Connect with us

Published

on

Lenda do Heroi é um jogo criado pelos antigos videos de marcos castro, que acabou se transformando em um incrivelmente jogo de plataforma cheio de referencias

LENDARIO JOGO da A LENDA DO HERÓI 😎
Video da Lenda do Heroi 2 – https://youtu.be/D7-ku2iUfCw

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro
Edição @gabrielbarge
Gameplay gravada no canal @rkplayjoga


🔥 Seja Membro do canal https://www.youtube.com/channel/UCVmxV-_ds-UJeVC7w7AYQTQ/join

Me siga nas redes sociais: 👇
🐦 Twitter: https://twitter.com/eurkplay
📷 Insta: https://www.instagram.com/eurkplay
🔵 Page do Face: https://rkplay.com.br/facebook
🎮 Discord https://rkplay.com.br/discord
🔥 Grupo do Face: /gamers brasil
🔴 Lives na Twitch e Facebook: /rkplay

✉️ Contato Profissional: contato.roberto94@gmail.com

🔥 #rkplay #game #videogame

PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

0:00 Lenda do Heroi
1:20 Gameplay
3:00 Fase 1 – Colinas Verdejantes
5:48 Fase 2 – Floresta do Bosk
8:13 Fase 3 – Carvena Dummal
10:42 Fase 4 – Deserto de Bhangur
13:19 Cena Tensa
14:12 Fase 5 – Cachoeira de Seloco
16:37 Fase 6 – Monte Friaka
17:15 Fase 7 – A Temível Entrada do Nefasto Castelo do Famigerado Feiticeiro
19:14 DLCs

A Lenda do Herói é um jogo indie de plataforma de ação e exploração 2D, narrado através de canções e baseado nos vídeos homônimos dos irmãos Castro. Lançado em 24/03/2016, saiu de uma ideia para o desenvolvimento após um financiamento coletivo bem sucedido na plataforma Catarse. Em 30/04/2020, a versão em Inglês do jogo foi lançada, chamada de “Songs For a Hero”.

Um game inesquecível! Plataformas voadoras, inimigos coloridos, armas mágicas e física inexplicável. Isso tudo com uma música de fundo que acompanha a saga de um cavaleiro. Eis um breve resumo do que pode ser encontrado em A Lenda do Herói – O Jogo, que homenageia vários clássicos das eras 8 e 16 bits, e ao mesmo tempo tira sarro de diversos clichês encontrados no mundo dos games.
Um dos diferenciais do projeto é sua trilha sonora dinâmica e bem-humorada que narra os feitos do jogador e responde a seus comandos, tornando-se um elemento-chave para a progressão da história. Tudo isso será complementado com puzzles, itens especiais, batalhas épicas e tudo que um bom jogo de videogame precisa ter.

Composição e Estrutura do Jogo

22 atos, distribuídos em 8 fases, além de 6 sub-chefes escondidos nos terceiros atos das 6 primeiras fases;
Uma EXPANSÃO chamada “Além da Lenda”, composta de 1 fase com 3 atos;
Uma DLC chamada “A Lenda dos Mortos”, composta de 1 fase com 3 atos, com a voz de Detonator;
Uma DLC chamada “De Férias com o Herói” composta por 1 fase com 1 ato.

Itens e equipamentos para exploração e combate;
Épicas batalhas com chefes;
Música dinâmica e um narrador canta as ações do Herói e arranjos orquestrais épicos;
Enredo bem humorado que aborda uma história original dentro do universo de jogos clássicos;
Cenários ricos e detalhados num mundo em pixel art.
Gráficos e animações em pixel art, com sprites, efeitos e elementos de jogo mais detalhados que os dos consoles de 8 e 16 bits. Compatível com todas as resoluções modernas incluindo Full HD.
Puzzles, segredos, piadas e easter eggs integrados à jogabilidade musical.
Desenvolvido para Windows, Linux e Mac, com versões previstas para Nintendo Switch, PS4 e XBOX One (previsão pra verão de 2021)

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

Published

on

By

Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

Continue Reading

Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

Published

on

By

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending