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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de mega drive que é uma hackrom de sonic 2 que mais parece jogo novo com varios personagens estilo Sonic advance

MELHOR Sonic 2 QUE EXISTE 😲| HISTORIA Sonic 2 Advanced Edit

Espero que gostem!


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HISTORIA DE SONIC

Playlist

Mais Sobre Sonic 2 Advance Edit

Sonic 2: Advanced Edit é um hack do Sonic 2 criado por rika_chou. Sonic 2: Advanced Edit teve quatro lançamentos importantes. O quarto lançamento inclui os níveis do terceiro lançamento como conteúdo bônus.

O Sonic 2 Advanced Edit apresenta 7 zonas totalmente novas, cada uma cheia de inimigos únicos e com um chefe cuja jogabilidade varia dependendo do personagem que você joga. Personagens jogáveis ​​são Sonic, Tails, Knuckles e Amy. Além disso, como conteúdo bônus, o hack apresenta as 5 zonas do lançamento de 2008, aprimoradas para serem totalmente jogáveis. Ao completar as 7 zonas principais, você obtém um código para acessar o nível selecionado, no qual você pode jogar as zonas de bônus selecionando “South Island 1”.

Existem 69 grandes anéis espalhados pelas 7 zonas principais. Colete 7 deles para ganhar a capacidade de virar super quando tiver pelo menos 50 anéis em qualquer nível.

Controles:

Sonic, Tails, Knuckles: Como em S3K. (Sem spindash para o Tails.)
Amy: A, Baixo + A: ataques de martelo; B / C, Baixo + B / C: Salto / Spindash.
Super formulários: para ativar, mantenha A + B + C ao pular. (Nenhuma super forma para o Tails.)
Redefinição de nível: Enquanto estiver em pausa, mantenha pressionadas as teclas A + B + C para ir para o início do nível / última estrela (custa 1 ponto de vida).
Distribuição dos 69 grandes anéis:

Ilha Neo Sul: 9
Cidade Cósmica: 16
Selva de bambu: 10
Montanha Azul: 11
Ruína Robótica: 9
Deserto empoeirado: 13
Eggquarium: 1

Versão 4 (2019)
O quarto lançamento do Sonic 2: Advanced Edit foi lançado como parte do Sonic Hacking Contest 2019, com um lançamento final de correção de bug planejado posteriormente.

Possui 7 zonas inteiramente novas, cada uma cheia de inimigos únicos e com um chefe cuja jogabilidade varia dependendo do personagem do jogador. Personagens jogáveis ​​são Sonic, Tails, Knuckles e Amy. Além disso, como conteúdo bônus, o hack apresenta as 5 zonas do lançamento de 2008, aperfeiçoadas para serem totalmente jogáveis. Ao completar as 7 zonas principais, o jogador obtém um código para acessar o nível selecionado a partir do qual ele pode jogar as zonas de bônus selecionando “South Island 1”. Existem 69 Anéis Gigantes espalhados pelas 7 zonas principais. Coletar 7 deles concederá a capacidade de virar Super assim que o jogador tiver pelo menos 50 anéis em qualquer nível.

O hack já dura cerca de 10 anos, com muito pouco progresso nos últimos anos devido a compromissos da vida real e rika_chou e qiuu como os únicos contribuintes restantes. Muitos aspectos não são exatamente os previstos devido ao tempo limitado, mas foi decidido pressionar por uma versão final para fazer com que o desenvolvimento não continuasse indefinidamente, com o risco de nunca ser lançado.

Controles
Sonic, Tails, Knuckles: O mesmo que em Sonic the Hedgehog 3 & Knuckles. (Sem Spin Dash para Tails.)
Amy: A, Baixo + A: ataques de martelo; B / C, Baixo + B / C: Traço de salto / rotação.
Super formulários: para ativar, mantenha A + B + C ao pular. (Sem formulário Super para o Tails.)
Redefinição de nível: Enquanto estiver em pausa, mantenha pressionado A + B + C para ir para o início do nível / último Post Estelar (custa 1 ponto de vida).
Anéis grandes
Distribuição dos 69 grandes anéis:

Ilha Neo Sul: 9
Cidade Cósmica: 16
Selva de bambu: 10
Montanha Azul: 11
Ruína Robótica: 9
Deserto empoeirado: 13
Eggquarium: 1

Release 3 (2008)
A versão de 2008 apresenta 3 novos níveis. Outros níveis (incompletos) podem ser acessados ​​usando o menu de seleção de nível.

