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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje entro na saga dos jogos do multiverso exe do super mario 64 exe

Mario encontra PEACH EXE 😈| HISTORIA SUPER MARIO 64 EXE

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Jogos mencionados nessa saga

Mario 64 regular pasta
mario 64 bob omb battafield
Mario 64 come to the castle
mario 64 bup

Mario sobre Mario.exe e os jogos creppypasta de Super Mario

I hate you (Eu te odeio) é uma adaptação da creepypasta de mesmo nome. Se você não sabe do que se trata, saiba que a nossa querida I Hate You foi uma lenda urbana criada em 2014 que ficou tão famosa que acabou recebendo um fan-game. Ao contrário do que muitos pensam, a versão hack é muito melhor, ainda mais se você tem problemas do coração e vive fugindo de jumpscares

Ao contrário da versão .EXE, esta hack consegue simular todos detalhes devido a limitação do Lunar Magic, trazendo um realismo incomparável. Essa versão foi publicada na Smwcentral faz um tempo, provocando um certo sucesso. Infelizmente, não tem muito o que se fazer no jogo, á não ser chutar a bunda do Luigi e encontrar os segredos que o autor escondeu. Mesmo assim tão curta, é uma bela hack para relembrar a nostalgia de uma pioneira das creepypastas.

eu não sabia o que fazer sabendo disso, e eu achava que era perda de tempo ficar procurando mensagens subliminares no meio de um arquivo todo embaralhado… Estou disposto a apostar que ninguém nunca será capaz de fazer isso fazer sentido.

Porem decidi que, já que meu interesse fora crescendo constantemente, eu iria começar a procurar em minha pasta horrivelmente desorganizada de downloads por uma cópia de um jogo comum, que eu havia baixado à um bom tempo antes dos acontecimentos desta noite, e por um patcher IPS; claro que a minha escolha para o trabalho foi o programa Lunar LPS (LIPS).

Em seguida, prossegui a mover o ROM e o Patcher IPS para a pasta do hack. Eu usei o patch na ROM, não sabendo o que esperar em seguida, e então rapidamente arrastei-o para o emulador ZSNES, esperando jogar o que eu achava ser uma porcaria de hack, com base na imagem prévia do jogo. Na inicialização, notei que o autor havia tido tempo de alterar o cabeçalho de seu hack. Ao invés do habitual titulo “super marioworld” que você normalmente vê no canto esquerdo quando inicia um rom no ZSNES, ele só tinha a palavra “mario”, mais uma vez. Neste ponto, ganhei um pouco de esperança, porque normalmente as pessoas que fazem hacks meia-boca geralmente nem sequer mudam o título do cabeçalho. Por um momento pensei não estar perdendo meu tempo com isso, e meu humor se iluminou um pouco com a ideia de ver o que o autor tinha a oferecer em seu pequeno hack interessante. Assim, a tela de título carregou, exatamente como seria em Super Mario World, exceto que só havia “Mario” escrito no título, como eu havia mencionado anteriormente. Outra coisa que aumentou ainda mais meu interesse, era que a coloração do “modelo” brilhante e animado do Mario parecia mais, como posso dizer… “cinzento”. O que antes era violeta-vermelho agora se tornara um cinza com um pequeno tom vermelho, e eu tenho quase certeza de que suas calças também pareciam mais cinzentas do que o normal… Achei isso estranho, e me perguntei por que ele decidiu deixar o Mario com uma palheta de cores tão “chata”. Independentemente de suas intenções, eu senti que havia algo… errado. Não no sentido de que a palheta estava pior, mas de que o hack parecia vazio, como se algo tivesse acontecido. Ao pressionar start e selecionar um novo arquivo, assim como um monte de hacks do Mario que eu havia jogado no passado, apareceu uma espécie de tela de introdução que, basicamente, descrevia toda a história do jogo em um pequeno parágrafo, pequeno o suficientemente para caber em uma caixa preta.

Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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Análise

Escape from rever After: o “Paper Mario moderno” que tá chamando atenção

Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

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Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

Visual que mistura 2D e 3D de forma inteligente

O primeiro destaque do jogo é o visual. Todo o cenário é construído em 3D, enquanto personagens e inimigos parecem recortes em 2D, criando aquele estilo clássico que lembra papel. Isso não só dá personalidade, como também faz tudo funcionar de forma muito fluida e charmosa.

Jogabilidade com estratégia e timing

Assim como os melhores RPGs do estilo, o jogo aposta em um sistema de batalha que vai além do básico. Você utiliza parceiros durante a jornada, interage com o cenário e ainda precisa dominar o timing dos comandos. Dá para se defender de ataques e executar golpes com mais eficiência apertando o botão no momento certo, o que deixa tudo mais dinâmico e envolvente.

Sistema de parceiros que muda a experiência

Um dos pontos mais interessantes é o sistema de parceiros. Eles não estão ali só para ajudar na luta, mas também participam da exploração e da resolução de desafios. Isso impacta diretamente na forma como você avança e deixa a experiência mais variada do começo ao fim.

Curto, mas marcante

Apesar de ser um RPG relativamente curto, Escape from Ever After compensa com uma experiência bem condensada e divertida. Ele pega a base consagrada de Paper Mario e adapta para algo mais moderno, com foco em ritmo e criatividade.

Vale a pena?

Se você curte RPGs com identidade forte, mecânicas criativas e aquele toque nostálgico, esse jogo é uma ótima surpresa. Ele mostra que ainda dá para reinventar fórmulas clássicas sem perder a essência.

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