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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar uma saga que é a saga que literalmente Zoa a historia de Sonic exe, em todos os sentidos

JOGOS que ZOAM o SONIC EXE 😈| HISTORIA SANIC.EXE

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EPISODIOS SONIC EXE

HISTORIA DE SONIC

Jogos Mencionados nesta SAGA

1 sanic.exe
2 sanic.exe.mlg
3 sanic the hedgehog demo sem marble zone
4 sanic the hedgehog versão com marble zone
5 sanic the hedgehog o modo MLG 360 NOSCOPE MODE
6 sonic.gen
7 sally.exe troll game

Mais sobre SANIC, SOnic exe e Parodia do Sonic

Sim, você ouviu certo! É a edição enlouquecida para Sonic.EXE – The Creepypasta Remake, um jogo que começou minha série .exe. O espírito louco de festa toma o controle de Sonic, e coisas estranhas acontecem a partir daí.
É estranho, eu sei, mas gosto de fazer esses tipos de jogos. Então se divirta!

História
Sunky the Game foi realmente um Sonic gordo andando por Level Fun, até que LooneyDude enviou uma foto de Sunky Bum no Sonic Stuff Research Group. As pessoas adoravam a foto, então em vez de um Sonic gordo, Looney usava o Sunky. No primeiro lançamento de Sunky the Game, apenas o Level Fun era jogável. Algum tempo depois, outra versão do jogo foi lançada, e contou com Level the Green. O Level Moist também foi lançado desta forma. Level Factory Land e sua contraparte Act 2 foram originalmente planejadas para Sunky the Game parte 1, mas LooneyDude percebeu que o tamanho do jogo seria muito grande, então ele subiu os níveis para a parte 2. O mesmo acontece com a parte 3.
Tittle
Bugs
Sunky the Game apresenta alguns bugs.

Sunky the Game parte 1
Movimento quando não há animação ambulante
Este é um bug raro que é difícil de retirar. Sunky deve estar andando e você deve soltar a tecla de seta e apertar rapidamente a tecla novamente. Se feito corretamente, então Sunky não parecerá que está se movendo, mas na verdade está se movendo.

Swim over water glitch
Esta falha clássica é arrancada quando você está prestes a completar o estágio, mas você está no lado mais à esquerda da passagem estreita vertical. Desde que sua mãe evitou o gatilho que faz Hunky subir e bater o poste de sinalização, Gunky vai nadar livremente sobre a água. No estado de natação, Hunky não pode coletar anéis ou nadar em declives, já que essas colisões não estão na lista de eventos do objeto de natação.

Sunky the Game part 2
Falha sonora inexistente Editar
Se Sunky morre em Level Factory Land (ACT 2), então um log de erro irá aparecer, informando que o jogo tentou parar um som não existente. Se Ignorar for escolhido, o nível será reiniciado sem nenhum problema. Se Abort for escolhido, o jogo será fechado. O bug está lá acidentalmente e de propósito. Por que o erro é proposital é porque Longitude tentou diminuir o tamanho do jogo excluindo o som, mas esqueceu de remover o coiner para esse som.

Sunky the Game part 3
Falha no final da animação ausente
Quando Sunky alcança a cápsula de escape na parte 3, às vezes o jogo não mostra a animação dele voando por razões desconhecidas. análise sfg plataforma sonic fan games

Sunky é uma paródia do Sonic.EXE. Em vez de tentar matar seus amigos, Sunky tenta fazer seus amigos felizes com seus poderes demoníacos. Em vez de ser sadisticamente inteligente como o Sonic.EXE, o Sunky é inocente, ingênuo e infantil. Com seus amigos Males and Nickles, Sunky se esforça para tornar sua casa perfeita.

Games

Super Mario Wonder no Switch 2 + DLC: Vale a pena? Tudo sobre a expansão

Com uma DLC que está dividindo opiniões, e hoje eu vou te explicar exatamente se ela vale a pena.

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Aproveitando o hype de Super Mario Galaxy, a Nintendo fez uma atualização de nova geração a para o jogo Super mario wonder, dando alguns chefes novos e uma grande expanção do no modo multiplayer, que pode ser divertido no começo mas pouco se sustenta a longo prazo.

Com uma DLC que está dividindo opiniões, e hoje eu vou te explicar exatamente se ela vale a pena.

Baseado no conteúdo do vídeo , aqui vai um guia completo com tudo que essa expansão oferece.

O que muda nessa versão

A nova versão de Mario Wonder no Switch 2 chega com melhorias importantes. O jogo está mais otimizado, conta com dublagem e recebeu mais funcionalidades online voltadas para o multiplayer. Além disso, há uma expansão inédita que adiciona novos conteúdos, embora não seja tão extensa quanto muitos jogadores esperavam. Isso acaba sendo um dos pontos que mais dividem opiniões.


Nova história: Rosalina, Luma e o caos no Reino das Flores

A DLC apresenta uma nova abordagem na história, trazendo Rosalina e os Lumas para dentro da aventura. Durante a jornada, os Koopalings, agora chamados de cupinchas, roubam flores especiais que possuem habilidades mágicas, criando um grande caos no Reino das Flores.

O destaque desse conteúdo é o Parque Belabel, uma nova área diretamente afetada por esse conflito. A missão gira em torno de recuperar essas flores e restaurar o equilíbrio do local, enquanto você enfrenta versões modificadas dos inimigos clássicos.