Release 2 – Problemas conhecidos
Se Sonic entra em um Estágio Especial com um Escudo de Raio e sai novamente, o escudo se foi, mas a capacidade de drenar os anéis ainda é eficaz.
Ao rodar em alta velocidade na Roof Top Zone, o Sonic ocasionalmente passa por paredes sólidas.
O sprite inicial do Sonic está corrompido na Zona de Ruína Robótica.

Análise

Fire Emblem Fortune’s Weave: vale a pena no Nintendo Switch 2?

A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

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A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

Para quem não conhece Fire Emblem, estamos falando de um RPG tático. Você cria o seu próprio personagem, que acaba se tornando um dos escolhidos para tentar salvar um mundo que foi praticamente sucumbido pela influência do submundo.

Só que a história não fica apenas nisso.

Durante a aventura, você vai formar sua própria equipe, fazer alianças, conhecer diversos personagens e tomar decisões que podem levar a diferentes caminhos dentro da narrativa. O jogo possui muitos diálogos e ramificações, então suas escolhas acabam tendo importância durante a jornada.

E, obviamente, o grande destaque continua sendo o combate tático.

Você precisa pensar muito bem antes de cada movimento, posicionar corretamente seus personagens no campo de batalha, escolher quais unidades levar para cada confronto e aproveitar as habilidades da sua equipe da melhor maneira possível.

Visualmente, Fire Emblem Fortune’s Weave também impressiona bastante.

A nova geração do Nintendo Switch 2 fez muito bem para a franquia. O estilo de personagens humanoides com estética de anime ficou ainda mais bonito com a maior resolução e qualidade visual do console.

As cinemáticas estão muito bonitas, as animações são bem produzidas e a apresentação geral do jogo passa uma ótima primeira impressão.

É realmente um RPG muito bem acabado.

Agora, tem uma questão importante: Fire Emblem Fortune’s Weave é um jogo bastante focado no gênero tático. Então é aquela experiência que você pode amar muito ou simplesmente não conseguir entrar na proposta.

Quem gosta de estratégia, gerenciamento de equipe, batalhas por turnos, diálogos e construção de relacionamentos provavelmente vai encontrar bastante coisa para aproveitar aqui.

Por outro lado, se você prefere jogos mais rápidos e focados em ação, o ritmo pode acabar sendo um pouco mais lento.

Outro problema para nós brasileiros é que Fire Emblem Fortune’s Weave não possui tradução para português.

E isso pesa bastante porque a experiência depende de diálogos, decisões, personagens e da própria narrativa. Se você não tem problema com a barreira do idioma, consegue aproveitar tranquilamente a proposta do jogo. Mas para quem depende de português, isso pode ser um obstáculo.

Mesmo assim, para quem gosta de RPG tático e não tem problema com o idioma, Fire Emblem Fortune’s Weave é uma ótima opção para começar a explorar o gênero no Nintendo Switch 2.

O jogo tem uma apresentação impressionante, gráficos muito bonitos, excelentes animações, bastante estratégia e uma história construída em torno de escolhas, alianças e diferentes caminhos.

Se você curte Fire Emblem ou está procurando um RPG tático para jogar no Nintendo Switch 2, esse aqui definitivamente merece sua atenção.

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Games

Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

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Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Cara, vou te falar que vale pra caraca.

Onimusha: Way of the Sword representa o retorno da franquia com uma proposta moderna, mas sem abandonar aquilo que tornou a série tão marcante. O jogo coloca você novamente em uma versão do Japão feudal cheia de demônios, onde a principal ferramenta para sobreviver é uma boa espada.

E visualmente o negócio está impressionante.

Uma nova versão do Onimusha

Quem conhece os jogos antigos vai perceber rapidamente que Way of the Sword mudou bastante a estrutura da franquia.

