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Nintendo Switch ainda vale a pena em 2025?

Se você está pensando em comprar um Nintendo Switch em 2025, a resposta depende de um fator principal: sua paciência. O Nintendo Switch 2 está a caminho, mas o modelo atual ainda tem muitos jogos programados para este ano. Se você não teve contato com o console até agora, ele pode ser uma ótima escolha.

O que é o Nintendo Switch?

O Nintendo Switch é um console híbrido que pode ser usado tanto como um videogame de mesa quanto como um portátil. Ele conta com uma grande variedade de jogos, tanto da Nintendo quanto de outras empresas, e tem três modelos principais:

Modelos do Nintendo Switch

  1. Nintendo Switch Padrão:
    • Tela LCD
    • 32 GB de armazenamento interno (expansível via microSD)
    • Bateria com duração de até 3 horas dependendo do jogo
    • Preço: Entre R$1.500 e R$2.000
  1. Nintendo Switch Lite:
    • Modelo exclusivamente portátil
    • Não pode ser conectado à TV
    • Joga todos os jogos do Switch Padrão compatíveis com modo portátil
    • Preço: Cerca de R$1.000
  1. Nintendo Switch OLED:
    • Tela OLED de melhor qualidade
    • 64 GB de armazenamento interno
    • Leve melhoria na bateria
    • Preço: Entre R$1.800 e R$2.300

Jogos e Biblioteca do Switch

O Nintendo Switch tem uma biblioteca impressionante, com títulos exclusivos e de terceiros. Alguns dos mais recomendados são:

  • The Legend of Zelda: Breath of the Wild & Tears of the Kingdom
  • Super Mario Odyssey & Super Mario Wonder
  • Mario Kart 8 Deluxe
  • Metroid Dread & Metroid Prime Remastered
  • Pokémon Scarlet & Violet
  • The Witcher 3 & Hogwarts Legacy

Além dos jogos em cartucho e digitais, a Nintendo oferece a assinatura Nintendo Switch Online, que dá acesso a jogos clássicos do NES, SNES, Game Boy, N64, Mega Drive e Game Boy Advance.

Vale a pena comprar um Switch agora?

Se você nunca teve um Nintendo Switch, ainda vale muito a pena adquiri-lo em 2025. Ele continuará recebendo jogos por pelo menos mais um ano, e seu preço pode cair com a chegada do sucessor.

Caso você seja ansioso por novidades, pode ser melhor esperar pelo Switch 2. No entanto, para quem quer aproveitar a vasta biblioteca de jogos do console, um Switch novo ou usado pode ser uma excelente compra.

E você, pretende comprar um Nintendo Switch este ano? Deixe seu comentário!

Análise

Street Racer: a coletânea que revive o kart clássico em todos os consoles

Street Racer ganhou uma coletânea esta semana: versões de Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy e até a curiosa versão de MS-DOS reunidas para você revisitar esse kart retrô cheio de personagens malucos.

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Street Racer ganhou uma coletânea esta semana: versões de Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy e até a curiosa versão de MS-DOS reunidas para você revisitar esse kart retrô cheio de personagens malucos.

Vamos falar de jogo velho, cara, mas que voltou com tudo.

Nesta semana foi lançada uma coletânea do Street Racer, aquele jogo de corrida com vibração de Mario Kart que rodou em praticamente tudo na era dos consoles clássicos. Se você não conhece, prepare-se: é um kart com jogabilidade simples, personagens bem aleatórios e aquele charme retrô que só os jogos dos anos 90 tinham.

O lançamento reúne versões clássicas Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy (sim, existiu uma!) e até uma versão de MS-DOS, tudo em um único pacote. Então, se você gosta de nostalgia ou quer só fugir dos karts modernos por algumas horas, essa coletânea é um prato cheio.

O que achei (minha opinião rápida)

O elenco é uma das partes mais divertidas: tem personagem pra todo gosto, inclusive um sogro do Aladdin que eu adoro jogar. Ele é meio agressivo nas colisões e dá umas batidas laterais que atrapalham geral. Essas diferenças entre personagens deixam cada corrida imprevisível e é isso que dá graça ao jogo.

Por que vale a pena testar

  • Variedade de versões: jogar a mesma corrida em SNES vs Mega Drive vs Game Boy tem aquele apelo histórico e vale ver como cada console tentou adaptar o título.
  • Pick-up and play: controles simples e partidas rápidas, perfeito para jogar com amigos ou num stream descontraído.
  • Colecionismo e nostalgia: se você curte retro gaming, ter todas essas versões em um só lugar é ótimo para comparar e guardar.

Minhas dicas rápidas

  1. Experimente personagens diferentes, cada um tem um estilo que pode mudar seu jeito de correr.
  2. Use as colisões a seu favor, alguns personagens tiram vantagem nas batidas laterais.
  3. Se for jogar com amigos, escolha pistas curtas para manter a bagunça divertida.

Street Racer na coletânea é aquele tipo de lançamento que respeita o público retrô e ainda diverte quem só quer jogar algo simples e competitivo. Não é a experiência polida dos karts modernos e nem precisa ser. É diversão pura com cheiro de cartucho.

Curtiu? Conta aí: qual versão você acha que vai ser a melhor, SNES, Mega Drive ou a surpreendente versão de Game Boy?

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Análise

TERRIFIER ARCADE GAME — UM MOTIVO POR QUE OS FILMES NÃO DEVEM VIRAR JOGOS

Cara, eu preciso ser sincero com vocês: Terrifier Arcade Game é um dos piores jogos que eu joguei recentemente. Eu recebi a chave do game, dei aquela chance de boa vontade… e olha, não rolou.

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Cara, eu preciso ser sincero com vocês: Terrifier Arcade Game é um dos piores jogos que eu joguei recentemente. Eu recebi a chave do game, dei aquela chance de boa vontade… e olha, não rolou.

O jogo é baseado na série de filmes Terrifier, que eu nem conheço muito bem. Só vi alguns memes, uns gifs perdidos pela internet, e nunca parei pra assistir os filmes. Mas até aí, tudo bem jogo licenciado não precisa de conhecimento prévio pra ser divertido. O problema aqui é outro.

A proposta do game tenta surfar naquela vibe retrô estilizado, igual ao clássico do Scott Pilgrim, e honestamente? No papel, isso até funciona. A estética combina e poderia render algo muito divertido. Poderia.

O problema é que o jogo é simplesmente chato. A gameplay não engaja, as fases não empolgam e, pra piorar, você passa o tempo inteiro enfrentando gente inocente: policial, velhinha, civil aleatório… pessoas que, num filme de terror, seriam vítimas, e não inimigos de um beat ‘em up. Dá pra entender que eles quiseram fazer uma sátira, mas… cara, não ficou legal.

No fim das contas, parece um daqueles jogos com boa intenção, mas execução bem fraca. Se a ideia era ser um “Scott Pilgrim versão terror”, faltou ritmo, faltou personalidade e, principalmente, faltou diversão.

Terrifier Arcade Game tinha potencial, mas vacilou feio.

Se você curte o gênero, vá no Scott Pilgrim que é sucesso garantido.

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