jeff Silvers e o Toad Strikes Back do Thunder Dragon. É também uma das principais atrações da MFGG, já que foi apresentada no canal americano G4 e, mais especificamente, ‘O ataque do programa’ Freeplay Friday ‘. “Mario Fan Game Gallery” também foi mencionado na época, o que gerou muito tráfego para o MFGG, apesar de “Galaxy” ter sido substituído por “Gallery”. A quantidade de tráfego sobrecarregou o servidor da MFGG na época, com o maior número de visitantes registrados no site.
Uma versão melhorada do Blue Twilight DX, chamada Blue Twilight EX está atualmente em desenvolvimento. Blaze promete que esta versão terá um motor re-trabalhado que significa jogabilidade mais suave e melhor, uma das principais queixas da DX.
Um fangame de Super Mario Bros. de 2005 que é na verdade um Re-lançamento Atualizado de Super Mario Blue Crepúsculo de 2003, Super Mario Blue foi criado por Ryan “Blaze Hedgehog” Bloom como parte de sua tradição anual de criar um fangame para o Halloween. No entanto, o jogo provou ser um sucesso surpreendente.
A história é a seguinte: Diz a lenda que uma vez por ano, um estranho castelo aparece. Mario e Peach estão indo para os aposentos de Peach para relaxar nas últimas horas de uma festa depois que Bowser foi espancado mais uma vez. De repente, uma estranha gárgula surge do nada e captura a princesa! Mario dá perseguição e uma nova aventura começa.
Tropos em Super Mario Blue Crepúsculo DX:
Ataque dos 50 pés, seja qual for: Giga Bowser, em uma veia semelhante ao Giant Baby Bowser na Ilha de Yoshi.
Autor Apelo: Halloween é o feriado favorito de Ryan Bloom. Este jogo foi criado como parte de sua tradição de criar um jogo com tema de Halloween a cada ano.
As numerosas referências de Castlevania na nota do jogo estão incluídas porque Ryan Bloom é um fã da série.
Big Bad: Bowser, ou então você é levado a acreditar no começo. Na verdade, o verdadeiro culpado por trás do seqüestro da Princesa Peach é ninguém menos que o Conde Drácula !!
Boss bônus: Sonic the Hedgehog nota assume este papel na Zona Green Hill, que é acessada iniciando o jogo com a data de seu computador definida para 1 de abril.
Nível de bônus: Existem três, acessados modificando a configuração de data no seu computador antes de jogar o jogo. Veja Holiday Mode mais abaixo para mais detalhes.
Preliminares: Jogadores familiarizados com Castlevania podem reconhecer a estranha gárgula no começo como o Gaibon Recorrente do Chefe, insinuando coisas futuras como a identidade do verdadeiro Grande Mau.
Gainax Ending: Complete o Estágio 7 ou o Estágio 8 como Luigi, e você será tratado por um desses, substituindo o final que Mario teria recebido com um Shout-Out do lado esquerdo do campo. Bata Giga Bowser e Doc Brown quebra a cena, deixando Dracula-as-Peach na poeira. Bata Drácula, e a explosão resultante de algum modo teleporta Luigi para o Ovo da Morte, que Luigi evacua e é pego por Mario, apenas para acordar e reclamar de delírios induzidos por Able Juice.
Modo Férias: É assim que você acessa os níveis secretos, incluindo o verdadeiro estágio final. Jogue no dia 25 de dezembro para acessar dois níveis de Natal. Jogue no dia 1º de abril para acessar a Green Hill Zone, com uma luta contra o chefe (Metal) Sonic no final.
Mario Kart World: Vale a Pena? O Novo Mario Kart em Mundo Aberto Dividiu Opiniões
Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.
Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.
A principal novidade está no mapa contínuo. Diferente dos jogos anteriores, onde cada corrida era isolada, aqui tudo é conectado. Ao terminar uma corrida, o jogador precisa dirigir até a próxima pista, o que cria uma sensação de mundo aberto. A ideia, no papel, é interessante e ambiciosa, mas na prática apresenta alguns problemas. Grande parte do tempo é gasta nesses trajetos de transição, o que reduz o aproveitamento das pistas principais e quebra um pouco o ritmo tradicional que consagrou a franquia.
Apesar disso, existe um modo que se destaca claramente acima dos outros. O modo eliminatória funciona como uma espécie de battle royale dentro do universo de Mario Kart. As corridas começam com muitos jogadores e, ao longo do percurso, vários são eliminados progressivamente até restarem apenas os melhores. Essa estrutura torna as partidas mais tensas, competitivas e imprevisíveis, sendo facilmente o ponto mais forte do jogo e o modo que melhor aproveita o conceito de mapa interligado.