Os primeiros Onimusha tinham uma estrutura mais próxima de Resident Evil clássico, com cenários mais fechados, câmera mais distante e uma progressão que lembrava bastante os jogos de terror da Capcom daquela época. Ao mesmo tempo, o combate já tinha uma pegada de hack and slash, embora fosse bem mais cadenciado do que algo como Devil May Cry.

Agora a situação é completamente diferente.

Way of the Sword parece ter buscado inspiração na câmera sobre o ombro dos Resident Evil modernos. Você fica muito mais próximo do personagem durante a exploração e, principalmente, durante os combates.

E aí entra a espada.

O combate é muito mais direto, com você enfrentando diversos inimigos e utilizando sua lâmina para literalmente ceifar uma quantidade absurda de demônios.

Combate, orbes e ataques especiais

Durante as batalhas, você também encontra diferentes orbes e esferas que podem ser absorvidos pelo personagem.

Esses elementos servem para carregar determinados tipos de ataques especiais e acrescentam uma camada interessante ao combate. É aquele tipo de mecânica que deixa as lutas mais dinâmicas e faz você prestar atenção no que está acontecendo ao seu redor.

Também dá para perceber algumas influências dos jogos Soulslike em determinadas situações de combate.

Não estou dizendo que Onimusha virou um Soulslike, porque não é isso. É mais uma impressão causada pela maneira como algumas lutas são construídas, pela importância de observar os inimigos e pelo ritmo de determinados confrontos.

E o sensor de movimento do Switch 2?

No Nintendo Switch 2, o jogo também possui suporte ao sensor de movimento dos Joy-Con.

E vou ser bem sincero: para mim, é uma das partes menos interessantes da experiência.

Eu entendo completamente a ideia de utilizar os movimentos para controlar a espada. É um diferencial que pode ser divertido durante alguns minutos, principalmente para quem gosta de experimentar recursos diferentes do console.

Mas depois disso, eu prefiro voltar para o controle tradicional e simplesmente apertar os botões.

A jogabilidade tradicional é muito mais confortável e, na minha opinião, combina melhor com a proposta do jogo.

Onimusha continua sabendo fazer comédia

Uma das coisas que mais gostei é que Onimusha: Way of the Sword consegue equilibrar muito bem sua atmosfera.

O jogo tem um visual extremamente sério, uma ambientação pesada e uma história envolvendo samurais, demônios e violência. Só que, em determinados momentos, aparecem aquelas situações completamente inesperadas que quebram um pouco a tensão.

E isso é muito Capcom.

A empresa tem uma tradição muito forte de colocar momentos de humor em jogos que, aparentemente, deveriam ser extremamente sérios.

Onimusha consegue fazer isso sem destruir completamente a atmosfera.

Uma história cheia de reviravoltas

Sem entrar em spoilers, a história também consegue surpreender.

Way of the Sword possui algumas reviravoltas que realmente não parecem óbvias, principalmente quando começamos a descobrir mais sobre determinados personagens.

E tem um vilão que, sinceramente, mostra mais uma vez o nível de maldade que alguns personagens da Capcom conseguem alcançar.

É aquele tipo de situação em que você olha para a tela e pensa: “Caraca, não é possível que esse cara fez isso.”

Mas essa parte fica para um outro vídeo, porque aí já entramos no território dos spoilers.

Vale os R$ 200?

Para quem estava esperando o retorno de Onimusha com um jogo novo, eu diria que sim.

Onimusha: Way of the Sword não tenta simplesmente copiar os jogos antigos. Ele pega a essência da franquia e adapta sua estrutura para uma geração mais moderna.

A câmera mudou, o combate evoluiu, a apresentação gráfica está impressionante e algumas mecânicas parecem claramente influenciadas pelas tendências modernas dos jogos de ação.

No Nintendo Switch 2, ainda existe o diferencial do sensor de movimento, embora eu particularmente prefira jogar utilizando os controles tradicionais.

Por cerca de R$ 200, para quem gosta de jogos de ação, samurais e da própria franquia Onimusha, é uma experiência que vale bastante a pena conhecer.

Agora, se você esperava uma experiência praticamente idêntica aos Onimusha clássicos, é importante saber que Way of the Sword mudou bastante a fórmula.

E talvez justamente essa mudança seja uma das coisas mais interessantes desse retorno.

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