Nova transformação e gameplay

Uma das maiores novidades da DLC é a transformação de planta, que traz uma vantagem enorme durante a gameplay. Com ela, é possível atacar inimigos de baixo para cima, alcançar áreas mais altas com facilidade e ainda controlar melhor os movimentos no ar.

Essa habilidade acaba deixando o jogo mais acessível em alguns momentos, principalmente durante batalhas contra chefes, o que pode ser positivo para jogadores casuais, mas também reduz um pouco o desafio em certas situações.


Rosalina e Luma: jogabilidade diferente

A presença de Rosalina funciona mais como uma variação estética, mas a Luma traz uma proposta bem diferente. Jogar com ela praticamente transforma a experiência em um modo mais fácil, já que ela ajuda automaticamente no combate e interage com o ambiente.

Esse estilo de gameplay é ideal para quem quer jogar de forma mais tranquila ou até mesmo para quem está começando, funcionando muito bem no multiplayer cooperativo.


Chefes e desafios da expansão

A expansão aposta bastante em batalhas contra chefes, cada um com mecânicas próprias inspiradas nos Koopalings. As lutas envolvem cenários diferentes, como fases com neve, cristais, fantasmas e até tempestades.

Apesar da criatividade, a dificuldade varia bastante. Algumas batalhas são bem simples por conta dos novos poderes, enquanto outras exigem mais atenção, principalmente nas fases finais.


Parque Belabel: o grande destaque

O Parque Belabel é, sem dúvida, o elemento mais interessante da DLC. Ele funciona como um hub com várias atividades, incluindo minigames e modos multiplayer que lembram uma mistura de party game com plataforma 2D.

As partidas podem ser competitivas ou cooperativas, com regras variadas e situações caóticas que mudam a cada rodada. Isso aumenta bastante a rejogabilidade, especialmente quando você está jogando com amigos.


Multiplayer e conteúdo extra

O foco dessa expansão está claramente no multiplayer. Existem diversos modos que incentivam tanto a cooperação quanto a competição, além de desafios extras que recompensam o jogador com novos emblemas e melhorias.

Esses elementos ajudam a prolongar a vida útil do jogo, mesmo que a campanha adicional seja relativamente curta.


Vale a pena

No fim das contas, essa DLC é uma experiência que depende muito do tipo de jogador. Para quem já possui o jogo original, pode parecer um conteúdo interessante, mas não essencial. Já para quem nunca jogou Mario Wonder, essa versão mais completa no Switch 2 pode ser uma ótima porta de entrada.

Mesmo com limitações, a expansão mostra que a Nintendo ainda sabe inovar quando o assunto é Mario 2D. Pode não ser revolucionária, mas continua sendo divertida e cheia de ideias criativas.

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Análise

Resident Evil Requiem é uma mistura do NOVO e Velho de um bom jeito – REVIEW

Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

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Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

Uma experiência dividida em dois estilos

Logo no início, você assume o controle de Grace, uma protagonista que representa tudo aquilo que marcou os Resident Evil mais recentes pós Resident Evil 7: Biohazard. Terror em primeira pessoa, vulnerabilidade e uma sensação constante de perigo.

Essa primeira parte do jogo é focada no medo puro. Recursos escassos, inimigos imprevisíveis e um ritmo mais lento fazem você sentir cada passo como uma decisão importante. É aquela experiência clássica de sobrevivência que muitos fãs pediam de volta.

Mas tudo muda quando Leon S. Kennedy entra em cena.

A virada para ação

Quando Leon assume o protagonismo, o jogo muda completamente de tom. A gameplay passa a lembrar bastante Resident Evil 6, só que dessa vez funcionando melhor.

Aqui entram combates mais intensos, sistema de parry, uso criativo de itens e muito mais foco em ação e movimentação. É praticamente uma evolução do estilo mais action da franquia, só que melhor equilibrado.

Um conceito criativo e estranho

Um dos pontos mais interessantes do jogo é a forma como os inimigos são construídos.

Os zumbis não são apenas criaturas genéricas. Eles são reflexos de memórias e traumas. Antes de serem infectados, eles tinham vidas, hábitos e obsessões.

Isso gera inimigos bem únicos, como um açougueiro transformado em um monstro brutal, um zelador que continua limpando compulsivamente e criaturas que evitam luz por traumas anteriores.

É estranho, mas funciona e adiciona uma camada psicológica bem interessante ao terror.

Um dos Resident Evil mais longos

Outro destaque é a duração. Resident Evil Requiem é um dos títulos mais longos da franquia, o que pode ser um ponto positivo para quem quer conteúdo.

Mas essa duração vem com uma mudança clara de ritmo. O jogo começa com terror intenso, evolui para sobrevivência no meio e termina com ação total.

Essa progressão pode surpreender ou até incomodar dependendo do tipo de jogador que você é.

Vale a pena?

Sim, e muito.

Mesmo com essa mudança de identidade ao longo da campanha, o jogo consegue se manter divertido do início ao fim. Ele mistura o melhor de diferentes fases da franquia e entrega uma experiência única.

Se você curte terror psicológico, ação estilo Resident Evil moderno e narrativas criativas, então esse jogo é para você.

No fim das contas, pode até dividir opiniões, mas é um dos Resident Evil mais interessantes já feitos.

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