Na jogabilidade, o jogo mantém alguns elementos clássicos, como a mecânica de planar, mas também faz mudanças importantes. A presença de até 24 jogadores simultâneos deixa as corridas mais caóticas, e a interação com o cenário ganha mais destaque, com veículos e obstáculos dinâmicos influenciando a corrida. Por outro lado, algumas decisões não agradaram tanto, como a remoção das corridas subaquáticas e, principalmente, a ausência de personalização de veículos, algo que era bastante valorizado nos títulos anteriores.
Outro ponto que chama atenção é o sistema de skins. O jogo introduz uma mecânica em que o jogador pode pegar alimentos durante a corrida e, ao consumi-los, o personagem muda de visual instantaneamente. Isso cria uma progressão diferente, incentiva a exploração e adiciona variedade, mas também contribui para uma experiência mais caótica e, em alguns momentos, até confusa.
Os itens continuam sendo uma parte essencial da experiência e mantêm o caos característico da franquia. Elementos clássicos retornam ao lado de novas adições, ampliando ainda mais as possibilidades durante as corridas. O resultado é um gameplay imprevisível, onde qualquer corrida pode mudar completamente em questão de segundos.
No quesito pistas, o jogo impressiona visualmente e em criatividade. Há cenários que vão de desertos com um estilo cinematográfico a cidades cheias de tráfego, além de áreas inspiradas em Donkey Kong e uma Rainbow Road que se passa no espaço. No entanto, as pistas retrô foram tão modificadas que, em muitos casos, perderam a identidade original, o que pode decepcionar quem esperava uma nostalgia mais fiel.
O mundo aberto também permite exploração livre, onde o jogador pode circular pelo mapa, coletar itens e interagir com o ambiente sem necessariamente estar em uma corrida. Ainda assim, esse elemento funciona mais como um complemento do que como um pilar central da experiência.
Nem tudo funciona perfeitamente. As transições longas entre pistas, a falta de personalização e a remoção de algumas mecânicas clássicas são pontos que pesam contra o jogo. Além disso, ainda existe uma dependência de atualizações futuras para expandir o conteúdo e corrigir algumas dessas questões.
O preço também chama atenção, chegando a cerca de 500 reais no Brasil. Mesmo assim, por ser um dos principais títulos do console e oferecer uma experiência multiplayer forte, acaba se tornando quase indispensável para quem possui a plataforma.
No geral, Mario Kart World é um jogo que assume riscos. Ele abandona parte da fórmula tradicional para tentar algo novo, e embora nem todas as mudanças funcionem, ainda entrega uma experiência divertida e marcante. O modo eliminatória, em especial, mostra que a franquia ainda tem espaço para evoluir de maneiras interessantes.
Acredita que o Ps3 Xbox 360 e Nintendo wii u ja são retro?
Se você cresceu jogando PlayStation 3, Xbox 360 ou até o Nintendo Wii U, talvez seja melhor se preparar: oficialmente, essa geração já começou a ser tratada como retrô. Pois é… aquele console que parecia “moderno ontem” já virou parte da história.
Se você cresceu jogando PlayStation 3, Xbox 360 ou até o Nintendo Wii U, talvez seja melhor se preparar: oficialmente, essa geração já começou a ser tratada como retrô. Pois é… aquele console que parecia “moderno ontem” já virou parte da história.
E não, isso não é só sensação essa mudança foi reforçada pela GameStop, uma das maiores redes de lojas de videogame do mundo.
A GameStop declarou essa geração virou retrô
A GameStop, conhecida principalmente pela venda de jogos usados (comprando barato e revendendo mais caro), está se adaptando ao mercado atual. Com o crescimento do interesse por jogos retrô, a empresa começou a classificar títulos e consoles como PS3, Xbox 360 e Wii U dentro dessa categoria.
E faz sentido mesmo que doa admitir.
O tempo passou mais do que parece
Vamos encarar os fatos
O PlayStation 3 foi lançado em 2006 O Xbox 360 também chegou em 2005/2006 O Wii U, apesar de mais recente (2012), já ficou pra trás há tempo
Ou seja estamos falando de consoles com quase 20 anos
Isso historicamente sempre foi o suficiente pra algo ser considerado retrô
Mas e no Brasil
Aqui a realidade sempre foi um pouco diferente Muita gente ainda joga nessas plataformas seja por acessibilidade preço ou nostalgia recente
Então é normal parecer cedo demais pra chamar de retrô Mas globalmente essa virada já aconteceu
E o mais louco a geração atual também já está envelhecendo
Pra piorar ou melhorar dependendo do ponto de vista
O PlayStation 5 já tem cerca de 6 anos O Xbox Series X|S também está nessa faixa
Ou seja a próxima transição já está no horizonte
No fim das contas
A definição de retrô pode até variar de pessoa pra pessoa mas uma coisa é certa o tempo nos videogames passa rápido demais
E aquele console que você jogava ontem hoje já virou nostalgia
E aí você aceita que PS3 e Xbox 360 são retrô ou ainda tá em negação
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