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Klonoa 2 precisa vender MUITO para continuar existindo

Historia Klonoa 2 – Se o REMAKE não VENDER a SERIE pode ACABAR | Rk play

Espero que gostem!

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Arte de @artedocarneiro
Edição @gabrielbarge
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0:00 Inicio
3:55 O que muda no Remaster
5:43 Historia e Personagens
10:17 O que será do Klonoa ?

Klonoa 2: Lunatea’s Veil (também conhecido como Klonoa dos Ventos 2: Coisas que o Mundo Quer Esquecer) é um video game da Namco para PlayStation 2 lançado em 2000. Nele, Klonoa e seus novos amigos se envolvem em uma nova jornada para salvar Lunatea e desvendar os segredos do mundo encantado. Há dezenas de áreas neste jogo. Muitas são sem igual, incluindo boarding, inimigos estranhos e entretores, e mudanças perceptuais dinâmicas. O jogo usa cel-shading nos personagens.

Klonoa
Herói do jogo, conhecido como “Viajante dos Sonhos”, aquele que foi chamado para salvar mundos de sonhos. Ele sempre usa um anel sem igual contendo poderes mágicos. No início do game, ele está no meio do mar, quando é salvo por Popka e Lolo. Klonoa é o personagem jogavel

Lolo
Sacerdotisa em treinamento que falhou no teste. Após conhecer Klonoa, ela foi chamada pela Grande Sacerdotisa para ajudar Klonoa. No jogo ela fornece poderes mágicos do anel do Klonoa. Ela parece ter sentimentos como amor por Klonoa, especialmente quando Tat implicou com ela por causa disso.
Popka
Amigo da Lolo,um pato mas fácil para acompanhar. Ele é um bobo da corte e ajudante do Klonoa ocasionalmente. Com o segundo jogador, aperte Start que Popka vai aparecer, apertando quadrado, Popka faz Klonoa dar um super pulo, muito útil às vezes em fases difíceis.

Baguji
Sábio de Lunatea, às vezes fala para o jogador sobre Leorina e outras coisas do jogo. Depois de terminar todas as Visões do Reino, o jogadro deverá prosseguir a Ilha de Baguji para ele dizer onde Klonoa deverá ir.

Leorina
A vilã da historia que quer o anel de Klonoa para uma vingança. Consegue copia-lo, mas a esmeralda no anel é vermelha. Quando vai enfrentar Klonoa cara-a-cara, é pega por uma maldição que a transforma numa espécie de inseto gigante. Na última batalha do game, Leorina ajuda Klonoa dando a ele mais força ao anel, para Klonoa enfrentar o Rei de Sorrow.

Tat
A ajudante de Leorina, atrapalha na maioria das vezes, principalmente em Joilant.

Rei de Sorrow (Rei da Tristeza)
Vilão principal, rei de Sorrow, o reino da tristeza. Enfrenta Klonoa como um monstro que pode fazer armadilhas (1ª batalha) e como ele mesmo, protegido com um escudo de força negra (2ª batalha). Ele morre no final do jogo e vira energia.

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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