Nintendo Direct revela Monster Hunter Stories 3, Final Fantasy Tactics e Dragon Ball Sparking ZERO para Switch 2!
A Nintendo apresentou mais um evento Nintendo Direct: Partner Showcase, trazendo grandes revelações e atualizações para os fãs do Nintendo Switch e do aguardado Nintendo Switch 2! Com foco em jogos de parceiros third-party, o evento apresentou uma enorme variedade de títulos, desde RPGs épicos até jogos de ação, dança e até survival horror.
A Nintendo apresentou um Partner Showcase recheado de surpresas que prometem agitar os donos de Nintendo Switch e também da aguardada Nintendo Switch 2!
A Nintendo apresentou mais um evento Nintendo Direct: Partner Showcase, trazendo grandes revelações e atualizações para os fãs do Nintendo Switch e do aguardado Nintendo Switch 2! Com foco em jogos de parceiros third-party, o evento apresentou uma enorme variedade de títulos, desde RPGs épicos até jogos de ação, dança e até survival horror.
Entre os destaques está Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection, uma nova aventura da Capcom no universo Monster Hunter que promete colocar jogadores no centro de uma guerra entre reinos, enquanto criam laços com monstros e desvendam um mistério ancestral. O jogo chega em 2026 para Switch 2.
Outro anúncio que chamou atenção foi Final Fantasy Tactics – The Ivalice Chronicles, um dos RPGs táticos mais aclamados de todos os tempos, agora remasterizado para o Switch 2 com gráficos aprimorados, diálogos dublados e novas melhorias de gameplay.
A nostalgia também bateu forte com o retorno de Plants vs. Zombies: Replanted, agora em HD, com novos conteúdos e disponível tanto para Switch quanto para Switch 2.
E para quem gosta de ação e combates explosivos, Dragon Ball: Sparking! ZERO chega com mais de 180 personagens jogáveis, prometendo ser o maior jogo da franquia até hoje.
Além desses, foram revelados diversos títulos como:
Just Dance 2026 (lançamento em outubro)
Star Wars Outlaws (jogo de mundo aberto da galáxia Star Wars)
Cronos: The New Dawn (survival horror dos criadores do remake de Silent Hill 2)
OCTOPATH TRAVELER 0 (prequel do aclamado RPG)
Yakuza Kiwami 1 e 2 remasterizados para Switch 2
PAC-MAN WORLD 2 Re-PAC, Chillin’ by the Fire, The Adventures of Elliot, entre outros.
Esses lançamentos demonstram que o Switch 2 já está se tornando um dos consoles mais promissores dos próximos anos, com uma biblioteca forte tanto de jogos novos quanto clássicos remasterizados.
Qual desses jogos mais te chamou atenção? Comenta aí!
Entre os destaques está o anúncio de Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection, que traz uma nova aventura no universo Monster Hunter com monstros, reinos em guerra e uma história épica. Também tivemos novidades de peso como Final Fantasy Tactics – The Ivalice Chronicles, Persona 3 Reload, Dragon Ball: Sparking! ZERO, o dançante Just Dance 2026, o nostálgico Plants vs. Zombies: Replanted, e até o retorno dos clássicos Yakuza Kiwami 1 e 2 com melhorias gráficas!
E não para por aí: Star Wars Outlaws vem como o primeiro mundo aberto de Star Wars nos consoles Nintendo, Apex Legends chega com skin exclusiva e tem até o novo Cronos: The New Dawn, um survival horror sombrio que vai te desafiar no tempo e no espaço! 🌌🧟
Além disso, prepare-se para muita diversão com jogos como PAC-MAN World 2 Re-PAC, o RPG tático OCTOPATH TRAVELER 0, e o encantador Hela, inspirado no folclore escandinavo. 🎵⚔️🕹️
A Nintendo deixou claro que 2025 será inesquecível, e o futuro do Switch promete ser ainda mais brilhante! ✨
Aproveitando o hype de Super Mario Galaxy, a Nintendo fez uma atualização de nova geração a para o jogo Super mario wonder, dando alguns chefes novos e uma grande expanção do no modo multiplayer, que pode ser divertido no começo mas pouco se sustenta a longo prazo.
Com uma DLC que está dividindo opiniões, e hoje eu vou te explicar exatamente se ela vale a pena.
Baseado no conteúdo do vídeo , aqui vai um guia completo com tudo que essa expansão oferece.
O que muda nessa versão
A nova versão de Mario Wonder no Switch 2 chega com melhorias importantes. O jogo está mais otimizado, conta com dublagem e recebeu mais funcionalidades online voltadas para o multiplayer. Além disso, há uma expansão inédita que adiciona novos conteúdos, embora não seja tão extensa quanto muitos jogadores esperavam. Isso acaba sendo um dos pontos que mais dividem opiniões.
Nova história: Rosalina, Luma e o caos no Reino das Flores
A DLC apresenta uma nova abordagem na história, trazendo Rosalina e os Lumas para dentro da aventura. Durante a jornada, os Koopalings, agora chamados de cupinchas, roubam flores especiais que possuem habilidades mágicas, criando um grande caos no Reino das Flores.
O destaque desse conteúdo é o Parque Belabel, uma nova área diretamente afetada por esse conflito. A missão gira em torno de recuperar essas flores e restaurar o equilíbrio do local, enquanto você enfrenta versões modificadas dos inimigos clássicos.
Nova transformação e gameplay
Uma das maiores novidades da DLC é a transformação de planta, que traz uma vantagem enorme durante a gameplay. Com ela, é possível atacar inimigos de baixo para cima, alcançar áreas mais altas com facilidade e ainda controlar melhor os movimentos no ar.
Essa habilidade acaba deixando o jogo mais acessível em alguns momentos, principalmente durante batalhas contra chefes, o que pode ser positivo para jogadores casuais, mas também reduz um pouco o desafio em certas situações.
Rosalina e Luma: jogabilidade diferente
A presença de Rosalina funciona mais como uma variação estética, mas a Luma traz uma proposta bem diferente. Jogar com ela praticamente transforma a experiência em um modo mais fácil, já que ela ajuda automaticamente no combate e interage com o ambiente.
Esse estilo de gameplay é ideal para quem quer jogar de forma mais tranquila ou até mesmo para quem está começando, funcionando muito bem no multiplayer cooperativo.
Chefes e desafios da expansão
A expansão aposta bastante em batalhas contra chefes, cada um com mecânicas próprias inspiradas nos Koopalings. As lutas envolvem cenários diferentes, como fases com neve, cristais, fantasmas e até tempestades.
Apesar da criatividade, a dificuldade varia bastante. Algumas batalhas são bem simples por conta dos novos poderes, enquanto outras exigem mais atenção, principalmente nas fases finais.
Parque Belabel: o grande destaque
O Parque Belabel é, sem dúvida, o elemento mais interessante da DLC. Ele funciona como um hub com várias atividades, incluindo minigames e modos multiplayer que lembram uma mistura de party game com plataforma 2D.
As partidas podem ser competitivas ou cooperativas, com regras variadas e situações caóticas que mudam a cada rodada. Isso aumenta bastante a rejogabilidade, especialmente quando você está jogando com amigos.
Multiplayer e conteúdo extra
O foco dessa expansão está claramente no multiplayer. Existem diversos modos que incentivam tanto a cooperação quanto a competição, além de desafios extras que recompensam o jogador com novos emblemas e melhorias.
Esses elementos ajudam a prolongar a vida útil do jogo, mesmo que a campanha adicional seja relativamente curta.
Vale a pena
No fim das contas, essa DLC é uma experiência que depende muito do tipo de jogador. Para quem já possui o jogo original, pode parecer um conteúdo interessante, mas não essencial. Já para quem nunca jogou Mario Wonder, essa versão mais completa no Switch 2 pode ser uma ótima porta de entrada.
Mesmo com limitações, a expansão mostra que a Nintendo ainda sabe inovar quando o assunto é Mario 2D. Pode não ser revolucionária, mas continua sendo divertida e cheia de ideias criativas.
Resident Evil Requiem é uma mistura do NOVO e Velho de um bom jeito – REVIEW
Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.
Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.
Uma experiência dividida em dois estilos
Logo no início, você assume o controle de Grace, uma protagonista que representa tudo aquilo que marcou os Resident Evil mais recentes pós Resident Evil 7: Biohazard. Terror em primeira pessoa, vulnerabilidade e uma sensação constante de perigo.
Essa primeira parte do jogo é focada no medo puro. Recursos escassos, inimigos imprevisíveis e um ritmo mais lento fazem você sentir cada passo como uma decisão importante. É aquela experiência clássica de sobrevivência que muitos fãs pediam de volta.
Mas tudo muda quando Leon S. Kennedy entra em cena.
A virada para ação
Quando Leon assume o protagonismo, o jogo muda completamente de tom. A gameplay passa a lembrar bastante Resident Evil 6, só que dessa vez funcionando melhor.
Aqui entram combates mais intensos, sistema de parry, uso criativo de itens e muito mais foco em ação e movimentação. É praticamente uma evolução do estilo mais action da franquia, só que melhor equilibrado.
Um conceito criativo e estranho
Um dos pontos mais interessantes do jogo é a forma como os inimigos são construídos.
Os zumbis não são apenas criaturas genéricas. Eles são reflexos de memórias e traumas. Antes de serem infectados, eles tinham vidas, hábitos e obsessões.
Isso gera inimigos bem únicos, como um açougueiro transformado em um monstro brutal, um zelador que continua limpando compulsivamente e criaturas que evitam luz por traumas anteriores.
É estranho, mas funciona e adiciona uma camada psicológica bem interessante ao terror.
Um dos Resident Evil mais longos
Outro destaque é a duração. Resident Evil Requiem é um dos títulos mais longos da franquia, o que pode ser um ponto positivo para quem quer conteúdo.
Mas essa duração vem com uma mudança clara de ritmo. O jogo começa com terror intenso, evolui para sobrevivência no meio e termina com ação total.
Essa progressão pode surpreender ou até incomodar dependendo do tipo de jogador que você é.
Vale a pena?
Sim, e muito.
Mesmo com essa mudança de identidade ao longo da campanha, o jogo consegue se manter divertido do início ao fim. Ele mistura o melhor de diferentes fases da franquia e entrega uma experiência única.
Se você curte terror psicológico, ação estilo Resident Evil moderno e narrativas criativas, então esse jogo é para você.
No fim das contas, pode até dividir opiniões, mas é um dos Resident Evil mais interessantes já feitos.
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