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Lenda do Heroi é um jogo criado pelos antigos videos de marcos castro, que acabou se transformando em um incrivelmente jogo de plataforma cheio de referencias

LENDARIO JOGO da A LENDA DO HERÓI 😎
Video da Lenda do Heroi 2 – https://youtu.be/D7-ku2iUfCw

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro
Edição @gabrielbarge
Gameplay gravada no canal @rkplayjoga


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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

0:00 Lenda do Heroi
1:20 Gameplay
3:00 Fase 1 – Colinas Verdejantes
5:48 Fase 2 – Floresta do Bosk
8:13 Fase 3 – Carvena Dummal
10:42 Fase 4 – Deserto de Bhangur
13:19 Cena Tensa
14:12 Fase 5 – Cachoeira de Seloco
16:37 Fase 6 – Monte Friaka
17:15 Fase 7 – A Temível Entrada do Nefasto Castelo do Famigerado Feiticeiro
19:14 DLCs

A Lenda do Herói é um jogo indie de plataforma de ação e exploração 2D, narrado através de canções e baseado nos vídeos homônimos dos irmãos Castro. Lançado em 24/03/2016, saiu de uma ideia para o desenvolvimento após um financiamento coletivo bem sucedido na plataforma Catarse. Em 30/04/2020, a versão em Inglês do jogo foi lançada, chamada de “Songs For a Hero”.

Um game inesquecível! Plataformas voadoras, inimigos coloridos, armas mágicas e física inexplicável. Isso tudo com uma música de fundo que acompanha a saga de um cavaleiro. Eis um breve resumo do que pode ser encontrado em A Lenda do Herói – O Jogo, que homenageia vários clássicos das eras 8 e 16 bits, e ao mesmo tempo tira sarro de diversos clichês encontrados no mundo dos games.
Um dos diferenciais do projeto é sua trilha sonora dinâmica e bem-humorada que narra os feitos do jogador e responde a seus comandos, tornando-se um elemento-chave para a progressão da história. Tudo isso será complementado com puzzles, itens especiais, batalhas épicas e tudo que um bom jogo de videogame precisa ter.

Composição e Estrutura do Jogo

22 atos, distribuídos em 8 fases, além de 6 sub-chefes escondidos nos terceiros atos das 6 primeiras fases;
Uma EXPANSÃO chamada “Além da Lenda”, composta de 1 fase com 3 atos;
Uma DLC chamada “A Lenda dos Mortos”, composta de 1 fase com 3 atos, com a voz de Detonator;
Uma DLC chamada “De Férias com o Herói” composta por 1 fase com 1 ato.

Itens e equipamentos para exploração e combate;
Épicas batalhas com chefes;
Música dinâmica e um narrador canta as ações do Herói e arranjos orquestrais épicos;
Enredo bem humorado que aborda uma história original dentro do universo de jogos clássicos;
Cenários ricos e detalhados num mundo em pixel art.
Gráficos e animações em pixel art, com sprites, efeitos e elementos de jogo mais detalhados que os dos consoles de 8 e 16 bits. Compatível com todas as resoluções modernas incluindo Full HD.
Puzzles, segredos, piadas e easter eggs integrados à jogabilidade musical.
Desenvolvido para Windows, Linux e Mac, com versões previstas para Nintendo Switch, PS4 e XBOX One (previsão pra verão de 2021)

Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Análise

Quem deve comprar a nova versão de Sonic Frontiers para Nintendo Switch 2?

A chegada de Sonic Frontiers: Definitive Edition ao Nintendo Switch 2 finalmente entrega uma versão que faz justiça ao jogo da SEGA. Mas a grande pergunta é: vale a pena comprar essa edição?

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A chegada de Sonic Frontiers: Definitive Edition ao Nintendo Switch 2 finalmente entrega uma versão que faz justiça ao jogo da SEGA. Mas a grande pergunta é: vale a pena comprar essa edição?

A resposta depende de quem você é.

O mesmo jogo, mas muito melhor tecnicamente

Se você nunca jogou Sonic Frontiers, essa é facilmente uma das melhores formas de conhecer a aventura. O conteúdo continua exatamente o mesmo.

Você vai explorar enormes ilhas em mundo aberto, descobrir os mistérios de uma antiga civilização, reunir as Esmeraldas do Caos, resolver puzzles, enfrentar Titãs gigantescos e participar de atividades paralelas, incluindo a famosa pescaria que acabou se tornando um dos momentos mais divertidos do jogo.

A estrutura da aventura permanece idêntica. O grande destaque desta edição está na parte técnica.

A diferença gráfica é enorme

A versão de Switch 2 apresenta uma evolução visual muito clara.

Os ambientes contam com texturas de maior qualidade, a distância de visão foi ampliada e os cenários passam uma sensação muito maior de profundidade. O resultado é um mundo muito mais bonito e agradável de explorar.

Quem jogou no Switch original percebe a diferença logo nos primeiros minutos.

O modo desempenho é a melhor escolha

O Switch 2 oferece dois modos gráficos.

O primeiro é o Modo Desempenho, que roda o jogo a 60 FPS e transforma completamente a experiência. Sonic é um personagem que depende muito da sensação de velocidade, e a fluidez faz toda a diferença.

Já o Modo Qualidade prioriza os gráficos, mas mantém o jogo limitado a 30 FPS. Apesar da imagem um pouco mais bonita, a perda de fluidez acaba prejudicando a experiência, principalmente em um jogo tão rápido.

Na prática, o Modo Desempenho é a melhor opção.

Ainda não é perfeito

Mesmo com todas as melhorias, ainda existem algumas limitações.

O pop-in de vegetação continua aparecendo em alguns momentos, especialmente na primeira ilha. Conforme a aventura avança, esse problema diminui bastante, principalmente nas áreas desérticas e em cenários mais abertos.

Mesmo assim, o resultado final fica muito mais próximo das versões de PlayStation 5 e Xbox Series do que da antiga versão de Switch.

Quem já tem a versão de Switch 1 deve comprar de novo?

Aqui está a maior crítica.

Infelizmente, esta edição é exclusiva do Nintendo Switch 2 e não existe um upgrade pago para quem já comprou o jogo no Switch original.

Curiosamente, existe até a opção de importar o save da versão anterior, o que mostra que um sistema de upgrade faria bastante sentido.

É uma decisão difícil de entender e certamente poderia ter sido mais amigável para quem já apoiou o jogo na geração passada.

Vale a pena?

Se você acabou de comprar um Nintendo Switch 2 e está procurando jogos além dos grandes lançamentos da Nintendo, Sonic Frontiers é uma excelente escolha.

Muita gente acabou ignorando o jogo por causa do período em que o console foi lançado, mas ele continua sendo uma das aventuras mais diferentes da franquia.

Para quem nunca jogou, a recomendação é simples: vá direto na versão de Switch 2.

Por via de Interesse na compra, aqui esta diposnivel.

MERCADO LIVRE

Amazon

Shoppe

Ela entrega gráficos muito melhores, desempenho excelente em 60 FPS e oferece, sem dúvida, a melhor experiência possível para quem deseja jogar Sonic Frontiers em um console da Nintendo.

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