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Curiosamente o jogo lego batman 3 é um jogo que voce joga mais com outros herois da liga da justiça do que o proprio batman

Lego Batman 3 NÃO é um jogo do Batman | Rk Play

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro

Edição @gabrielbarge

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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

Jogos de Super Heroi

Lego Batman 3: Beyond Gotham é um jogo eletrônico de ação e aventura Lego desenvolvido pela Traveller’s Tales e publicado pela Warner Bros. Interactive Entertainment em 11 de novembro de 2014 para múltiplas plataformas. É a terceira visita a série de jogos Lego Batman e uma sequencia para Lego Batman: The Videogame e Lego Batman 2: DC Super Heroes

jogabilidade de Lego Batman 3: Beyond Gotham é muito semelhante ao dos dois jogos anteriores da série Lego Batman: Lego Batman: The Videogame e Lego Batman 2: DC Super Heroes. O jogador controla qualquer um de uma grande variedade de personagens (dos quais existem mais de 150) a partir de uma perspectiva de terceira pessoa, principalmente, derrotando inimigos, resolvendo quebra-cabeças, e coletando ‘studs’ Lego,a forma de moeda do jogo. Usando combinações de ataque no combate multiplica a quantidade de studs ganhos. Até dois jogadores podem jogar no modo cooperativo.

Lego Batman 3: Beyond Gotham foi recebido com uma recepção mista apos o lançamento. Elogios foram dirigidos a quantidade de conteúdo, o humor do jogo, e os personagens; enquanto as críticas foram direcionadas a questões técnicas, má IA, participações especiais de celebridades, aspectos conflitantes de jogabilidade, e a direção geral do jogo

Os membros de seis das sete Tropas dos Lanternas são todos convocados por uma força misteriosa, onde eles são emboscados por Brainiac. A Tropa perde a batalha contra as maquinações de Brainiac e sofrem uma lavagem cerebral para embarcar em sua nave. Com isto completo, Brainiac entra em um curso para a Terra a fim de recuperar o Lanterna final:Hal Jordan. Enquanto isso, em Gotham, Batman e Robin perseguem o Crocodilo através dos esgotos. Crocodilo escapa, e leva um mapa para seus cúmplices: Solomon Grundy, Chita, e o Coringa. No salão de justiça, Ciborgue termina de trabalhar em um “teletransportador slideways” ligando o Salão da Justiça para a Torre de Vigilância da Liga da Justiça, e envia Lanterna Verde por ele para se encontrar com o Caçador de Marte como um teste. O teste é bem sucedido, e o portal é deixado em aberto.

Brainiac chega a Fortaleza da Solidão e usa tanto o raio reverso quanto seu dispositivo de controle da mente para inflar Super-Homem a proporções gigantescas e enviá-lo em uma agitação destrutiva. Sem qualquer Kryptonita, todos os ataques do grupo são ineficientes contra Super-Homem agora hipnotizado, até que Batman tem a ideia de o eletrocutar para tirá-lo do controle de Brainiac, recordando o seu incidente no Batmóvel. O grupo monta um gerador e tenta eletrocutar Super-Homem, sem nenhum efeito. Robin então percebe que foi de fato o seu discurso para Batman que quebrou o transe, e não a electrocussão, e Batman avança para entregar um monólogo sincero para Super-Homem. Gradualmente, Super-Homem é liberado do controle de Brainiac, e destrói a nave do vilão, o mandando-a voando para as profundezas do espaço. Brainiac é preso.

Com missão completa, os membros da Liga voltam para casa, e os vilões parte com eles, retomando suas vidas de crime. Luthor consegue seu objetivo inicial de se tornar presidente – mas isso é apenas temporário, e tanto ele como o Coringa são presos, a dividindo cela com Brainiac

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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