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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar uma saga de terror do estilo Luigi contra um mundo assombrado por ele mesmo?

Não CONFIO no LUIGI 😈| HISTORIA de LUIGI.exe

Espero que gostem!


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Jogos mencionados

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Mais sobre o Luigi

Luigi (ルイージ Ruīji?) é um personagem fictício de videogames produzido pela Nintendo. Criado pelo designer de jogos Shigeru Miyamoto, Luigi é irmão do Mario e é um dos mascotes da série, ele é o seu companheiro em vários jogos.

A primeira aparição de Luigi se deu no jogo Mario Bros. em 1983, como personagem controlado pelo segundo jogador. Ele manteve esse papel em Super Mario Bros., Super Mario Bros. 3, Super Mario World e outros títulos. O primeiro jogo em que estrelou como personagem primário foi Super Mario Bros. 2. Luigi protagonizou o jogo educativo Mario is Missing!, e mais tarde repetiu o papel em Luigi’s Mansion, jogo lançado para o Gamecube em 2001. Nos dois jogos, é colocado no papel de herói porque Mario, o protagonista normal da franquia, precisa ser salvo

Aparições
Luigi retorna em New Super Mario Bros. Wii, onde ele junta-se a Mario e Yoshi para salvar o Reino do Cogumelo de ser governado por Bowser. Possui os mesmos atributos físicos que em Super Mario Galaxy.

Conceitos e criação
Miyamoto foi inspirado pelo jogo “Joust” para criar um jogo com dois jogadores simultâneo, que o levou a criar Mario Bros em 1983, com Luigi como segundo personagem jogável. Há um rumor de que o nome de Luigi foi criado a partir de uma pizzaria que ficava perto da Nintendo americana em Washington. Miyamoto observou que a palavra ruiji significava similar em japonês, e foi adotado Luigi como nome por causa da semelhança já que nessa época o personagem era apenas diferenciado pela co

Luigi é um personagem fictício apresentado em videogames e mídia relacionada divulgada pela Nintendo. Criado pelo proeminente designer de jogos Shigeru Miyamoto, Luigi é retratado como o irmão um pouco mais novo, mas mais alto, do mascote da Nintendo, Mario, e aparece em muitos jogos da franquia Mario, muitas vezes como um companheiro de seu irmão mais velho.

Luigi apareceu pela primeira vez no jogo Game & Watch de 1983, Mario Bros., como o personagem controlado pelo segundo jogador, e manteve esse papel no jogo de arcade de Mario Bros., Super Mario Bros., Super Mario Bros., Super Mario Bros. 3, Super Mario World e outros títulos. O primeiro jogo em que ele estava disponível como personagem principal foi Super Mario Bros. 2. Em aparições mais recentes, o papel de Luigi ficou cada vez mais restrito a spinoffs como as séries Mario Party e Mario Kart, embora ele tenha sido destaque em um papel de protagonista em sete ocasiões: a primeira no jogo de relógios de pulso de LCD de 1990, Luigi’s Hammer Toss, em Mario is Missing, em Luigi’s Mansion para o GameCube em 2001, em Luigi’s Mansion: Dark Moon para o Nintendo 3DS em 2013, em Dr. Luigi e New Super Luigi U para o Wii U em 2013, no Luigi’s Mansion Arcade em 2015 para fliperamas e Luigi’s Mansion 3 para Nintendo Switch em 2019. Em todos esses sete jogos, ele é chamado a agir como o herói, porque geralmente Mario, o herói usual dentro a franquia, precisa de resgate. Luigi também apareceu em todos os episódios das três séries de TV DiC baseadas nos jogos NES e Super NES.

Originalmente desenvolvido como uma troca de paleta de Mario com um esquema de cores verde em vez de vermelho, Luigi desenvolveu uma personalidade e estilo próprios. À medida que seu papel na série Mario progredia, Luigi evoluiu para um personagem fisicamente distinto, mais alto e mais magro que seu irmão. A Nintendo chamou o período de março de 2013 a março de 2014 de “O Ano do Luigi” para comemorar o trigésimo aniversário da existência do personagem. Da mesma forma, os jogos lançados em 2013 enfatizaram Luigi, como Mansão de Luigi: Lua Negra, Mario e Luigi: Dream Team, Dr. Luigi e o pacote de nível New Super Luigi U para New Super Mario Bros U. Uma versão desbloqueada com tema de Luigi do Mario Bros., intitulado Luigi Bros., também foi incluído no Super Mario 3D World.

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Tales of Arise no Nintendo Switch 2: Vale a Pena Jogar?

A Bandai Namco trouxe Tales of Arise para o Nintendo Switch 2, dando aos jogadores a oportunidade de aproveitar um dos JRPGs mais elogiados dos últimos anos em uma plataforma portátil. Mas será que vale a pena embarcar nessa aventura?

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A Bandai Namco trouxe Tales of Arise para o Nintendo Switch 2, dando aos jogadores a oportunidade de aproveitar um dos JRPGs mais elogiados dos últimos anos em uma plataforma portátil. Mas será que vale a pena embarcar nessa aventura?

Uma história de revolução e descobertas

O jogo apresenta o mundo de Dahna, um planeta que foi escravizado durante 300 anos por um povo de um mundo tecnologicamente muito mais avançado. Você controla Alphen, um homem mascarado que perdeu a memória, não sente dor e vive como escravo.

À primeira vista, a trama parece ser uma simples história de revolução contra um império opressor. No entanto, conforme a aventura avança, a narrativa cresce muito mais do que isso, explorando o passado dos protagonistas, seus conflitos e os mistérios que envolvem os dois mundos.

Combate dinâmico e divertido

Um dos grandes destaques de Tales of Arise é seu sistema de combate. O jogo mistura elementos de RPG de ação com mecânicas estratégicas. Ao encontrar inimigos pelo cenário, os confrontos acontecem em arenas dedicadas, onde você controla seu personagem enquanto coordena ataques e habilidades do restante do grupo.

O resultado é um combate rápido, visualmente impressionante e extremamente satisfatório.

Visual impressionante no Switch 2

A boa notícia é que o jogo está muito bonito no Nintendo Switch 2. Os cenários, efeitos visuais e personagens continuam impressionando, enquanto o desempenho se mantém sólido tanto no modo portátil quanto na TV.

Além disso, o jogo conta com diversas cenas em estilo anime que ajudam a desenvolver a narrativa e aprofundar a relação entre os personagens.

Finalmente com legendas em português

Outro ponto positivo é a presença de legendas em português. Os relançamentos recentes da franquia vêm recebendo localização para o nosso idioma, tornando a experiência muito mais acessível para os jogadores brasileiros.

Vale a pena?

Se você gosta de JRPGs com uma história envolvente, personagens carismáticos e um sistema de combate divertido, Tales of Arise continua sendo uma excelente opção. A versão para Nintendo Switch 2 entrega uma ótima experiência portátil, mantendo a qualidade que fez o jogo se destacar em outras plataformas.

E para quem não possui um Switch 2, o título também está disponível em outras plataformas, permitindo que mais jogadores conheçam essa aventura épica.

Tales of Arise é uma excelente porta de entrada para a franquia e uma ótima escolha para quem procura um JRPG de alta qualidade.

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Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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